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Prova Auditor - UFGD
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 e 2.
Como são feitas as emoções
Hélio Schwartzman

Emoções são uma construção social. Essa é, numa frase, a tese central de Lisa Feldman Barrett em "How Emotions Are Made" (como são feitas as emoções). Não haveria nada de surpreendente se Barrett fosse professora em algum departamento de estudos de gênero, mas ela é uma neurocientista " mainstream" e afirma que suas conclusões estão amparadas em sólida evidência empírica. O ponto forte do livro é justamente a parte em que Barrett mostra que há problemas nos modelos tradicionais que fazem com que cada emoção corresponda à ativação de um circuito neural específico. Por esse paradigma, emoções seriam universais e teriam uma assinatura biológica inconfundível. O problema, diz Barrett, é que ela passou anos num laboratório em busca dessas assinaturas e não as encontrou. Não temos dificuldade para reconhecer a emoção medo num ator fazendo uma careta estereotipada, mas isso não passa de uma convenção cultural. Nem todos que sentem medo apresentam as mesmas expressões faciais e nem sequer os mesmos sinais fisiológicos. A partir daí — e essa é a parte em que o livro fica aquém do que promete —, Barrett conclui que o modelo tradicional está errado e propõe outro no qual as emoções são construídas " top down " pelo cérebro no instante em que ele classifica as sensações positivas ou negativas que experimenta. A cultura e a própria linguagem seriam parte indispensável desse processo. Minha impressão é que Barrett foi com muita sede ao pote. Seus achados fragilizam as versões mais fortes do modelo tradicional, mas não bastam para pôr abaixo um edifício construído com a colaboração da maior parte dos filósofos ocidentais, do próprio Charles Darwin e de um número ainda maior de neurocientistas contemporâneos. Até pode ser que Barrett tenha razão, mas ainda é cedo para decretá-lo.
Folha de São Paulo. Opinião. 04 mar. 2018. Disponível em: Acesso em: 11 mai. 2018.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Questão 2 de 20 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 3 a 5.
Entenda como as línguas são criadas (e por que desaparecem)
À medida que se espalhavam pela Terra, grupos de Homo sapiens deixaram de conviver entre si e o seu jeito de falar também mudou. É que as línguas vivem em movimento. “Por que se separaram ninguém sabe, mas eles começaram a desenvolver características próprias de linguagem, mudar a fonética”, explica Thomas Finbow, professor de Linguística da Universidade de São Paulo. E, sem contato nenhum, ao longo do tempo, o jeito de falar mudou tanto que eles já não conseguiam mais se entender. Passaram a falar idiomas completamente diferentes. Essa mudança acontece quase sem querer — cada povo cria novos vocabulários e altera a pronúncia das palavras naturalmente, com o passar dos anos. “Isso pode ocorrer até por uma questão de eficiência articulatória — por exemplo, por ter um gasto energético menor ao colocar a língua de tal jeito na boca”, afirma Finbow. Ou seja: as línguas se tornam cada vez mais fáceis. “E é natural. Você não fala como seu avô”, conclui o linguista. Mas não é só o isolamento que divide os povos e altera os idiomas. Questões políticas, guerras e religião também criaram intrigas e afastaram grupos ao longo da história. Povos dominados ou minoritários perderam espaço e só viram uma saída: adotar as línguas dominantes. Só que, como nada é exato no mundo da linguagem, essa mistura toda mudou ainda mais os idiomas, que se fundiram e geraram outros completamente diferentes. “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda a América Latina) antes da chegada dos europeus — hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol. Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Questão 3 de 20 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 3 a 5.
Entenda como as línguas são criadas (e por que desaparecem)
À medida que se espalhavam pela Terra, grupos de Homo sapiens deixaram de conviver entre si e o seu jeito de falar também mudou. É que as línguas vivem em movimento. “Por que se separaram ninguém sabe, mas eles começaram a desenvolver características próprias de linguagem, mudar a fonética”, explica Thomas Finbow, professor de Linguística da Universidade de São Paulo. E, sem contato nenhum, ao longo do tempo, o jeito de falar mudou tanto que eles já não conseguiam mais se entender. Passaram a falar idiomas completamente diferentes. Essa mudança acontece quase sem querer — cada povo cria novos vocabulários e altera a pronúncia das palavras naturalmente, com o passar dos anos. “Isso pode ocorrer até por uma questão de eficiência articulatória — por exemplo, por ter um gasto energético menor ao colocar a língua de tal jeito na boca”, afirma Finbow. Ou seja: as línguas se tornam cada vez mais fáceis. “E é natural. Você não fala como seu avô”, conclui o linguista. Mas não é só o isolamento que divide os povos e altera os idiomas. Questões políticas, guerras e religião também criaram intrigas e afastaram grupos ao longo da história. Povos dominados ou minoritários perderam espaço e só viram uma saída: adotar as línguas dominantes. Só que, como nada é exato no mundo da linguagem, essa mistura toda mudou ainda mais os idiomas, que se fundiram e geraram outros completamente diferentes. “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda a América Latina) antes da chegada dos europeus — hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol. Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

Assinale a alternativa em que há oração subordinada.

Questão 4 de 20 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 6 a 8.
Os cães são os melhores amigos do homem, mas nossos acompanhantes mais antigos são os camundongos.
Segundo um estudo dos arqueólogos Thomas Cucchi, da Universidade de Aberdeen (Escócia), e Lior Weisbord, da Universidade de Haifa (Israel), publicado em março na revista americana PNAS, essa relação começou há cerca de 15 mil anos, quando os caçadores-coletores passaram do nomadismo para uma vida mais sedentária, fixando-se em determinados lugares. Os pontos de estocagem de alimentos dos humanos passaram então a ser frequentados pelos roedores. Nos primeiros tempos, esses ratos domésticos tiveram vida fácil, já que os gatos, seus predadores, só foram domesticados por volta de 9.500 anos atrás.
Revista Planeta, Seção Volta ao Mundo, p. 08, mai. 2018.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Questão 5 de 20 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 6 a 8.
Os cães são os melhores amigos do homem, mas nossos acompanhantes mais antigos são os camundongos.
Segundo um estudo dos arqueólogos Thomas Cucchi, da Universidade de Aberdeen (Escócia), e Lior Weisbord, da Universidade de Haifa (Israel), publicado em março na revista americana PNAS, essa relação começou há cerca de 15 mil anos, quando os caçadores-coletores passaram do nomadismo para uma vida mais sedentária, fixando-se em determinados lugares. Os pontos de estocagem de alimentos dos humanos passaram então a ser frequentados pelos roedores. Nos primeiros tempos, esses ratos domésticos tiveram vida fácil, já que os gatos, seus predadores, só foram domesticados por volta de 9.500 anos atrás.
Revista Planeta, Seção Volta ao Mundo, p. 08, mai. 2018.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Questão 6 de 20 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 6 a 8.
Os cães são os melhores amigos do homem, mas nossos acompanhantes mais antigos são os camundongos.
Segundo um estudo dos arqueólogos Thomas Cucchi, da Universidade de Aberdeen (Escócia), e Lior Weisbord, da Universidade de Haifa (Israel), publicado em março na revista americana PNAS, essa relação começou há cerca de 15 mil anos, quando os caçadores-coletores passaram do nomadismo para uma vida mais sedentária, fixando-se em determinados lugares. Os pontos de estocagem de alimentos dos humanos passaram então a ser frequentados pelos roedores. Nos primeiros tempos, esses ratos domésticos tiveram vida fácil, já que os gatos, seus predadores, só foram domesticados por volta de 9.500 anos atrás.
Revista Planeta, Seção Volta ao Mundo, p. 08, mai. 2018.

De acordo com o texto, assinale a alternativa em que as funções sintático-semânticas dos articuladores textuais “mas” (linha 1), “quando” (linha 7) e “já que” (linha 13) estão correta e respectivamente identificadas.

Questão 7 de 20 Q10 da prova

Considerando os padrões formais da língua portuguesa, assinale a alternativa correta quanto à ocorrência da crase.

Questão 8 de 20 Q11 da prova

Em conformidade com as disposições do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal – Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994 –, assinale a alternativa correta.

Questão 9 de 20 Q12 da prova

De acordo com o Regimento Geral da Universidade Federal da Grande Dourados, assinale a alternativa correta.

Questão 10 de 20 Q13 da prova

Acerca dos institutos da Remoção e da Redistribuição, expressamente previstos na Lei nº 8.112/1990, assinale a alternativa que está em conformidade com essa lei.

Questão 11 de 20 Q14 da prova

De acordo com a Lei nº 8.112/1990, que trata em seu Título IV, Capítulos IV e V, das responsabilidades e das penalidades, assinale a alternativa correta.

Questão 12 de 20 Q15 da prova

De acordo com o artigo 14 do Estatuto da UFGD, o Conselho Universitário é o organismo superior de função deliberativa, normativa, de planejamento e de julgamento de recursos de natureza administrativa, didático-científica, econômico-financeira e patrimonial, e tem por atribuição:

Questão 13 de 20 Q17 da prova

Assinale a alternativa que apresenta apenas memórias do tipo volátil.

Questão 14 de 20 Q19 da prova

Analise as afirmações a seguir. I.Dentre as funcionalidades do firewall do Windows está o bloqueio de conexões de programas que usam a internet e portas de conexão. II.O uso de um firewall por hardware dispensa o uso de programas antivírus. III.Um firewall impede ataques do tipo keylogger. É verdadeiro o que afirma em

Questão 15 de 20 Q20 da prova

Assinale a alternativa que apresenta apenas browsers para navegar na Internet.

Questão 16 de 20 Q21 da prova

Leia o seguinte texto. Durante 7 dias ocorreu uma greve de caminhoneiros em todo o país. Como consequência da greve, houve a diminuição do estoque de arroz em um supermercado. Ao iniciar o expediente, no primeiro dia da greve, o supermercado estava com sua capacidade máxima, isto é, 100%, o que correspondia a um total de 50 sacos de arroz. Ainda no primeiro dia da greve, este supermercado vendeu 4 sacos de arroz até o fim do expediente. Nos dias seguintes, o supermercado passou a vender 6 sacos de arroz por dia. Considera-se que não houve reposição de mercadoria até o fim da greve. Com base no texto, a porcentagem de sacos de arroz disponível no supermercado após acabar o expediente no primeiro dia de greve é de

Questão 17 de 20 Q22 da prova

No último concurso público para cargos técnico-administrativos de um determinado órgão público, foi constatado que 60% dos candidatos acertaram todas as questões de conhecimentos específicos, 50% acertaram todas as questões de conhecimentos gerais e 40% acertaram todas as questões de conhecimentos específicos e de conhecimentos gerais. Quantos candidatos acertaram todas as questões de conhecimentos específicos ou conhecimentos gerais?

Questão 18 de 20 Q23 da prova

Na coletiva de imprensa realizada para informar uma pré-lista de jogadores que iriam atuar na Copa do Mundo, o técnico da seleção brasileira de futebol disse que 1/6 dos jogadores convocados atuam em clubes brasileiros; 4/5, em clubes europeus e 1 jogador restante estaria atuando em algum clube de outra parte do mundo. Nessas condições, quantos jogadores seriam convocados para esta pré-lista?

Questão 19 de 20 Q24 da prova

Foram classificadas 32 seleções para participarem de um campeonato. Um grupo com 4 seleções é formado, escolhendo-se ao acaso entre Alemanha, Argentina, Brasil, França, Itália, Japão e Sérvia. Se a Argentina não pertencer a esse grupo, qual a probabilidade de o Brasil pertencer?

Questão 20 de 20 Q25 da prova

Os alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma escola da cidade de Dourados irão realizar uma visita em cinco universidades do estado: Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS - Câmpus de Ponta Porã), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN) e Faculdade Anhanguera de Dourados. Se os alunos não quiserem começar nem terminar as visitas pela UFGD, de quantas maneiras distintas é possível planejar a sequência das cinco visitas?

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