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Prova Contador - Pref. Olinda/PE
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Questão 1 de 44 Q1637495 Q1 da prova
Texto 01 para as questões de 01 a 05. As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente. Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana. À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais. Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades -irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais. “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa. O que explica a data de aniversário compartilhada? Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades. “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.

Do segmento “As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções”, extrai-se que

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Questão 2 de 44 Q1637497 Q2 da prova
Texto 01 para as questões de 01 a 05. As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente. Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana. À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais. Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades -irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais. “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa. O que explica a data de aniversário compartilhada? Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades. “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.

Observe o fragmento de texto abaixo e os termos nele destacados: CONHECIMENTOS GERAIS “Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação IDENTITÁRIA(1) um bairrismo que virou CARACTERÍSTICA ”(2). Em que alternativa abaixo, a dupla de termos é acentuada seguindo as mesmas regras gramaticais dos termos acima destacados?

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Questão 3 de 44 Q1637499 Q3 da prova
Texto 01 para as questões de 01 a 05. As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente. Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana. À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais. Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades -irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais. “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa. O que explica a data de aniversário compartilhada? Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades. “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.

Assinale a alternativa na qual os termos destacados em maiúscula são exemplo de Regência Nominal.

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Questão 4 de 44 Q1637501 Q4 da prova
Texto 01 para as questões de 01 a 05. As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente. Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana. À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais. Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades -irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais. “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa. O que explica a data de aniversário compartilhada? Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades. “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.

Observe os itens abaixo: Sobre o emprego da Crase, assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 5 de 44 Q1637503 Q5 da prova
Texto 01 para as questões de 01 a 05. As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente. Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana. À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais. Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades -irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais. “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa. O que explica a data de aniversário compartilhada? Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades. “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.

Em qual das alternativas abaixo, o verbo NÃO pede complemento regido de preposição?

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Questão 6 de 44 Q1637507 Q7 da prova
Texto 02 para as questões 07 a 09. I. “...e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.” II. “À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas.”

Em qual das alternativas abaixo, existe uma mensagem NÃO declarada no texto 02?

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Questão 7 de 44 Q1637509 Q8 da prova
Texto 02 para as questões 07 a 09. I. “...e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.” II. “À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas.”

Em: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode DISPOR.”, o verbo destacado em maiúscula

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Questão 8 de 44 Q1637511 Q9 da prova
Texto 02 para as questões 07 a 09. I. “...e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.” II. “À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas.”

No tocante à Acentuação, analise os itens abaixo, observando os termos destacados em maiúscula: Em que item(ns), a tonicidade do termo(s) destacado(s) recai na penúltima sílaba?

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Questão 9 de 44 Q1637515 Q11 da prova

Assinale a assertiva abaixo que NÃO indica conduta vedada ao servidor público por este decreto:

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Questão 10 de 44 Q1637516 Q12 da prova

Analise as assertivas abaixo: Considerando-se as disposições do Decreto Federal n. 1.171, de 22 de junho de 1994, devem ser consideradas corretas as assertivas:

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Questão 11 de 44 Q1637520 Q16 da prova

Assinale abaixo a assertiva que não corresponde a uma das atribuições do Prefeito nos termos da Lei Orgânica do Município de Olinda:

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Questão 12 de 44 Q1637523 Q17 da prova

Assinale a assertiva abaixo que NÃO corresponde à hipótese de vedação de instituição de impostos pela Lei Orgânica do Município de Olinda:

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Questão 13 de 44 Q1637524 Q21 da prova

O que define um sistema econômico em uma sociedade?

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Questão 14 de 44 Q1637527 Q22 da prova

Em um sistema capitalista, como são decididas as questões de produção e distribuição de bens e serviços?

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Questão 15 de 44 Q1637529 Q23 da prova

Assinale a alternativa que indica uma característica central da economia mista.

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Questão 16 de 44 Q1637531 Q24 da prova

Qual dos seguintes cenários descreve melhor uma economia mista em ação?

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Questão 17 de 44 Q1637533 Q25 da prova

A apropriação de custos é um processo fundamental para a determinação do custo de produção. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o conceito de custo indireto.

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Questão 18 de 44 Q1637534 Q27 da prova

Uma empresa fabrica três produtos diferentes em uma única planta industrial. Durante o processo produtivo, a empresa precisa apropriar os custos indiretos de produção. Qual dos métodos a seguir deve ser utilizado para garantir a alocação completa e obrigatória de todos os custos de produção aos produtos, conforme as normas contábeis brasileiras?

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Questão 19 de 44 Q1637536 Q28 da prova

Na estrutura da DRE, qual dos seguintes itens é subtraído da Receita Bruta para se obter a Receita Líquida de Vendas?

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Questão 20 de 44 Q1637537 Q29 da prova

A diferença entre a Receita Líquida de Vendas e o Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) é denominada de .

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Questão 21 de 44 Q1637539 Q30 da prova

Qual das seguintes alternativas melhor descreve a função do Banco Central do Brasil (BACEN)?

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Questão 22 de 44 Q1637542 Q31 da prova

Qual das seguintes instituições tem como principal função regular o mercado de valores mobiliários no Brasil?

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Questão 23 de 44 Q1637544 Q32 da prova

Em relação aos Regimes Financeiros, qual das seguintes características é CORRETA para o Regime de Capitalização?

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Questão 24 de 44 Q1637546 Q33 da prova

No Sistema Financeiro, as instituições que intermedeiam recursos entre poupadores e tomadores de crédito são conhecidas como

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Questão 25 de 44 Q1637548 Q34 da prova

Qual dos seguintes elementos é considerado uma saída de caixa no fluxo de caixa operacional?

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Questão 26 de 44 Q1637549 Q35 da prova

O fluxo de caixa é dividido em três categorias principais. Qual delas se refere a entradas e saídas de dinheiro provenientes de atividades de financiamento?

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Questão 27 de 44 Q1637552 Q36 da prova

Observe o texto abaixo: Assinale a alternativa cujo termo preenche CORRETAMENTE a lacuna acima.

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Questão 28 de 44 Q1637554 Q37 da prova

Em relação ao controle de gastos, qual é o principal benefício do sistema orçamentário?

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Questão 29 de 44 Q1637556 Q38 da prova

No contexto da administração pública, o que caracteriza a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)?

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Questão 30 de 44 Q1637557 Q39 da prova

Qual das alternativas abaixo NÃO é um objetivo do sistema orçamentário?

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Questão 31 de 44 Q1637560 Q40 da prova

Um gestor precisa ajustar o orçamento anual de uma entidade pública em função de um desvio significativo entre o valor planejado e o realizado. Ao analisar os relatórios financeiros, ele percebe que várias despesas foram registradas, mas os pagamentos ainda não ocorreram. Nesse caso, a análise do desvio foi feita com base no seguinte regime:

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Questão 32 de 44 Q1637562 Q41 da prova

No regime de caixa, as receitas e despesas são registradas no momento em que

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Questão 33 de 44 Q1637564 Q42 da prova

Assinale a alternativa que melhor representa o conceito de Patrimônio Líquido.

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Questão 34 de 44 Q1637565 Q43 da prova

Qual das alternativas abaixo melhor descreve os componentes do sistema patrimonial?

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Questão 35 de 44 Q1637566 Q44 da prova

No que se refere ao plano de contas, qual é a principal diferença entre as contas patrimoniais e as contas de resultado?

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Questão 36 de 44 Q1637567 Q45 da prova

Em uma análise contábil, qual a função principal de um plano de contas bem estruturado em uma organização?

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Questão 37 de 44 Q1637568 Q48 da prova

Qual dos seguintes cálculos é utilizado para determinar o valor de verbas trabalhistas em processos judiciais?

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Questão 38 de 44 Q1637570 Q49 da prova

Qual das alternativas abaixo NÃO é uma atribuição do assistente técnico?

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Questão 39 de 44 Q1637571 Q50 da prova

Quem nomeia o perito para realizar a perícia?

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Questão 40 de 44 Q1637573 Q51 da prova

No Microsoft Word, uma tabela é uma estrutura que organiza informações em linhas e colunas, permitindo que você apresente dados de maneira clara e estruturada. As tabelas são usadas para exibir informações comparativas, organizar texto e números em formatos tabulares ou, até mesmo, para criar layouts personalizados dentro de um documento. Se você quiser criar uma tabela em um documento Word, qual aba deve ser acessada?

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Questão 41 de 44 Q1637575 Q52 da prova

Ataques cibernéticos são o termo geral para caracterizar tentativas, bem sucedidas ou não, de roubar, expor, alterar, desabilitar ou destruir ativos de terceiros por meio de acesso não autorizado a sistemas de computador. Qual alternativa a seguir melhor descreve o ataque de "phishing"?

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Questão 42 de 44 Q1637577 Q53 da prova

Um computador pode ser composto de diversos componentes, alguns dos quais essenciais e outros acessórios. Neste contexto, a placa-mãe em um computador é responsável por

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Questão 43 de 44 Q1637579 Q54 da prova

Para qual finalidade abaixo, pode ser usada a função PROCV no Excel?

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Questão 44 de 44 Q1637581 Q55 da prova

Redes Wi-Fi públicas são cada vez mais comuns, seja em espaços públicos, seja em estabelecimentos comerciais, de ensino, etc. Assinale a alternativa que indica uma boa prática, ao usar tais redes no intuito de proteger suas informações pessoais.

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