De acordo com o guia formulado para o projeto - Caminhos do Cuidado (2013), as internações psiquiátricas de longa permanência institucional acarretam alguns problemas, dentre eles:
Segundo o material do projeto Caminhos do Cuidado (2013), historicamente, a Psiquiatria atuava no controle do comportamento de pessoas quando acometidas de um grave sofrimento mental. Muitas vezes, a pedido das famílias, retirava essas pessoas de suas casas e de seu grupo de convívio internando-as em manicômios, sanatórios ou hospitais psiquiátricos. Essa maneira detratar as pessoas portadoras de transtornos mentais, além de tirar os direitos de cidadania, mostrou se produtora de doença e não de saúde. O movimento de Reforma Psiquiátrica propôs a transformação da assistência psiquiátrica e dentre suas ações propõe:
Em conformidade com o guia do Ministério da Saúde “Caminhos do Cuidado (2013)”, todo usuário de drogas tem no grupo familiar e na comunidade alguém que insiste em que ele pare de usar drogas. Portanto, não compete à equipe:
Segundo Belmonte (2012), um dos objetivos da Reforma Psiquiátrica é modificar a representação social da loucura, e a inserção dos tidos loucos na cidade. E para isso, geralmente é preciso contar com uma pessoa para viabilizar possibilidade de suporte social, desempenhando um papel de ligação sujeito-família, sujeito-serviço, sujeito-comunidade. Estas pessoas sãoconsideradas:
De acordo com Belmonte (2012), as ações dos cuidadores acontecem no universo do usuário e, portanto, sem limitação espacial e visam:
De acordo com Brasil (2016) existem muitas formas de transtorno mental e, portanto, incidem de diferentes formas nas pessoas. A manifestação de crise é singular e na maioria das vezes é percebida:
No caso de suspeita de transtorno mental é preciso buscar auxílio, segundo Brasil (2016). Os melhores resultados são obtidos quando os tratamentos são feitos por profissionais que trabalham de forma coordenada entre si. Assinale a opção que indica o local mais adequado para solicitar auxílio.
As pessoas em sofrimento mental têm os mesmos direitos humanos que todas as outras pessoas, Cerqueira (2011). Estes devem abranger o direito à singularidade, à subjetividade e à diferença, mas também deve considerar realidades e oportunidades dos grupos populacionais mais vulneráveis. Sendo assim, a igualdade deve ser adequada à realidade vivida por tais grupos, para proteger a sua:
O cuidado em saúde mental prevê uma diversidade de ações para melhor acompanhar os usuários. De acordo com o Guia prático de matriciamento em saúde mental (2011), um dos recursos terapêuticos utilizados tanto pelo os Centros de Atenção Psicossocial quanto pelas equipes de saúde da família e também de forma conjunta em situações de recusa ao tratamento é, por exemplo:
De acordo com o Guia prático de matriciamento em saúde mental (2011), a articulação das ações da saúde mental com a Estratégia Saúde da Família (ESF) acontecem no territorial. Uma preocupação oriunda inclusive da participação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) visto que estes se encontram entre o profissionalismo e o pertencimento à comunidade é:
Conforme o Guia prático de matriciamento em saúde mental (2011), o cuidado em saúde mental requer uma atenção integral, porém, as equipes não são responsáveis pela resolução do sofrimento emocional e dos problemas da população sob seus cuidados. Sua obrigação é acompanhar, criando espaços de superação e de reestruturação, utilizando todos os recursos disponíveis e cujo principal objetivo do cuidado é:
Segundo o Guia prático de matriciamento em saúde mental (2011), o Projeto Terapêutico Singular (PTS) é um recurso de clínica ampliada e da humanização em saúde. O uso do termo “singular” em substituição a “individual” leva em consideração não só o indivíduo, mas:
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2000), o suicídio é um sério problema de saúde pública e este demanda nossa atenção, mas sua prevenção e controle, infelizmente, não é tarefa fácil. Para melhor atender aos usuários é proporcionar um espaço acolhedor e a conduta inicial que você, profissional de saúde, deve ter:
Para a Organização Mundial da Saúde. (2000), o suicídio é cercado de mitos e fatos. Um grande mito é que estes ocorrem sem avisos. Um outro mito consiste em:
Segundo Brasil (2015), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) nas suas diferentes modalidades são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Sua principal importância reside no fato de serem:
Brasil (2015), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) têm papel estratégico na articulação da RAPS. Constituem-se como um “lugar” na comunidade, lugar de referência e de cuidado promotor de vida. São considerados:
Conforme Brasil (2015), algumas das ações dos CAPS são realizadas em coletivo, em grupos, outras são individuais, outras destinadas às famílias, outras são comunitárias e podem acontecer no espaço do CAPS e/ou nos territórios. Porém, é preciso destacar que uma das características das práticas dos Centros de Atenção Psicossocial é que são realizadas:
De acordo com Silva; Souza; Oliveira; Mendonça; Hardman, ainda que em acompanhamento, os usuários podem apresentar/experienciar momentos de crise e esta é compreendida além de um conjunto de sintomas psicopatológicos. Seu manejo desta deve levar em conta:
Conforme Brasil (2004), a prevenção voltada para o uso abusivo e problemático de álcool e outras drogas pode ser definida como um processo de planejamento, implantação e implementação de múltiplas estratégias. O planejamento de programas assistenciais de menor exigência contempla uma parcela maior da população, dentro de uma perspectiva de saúde pública, o que encontra o devido respaldo em propostas mais flexíveis, que não tenham como a única meta viável:
De acordo com a Cartilha de Orientação em Saúde Mental - Um Caminho para a Inclusão Social - Janeiro (2009), o movimento de Reforma Psiquiátrica, de Atenção Psicossocial preveem dentre outras, o fechamento progressivo dos hospitais psiquiátricos. Porém, muitos usuários não conseguirão retornar ao contexto familiar, pois perderam os vínculos familiares ou sociais em razão dos anos que passaram confinadas nos hospícios. E foi pensando nestas pessoas que as Residências Terapêuticas foram criadas. Estas residências ou casas devem tem como um dos objetivos:
Alguns profissionais de saúde acreditam que os pacientes não precisam saber de todos os detalhes sobre sua doença, sobre seu tratamento. Esse é um dos pontos críticos do modelo tradicional/hospitalar/asilar psiquiátrico, no qual o acesso à informação é dificultado. No entanto, a Lei nº 10.216/2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, prevê que o usuário receba o maior número de informação a respeito de sua doença e de seu tratamento, constituindo-se:
A Lei nº 10.216/2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, em seu Art. 2º preconiza que as pessoas com transtornos mentais devem ser tratadas preferencialmente:
Um dos principais objetivos da Reforma Psiquiátrica é a (re) inserção das pessoas com transtornos mentais no cenário social. Para isso, é preciso dar lugar de destaque a essas pessoas nos âmbitos:
Visando ao melhor acompanhamento possível, as residências terapêuticas devem estar vinculadas:
Os Serviços Residenciais Terapêuticos devem ser organizados de acordo com as necessidades e gostos de seus habitantes. De acordo com suas características, esses serviços devem ser dos tipos:
O tipo de Serviço Residencial Terapêutico que conta com profissionais 24 horas por dia é o:
O trabalho do cuidador em um Serviço Residencial Terapêutico, na perspectiva da atenção psicossocial, visa à aquisição ou ao resgate da autonomia do usuário e requer dos profissionais o desenvolvimento de novas formas de cuidar, as quais incluem, por exemplo:
O espaço da Residência Terapêutica é considerado uma casa e deve ser cuidado como tal. A realização de tarefas cotidianas é negociação constante entre necessidade, vontade expressa e disponibilidade dos usuários, e faz parte do processo:
A atenção clínica geral aos usuários moradores dos Serviços Residenciais Terapêuticos deve ser feita pela(o):
De acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha/CICV (2013) e a Lei nº 10.216/2001, também conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, a internação em hospital psiquiátrico deve acontecer:
O cuidado em saúde mental deve ser integral. Para tanto, os profissionais devem contar uns com os outros. Esse trabalho é considerado:
Para cuidar em saúde mental, é preciso romper as linhas divisórias entre profissionais e pessoas com transtornos mentais para que seja alcançado o principal objetivo do trabalho, que é:
De acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha/CICV (2013), o trabalho em saúde mental requer do profissional o atendimento de alguns princípios. Por uma questão de ética profissional, para proteger a relação com o usuário e manter a relação de confiança, o cuidador deve:
De acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha/CICV (2013), o trabalho em saúde mental requer do profissional o atendimento de alguns princípios. Por uma questão de ética profissional, para proteger a relação com o usuário e manter a relação de confiança, o cuidador deve:
A Constituição Federal de 1988 reafirmou a necessidade da construção e consolidação de um sistema de saúde forte. Cada esfera de governo passou a ter papel próprio de formulação da política de saúde em seu âmbito (federal, estadual e municipal). O nome do sistema de saúde brasileiro é:
A Lei no 10.216/2001, também conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, propõe:
A reforma psiquiátrica propõe substituir a lógica hospitalar por novas modalidades de atenção às pessoas com transtornos mentais. Essas novas modalidades se sustentam nos seguintes princípios:
Substituir a lógica hospitalar por novas modalidades de cuidado e atenção às pessoas com transtornos mentais representa:
A atenção aos portadores de transtornos mentais depende da criatividade e da visão de mundo dos gestores, dos trabalhadores da saúde e das associações de familiares, e tem como finalidade:




























