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Prova Assistente Social - Prefeitura de Agudos - RS
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Considerando o texto apresentado à luz da concepção de implícito e intencionalidade discursiva conforme Fiorin e Savioli (2018), analise as assertivas abaixo: I. Ao afirmar que “a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil”, o narrador pressupõe a existência prévia de um modelo consolidado de cuidado, cuja fragilidade atual é resultado exclusivo da transição demográfica acelerada. II. A referência à “figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais” atualiza discursivamente uma crítica a arranjos culturais naturalizados, produzindo um efeito de sentido que denuncia a historicidade machista da divisão social do cuidado. III. Quando o texto afirma que “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos”, constrói-se um implícito de que poderá haver sobrecarga financeira. Quais estão corretas?

Questão 2 de 35 Q2 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

No texto, o autor mobiliza o gênero discursivo informativo-argumentativo. Qual é o tipo textual característico desse gênero e predominante no texto?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Com base no trecho abaixo, retirado do texto, e considerando os recursos de coesão e coerência, o vocábulo sublinhado refere-se a qual termo? “Como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais”.

Questão 4 de 35 Q4 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Sobre organização textual, argumentação e hierarquização de ideias, considerando o texto, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta. I. A apresentação de projeções numéricas sobre a proporção de idosos compõe argumento de autoridade e constitui a ideia principal estruturante do texto, que sugere a manutenção dos modelos de cuidado em relação às pessoas idosas. II. O trecho que afirma que “cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos” introduz uma inferência hipotética, projetando consequência provável. III. A descrição da aceleração demográfica é apresentada como ideia secundária, porque não articula relação lógica com as demais afirmações do texto, mantendo função meramente informativa.

Questão 5 de 35 Q5 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Sobre o emprego do hífen nas formações por prefixação, segundo o Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 6 de 35 Q6 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Com base no trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem utilizada através da expressão “em ruínas” em “A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas”.

Questão 7 de 35 Q7 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

A palavra “temerárias” no trecho retirado do texto “essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias” poderia ser corretamente substituída, sem alterar o sentido do trecho, por:

Questão 8 de 35 Q8 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os termos retirados do texto às suas respectivas classificações e características.

Questão 9 de 35 Q9 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Com base no texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

Questão 10 de 35 Q10 da prova
Por José Henrique Bortoluci

A atual crise do cuidado, agravada por mudanças demográficas, aponta para um modelo em ruínas. Enquanto a população experimenta um aumento notável na longevidade, a infraestrutura do cuidado necessária para amparar essa nova realidade segue frágil, assentada em bases fiscais e em soluções culturais temerárias. A geração dos nascidos em meados dos anos 1980 já começa a enfrentar de forma dramática essa nova realidade demográfica – neste momento como cuidadores, mas em algumas décadas como idosos que precisarão de cuidados. Essa nova realidade expõe ainda os problemas de um sistema que historicamente dependia de soluções precárias e machistas, como a figura da tia solteira, que assumia os cuidados dos pais.

A transformação demográfica é silenciosa, mas acelerada. A projeção indica que a população brasileira crescerá até 2047, alcançando 233,2 milhões de habitantes, para então diminuir gradualmente para 228,3 milhões em 2060. Nesse ano, aproximadamente 25% da população terá mais de 65 anos. Em apenas duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais poderá dobrar (de 15% para 30%), enquanto a proporção daqueles com 80 anos ou mais poderá triplicar (de 2,3% para 7%). Esta rápida transição de um país jovem para um país envelhecido impõe desafios significativos aos modelos econômicos, à previdência social, às estruturas familiares e às concepções acerca dos cuidados necessários.

O impacto mais forte será sentido na dependência de idosos. Em 2020, havia 22 idosos para cada 100 pessoas em idade ativa. Em 2060, esse número deve saltar para 65. E as pessoas da minha geração (nascidas em meados dos anos 1980) serão parte expressiva desse grupo. Isso significa que cada adulto poderá ter de sustentar quase dois idosos – uma mudança radical tanto para nossas concepções sobre cuidado e interdependência, quanto para o Estado e as políticas públicas, em todos os níveis da federação.

Assinale a alternativa em que a pontuação e a concordância estão corretas.

Questão 11 de 35 Q11 da prova

O nome do município de Agudo deriva do Morro Pontiagudo, que desponta na várzea do Rio Jacuí e encontra-se em frente à principal avenida da cidade. Qual é o nome dessa avenida?

Questão 12 de 35 Q12 da prova

Qual importante relicário, originalmente guardado em Portugal, foi transferido temporariamente para o Brasil para celebrar o bicentenário da Independência do Brasil, comemorado no ano de 2022?

Questão 13 de 35 Q13 da prova

A Lei Magnitsky, aprovada em 2012 durante o governo de Barack Obama, é um instrumento da legislação dos Estados Unidos utilizado no combate à:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

Em novembro de 2025, o vulcão Hayli Gubbi entrou em erupção pela primeira vez após cerca de 12 mil anos de inatividade. De acordo com o Programa Global de Vulcanismo, mantido pela Smithsonian Institution, sua última atividade havia ocorrido durante o fim da Era do Gelo. Em qual país esse vulcão está localizado?

Questão 15 de 35 Q15 da prova

A partir de setembro de 2025, o Brasil registrou diversos casos de intoxicação grave após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas, resultando em internações e óbitos, especialmente no estado de São Paulo. As investigações apontaram que a substância responsável pelos efeitos tóxicos não era o etanol, normalmente presente nas bebidas, mas outro álcool altamente perigoso ao organismo humano. Qual foi a substância identificada como causa dessas intoxicações?

Questão 16 de 35 Q17 da prova

Vera decidiu guardar dinheiro para reformar sua casa. No primeiro mês, economizou R$ 300,00 e, a cada mês subsequente, ela passou a guardar R$ 80,00 a mais que no mês anterior, mantendo essa progressão por 10 meses. Com base nessa situação, analise as assertivas abaixo: I. No 5º mês, o valor guardado foi R$ 620,00. II. O total economizado nos 10 meses foi R$ 6.600,00. III. Se mantivesse o padrão por mais 5 meses, no 15º mês ela guardaria R$ 1.420,00. Quais estão corretas?

Questão 17 de 35 Q18 da prova

Beatriz fez uma aplicação de R$ 1.000,00 em uma poupança especial que rende juros simples de 2% ao mês. Ela deixou o dinheiro aplicado por 6 meses. Qual será o montante total (capital + juros) que ela irá resgatar ao final desse período?

Questão 18 de 35 Q19 da prova

Um setor processa documentos ao longo do dia. O número total de documentos processados até determinado horário t, em horas, variando de t = 0 a t = 12, é dado pela função: N(t) = -t² + 12t + 13. Com base nessa função, determine o número máximo de documentos processados em um dia e o horário em que esse máximo ocorre.

Questão 19 de 35 Q21 da prova
Para responder às questões 21 a 25, considere a Lei Municipal nº 950/1994, que institui o Código de Posturas do Município de Agudo.

Segundo o art. 23, a lavratura imediata do Auto de Imposição da Penalidade, independentemente da tramitação normal, ocorrerá

Questão 20 de 35 Q22 da prova

Sobre os recursos administrativos, assinale a alternativa correta.

Questão 21 de 35 Q23 da prova

Conforme o Código, em relação aos bens públicos, é proibido:

Questão 22 de 35 Q24 da prova

De acordo com o art. 100, considera-se sepultura em abandono quando:

Questão 23 de 35 Q25 da prova

Em relação à montagem de coretos ou palanques provisórios nas vias públicas, assinale a alternativa correta.

Questão 24 de 35 Q26 da prova

Sobre o instituto da reversão, previsto no Regime Jurídico do Município, assinale a alternativa correta.

Questão 25 de 35 Q27 da prova

Sobre função gratificada e cargo em comissão, previstos no Regime Jurídico do Município, assinale a alternativa correta.

Questão 26 de 35 Q28 da prova

Sobre o financiamento da seguridade social, previsto na Constituição Federal, assinale a alternativa correta.

Questão 27 de 35 Q29 da prova

A Constituição Federal estabelece que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve obedecer a diretrizes específicas. Assinale a alternativa que corretamente indica uma delas.

Questão 28 de 35 Q30 da prova

De acordo com a Constituição Federal, é competência do SUS:

Questão 29 de 35 Q31 da prova

O trabalho profissional do assistente social é amparado por referenciais teóricos, técnicos e éticos, articulando dimensões investigativas, interventivas e educativas, buscando a construção de condições mais justas e igualitárias na realidade social. De acordo com Yolanda Guerra (2009), analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. Totalidade indica, pois, que as três dimensões que compõem uma realidade universal, particular e singular, são partes constitutivas de um mesmo objeto, são sempre articulados entre si, se autoimplicam e se autoexplicam, e a interpretação do objeto (instituição) tem em vista captá-los. II. A síntese é a visão do conjunto que permite ao homem descobrir a estrutura significativa da realidade com que se defronta em uma situação. E é a estrutura significativa – que a visão do conjunto proporciona – que é chamada de totalidade. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Questão 30 de 35 Q33 da prova

O assistente social é um dos profissionais solicitados para trabalhar junto a Políticas Públicas. Os assistentes sociais realizam uma ação de cunho ___________ na prestação de serviços sociais, viabilizando o acesso aos direitos, e atuam na _________ __, _________ __ e __________ _ de Políticas Públicas. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Questão 31 de 35 Q34 da prova

A Lei nº 8.862/1993 dispõe sobre a regulamentação da profissão de assistente social e estabelece competências e habilidades técnico-operativas desse profissional. Sobre essas competências e habilidades, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

Questão 32 de 35 Q35 da prova

O art. 1º da Resolução nº 109/2009 aprova a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, organizados por níveis de complexidade do SUAS: Proteção Social Básica, Proteção Social Especial de Média Complexidade e Proteção Especial de Alta Complexidade. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de serviço às descrições correspondentes.

Questão 33 de 35 Q36 da prova

Conforme o Caderno do Curso para Agentes Multiplicadores, módulo Ética e Direitos Humanos (2017), a prática profissional envolve conhecimento crítico, postura ética e defesa da dignidade. Considerando o Caderno, analise as assertivas a seguir: I. A multiplicação de conhecimentos em direitos humanos deve priorizar a imparcialidade institucional, evitando qualquer tipo de posicionamento frente às situações. II. A promoção dos direitos humanos envolve a coletividade na construção de práticas transformadoras. III. A ética está voltada ao reconhecimento do profissional das desigualdades, agindo com responsabilidade para enfrentá-las. Quais estão corretas?

Questão 34 de 35 Q37 da prova

A trajetória do Serviço Social na área da saúde enfrentou muitas mudanças, principalmente a partir dos anos 1990, e ainda encontra desafios na atualidade. Nesse sentido, em que consiste a atuação competente e crítica do Serviço Social na área da saúde?

Questão 35 de 35 Q40 da prova

O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR) atua na organização e na implementação do conjunto de políticas e serviços destinados a superar as desigualdades étnicas existentes no país, os quais são prestados pelo poder público federal. Em relação aos objetivos do SINAPIR, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

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