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Prova Auxiliar de Saúde Bucal - Pref. Campos de Júlio/MT
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05. Discórdia em Concórdia Um voo por entre os buracos das nuvens. "Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano. Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado. Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada. Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante. Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine. Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio. "O que está acontecendo?", quis saber. "Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas. Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia. Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada. Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho. Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho: "Epa, peralá! Por que no descero, tchê?" O piloto explicou: "Visibilidade zero, doutor." "Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!" "Sim, senhor!", respondeu o piloto. Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho. "Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante. Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião. O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida. Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto. O chefão me deu as boas-vindas e comunicou: "Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".

A construção inicial da narrativa, nos primeiros parágrafos do texto, é marcada por um recurso denominado

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05. Discórdia em Concórdia Um voo por entre os buracos das nuvens. "Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano. Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado. Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada. Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante. Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine. Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio. "O que está acontecendo?", quis saber. "Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas. Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia. Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada. Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho. Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho: "Epa, peralá! Por que no descero, tchê?" O piloto explicou: "Visibilidade zero, doutor." "Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!" "Sim, senhor!", respondeu o piloto. Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho. "Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante. Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião. O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida. Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto. O chefão me deu as boas-vindas e comunicou: "Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".

A respeito do texto, considere as afirmativas a seguir. I. O texto trata de acidentes aéreos causados por “buracos” no céu. II. O texto apresenta aspectos argumentativos que denotam, desde o início, o medo do narrador ao voar. III. Uma notícia fez com que o narrador se lembrasse de um fato de seu passado. IV. O chefe forçou a aterrissagem do jato contra a vontade do comandante. V. A primeira tentativa de aterrissagem falhou. Estão corretas as afirmativas

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05. Discórdia em Concórdia Um voo por entre os buracos das nuvens. "Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano. Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado. Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada. Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante. Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine. Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio. "O que está acontecendo?", quis saber. "Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas. Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia. Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada. Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho. Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho: "Epa, peralá! Por que no descero, tchê?" O piloto explicou: "Visibilidade zero, doutor." "Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!" "Sim, senhor!", respondeu o piloto. Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho. "Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante. Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião. O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida. Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto. O chefão me deu as boas-vindas e comunicou: "Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".

No que trata da linguagem, assinale a afirmativa correta.

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05. Discórdia em Concórdia Um voo por entre os buracos das nuvens. "Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano. Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado. Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada. Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante. Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine. Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio. "O que está acontecendo?", quis saber. "Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas. Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia. Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada. Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho. Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho: "Epa, peralá! Por que no descero, tchê?" O piloto explicou: "Visibilidade zero, doutor." "Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!" "Sim, senhor!", respondeu o piloto. Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho. "Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante. Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião. O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida. Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto. O chefão me deu as boas-vindas e comunicou: "Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".

No que trata dos aspectos gramaticais do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05. Discórdia em Concórdia Um voo por entre os buracos das nuvens. "Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano. Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado. Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada. Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante. Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine. Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio. "O que está acontecendo?", quis saber. "Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas. Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia. Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada. Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho. Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho: "Epa, peralá! Por que no descero, tchê?" O piloto explicou: "Visibilidade zero, doutor." "Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!" "Sim, senhor!", respondeu o piloto. Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho. "Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante. Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião. O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida. Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto. O chefão me deu as boas-vindas e comunicou: "Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".

Leia atentamente as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA.

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia com atenção a tirinha. (QUINO. Mafalda. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html. Acesso em 23/03/2024.) Sobre a tirinha, marque a afirmativa correta.

Sobre a tirinha, marque a afirmativa correta.

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Instrução: Leia o texto a seguir para responder às questões de 07 a 10. MOTIVO No mundo que combato morro no mundo por que luto nasço (Mia Couto) Meu filho chegou da escola mais contente hoje. Não tem sido assim. Desde que mudamos de cidade e de escola, é uma queixa atrás da outra. Um colega empurra, outro debocha, outro se junta com outro e brinca de repórter de TV pra gravar a fala dele. Coração de mãe, você já sabe. Tenho vontade de ir lá e rufar a mão na cara da molecada. Falo com a diretora, entendo que as crianças são danadas, que revidar não é o melhor caminho, que é preciso uma orientação adequada. Em casa faço o que posso. Escuto meu filho, aconselho, digo que o melhor a fazer é não dar tanta bola pra isso. Vai saber o motivo de esses meninos serem tão agressivos. Vai ver são maltratados em casa. Conto que minha mãe, no meu tempo, nem me escutava. Eu tentava dizer alguma coisa e ela: não me venha com queixa. Não repito o procedimento. Acredito que muita coisa pode melhorar com a força de uma boa palavra. Depois de algum tempo, de muita conversa e idas e vindas à escola, finalmente chegou o dia em que ele se sentiu mais ambientado, mais feliz. Reparei, no final da tarde, naquele intervalo em que ficam brincando antes de virem pra casa, que o grupinho de uns três se fortalecia. Falei. Eu já sei por que você acabou tendo mais afinidade com o Vinícius e o Julio. Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos, a falta de um irmãozinho a gente acaba compensando com o colega, não é mesmo? A resposta que veio a seguir me arrebentou por dentro. — Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. — Como assim, defeito? — Sim, o Vinícius é gordo, o Julio é negro e eu sou gago.

No trecho Coração de mãe, você já sabe, o narrador

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Instrução: Leia o texto a seguir para responder às questões de 07 a 10. MOTIVO No mundo que combato morro no mundo por que luto nasço (Mia Couto) Meu filho chegou da escola mais contente hoje. Não tem sido assim. Desde que mudamos de cidade e de escola, é uma queixa atrás da outra. Um colega empurra, outro debocha, outro se junta com outro e brinca de repórter de TV pra gravar a fala dele. Coração de mãe, você já sabe. Tenho vontade de ir lá e rufar a mão na cara da molecada. Falo com a diretora, entendo que as crianças são danadas, que revidar não é o melhor caminho, que é preciso uma orientação adequada. Em casa faço o que posso. Escuto meu filho, aconselho, digo que o melhor a fazer é não dar tanta bola pra isso. Vai saber o motivo de esses meninos serem tão agressivos. Vai ver são maltratados em casa. Conto que minha mãe, no meu tempo, nem me escutava. Eu tentava dizer alguma coisa e ela: não me venha com queixa. Não repito o procedimento. Acredito que muita coisa pode melhorar com a força de uma boa palavra. Depois de algum tempo, de muita conversa e idas e vindas à escola, finalmente chegou o dia em que ele se sentiu mais ambientado, mais feliz. Reparei, no final da tarde, naquele intervalo em que ficam brincando antes de virem pra casa, que o grupinho de uns três se fortalecia. Falei. Eu já sei por que você acabou tendo mais afinidade com o Vinícius e o Julio. Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos, a falta de um irmãozinho a gente acaba compensando com o colega, não é mesmo? A resposta que veio a seguir me arrebentou por dentro. — Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. — Como assim, defeito? — Sim, o Vinícius é gordo, o Julio é negro e eu sou gago.

Analise as afirmativas. I. “Motivo” é um pequeno texto do gênero ‘conto’ em que se pode observar as características: introdução, clímax, espaço e desfecho. II. O texto tem esse título porque a mãe descobre o motivo que levou filho a fazer novos amigos. III. Pode-se inferir do texto que os meninos eram “diferentes” dos demais colegas, sofriam pelos mesmos motivos de discriminação. IV. O trecho Ainda teria muito por fazer refere-se à diretora da escola. Está correto o que se afirma em

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Instrução: Leia o texto a seguir para responder às questões de 07 a 10. MOTIVO No mundo que combato morro no mundo por que luto nasço (Mia Couto) Meu filho chegou da escola mais contente hoje. Não tem sido assim. Desde que mudamos de cidade e de escola, é uma queixa atrás da outra. Um colega empurra, outro debocha, outro se junta com outro e brinca de repórter de TV pra gravar a fala dele. Coração de mãe, você já sabe. Tenho vontade de ir lá e rufar a mão na cara da molecada. Falo com a diretora, entendo que as crianças são danadas, que revidar não é o melhor caminho, que é preciso uma orientação adequada. Em casa faço o que posso. Escuto meu filho, aconselho, digo que o melhor a fazer é não dar tanta bola pra isso. Vai saber o motivo de esses meninos serem tão agressivos. Vai ver são maltratados em casa. Conto que minha mãe, no meu tempo, nem me escutava. Eu tentava dizer alguma coisa e ela: não me venha com queixa. Não repito o procedimento. Acredito que muita coisa pode melhorar com a força de uma boa palavra. Depois de algum tempo, de muita conversa e idas e vindas à escola, finalmente chegou o dia em que ele se sentiu mais ambientado, mais feliz. Reparei, no final da tarde, naquele intervalo em que ficam brincando antes de virem pra casa, que o grupinho de uns três se fortalecia. Falei. Eu já sei por que você acabou tendo mais afinidade com o Vinícius e o Julio. Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos, a falta de um irmãozinho a gente acaba compensando com o colega, não é mesmo? A resposta que veio a seguir me arrebentou por dentro. — Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. — Como assim, defeito? — Sim, o Vinícius é gordo, o Julio é negro e eu sou gago.

É correto afirmar que no trecho Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos (...), as palavras destacadas têm, respectivamente, a seguinte classificação:

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Instrução: Leia o texto a seguir para responder às questões de 07 a 10. MOTIVO No mundo que combato morro no mundo por que luto nasço (Mia Couto) Meu filho chegou da escola mais contente hoje. Não tem sido assim. Desde que mudamos de cidade e de escola, é uma queixa atrás da outra. Um colega empurra, outro debocha, outro se junta com outro e brinca de repórter de TV pra gravar a fala dele. Coração de mãe, você já sabe. Tenho vontade de ir lá e rufar a mão na cara da molecada. Falo com a diretora, entendo que as crianças são danadas, que revidar não é o melhor caminho, que é preciso uma orientação adequada. Em casa faço o que posso. Escuto meu filho, aconselho, digo que o melhor a fazer é não dar tanta bola pra isso. Vai saber o motivo de esses meninos serem tão agressivos. Vai ver são maltratados em casa. Conto que minha mãe, no meu tempo, nem me escutava. Eu tentava dizer alguma coisa e ela: não me venha com queixa. Não repito o procedimento. Acredito que muita coisa pode melhorar com a força de uma boa palavra. Depois de algum tempo, de muita conversa e idas e vindas à escola, finalmente chegou o dia em que ele se sentiu mais ambientado, mais feliz. Reparei, no final da tarde, naquele intervalo em que ficam brincando antes de virem pra casa, que o grupinho de uns três se fortalecia. Falei. Eu já sei por que você acabou tendo mais afinidade com o Vinícius e o Julio. Porque, coincidentemente, vocês três são filhos únicos, a falta de um irmãozinho a gente acaba compensando com o colega, não é mesmo? A resposta que veio a seguir me arrebentou por dentro. — Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. — Como assim, defeito? — Sim, o Vinícius é gordo, o Julio é negro e eu sou gago.

Não, mamãe, nós três ficamos amigos porque somos os três da sala que têm defeito. Sobre a palavra em destaque, marque a afirmativa correta.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Na barra de pesquisa do Google (www.google.com.br), qual seria o preenchimento mais adequado para buscar informações sobre o termo exato Campos de Júlio?

Questão 12 de 40 Q12 da prova

A coluna da esquerda apresenta informações de configuração de um computador PC padrão de mercado extraída da internet e a da direita, os itens de hardware correspondentes a cada uma das informações. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 1. Intel® UHD Graphics 730 2. 8GB DDR4 (1x8GB) 3200MT/s; Expansível até 64GB 3. Intel® Core™ i5 -12400 (6-core, 12-thread, cache de 18MB, 2.5GHz até 4.4GHz) 4. SSD de 256GB PCIe NVMe M.2 5. Windows 11 Pro, português (Brasil)

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A figura abaixo ilustra um tipo de conector utilizado para conectar vários periféricos a um computador, tais como mouse, teclado, impressora e dispositivos de armazenamento. De acordo com a figura, assinale a alternativa que apresenta o tipo de conector mostrado.

Questão 14 de 40 Q14 da prova

A coluna da esquerda apresenta aplicativos padrão do Microsoft Windows 10 e a da direita, a descrição da funcionalidade de cada um deles. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 1. Microsoft Edge 2. Windows Media Player 3. Paint 4. Bloco de Notas

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Sobre elaboração de senha de autenticação de usuário, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma boa recomendação.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

A figura abaixo apresenta um fragmento de tela do Explorador de Arquivos do Windows 10 com a pasta Prontos selecionada. Sobre a figura, analise as afirmativas.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

A coluna da esquerda apresenta nomes de fontes utilizadas no Microsoft Word 2016, numeradas de 1 a 5, formatados com as características visuais da fonte identificada e a coluna da direita, palavras formatadas com cada uma delas. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

A figura abaixo apresenta um texto do LibreOffice Writer com um parágrafo selecionado. Sobre a figura, analise as afirmativas.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

A figura abaixo apresenta uma planilha do LibreOffice Calc. De acordo com a planilha, assinale a alternativa que apresenta os resultados produzidos pelas fórmulas =A1+B1*C1 e =A2+B2/C2, respectivamente.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

A figura apresenta uma planilha do Microsoft Excel 2016 com a célula A1 selecionada. Sobre a figura, analise as afirmativas.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

De acordo com o disposto na Lei Orgânica do Município de Campos de Júlio/MT acerca dos sistemas de controle da Administração Municipal, analise as afirmativas.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Considere a seguinte situação hipotética: Em razão de um acidente de trânsito envolvendo um particular e um veículo oficial da Prefeitura de Campos de Júlio, o Município foi condenado pela Justiça a pagar indenização a um cidadão pelos danos causados ao seu veículo, em virtude de colisão ocorrida em um cruzamento onde o particular transitava pela via preferencial. No curso do processo judicial, ficou demonstrado que o condutor do veículo oficial infringiu a legislação de trânsito, ao deixar de observar a sinalização de preferência no cruzamento, provocando o acidente. O veículo da Prefeitura era conduzido por servidor público municipal, que foi considerado culpado pelos danos causados ao terceiro, no exercício de suas funções. Ao final do processo, o Município efetuou o pagamento da indenização em favor do particular. Segundo a Lei Orgânica Municipal de Campos de Júlio/MT, o servidor poderá ser responsabilizado por valores pagos pelo Município no referido processo judicial? Assinale a resposta com a justificativa correta.

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Segundo as disposições da Lei Orgânica Municipal de Campos de Júlio/MT acerca dos bens públicos que integram o patrimônio do Município, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Em relação às penalidades disciplinares previstas no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT (Lei Complementar Municipal nº 01/2008), numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 1. Suspensão 2. Destituição de cargo em comissão 3. Demissão 4. Cassação de aposentadoria

Questão 25 de 40 Q25 da prova

O artigo 19 da Lei Complementar Municipal nº 01/2008, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT, prescreve: “Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo ou da função de confiança”. Com base nas normas da legislação municipal sobre exercício, assinale a afirmativa INCORRETA.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Considere a seguinte situação hipotética: Prudente é servidor ocupante de cargo de provimento efetivo em uma Secretaria Municipal de Campos de Júlio/MT. Prudente recebeu uma indicação do Secretário Municipal para ocupar um cargo de provimento em comissão no órgão no qual está lotado, mas questionou se poderia aceitar a indicação porque ainda está em estágio probatório. Em consonância com o disposto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT acerca da situação exposta, é correto afirmar:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Considere a seguinte situação hipotética: Marcelina é servidora ocupante de cargo de provimento efetivo na administração direta do Município de Campos de Júlio/MT. Após aquisição da estabilidade no serviço público municipal, Marcelina ficou afastada por 30 (trinta) meses em gozo de licença para tratamento da própria saúde. Recentemente, Marcelina retornou às suas funções após ser submetida à perícia médica oficial que a considerou apta para o trabalho. Em conformidade com o disposto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT (Lei Complementar Municipal nº 01/2008) acerca da contagem do relatado período de licença médica como tempo de exercício, é correto afirmar:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Instrução: Leia a mensagem veiculada na imagem para responder às questões 28 e 29. Considerando o disposto na legislação dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT, qual dos deveres do servidor encontra-se sugerido na imagem?

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Em conformidade com o regime disciplinar do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Campos de Júlio/MT, qual das proibições impostas ao servidor tem relação direta com a mensagem veiculada na imagem?

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Ao dispor sobre os recursos humanos dos Poderes Municipais, assim entendidos os que ocupam ou desempenham cargo, função ou emprego de natureza pública, a Lei Orgânica do Município de Campos de Júlio/MT define como empregado público aquele que mantém vínculo empregatício com

Questão 31 de 40 Q31 da prova

A criança, antes do início da troca dos dentes, possui_______ dentes decíduos e o adulto com dentição completa possui _________ dentes permanentes. Marque a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

As glândulas salivares são responsáveis pela produção e secreção da saliva, que, entre outras funções, lubrifica a boca e a garganta. A respeito da saliva e glândulas salivares, analise as afirmativas.

Questão 33 de 40 Q33 da prova

A respeito do herpes labial, marque a afirmativa correta.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Qual a notação dentária do incisivo lateral inferior esquerdo em uma criança de 10 anos?

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Sobre competências do ASB, leia as afirmativas abaixo.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Para um atendimento dinâmico, com máxima economia de tempo, eficiência e menor fadiga para o profissional, equipe e paciente, o procedimento odontológico pode ser feito a quatro mãos. A esse respeito, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

A ocorrência de alteração nos dentes chamada_____________ acontece quando o excesso de _________________ é ofertado para ingesta no período de formação dos dentes. Marque a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

São os maiores dentes da dentição permanente, sendo responsáveis por triturar alimentos mais duros e fibrosos. Essa informação refere-se aos dentes

Questão 39 de 40 Q39 da prova

É um instrumental usado pelo CD em procedimentos de periodontia em exames clínicos de rotina. Marque a alternativa que apresenta esse instrumental e algumas de suas funções.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Os instrumentais usados em procedimentos odontológicos são divididos em categorias e recebem tratamento diferenciado após o uso, de acordo com o grau de risco de infecção do paciente. A respeito dessa classificação e do tipo de processo envolvido, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Acertos
Erros
40
Total