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Prova Auxiliar Operacional de Serviços - Pref. Santo Amaro do Maranhão/MA
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Questão 1 de 34 Q1240421 Q1 da prova
POR QUE NÃO SEPARAR ARTISTA E OBRA?
São numerosos os casos recentes onde vemos toda uma obra artística já consagrada sendo colocada sob julgamento público em decorrência de falhas, erros, abusos diversos e até mesmo de crimes atrozes cometidos por seus artistas. São músicos, cineastas, atores, comediantes, artistas plásticos, escritores e por aí vai.
Sabemos que o sucesso de uma obra artística é dado por uma confluência de méritos, avanços técnicos e estilísticos reconhecidos no passado e transmitidos no presente. Se aí nos bastarmos, objetivamente, será possível apreciar um filme ou admirar uma tela sem que a vida privada de sua autora ou de seu autor esteja no foco de nossos sentimentos de espectador. Seríamos, então, capazes de esquecer, mesmo que por alguns instantes, as suas contradições pessoais, diriam algumas pessoas.
Mas, por outro lado, a vitalidade da obra no tempo, em partes, não seria também resultado dos modos pelos quais nós ouvimos e aprendemos a contar as trajetórias pessoais e subjetivas de seus artistas? Podemos hoje, por exemplo, reler e ampliar a obra de Machado de Assis olhando para as relações contraditórias que ele teria vivido enquanto um homem afrodescendente vivendo e escrevendo no Brasil do século XIX, fato, até então, silenciado pelo racismo insistente no mundo das artes. Já a cantora estadunidense Miley Cyrus aproveitou a oportunidade de escrever recentemente uma canção para expressar e expor o drama que vivenciou em sua mais recente relação amorosa com o ator Liam Keith Hemsworth. Se assim for, artista e arte se confundiriam?
O mais recente filme do diretor estadunidense Todd Field reabre e traz novas pistas para a questão. Nele, Cate Blanchett interpreta Lydia Tár, uma regente de orquestra cujo extenso currículo exibe grandes posições e muitos prêmios. Poderíamos estar diante de uma trajetória pessoal narrada como ascendente, coesa, linear e gloriosa: algo comum nas biografias de grandes gênios. No entanto, o que acompanhamos, dentro e fora das salas de concerto, é surpreendente. Passamos a enxergar Lydia vivendo um processo de erosão pública e individual quando tem suas possíveis contradições pessoais expostas por uma série de acontecimentos que também envolvem a sua carreira. Tár está sendo “cancelada”.
Por falar em música, no início dos anos 1960, o antropólogo francês Claude Lévi- Strauss, ao estudar os mitos Bororo no Brasil, os comparou a uma grande partitura. Assim como nos mitos, a música não seria tocada exclusivamente nas notas da escala, mas, em especial, nos intervalos entre elas. Para ele, admirador dos compositores de Richard Wagner e Claude Debussy, uma obra é feita também de silêncios e pelas sensações contraditórias provocadas por eles.
Podemos aí incluir os silêncios biográficos? Como uma música e um mito, uma biografia pode muito nos contar sobre os contextos sociais de uma época: padrões, requisitos culturais, disputas, condições desiguais e opressões. Já se foi o tempo em que grandes artistas como Machado de Assis, Cyrus, Wagner e Tár tinham suas biografias construídas exclusivamente a partir de seus grandes feitos muito coerentes entre si e com a obra na totalidade. A biografia se traduziria, assim, como um monumento que confina a pessoa a um herói público congelado no tempo e nas ideias. O que vemos hoje, para além do simples cancelamento nas redes sociais, é uma atenção maior aos silêncios, isto é, às hesitações, ambiguidades e contradições abertas nas vidas dessas personagens públicas. Isso pode tornar viável o acesso aos seus traços pessoais e coletivos que podem enriquecer e dar complexidade à obra; significa conhecê-la melhor por dentro e ao seu redor.
Assim como a obra, uma trajetória pessoal também poderá ser um instrumento do conhecimento histórico. Como costuma dizer a antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz, é importante lançar questões do presente para interrogar o passado. Conhecer os silêncios biográficos implica também em indagar os modos pelos quais nós seguimos compreendendo, atualizando e executando a obra de arte. Isso também faz parte do prazer estético, diria Lévi -Strauss. Penso que Lydia Tár também concordaria, pelo menos, até a primeira parte do filme.
Finalmente, as trajetórias também se tornam peças públicas, portanto, objeto da construção do conhecimento crítico, diverso e mais inclusivo. Misturar artista e obra poderá, então, fornecer meios maravilhosamente imprevistos — assim como podemos ver em Tár — não para simplesmente cobrir as lacunas nas histórias, mas assumi-las, habitá-las e, com elas, pensar coletivamente sobre os nossos erros e ambiguidades, no passado e no presente, dentro e fora das molduras impostas a uma obra de arte.

De acordo com a leitura do texto, qual é a principal reflexão proposta pelo autor sobre a relação entre artista e obra?

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Questão 2 de 34 Q1240422 Q2 da prova
POR QUE NÃO SEPARAR ARTISTA E OBRA?
São numerosos os casos recentes onde vemos toda uma obra artística já consagrada sendo colocada sob julgamento público em decorrência de falhas, erros, abusos diversos e até mesmo de crimes atrozes cometidos por seus artistas. São músicos, cineastas, atores, comediantes, artistas plásticos, escritores e por aí vai.
Sabemos que o sucesso de uma obra artística é dado por uma confluência de méritos, avanços técnicos e estilísticos reconhecidos no passado e transmitidos no presente. Se aí nos bastarmos, objetivamente, será possível apreciar um filme ou admirar uma tela sem que a vida privada de sua autora ou de seu autor esteja no foco de nossos sentimentos de espectador. Seríamos, então, capazes de esquecer, mesmo que por alguns instantes, as suas contradições pessoais, diriam algumas pessoas.
Mas, por outro lado, a vitalidade da obra no tempo, em partes, não seria também resultado dos modos pelos quais nós ouvimos e aprendemos a contar as trajetórias pessoais e subjetivas de seus artistas? Podemos hoje, por exemplo, reler e ampliar a obra de Machado de Assis olhando para as relações contraditórias que ele teria vivido enquanto um homem afrodescendente vivendo e escrevendo no Brasil do século XIX, fato, até então, silenciado pelo racismo insistente no mundo das artes. Já a cantora estadunidense Miley Cyrus aproveitou a oportunidade de escrever recentemente uma canção para expressar e expor o drama que vivenciou em sua mais recente relação amorosa com o ator Liam Keith Hemsworth. Se assim for, artista e arte se confundiriam?
O mais recente filme do diretor estadunidense Todd Field reabre e traz novas pistas para a questão. Nele, Cate Blanchett interpreta Lydia Tár, uma regente de orquestra cujo extenso currículo exibe grandes posições e muitos prêmios. Poderíamos estar diante de uma trajetória pessoal narrada como ascendente, coesa, linear e gloriosa: algo comum nas biografias de grandes gênios. No entanto, o que acompanhamos, dentro e fora das salas de concerto, é surpreendente. Passamos a enxergar Lydia vivendo um processo de erosão pública e individual quando tem suas possíveis contradições pessoais expostas por uma série de acontecimentos que também envolvem a sua carreira. Tár está sendo “cancelada”.
Por falar em música, no início dos anos 1960, o antropólogo francês Claude Lévi- Strauss, ao estudar os mitos Bororo no Brasil, os comparou a uma grande partitura. Assim como nos mitos, a música não seria tocada exclusivamente nas notas da escala, mas, em especial, nos intervalos entre elas. Para ele, admirador dos compositores de Richard Wagner e Claude Debussy, uma obra é feita também de silêncios e pelas sensações contraditórias provocadas por eles.
Podemos aí incluir os silêncios biográficos? Como uma música e um mito, uma biografia pode muito nos contar sobre os contextos sociais de uma época: padrões, requisitos culturais, disputas, condições desiguais e opressões. Já se foi o tempo em que grandes artistas como Machado de Assis, Cyrus, Wagner e Tár tinham suas biografias construídas exclusivamente a partir de seus grandes feitos muito coerentes entre si e com a obra na totalidade. A biografia se traduziria, assim, como um monumento que confina a pessoa a um herói público congelado no tempo e nas ideias. O que vemos hoje, para além do simples cancelamento nas redes sociais, é uma atenção maior aos silêncios, isto é, às hesitações, ambiguidades e contradições abertas nas vidas dessas personagens públicas. Isso pode tornar viável o acesso aos seus traços pessoais e coletivos que podem enriquecer e dar complexidade à obra; significa conhecê-la melhor por dentro e ao seu redor.
Assim como a obra, uma trajetória pessoal também poderá ser um instrumento do conhecimento histórico. Como costuma dizer a antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz, é importante lançar questões do presente para interrogar o passado. Conhecer os silêncios biográficos implica também em indagar os modos pelos quais nós seguimos compreendendo, atualizando e executando a obra de arte. Isso também faz parte do prazer estético, diria Lévi -Strauss. Penso que Lydia Tár também concordaria, pelo menos, até a primeira parte do filme.
Finalmente, as trajetórias também se tornam peças públicas, portanto, objeto da construção do conhecimento crítico, diverso e mais inclusivo. Misturar artista e obra poderá, então, fornecer meios maravilhosamente imprevistos — assim como podemos ver em Tár — não para simplesmente cobrir as lacunas nas histórias, mas assumi-las, habitá-las e, com elas, pensar coletivamente sobre os nossos erros e ambiguidades, no passado e no presente, dentro e fora das molduras impostas a uma obra de arte.

Ainda de acordo com o texto, qual é o impacto dos silêncios biográficos na compreensão da obra de arte?

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Questão 3 de 34 Q1240423 Q3 da prova
POR QUE NÃO SEPARAR ARTISTA E OBRA?
São numerosos os casos recentes onde vemos toda uma obra artística já consagrada sendo colocada sob julgamento público em decorrência de falhas, erros, abusos diversos e até mesmo de crimes atrozes cometidos por seus artistas. São músicos, cineastas, atores, comediantes, artistas plásticos, escritores e por aí vai.
Sabemos que o sucesso de uma obra artística é dado por uma confluência de méritos, avanços técnicos e estilísticos reconhecidos no passado e transmitidos no presente. Se aí nos bastarmos, objetivamente, será possível apreciar um filme ou admirar uma tela sem que a vida privada de sua autora ou de seu autor esteja no foco de nossos sentimentos de espectador. Seríamos, então, capazes de esquecer, mesmo que por alguns instantes, as suas contradições pessoais, diriam algumas pessoas.
Mas, por outro lado, a vitalidade da obra no tempo, em partes, não seria também resultado dos modos pelos quais nós ouvimos e aprendemos a contar as trajetórias pessoais e subjetivas de seus artistas? Podemos hoje, por exemplo, reler e ampliar a obra de Machado de Assis olhando para as relações contraditórias que ele teria vivido enquanto um homem afrodescendente vivendo e escrevendo no Brasil do século XIX, fato, até então, silenciado pelo racismo insistente no mundo das artes. Já a cantora estadunidense Miley Cyrus aproveitou a oportunidade de escrever recentemente uma canção para expressar e expor o drama que vivenciou em sua mais recente relação amorosa com o ator Liam Keith Hemsworth. Se assim for, artista e arte se confundiriam?
O mais recente filme do diretor estadunidense Todd Field reabre e traz novas pistas para a questão. Nele, Cate Blanchett interpreta Lydia Tár, uma regente de orquestra cujo extenso currículo exibe grandes posições e muitos prêmios. Poderíamos estar diante de uma trajetória pessoal narrada como ascendente, coesa, linear e gloriosa: algo comum nas biografias de grandes gênios. No entanto, o que acompanhamos, dentro e fora das salas de concerto, é surpreendente. Passamos a enxergar Lydia vivendo um processo de erosão pública e individual quando tem suas possíveis contradições pessoais expostas por uma série de acontecimentos que também envolvem a sua carreira. Tár está sendo “cancelada”.
Por falar em música, no início dos anos 1960, o antropólogo francês Claude Lévi- Strauss, ao estudar os mitos Bororo no Brasil, os comparou a uma grande partitura. Assim como nos mitos, a música não seria tocada exclusivamente nas notas da escala, mas, em especial, nos intervalos entre elas. Para ele, admirador dos compositores de Richard Wagner e Claude Debussy, uma obra é feita também de silêncios e pelas sensações contraditórias provocadas por eles.
Podemos aí incluir os silêncios biográficos? Como uma música e um mito, uma biografia pode muito nos contar sobre os contextos sociais de uma época: padrões, requisitos culturais, disputas, condições desiguais e opressões. Já se foi o tempo em que grandes artistas como Machado de Assis, Cyrus, Wagner e Tár tinham suas biografias construídas exclusivamente a partir de seus grandes feitos muito coerentes entre si e com a obra na totalidade. A biografia se traduziria, assim, como um monumento que confina a pessoa a um herói público congelado no tempo e nas ideias. O que vemos hoje, para além do simples cancelamento nas redes sociais, é uma atenção maior aos silêncios, isto é, às hesitações, ambiguidades e contradições abertas nas vidas dessas personagens públicas. Isso pode tornar viável o acesso aos seus traços pessoais e coletivos que podem enriquecer e dar complexidade à obra; significa conhecê-la melhor por dentro e ao seu redor.
Assim como a obra, uma trajetória pessoal também poderá ser um instrumento do conhecimento histórico. Como costuma dizer a antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz, é importante lançar questões do presente para interrogar o passado. Conhecer os silêncios biográficos implica também em indagar os modos pelos quais nós seguimos compreendendo, atualizando e executando a obra de arte. Isso também faz parte do prazer estético, diria Lévi -Strauss. Penso que Lydia Tár também concordaria, pelo menos, até a primeira parte do filme.
Finalmente, as trajetórias também se tornam peças públicas, portanto, objeto da construção do conhecimento crítico, diverso e mais inclusivo. Misturar artista e obra poderá, então, fornecer meios maravilhosamente imprevistos — assim como podemos ver em Tár — não para simplesmente cobrir as lacunas nas histórias, mas assumi-las, habitá-las e, com elas, pensar coletivamente sobre os nossos erros e ambiguidades, no passado e no presente, dentro e fora das molduras impostas a uma obra de arte.

Nos termos do texto, como o autor relaciona a trajetória pessoal do artista com a construção do conhecimento crítico sobre a obra de arte?

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Questão 4 de 34 Q1240425 Q5 da prova

O verbo "existir" na segunda pessoa do singular do presente do subjuntivo ficaria da seguinte forma:

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Questão 5 de 34 Q1240427 Q7 da prova

Na frase "O céu permanecia estrelado e sereno" é possível identificar qual tipo de predicado?

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Questão 6 de 34 Q1240428 Q8 da prova

Na frase "O professor de Geografia explicou os conflitos da Faixa de Gaza para os alunos"?

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Questão 7 de 34 Q1240429 Q9 da prova

Marque a alternativa que está correta gramaticalmente:

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Questão 8 de 34 Q1240430 Q10 da prova

Assinale a alternativa que está ortograficamente correta:

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Questão 9 de 34 Q1240431 Q11 da prova

José e João fazem aniversário na mesma data, porém, possuem uma certa diferença de idade, quando João fez 12 anos, josé fez 28. Sabe-se que josé nasceu em 1982. Em qual ano João deveria ter nascido, se completasse 28 anos na mesma data em que José completaria 42?

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Questão 10 de 34 Q1240433 Q13 da prova

O quíntuplo de X é exatamente 4290. Assinale a assertiva que representa a metade de X.

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Questão 11 de 34 Q1240435 Q15 da prova

Em um supermercado possui 152 colaboradores, sendo 100 do sexo feminino e 52 do sexo masculino. Assinale a assertiva que apresenta o percentual correto de colaboradoras mulheres em relação ao total.

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Questão 12 de 34 Q1240436 Q16 da prova

Assinale a única assertiva que não representa um Hardware.

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Questão 13 de 34 Q1240437 Q17 da prova

Assinale a única assertiva que não representa um Software.

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Questão 14 de 34 Q1240438 Q18 da prova

Assinale a assertiva que representa um navegador de internet.

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Questão 15 de 34 Q1240439 Q19 da prova

Assinale a assertiva que contém o dispositivo responsável pelo armazenamento permanente de dados em um computador.

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Questão 16 de 34 Q1240440 Q20 da prova

Assinale corretamente um programa da Microsoft Office utilizado para confeccionar apresentações e modelos de slides.

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Questão 17 de 34 Q1240441 Q21 da prova

Assinale a seguinte afirmação que descreve corretamente uma das atribuições do auxiliar de serviços diversos.

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Questão 18 de 34 Q1240442 Q22 da prova

Assinale corretamente uma das afirmações que descreve corretamente a importância do ambiente de trabalho.

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Questão 19 de 34 Q1240443 Q23 da prova

Assinale a assertiva que descreve corretamente a influência do ambiente de trabalho.

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Questão 20 de 34 Q1240444 Q24 da prova

Assinale a assertiva que descreve corretamente uma prática de higiene pessoal.

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Questão 21 de 34 Q1240445 Q25 da prova

Dentre as seguintes afirmações assinale aquela que não descreve corretamente uma prática de higiene pessoal.

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Questão 22 de 34 Q1240446 Q26 da prova

Assinale a assertiva que representa corretamente uma prática de manuseio seguro de produtos químicos.

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Questão 23 de 34 Q1240447 Q27 da prova

Observe as seguintes afirmações e assinale a que descreve uma prática NÃO recomendada para o manuseio seguro de produtos químicos.

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Questão 24 de 34 Q1240448 Q28 da prova

Assinale a afirmação que descreve corretamente uma prática de prevenção a acidentes no local de trabalho.

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Questão 25 de 34 Q1240449 Q29 da prova

Observe as seguintes afirmações e assinale a que NÃO descreve corretamente uma prática de prevenção de acidentes no local de trabalho.

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Questão 26 de 34 Q1240450 Q30 da prova

Observe as seguintes afirmações e assinale a que descreve corretamente uma técnica de limpeza em diferentes ambientes.

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Questão 27 de 34 Q1240451 Q31 da prova

Assinale uma das seguintes afirmações que NÃO descreve corretamente uma técnica de limpeza em diferentes ambientes.

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Questão 28 de 34 Q1240452 Q32 da prova

Assinale a assertiva que descreve corretamente uma prática na conservação de materiais e equipamentos.

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Questão 29 de 34 Q1240453 Q33 da prova

Assinale a afirmação que descreve corretamente uma prática na coleta e armazenamento de resíduos.

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Questão 30 de 34 Q1240454 Q34 da prova

Assinale a afirmação que descreve corretamente uma prática de consciência ambiental e sustentabilidade.

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Questão 31 de 34 Q1240455 Q35 da prova

A prática de consciência ambiental e sustentabilidade, é de extrema importância para humanidade, assinale a assertiva que NÃO representa de forma correta uma dessas práticas.

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Questão 32 de 34 Q1240456 Q36 da prova

Assinale a afirmação verdadeira sobre habilidades de comunicação verbal e escrita.

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Questão 33 de 34 Q1240457 Q37 da prova

Assinale a afirmação que é verdadeira sobre o atendimento ao público.

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Questão 34 de 34 Q1240458 Q38 da prova

Assinale a informação que é verdadeira sobre relacionamento interpessoal.

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