Considerando as analogias e construções de cenários utilizados pelo autor para falar do tempo, pode -se afirmar que é uma característica central na construção do texto:
Como outros textos narrativos, o texto apresentado faz uso de diversas expressões com sentido figurado. Um excerto que ilustra o emprego de palavras com sentido figurado é:
Considere o excerto a seguir: “E a gente não sabe se fica orgulhoso por ter crescido tanto e estar ali enganando a tia ou finge que acha engraçado.” Nesse contexto, a substituição da expressão “a gente” pelo pronome pessoal “nós”, de sentido correspondente, demandaria a seguinte reescritura:
O advérbio “certamente”, no excerto “Mas certamente a todo o ano.”, poderia ser substituído, sem prejuízo de valor, pela expressão:
No excerto “Depois começa a ficar parecida.”, a palavra “parecida” está em sua forma flexionada no gênero feminino, e estabelece uma relação de concordância com uma palavra que ocorre anteriormente. Essa palavra é:
No excerto “Depois, a nossa cara muda mais devagar.”, o advérbio “mais”:
Em termos de regência, a forma verbal empregada no excerto “E o Tempo se espreguiça.” é:
Analise o excerto a seguir em relação a todas as formas verbais empregadas: “Alguém poderia dizer ‘É a cara do pai’ mas só estaria sendo delicado.” O verbo que é empregado nesse contexto e que está no gerúndio é:
Considere o excerto a seguir: “(...) quanto mais velho fica o Tempo, mais rápido ele passa.” As duas orações que formam a sentença apresentada no excerto dado se relacionam de forma a exprimir um sentido:
Considere o excerto: “Afinal, ele tem todo o tempo do mundo.” Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto, pertence à classe gramatical dos advérbios apenas:























