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Prova Auxiliar Administrativo III - Pref. Nova Iguaçu/RJ - SEMED
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

É possível inferir que a principal ideia do texto é:

Questão 2 de 20 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

Levando-se em consideração as ideias evidenciadas ao longo do texto, há marcas de humor em:

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

Considerando o contexto em que estão inseridas, as palavras grifadas podem ser substituídas pelas expressões indicadas, conservando o mesmo sentido. No entanto, isso NÃO ocorre em:

Questão 4 de 20 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

“Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca:” (1º§) É possível deduzir que o personagem do conto, ao perguntar “com o canto da boca”, agiu de maneira

Questão 5 de 20 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

A alternativa em que a oração assinalada expressa ideia de comparação é:

Questão 6 de 20 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

“Tomado de uma espécie de frenesi, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo.” (19º§) As ações verbais grifadas, nesse contexto, indicam:

Questão 7 de 20 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

No excerto “– Você enlouqueceu?” (12º§), é possível afirmar que a interrogativa revela:

Questão 8 de 20 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência INDEVIDA em:

Questão 9 de 20 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

“A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três.” (4º§) A palavra em destaque tem valor semântico de

Questão 10 de 20 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Beijos
Esforçava-se para ser um homem moderno, mas tinha dificuldade com o protocolo. Não sabia, por exemplo, a quem beijar. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: – Essa eu beijo? Nunca se lembrava. Para simplificar, começou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez do aperto de mão, lhe aplicava dois beijos. “Muito prazer!” A quantidade era outro problema. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com os dois beijos, quando a moda passou a ser três. A mulher, uma vez, observou: – Não sabia que você era tão amigo da Leonor. – Beijo todas! – Mas quatro beijos! – Me passei na conta. Era difícil. Às vezes ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então ela esperava e ele não dava, e quando ele voltava para o terceiro ela já recuara. O problema da vida, pensava, é que a vida não é coreografada. Aí os homens começaram a se beijar. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem eu beijo, mas não tomo a iniciativa. Sua vida social complicou-se. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando três vezes... Quando, no seu grupo, as pessoas começavam a se cumprimentar com beijos na boca, ele se desesperou. Naquela noite, na volta de uma festa de casamento, a mulher comentou: – Você enlouqueceu? – Me descontrolei, pronto. – Você beijou todo mundo. – Todo mundo estava beijando todo mundo. – Você beijou homem na boca. – Espera aí. Foi por engano. E foi um homem só. – Mas logo o padre!
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. A mulher do Silva. Porto Alegre, L&PM, 1984. p. 40-1)

Segundo o conto de Luís Fernando Veríssimo – “Beijos”, assinale a afirmativa INDEVIDA.

Questão 11 de 20 Q11 da prova

Para levantar um muro, o pedreiro tinha à sua disposição duas opções de materiais: I. Bloco de concreto retangular com 20 centímetros de altura e 35 centímetros de comprimento; II. Tijolo de barro quadrado com 18 centímetros de altura e 18 centímetros de comprimento. Suponha que a largura (espessura) de ambas as opções são as mesmas e que não estamos considerando os espaços entre os materiais. Qual a diferença entre a quantidade tijolo de barro e bloco de cimento necessária para levantar um muro de 1,8 metro de altura e 6,3 metros de comprimento?

Questão 12 de 20 Q12 da prova

Em determinada empresa trabalham 100 funcionários. Sabe-se que 53 funcionários são homens, sendo que, 27 deles têm o ensino fundamental completo. Além disso, do total de 100 funcionários, 43 têm ensino fundamental incompleto. Supondo que todos os 100 funcionários possuem o ensino fundamental completo ou incompleto, o número de funcionárias mulheres que têm o ensino fundamental completo é:

Questão 13 de 20 Q13 da prova

Certa loja oferece duas opções de pagamento para seus clientes. Nas compras à vista, o cliente ganha um desconto de 8% sobre o valor total da compra. Caso queira comprar a prazo, o valor total da compra tem um acréscimo de 5% e o cliente pode dividir em até 3 parcelas iguais. Determinado cliente decidiu pagar sua compra a prazo, pois não tinha o valor integral para realizar o pagamento à vista. Sabendo-se que ele dividiu a compra em duas parcelas de R$ 420,00, qual o valor o cliente pagaria, caso fizesse a compra à vista?

Questão 14 de 20 Q14 da prova

Um pequeno vilarejo conta com uma cisterna que serve para o abastecimento de água em tempos de seca. Atualmente, o vilarejo tem 10 casas que, em caso de falta de água, podem ser abastecidas igualmente pela cisterna por um período de 30 dias. Supondo que essas casas tenham o mesmo consumo diário de água e que o vilarejo passe a ter 12 casas, a quantidade de dias que a cisterna pode abastecer todas as casas igualmente é:

Questão 15 de 20 Q15 da prova

Para a volta às aulas, Mariana foi a uma papelaria comprar os seus materiais escolares. Ela comprou 7 cadernos, um para cada matéria, sendo 2 sem pauta e 5 com pauta. Sabe-se que Mariana gastou um total de R$ 99,00 para comprar os 7 cadernos e que os cadernos com pauta são R$ 3,00 mais caros que os cadernos sem pauta. Qual a razão entre os preços do caderno sem pauta e o caderno com pauta?

Questão 16 de 20 Q16 da prova

Uma sociedade secreta matemática utiliza uma equação do primeiro grau chamada de “fechadura” para criptografar as senhas numéricas que os integrantes devem inserir na porta que dá acesso às suas reuniões. O número que chega aos integrantes deve ser descriptografado por uma outra equação do primeiro grau chamada de “chave”. Sabe-se que a equação usada para criptografar é [Fechadura] → Y = –2N + 35, onde “N” é a senha que está sendo criptografada e “Y” o número que os integrantes recebem. Qual das equações a seguir é a “chave” usada para descriptografar o número recebido pelos integrantes e encontrar a senha “N”?

Questão 17 de 20 Q17 da prova

Uma varanda quadrada está passando por uma reforma e irá receber um deck de madeira fazendo com que a sua área aumente. Sabe-se que serão acrescentados dois metros de um lado e três de outro, fazendo com que a varanda fique retangular, como a figura a seguir: Caso a área total da varanda com o deck seja de 56 metros quadrados, qual será o seu perímetro?

Questão 18 de 20 Q18 da prova

Estudando para um concurso público, Pedro decidiu testar os seus conhecimentos sobre probabilidade. Para isso, ele selecionou quatro palavras [CONCURSO; PÚBLICO; PREFEITURA; MUNICIPAL] e calculou, para cada uma das palavras separadamente, a probabilidade de se escolher aleatoriamente uma letra que seja vogal. Dentre as quatro palavras, aquela que tem a MENOR probabilidade para esse evento é:

Questão 19 de 20 Q19 da prova

Para escolher o mês em que iria entrar de férias, Carlos decidiu colocar o nome de todos os meses do ano em uma caixa e retirar aleatoriamente um deles. A probabilidade de Carlos retirar o nome de um mês que comece com uma consoante ou que tenha 31 dias é igual a:

Questão 20 de 20 Q20 da prova

Os gabinetes dos professores de matemática de determinada universidade são identificados por números dos conjuntos naturais (N), inteiros (Z), racionais (Q) e irracionais (I). No total, um corredor tem 8 gabinetes onde os números são colocados respeitando-se uma lógica específica. Se em um corredor sete gabinetes estão organizados como representado a seguir, qual dos números corresponde ao único número que poderá ser colocado no oitavo gabinete?

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