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Prova Auxiliar Administrativo - CRO/AL
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Questão 1 de 20 Q1 da prova

Na linha 26, a forma verbal “apreendeu” faz parte do pretérito perfeito do indicativo do verbo “apreender”.

Questão 2 de 20 Q2 da prova

Na linha 30, o vocábulo “individualmente” é um adjetivo empregado como um advérbio.

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

No título, o uso do presente do indicativo (sofre) no lugar do pretérito justifica‑se pelo gênero do texto.

Questão 4 de 20 Q4 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

Na linha 5, a forma “pago” está correta, por se tratar de verbo abundante.

Questão 5 de 20 Q5 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

Na linha 10, em “que é pedreiro”, a palavra “que” é uma conjunção integrante.

Questão 6 de 20 Q6 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

No título, o vocábulo “escondidos” deveria concordar com “Dentista”.

Questão 7 de 20 Q7 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 1, o termo “de 41 anos” funciona, sintaticamente, como adjunto adnominal.

Questão 8 de 20 Q8 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a expressão “a suspeita” participa de um processo coesivo.

Questão 9 de 20 Q9 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a locução “iria prestar” poderia ser substituída, no contexto, sem prejuízo para o sentido, por “prestava”.

Questão 10 de 20 Q10 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

A oração “que fazia trabalho extramuros” (linha 13) classifica‑se como subordinada adjetiva.

Questão 11 de 20 Q11 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

No título, o uso do presente do indicativo (sofre) no lugar do pretérito justifica‑se pelo gênero do texto.

Questão 12 de 20 Q12 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

Na linha 5, a forma “pago” está correta, por se tratar de verbo abundante.

Questão 13 de 20 Q13 da prova
Texto para os itens de 11 a 20. Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. A menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. “Não tinha noção que ela não era dentista”, desabafou. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela contou ter conhecido a mulher por meio do pai, que é pedreiro e havia sido contratado pela profissional. Segundo o relato, o homem decidiu presentear a filha com a aplicação das lentes após ver “muitas pessoas” passando pelo procedimento. O advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada “hábil” para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente “não se passou por dentista e tampouco exerceu a função”. A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. “Não conheço o material de dentista só que vi que algumas coisas que ela estava usando eram muito parecidas com [os utensílios] de manicure”, disse a adolescente. “Ainda falei para ela que parecia, e ela falou que realmente parecia, só que não era, que eram materiais profissionais”. A adolescente relatou que outras lentes caíram em seguida, mas sequer voltou à residência da mulher para não ser cobrada pelo serviço. Ela passou a sentir incômodo na gengiva e percebeu que a arcada dentária estava ficando “escura”. Preocupada, a adolescente encaminhou uma foto para a irmã, que é estudante de odontologia. A parente recomendou que ela procurasse uma clínica odontológica com urgência para remover as lentes, pois estava com infiltração nos dentes e com a gengiva inflamada.

Na linha 10, em “que é pedreiro”, a palavra “que” é uma conjunção integrante.

Questão 14 de 20 Q14 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 1, o termo “de 41 anos” funciona, sintaticamente, como adjunto adnominal.

Questão 15 de 20 Q15 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a expressão “a suspeita” participa de um processo coesivo.

Questão 16 de 20 Q16 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a locução “iria prestar” poderia ser substituída, no contexto, sem prejuízo para o sentido, por “prestava”.

Questão 17 de 20 Q17 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

A oração “que fazia trabalho extramuros” (linha 13) classifica‑se como subordinada adjetiva.

Questão 18 de 20 Q18 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 1, o termo “de 41 anos” funciona, sintaticamente, como adjunto adnominal.

Questão 19 de 20 Q19 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a expressão “a suspeita” participa de um processo coesivo.

Questão 20 de 20 Q20 da prova
Texto para os itens de 1 a 10. Dentista é presa tentando entrar em penitenciária com celulares escondidos no jaleco em MT Uma dentista de 41 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa enquanto tentava entrar na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, com celulares escondidos no jaleco dela, nessa sexta‑feira (13). Segundo Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp‑MT), a suspeita iria prestar atendimento terceirizado a uma reeducanda e, durante revista de rotina, os policiais encontraram três celulares, quatro fones de ouvido e quatro carregadores escondidos no jaleco dela. No mesmo dia, durante à tarde, uma reeducanda, que fazia trabalho extramuros, foi flagrada tentando retornar à unidade com um mini celular, um carregador, três pendrives, um frasco de remédio e R$ 50 em espécie. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso será investigado. As ações fazem parte da ‘Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado’, que integra um pacote de medidas lançado pelo Governo do Estado no dia 25 de novembro, com foco no combate ao crime organizado e no reforço da segurança nos presídios de Mato Grosso. No dia 5 deste mês, um policial penal foi preso e 170 celulares apreendidos, durante a operação que foi realizada em 41 unidades prisionais do estado. A ação também apreendeu 49 carregadores, 35 armas feitas com pedaços de ferro e madeira, 30 fones de ouvido, uma máquina de tatuar e 400 gramas de porções de maconha e cocaína, além de 404 pequenas porções de drogas embaladas individualmente.

Na linha 7, a locução “iria prestar” poderia ser substituída, no contexto, sem prejuízo para o sentido, por “prestava”.

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