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Prova Cozinheiro - Pref. Alhandra/PB
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Questão 1 de 22 Q1468378 Q2 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando”

O emprego das vírgulas é justificado ADEQUADAMENTE em:

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Questão 2 de 22 Q1468379 Q3 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

Sobre a palavra destacada ‘danação’, é CORRETO afirmar que

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Questão 3 de 22 Q1468381 Q4 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Meu pai me apoiou muito...”

Assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 4 de 22 Q1468383 Q5 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições).”

Assinale a alternativa que indica a relação de sentido estabelecida pelas palavras destacadas RESPECTIVAMENTE.

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Questão 5 de 22 Q1468384 Q6 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

Observe o trecho “O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo.”

Assinale a alternativa INCORRETA:

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Questão 6 de 22 Q1468386 Q7 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá...”

É correto afirmar que as palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE:

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Questão 7 de 22 Q1468388 Q8 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude.”

Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras destacadas são classificadas RESPECTIVAMENTE como:

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Questão 8 de 22 Q1468390 Q9 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

Analise os trechos:

I. “... a gente sempre tava brincando.”
II. “O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas ...”
III. “... Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança ...”
IV. “... e o define, brincando ...”

Pode-se afirmar que todas as alternativas estão FALSAS, EXCETO:

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Questão 9 de 22 Q1468391 Q10 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10.

Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando

O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentiva dor, para continuar lutando.

Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris.

O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou.

A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa.

Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio.

“Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou.

Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.”

A palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do trecho, por:

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Questão 10 de 22 Q1468396 Q13 da prova

São cidades que compõem os limites do município de Alhandra:

I. Pedra de Fogo.
II. Caaporã.
III. Pitimbu.
IV. Conde.
V. Santa Rita.

Estão CORRETAS:

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Questão 11 de 22 Q1468399 Q15 da prova

Silvio Santos conquistou muitos brasileiros com o seu talento, carisma e deixou um legado extraordinário na radiofonia brasileira. Além de ser uma das personalidades mais queridas do país, também foi o apresentador de televisão mais famoso em território nacional.

A atividade profissional inicial de sua carreira foi:

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Questão 12 de 22 Q1468401 Q16 da prova

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), os impactos das mudanças climáticas ficaram ainda mais evidentes na Paraíba em 2023. Em um ano marcado por extremos, os paraibanos presenciaram muita chuva ou fortes ondas de calor.

Por exemplo, em 2023, a cidade onde mais choveu na Paraíba, foi:

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Questão 13 de 22 Q1468403 Q17 da prova

O processo eleitoral no Brasil, em um sentido mais amplo, diz respeito às fases organizativas das eleições, compreendendo também um breve período posterior. É organizado pela Justiça Eleitoral, em nível municipal, estadual e federal, pelo:

I. Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
II. Supremo Tribunal Federal (STF).
III. Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
IV. Juízes eleitorais.
V. Juntas eleitorais.

Estão CORRETAS:

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Questão 14 de 22 Q1468409 Q21 da prova

Os objetivos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), são, EXCETO:

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Questão 15 de 22 Q1468411 Q22 da prova

Sobre o PNAE, analise o texto, complete a lacuna e assinale a alternativa CORRETA:

Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo ______ _ deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas.

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Questão 16 de 22 Q1468413 Q23 da prova

Os nutrientes são todas as substâncias encontradas nos alimentos, que são úteis para o metabolismo orgânico e indispensáveis para o crescimento, desenvolvimento e manutenção das funções vitais dos organismos vivos, e consequentemente, para a boa manutenção da saúde.

Os alimentos: macarrão, pães, batata, batata-doce, mandioca, mandioquinha, cará, pinhão, farinhas (de preferência integrais), arroz, frutas, mel e geleias, são ricos em:

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Questão 17 de 22 Q1468414 Q24 da prova

A água é essencial para a vida. Formada por duas partes de hidrogênio para uma de oxigênio, a água é a substância mais abundante em nosso organismo, correspondendo a cerca de 60% de nosso peso. Está presente também em quase todos os alimentos, EXCETO em:

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Questão 18 de 22 Q1468416 Q25 da prova

Antes de consumir as hortaliças cruas, deve-se:

I. Selecionar as folhas retirando manchas.
II. Lavar em água corrente uma a uma.
III. Imergir em solução clorada por 15 minutos (1 colher de sopa de cloro a 2,5% para cada 1 litro de água).
IV. Após a imersão de cloro, pode-se deixar as folhas em solução de vinagre por 5 minutos (1 colher de sopa de vinagre para cada 1 litro de água).
V. Enxaguar bem as folhas. A solução de cloro é tóxica a uma boa parte dos microrganismos e portanto, os elimina. A solução de vinagre não mata microrganismos, mas faz com que os ovos de larvas, insetos ou lagartas presentes se soltem das folhas durante a lavagem em água corrente.

Estão CORRETOS:

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Questão 19 de 22 Q1468417 Q26 da prova

Os métodos de cocção (“cozimento”) consistem na aplicação de técnicas na etapa de preparo dos alimentos, na qual se utiliza alguma fonte de calor para modificar características sensoriais (cor, sabor, aroma, textura) dos alimentos, ocorrendo muitas vezes por meio de alterações químicas na sua composição.

Considerando os métodos de cocção em relação à adição ou não de líquidos, assinale:

1. Método de calor úmido.
2. Método de calor seco.
3. Método de calor misto.

( )Fervura em ebulição
( )Ensopar/ Guisar
( )Cocção em vapor
( )Grelhar
( )Cozinhar em líquidos
( )Refogar

Assinale a sequência CORRETA:

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Questão 20 de 22 Q1468419 Q27 da prova

Os resíduos sólidos são todos os materiais que não tem mais serventia dentro dos processos de uma empresa e/ou residência, ou que chegaram ao fim de sua vida útil. Podendo ser perigosos e não perigosos.

Sobre a destinação ambientalmente correta desses resíduos, assinale:

1. Transformação.
2. Triagem.
3. Coleta.
4. Realocação.

( )Tem o objetivo de destinar corretamente os materiais para reaproveitamento ou descarte adequado e reduzir o impacto ambiental gerado destes resíduos.
( )Após a coleta de separação mais básica, o processo consiste na separação mais específica dos materiais de acordo com suas características físicas e químicas.
( )Após a transformação destes resíduos, eles retornam ao mercado como matéria-prima.
( )Esse resíduos passam por meio de mudanças em seu estado físico, físico-químico ou biológico, para que se tornem novamente matéria-prima de um novo produto.

A sequência CORRETA é:

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Questão 21 de 22 Q1468422 Q29 da prova

O desmaio é provocado por falta de oxigênio ou açúcar no cérebro, a que o organismo reage de forma automática, com perda de consciência e queda do corpo. Tem diversas causas: excesso de calor, fadiga, falta de alimentos, etc, e é caracterizada por palidez, suores frios, falta de forças e pulso fraco.

O que fazer se a pessoa já estiver desmaiada, entre outros, EXCETO:

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Questão 22 de 22 Q1468424 Q30 da prova

A inserção de práticas sustentáveis na gastronomia, principalmente, em cozinhas comerciais, traz melhorias para a população como um todo e benefícios ambientais e econômicos diretos, como:

I. Redução no desperdício de alimentos.
II. Diminuição na geração de resíduos.
III. Proteção de espécies em perigo de extinção.
IV. Valorização da agricultura familiar e pecuária sustentável.
V. Aumentar a resiliência das pessoas, comunidades e ecossistema.

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