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Prova Auxiliar de Serviços - Pref. Alhandra/PB
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

O objetivo principal do texto é:

Questão 2 de 30 Q2 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando” O emprego das vírgulas é justificado ADEQUADAMENTE em:

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. Sobre a palavra destacada ‘danação’, é CORRETO afirmar que

Questão 4 de 30 Q4 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Meu pai me apoiou muito...” Assinale a alternativa CORRETA.

Questão 5 de 30 Q5 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições).” Assinale a alternativa que indica a relação de sentido estabelecida pelas palavras destacadas RESPECTIVAMENTE.

Questão 6 de 30 Q6 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

Observe o trecho “O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo.” Assinale a alternativa INCORRETA:

Questão 7 de 30 Q7 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá...” É correto afirmar que as palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE:

Questão 8 de 30 Q8 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude.” Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras destacadas são classificadas RESPECTIVAMENTE como:

Questão 9 de 30 Q9 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

Analise os trechos: I. “... a gente sempre tava brincando.” II. “O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas ...” III. “... Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança ...” IV. “... e o define, brincando ...” Pode-se afirmar que todas as alternativas estão FALSAS, EXCETO:

Questão 10 de 30 Q10 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 10. Netinho, medalhista no taekwondo, conheceu esporte na casa de amigo e superou morte do pai para continuar lutando O paraibano Edival Pontes, o Netinho, conquistou a medalha de bronze no taekwondo nas Olimpíadas de Paris, na tarde desta quinta-feira (8). Nascido e criado no bairro do Rangel, na zona oeste da cidade João Pessoa, o atleta conheceu o esporte na casa de um amigo, e teve que superar o luto da morte do pai, maior incentivador, para continuar lutando. Netinho conheceu o esporte quando brincava na casa de um amigo, aos 7 anos de idade. “Eu descobri o taekwondo indo pra casa de um amigo meu, tinha vídeo game lá, a gente sempre tava brincando. O pai dele fazia taekwondo, era professor, o mestre Manoel, meu primeiro mestre”, contou em entrevista antes dos jogos de Paris. O atleta define que nasceu com o esporte no sangue e foi amor à primeira vista quando conheceu o taekwondo. Ele explica que se empolgou, e com 10 anos já era faixa preta. A mãe de Netinho, Eridan Marques, relembra como o medalhista era na infância e o define, brincando, como uma “danação”. “Ele sempre foi tranquilo. Como se diz, no popular, a ‘danação’ é de criança da idade dele mesmo”, afirmou. A mãe admite que ainda não consegue assistir às lutas do atleta, mas torce distante. “Eu rezo, me emociono, choro, entrego nas mãos de Deus e agradeço”, afirmou. Algumas medalhas continuam na casa em que o atleta cresceu em João Pessoa. Em 2014, Netinho foi campeão sul-americano com apenas 17 anos, além de medalha de ouro no mundial juvenil e nas Olimpíadas da Juventude. Tudo isso com apoio e incentivo de seu Nino, o pai dele, que faleceu em novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, e em meio a indecisão sobre a realização das Olimpíadas de Tóquio. “Meu pai me apoiou muito. A gente não tinha muitas condições, mas o que ele pode fazer, ele fez. O coroa sempre se virou muito, mesmo sem ter uma condição muito boa pra gente estar viajando (para competições). Ele era a minha direção. Ele me conhecia desde que eu nasci, então ficou difícil encontrar uma pessoa que eu confiasse pra desabafar, para falar o que eu estava sentindo”, afirmou. Netinho conquistou o bronze na categoria até 68kg do taekwondo nas Olimpíadas de Paris 2024. O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.

“O brasileiro de 26 anos foi bem nas duas lutas decisivas e faturou a medalha ao bater o espanhol Javier Pérez Polo na disputa do terceiro lugar.” A palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do trecho, por:

Questão 11 de 30 Q11 da prova

No ano de 1700, o local onde hoje se localiza o município de Alhandra, era ocupado pela:

Questão 12 de 30 Q12 da prova

A Fábrica da JEEP, localizada na BR 101 – Norte – KM 13 ao 15 S/N, pertence a região geográfica do município de:

Questão 13 de 30 Q13 da prova

São cidades que compõem os limites do município de Alhandra: I. Pedra de Fogo. II. Caaporã. III. Pitimbu. IV. Conde. V. Santa Rita. Estão CORRETAS:

Questão 14 de 30 Q14 da prova

A população residente no município de Alhandra, em 2022, foi de:

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Silvio Santos conquistou muitos brasileiros com o seu talento, carisma e deixou um legado extraordinário na radiofonia brasileira. Além de ser uma das personalidades mais queridas do país, também foi o apresentador de televisão mais famoso em território nacional. A atividade profissional inicial de sua carreira foi:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (A ESA), os impactos das mudanças climáticas ficaram ainda mais evidentes na Paraíba em 2023. Em um ano marcado por extremos, os paraibanos presenciaram muita chuva ou fortes ondas de calor. Por exemplo, em 2023, a cidade onde mais choveu na Paraíba, foi:

Questão 17 de 30 Q17 da prova

O processo eleitoral no Brasil, em um sentido mais amplo, diz respeito às fases organizativas das eleições, compreendendo também um breve período posterior. É organizado pela Justiça Eleitoral, em nível municipal, estadual e federal, pelo: I. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). II. Supremo Tribunal Federal (STF). III. Tribunal Regional Eleitoral (TRE). IV. Juízes eleitorais. V. Juntas eleitorais. Estão CORRETAS:

Questão 18 de 30 Q18 da prova

Sendo o IBGE, na Paraíba, o maior ranking de produção na agricultura, em 2022, foi de:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

Sobre as características da Região Nordeste, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:

Questão 20 de 30 Q20 da prova

A Paraíba é conhecida por situar o ponto mais oriental do Brasil, e da América, situado na Praia de:

Questão 21 de 30 Q21 da prova

A água é um elemento que não pode faltar na hora da higienização e limpeza de ambientes. Por isso é importante evitar o desperdício e investir em estratégias para um consumo consciente e eficiente. Sobre os benefícios de promover a economia da água, analise os itens a seguir: I. Economizar água deve ser um hábito cultivado por todos nós e não só na hora da limpeza, mas também durante o banho, na rega das plantas, no preparo de alimentos e na hidratação pessoal. II. Usar apenas a quantidade suficiente de água é uma maneira de cuidar do nosso planeta, preservando os nossos recursos naturais e reduzindo os riscos de escassez hídrica, que acontece quando a água fica indisponível para uso. III. Economizar água é uma medida de controle financeiro. IV. A água para uso humano é uma substância verdadeiramente infinita. V. Da toda água existente em nosso planeta, apenas uma pequena porcentagem é adequada para o consumo humano. Estão CORRETOS:

Questão 22 de 30 Q22 da prova

A limpeza do ambiente além de proporcionar bem-estar físico e psicológico, é também uma ferramenta eficaz e importante para o controle de doenças. Sobre a classificação das limpezas das áreas, assinale: 1. Área crítica. 2. Área semicrítica. 3. Área não crítica. ( ) Áreas externas. ( ) Cozinha e lavanderia. ( ) Salas de aula. ( ) Consultórios e banheiros. Assinale a sequência CORRETA:

Questão 23 de 30 Q23 da prova

Os resíduos sólidos são todos os materiais que não tem mais serventia dentro dos processos de uma empresa e/ou residência, ou que chegaram ao fim de sua vida útil. Podendo ser perigosos e não perigosos. Sobre a destinação ambientalmente correta desses resíduos, assinale: 1. Transformação. 2. Triagem. 3. Coleta. 4. Realocação. ( )Tem o objetivo de destinar corretamente os materiais para reaproveitamento ou descarte adequado e reduzir o impacto ambiental gerado destes resíduos. ( )Após a coleta de separação mais básica, o processo consiste na separação mais específica dos materiais de acordo com suas características físicas e químicas. ( )Após a transformação destes resíduos, eles retornam ao mercado com o matéria-prima. ( )Esse resíduos passam por meio de mudanças em seu estado físico, físico-químico ou biológico, para que se tornem novamente matéria-prima de um novo produto. A sequência CORRETA é:

Questão 24 de 30 Q24 da prova

A separação dos resíduos de forma correta faz toda a diferença na preservação do meio ambiente, pois ela evita que muitos materiais recicláveis acabem em aterros ou lixões. Sobre os tipos de materiais recicláveis e não recicláveis, analise os itens a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Sobre os equipamentos de Proteção Individual EPI e equipamentos de Proteção Coletiva – EPC, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:

Questão 26 de 30 Q26 da prova

A insolação é caracterizada por: cefaleias (dor de cabeça), tonturas, vómitos, excitação, pele fria e pegajosa, boca seca, fadiga e fraqueza, pulso rápido e inconsciência. Quando comprovada a insolação é importante baixar a temperatura do corpo, para tal:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

O desmaio é provocado por falta de oxigênio ou açúcar no cérebro, a que o organismo reage de forma automática, com perda de consciência e queda do corpo. Tem diversas causas: excesso de calor, fadiga, falta de alimentos, etc, e é caracterizada por palidez, suores frios, falta de forças e pulso fraco. Quando uma pessoa está desmaiada, é necessário realizar os seguintes procedimentos, EXCETO:

Questão 28 de 30 Q28 da prova

Sobre ética profissional, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:

Questão 29 de 30 Q29 da prova

A inserção de práticas sustentáveis na gastronomia, principalmente, em cozinhas comerciais, traz melhorias para a população como um todo e benefícios ambientais e econômicos diretos, como: I. Redução no desperdício de alimentos. II. Diminuição na geração de resíduos. III. Proteção de espécies em perigo de extinção. IV. Valorização da agricultura familiar e pecuária sustentável. V. Aumentar a resiliência das pessoas, comunidades e ecossistema. Estão CORRETOS:

Questão 30 de 30 Q30 da prova

Após realizar todos os procedimentos relacionados à limpeza urbana, é fundamental que todos os resíduos tenham um destino ecologicamente correto. Considerando a categoria de cada resíduo e o seu destino específico, assinale: 1. Resíduo vegetal. 2. Resíduo domiciliar comum. 3. Resíduos tóxicos domiciliares. 4. Resíduos recicláveis. ( )Aterro sanitário. ( )Usina de valorização de recicláveis e barracões credenciados. ( )Reaproveitamento como biomassa. ( )Logística reversa e espaços especializados para resíduos perigosos. Assinale a sequência CORRETA:

Acertos
Erros
30
Total