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Prova Auxiliar I - Inspetor de Alunos - Pref. Cubatão/SP
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Questão 1 de 8 Q1762774 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

Na frase "E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.", o termo "que" exerce qual função?

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Questão 2 de 8 Q1762776 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No trecho "móveis, quadros, livros − como um museu de amor.", o uso do travessão indica:

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Questão 3 de 8 Q1762778 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No trecho: "Nada é descartado : um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda.", o antônimo mais adequado para a palavra "descartado" é:

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Questão 4 de 8 Q1762780 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No trecho "Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda.", o autor utiliza uma enumeração de objetos para:

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Questão 5 de 8 Q1762782 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No texto, o autor afirma: "Para os mineiros, o passado é uma bênção." Esse trecho pode ser interpretado como uma metáfora que:

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Questão 6 de 8 Q1762784 Q9 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No texto, o autor menciona: "Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho." Sob uma perspectiva cultural e semiótica, esse trecho pode ser interpretado como:

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Questão 7 de 8 Q1762786 Q10 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No trecho: "Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar.", a palavra "envaidecidos" pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

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Questão 8 de 8 Q1762787 Q11 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

A bênção infindável
Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais.
Nunca os deixam a sós com suas lembranças.
Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.
Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.
As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família.
Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.
Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infindavel-1.2229260

No trecho "Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda.", o uso dos dois-pontos serve para:

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