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Prova Assistente Administrativo - CIM POLO SUL/ES
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Questão 1 de 16 Q2011189 Q1 da prova
O texto abaixo deve ser lido com atenção e as questões 01 a 05 referem-se a ele: Seremos a penúltima geração? É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta Antonio Prata | Escritor e roteirista, autor de "Por quem as panelas batem" | 21 set. 2024 Na semana passada, o cientista Carlos Nobre publicou no UOL um artigo aterrador. Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite. Pode ser um ponto fora da curva, devido ao El Niño. Mas pode não ser — e isso seria terrível. Talvez, como sugere o texto, daí em diante não tenha mais volta. Segue abaixo uma parte do extenso currículo do Carlos Nobre, tirado do seu perfil no UOL. "Formado pelo ITA e pós-graduado pelo MIT. Membro da Academia Brasileira de Ciências, membro estrangeiro da Academia de Ciências dos EUA e da Royal Society da Grã-Bretanha". Colaborou em vários relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Um deles levou o Nobel da Paz. "Foi coordenador geral do CPTEC -Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e criador do CCST -Inpe (Centro de Ciência do Sistema Terrestre) e do Cemaden-MCTI (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais)". Trata-se, portanto, de alguém que parece ter algum conhecimento de causa, né? Vejamos o que nos diz. "Se passarmos de 2°C, todos os recifes de coral do mundo serão extintos. Se passarmos de 2,5°C, vamos perder de 50% a 70% da Amazônia, e grande quantidade do solo congelado da Sibéria, do Canadá e do Alasca, o chamado permafrost, será descongelado. Com isso, vamos jogar [na atmosfera] uma gigantesca quantidade de gases de efeito estufa que estão ali aprisionados.". Isso, evidentemente, aceleraria ainda mais o processo de aquecimento. "Se a temperatura global aumentar em 4°C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável, especialmente as regiões tropicais e equatoriais". (...) "A situação seria tão drástica que, no século 22, as únicas áreas habitáveis no mundo seriam regiões como o Ártico, a Antártida e as grandes cadeias montanhosas, como os Alpes e o Himalaia". Eu não estarei vivo em 2100, mas meus filhos, nascidos em 2013 e 2015, provavelmente sim. Me dou conta agora de que, se não fizermos algo imediatamente, meus netos encararão o apocalipse causado por 7 bilhões de pessoas abandonando a quase totalidade da superfície terrestre para tentar se espremer no círculo polar ártico e antártico. É óbvio que não caberá todo mundo naquelas faixas. É óbvio que haverá guerras, extermínios, faltará comida, água, remédios, tudo. Eu cresci num mundo ________ cientistas e ativistas alertavam para possíveis catástrofes lá pelo meio ou fim do século 21. Elas já chegaram. O Rio Grande do Sul alagado. Brasil inteiro queimando. O céu branco em São Paulo. A chuva preta em Santa Catarina. É surreal que a humanidade não esteja, neste exato momento, se debruçando sobre o problema como fizemos durante a pandemia de Covid. Pior: no debate para presidente do país mais poderoso do mundo, Kamala Harris teve que se "defender" das "acusações" de Trump de que iria parar de extrair combustíveis fósseis. Garantiu a seus eleitores que continuará perfurando. Enquanto isso, no Brasil, um candidato desmiolado grita "Você não é homem! Você não é homem!" e o outro responde com uma cadeirada. É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta. PRATA, Antonio. Seremos a penúltima geração? Folha de São Paulo, 21 de setembro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/09/seremos-a-penultima-geracao.shtml. Acesso em: 23 out. 2024. Adaptado.

Analisando-se suas características macro e microestruturais, é possível afirmar que o texto apresentado é um exemplar do gênero:

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Questão 2 de 16 Q2011191 Q2 da prova
O texto abaixo deve ser lido com atenção e as questões 01 a 05 referem-se a ele: Seremos a penúltima geração? É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta Antonio Prata | Escritor e roteirista, autor de "Por quem as panelas batem" | 21 set. 2024 Na semana passada, o cientista Carlos Nobre publicou no UOL um artigo aterrador. Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite. Pode ser um ponto fora da curva, devido ao El Niño. Mas pode não ser — e isso seria terrível. Talvez, como sugere o texto, daí em diante não tenha mais volta. Segue abaixo uma parte do extenso currículo do Carlos Nobre, tirado do seu perfil no UOL. "Formado pelo ITA e pós-graduado pelo MIT. Membro da Academia Brasileira de Ciências, membro estrangeiro da Academia de Ciências dos EUA e da Royal Society da Grã-Bretanha". Colaborou em vários relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Um deles levou o Nobel da Paz. "Foi coordenador geral do CPTEC -Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e criador do CCST -Inpe (Centro de Ciência do Sistema Terrestre) e do Cemaden-MCTI (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais)". Trata-se, portanto, de alguém que parece ter algum conhecimento de causa, né? Vejamos o que nos diz. "Se passarmos de 2°C, todos os recifes de coral do mundo serão extintos. Se passarmos de 2,5°C, vamos perder de 50% a 70% da Amazônia, e grande quantidade do solo congelado da Sibéria, do Canadá e do Alasca, o chamado permafrost, será descongelado. Com isso, vamos jogar [na atmosfera] uma gigantesca quantidade de gases de efeito estufa que estão ali aprisionados.". Isso, evidentemente, aceleraria ainda mais o processo de aquecimento. "Se a temperatura global aumentar em 4°C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável, especialmente as regiões tropicais e equatoriais". (...) "A situação seria tão drástica que, no século 22, as únicas áreas habitáveis no mundo seriam regiões como o Ártico, a Antártida e as grandes cadeias montanhosas, como os Alpes e o Himalaia". Eu não estarei vivo em 2100, mas meus filhos, nascidos em 2013 e 2015, provavelmente sim. Me dou conta agora de que, se não fizermos algo imediatamente, meus netos encararão o apocalipse causado por 7 bilhões de pessoas abandonando a quase totalidade da superfície terrestre para tentar se espremer no círculo polar ártico e antártico. É óbvio que não caberá todo mundo naquelas faixas. É óbvio que haverá guerras, extermínios, faltará comida, água, remédios, tudo. Eu cresci num mundo ________ cientistas e ativistas alertavam para possíveis catástrofes lá pelo meio ou fim do século 21. Elas já chegaram. O Rio Grande do Sul alagado. Brasil inteiro queimando. O céu branco em São Paulo. A chuva preta em Santa Catarina. É surreal que a humanidade não esteja, neste exato momento, se debruçando sobre o problema como fizemos durante a pandemia de Covid. Pior: no debate para presidente do país mais poderoso do mundo, Kamala Harris teve que se "defender" das "acusações" de Trump de que iria parar de extrair combustíveis fósseis. Garantiu a seus eleitores que continuará perfurando. Enquanto isso, no Brasil, um candidato desmiolado grita "Você não é homem! Você não é homem!" e o outro responde com uma cadeirada. É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta. PRATA, Antonio. Seremos a penúltima geração? Folha de São Paulo, 21 de setembro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/09/seremos-a-penultima-geracao.shtml. Acesso em: 23 out. 2024. Adaptado.

Qual das estratégias listadas a seguir foi utilizada pelo autor do texto para conferir maior credibilidade às informações a respeito das mudanças climáticas?

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Questão 3 de 16 Q2011193 Q3 da prova
O texto abaixo deve ser lido com atenção e as questões 01 a 05 referem-se a ele: Seremos a penúltima geração? É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta Antonio Prata | Escritor e roteirista, autor de "Por quem as panelas batem" | 21 set. 2024 Na semana passada, o cientista Carlos Nobre publicou no UOL um artigo aterrador. Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite. Pode ser um ponto fora da curva, devido ao El Niño. Mas pode não ser — e isso seria terrível. Talvez, como sugere o texto, daí em diante não tenha mais volta. Segue abaixo uma parte do extenso currículo do Carlos Nobre, tirado do seu perfil no UOL. "Formado pelo ITA e pós-graduado pelo MIT. Membro da Academia Brasileira de Ciências, membro estrangeiro da Academia de Ciências dos EUA e da Royal Society da Grã-Bretanha". Colaborou em vários relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Um deles levou o Nobel da Paz. "Foi coordenador geral do CPTEC -Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e criador do CCST -Inpe (Centro de Ciência do Sistema Terrestre) e do Cemaden-MCTI (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais)". Trata-se, portanto, de alguém que parece ter algum conhecimento de causa, né? Vejamos o que nos diz. "Se passarmos de 2°C, todos os recifes de coral do mundo serão extintos. Se passarmos de 2,5°C, vamos perder de 50% a 70% da Amazônia, e grande quantidade do solo congelado da Sibéria, do Canadá e do Alasca, o chamado permafrost, será descongelado. Com isso, vamos jogar [na atmosfera] uma gigantesca quantidade de gases de efeito estufa que estão ali aprisionados.". Isso, evidentemente, aceleraria ainda mais o processo de aquecimento. "Se a temperatura global aumentar em 4°C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável, especialmente as regiões tropicais e equatoriais". (...) "A situação seria tão drástica que, no século 22, as únicas áreas habitáveis no mundo seriam regiões como o Ártico, a Antártida e as grandes cadeias montanhosas, como os Alpes e o Himalaia". Eu não estarei vivo em 2100, mas meus filhos, nascidos em 2013 e 2015, provavelmente sim. Me dou conta agora de que, se não fizermos algo imediatamente, meus netos encararão o apocalipse causado por 7 bilhões de pessoas abandonando a quase totalidade da superfície terrestre para tentar se espremer no círculo polar ártico e antártico. É óbvio que não caberá todo mundo naquelas faixas. É óbvio que haverá guerras, extermínios, faltará comida, água, remédios, tudo. Eu cresci num mundo ________ cientistas e ativistas alertavam para possíveis catástrofes lá pelo meio ou fim do século 21. Elas já chegaram. O Rio Grande do Sul alagado. Brasil inteiro queimando. O céu branco em São Paulo. A chuva preta em Santa Catarina. É surreal que a humanidade não esteja, neste exato momento, se debruçando sobre o problema como fizemos durante a pandemia de Covid. Pior: no debate para presidente do país mais poderoso do mundo, Kamala Harris teve que se "defender" das "acusações" de Trump de que iria parar de extrair combustíveis fósseis. Garantiu a seus eleitores que continuará perfurando. Enquanto isso, no Brasil, um candidato desmiolado grita "Você não é homem! Você não é homem!" e o outro responde com uma cadeirada. É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta. PRATA, Antonio. Seremos a penúltima geração? Folha de São Paulo, 21 de setembro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/09/seremos-a-penultima-geracao.shtml. Acesso em: 23 out. 2024. Adaptado.

Releia o trecho a seguir. “Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite.” Assinale a alternativa que apresenta uma expressão capaz de conectar coerentemente os dois períodos contidos nesse trecho, tendo em vista as ideias neles explicitadas.

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Questão 4 de 16 Q2011196 Q4 da prova
O texto abaixo deve ser lido com atenção e as questões 01 a 05 referem-se a ele: Seremos a penúltima geração? É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta Antonio Prata | Escritor e roteirista, autor de "Por quem as panelas batem" | 21 set. 2024 Na semana passada, o cientista Carlos Nobre publicou no UOL um artigo aterrador. Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite. Pode ser um ponto fora da curva, devido ao El Niño. Mas pode não ser — e isso seria terrível. Talvez, como sugere o texto, daí em diante não tenha mais volta. Segue abaixo uma parte do extenso currículo do Carlos Nobre, tirado do seu perfil no UOL. "Formado pelo ITA e pós-graduado pelo MIT. Membro da Academia Brasileira de Ciências, membro estrangeiro da Academia de Ciências dos EUA e da Royal Society da Grã-Bretanha". Colaborou em vários relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Um deles levou o Nobel da Paz. "Foi coordenador geral do CPTEC -Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e criador do CCST -Inpe (Centro de Ciência do Sistema Terrestre) e do Cemaden-MCTI (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais)". Trata-se, portanto, de alguém que parece ter algum conhecimento de causa, né? Vejamos o que nos diz. "Se passarmos de 2°C, todos os recifes de coral do mundo serão extintos. Se passarmos de 2,5°C, vamos perder de 50% a 70% da Amazônia, e grande quantidade do solo congelado da Sibéria, do Canadá e do Alasca, o chamado permafrost, será descongelado. Com isso, vamos jogar [na atmosfera] uma gigantesca quantidade de gases de efeito estufa que estão ali aprisionados.". Isso, evidentemente, aceleraria ainda mais o processo de aquecimento. "Se a temperatura global aumentar em 4°C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável, especialmente as regiões tropicais e equatoriais". (...) "A situação seria tão drástica que, no século 22, as únicas áreas habitáveis no mundo seriam regiões como o Ártico, a Antártida e as grandes cadeias montanhosas, como os Alpes e o Himalaia". Eu não estarei vivo em 2100, mas meus filhos, nascidos em 2013 e 2015, provavelmente sim. Me dou conta agora de que, se não fizermos algo imediatamente, meus netos encararão o apocalipse causado por 7 bilhões de pessoas abandonando a quase totalidade da superfície terrestre para tentar se espremer no círculo polar ártico e antártico. É óbvio que não caberá todo mundo naquelas faixas. É óbvio que haverá guerras, extermínios, faltará comida, água, remédios, tudo. Eu cresci num mundo ________ cientistas e ativistas alertavam para possíveis catástrofes lá pelo meio ou fim do século 21. Elas já chegaram. O Rio Grande do Sul alagado. Brasil inteiro queimando. O céu branco em São Paulo. A chuva preta em Santa Catarina. É surreal que a humanidade não esteja, neste exato momento, se debruçando sobre o problema como fizemos durante a pandemia de Covid. Pior: no debate para presidente do país mais poderoso do mundo, Kamala Harris teve que se "defender" das "acusações" de Trump de que iria parar de extrair combustíveis fósseis. Garantiu a seus eleitores que continuará perfurando. Enquanto isso, no Brasil, um candidato desmiolado grita "Você não é homem! Você não é homem!" e o outro responde com uma cadeirada. É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta. PRATA, Antonio. Seremos a penúltima geração? Folha de São Paulo, 21 de setembro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/09/seremos-a-penultima-geracao.shtml. Acesso em: 23 out. 2024. Adaptado.

No penúltimo parágrafo do texto, há uma lacuna propositadamente inserida. Analise o referido trecho e, em seguida, assinale a alternativa cuja expressão de função coesiva completa adequadamente a lacuna indicada, considerando-se, para isso, a norma padrão da língua portuguesa.

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Questão 5 de 16 Q2011198 Q5 da prova
O texto abaixo deve ser lido com atenção e as questões 01 a 05 referem-se a ele: Seremos a penúltima geração? É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta Antonio Prata | Escritor e roteirista, autor de "Por quem as panelas batem" | 21 set. 2024 Na semana passada, o cientista Carlos Nobre publicou no UOL um artigo aterrador. Desde o Acordo de Paris, a meta era reduzir a emissão de gases para chegar a 2050 com, no máximo, 1,5°C de aumento na temperatura. Nos últimos dois anos, nós atingimos esse limite. Pode ser um ponto fora da curva, devido ao El Niño. Mas pode não ser — e isso seria terrível. Talvez, como sugere o texto, daí em diante não tenha mais volta. Segue abaixo uma parte do extenso currículo do Carlos Nobre, tirado do seu perfil no UOL. "Formado pelo ITA e pós-graduado pelo MIT. Membro da Academia Brasileira de Ciências, membro estrangeiro da Academia de Ciências dos EUA e da Royal Society da Grã-Bretanha". Colaborou em vários relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Um deles levou o Nobel da Paz. "Foi coordenador geral do CPTEC -Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) e criador do CCST -Inpe (Centro de Ciência do Sistema Terrestre) e do Cemaden-MCTI (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais)". Trata-se, portanto, de alguém que parece ter algum conhecimento de causa, né? Vejamos o que nos diz. "Se passarmos de 2°C, todos os recifes de coral do mundo serão extintos. Se passarmos de 2,5°C, vamos perder de 50% a 70% da Amazônia, e grande quantidade do solo congelado da Sibéria, do Canadá e do Alasca, o chamado permafrost, será descongelado. Com isso, vamos jogar [na atmosfera] uma gigantesca quantidade de gases de efeito estufa que estão ali aprisionados.". Isso, evidentemente, aceleraria ainda mais o processo de aquecimento. "Se a temperatura global aumentar em 4°C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável, especialmente as regiões tropicais e equatoriais". (...) "A situação seria tão drástica que, no século 22, as únicas áreas habitáveis no mundo seriam regiões como o Ártico, a Antártida e as grandes cadeias montanhosas, como os Alpes e o Himalaia". Eu não estarei vivo em 2100, mas meus filhos, nascidos em 2013 e 2015, provavelmente sim. Me dou conta agora de que, se não fizermos algo imediatamente, meus netos encararão o apocalipse causado por 7 bilhões de pessoas abandonando a quase totalidade da superfície terrestre para tentar se espremer no círculo polar ártico e antártico. É óbvio que não caberá todo mundo naquelas faixas. É óbvio que haverá guerras, extermínios, faltará comida, água, remédios, tudo. Eu cresci num mundo ________ cientistas e ativistas alertavam para possíveis catástrofes lá pelo meio ou fim do século 21. Elas já chegaram. O Rio Grande do Sul alagado. Brasil inteiro queimando. O céu branco em São Paulo. A chuva preta em Santa Catarina. É surreal que a humanidade não esteja, neste exato momento, se debruçando sobre o problema como fizemos durante a pandemia de Covid. Pior: no debate para presidente do país mais poderoso do mundo, Kamala Harris teve que se "defender" das "acusações" de Trump de que iria parar de extrair combustíveis fósseis. Garantiu a seus eleitores que continuará perfurando. Enquanto isso, no Brasil, um candidato desmiolado grita "Você não é homem! Você não é homem!" e o outro responde com uma cadeirada. É triste constatar, mas talvez não sejamos mesmo merecedores deste adorável planeta. PRATA, Antonio. Seremos a penúltima geração? Folha de São Paulo, 21 de setembro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/09/seremos-a-penultima-geracao.shtml. Acesso em: 23 out. 2024. Adaptado.

Em qual dos parágrafos listados a seguir há ocorrências das aspas duplas que NÃO indicam discursos reproduzidos de maneira direta?

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Questão 6 de 16 Q2011206 Q9 da prova

Um homem, após realizar algumas compras em uma farmácia, verificou que havia uma balança para que os clientes pudessem se pesar. Ele logo lembra que na última vez que se pesou, havia identificado que estava pesando 87 quilogramas. Ele lembra que extrapolou a quantidade de doces que comeu nos últimos tempos, mas também aumentou a quantidade de exercícios. Ao subir na balança, o visor informa: 89 quilogramas. Sabendo-se que o homem teria como peso ideal, 85 quilos, pode-se afirmar que, caso queira chegar ao peso ideal:

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Questão 7 de 16 Q2011210 Q11 da prova

Utilizando o serviço de correio eletrônico Gmail, ao clicar com o botão direito do mouse sobre uma mensagem que se encontra na caixa de entrada, abre-se um menu onde é possível observar diversas opções, como mostrado no print abaixo: Ao clicar em “Excluir”, assinale a opção que descreve corretamente o que acontece com a mensagem:

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Questão 8 de 16 Q2011211 Q12 da prova

Utilizando o Microsoft Excel 2019, em sua versão em Português do Brasil e nas configurações padrão, um usuário criou uma planilha, cujo print é mostrado abaixo: Funções foram digitadas nas células A6, B6 e C6, de forma a obter os resultados exibidos. Quais foram as funções digitadas nas células A6, B6 e C6, respectivamente?

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Questão 9 de 16 Q2011213 Q13 da prova

Um revisor de textos recebeu um novo trabalho para executar, e algumas instruções. Entre essas instruções, foi informado que deveria realizar os apontamentos de sua revisão através de Comentários, e não alterando diretamente no corpo do documento. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA acerca dos Comentários.

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Questão 10 de 16 Q2011216 Q14 da prova

Sobre segurança na rede, são feitas as seguintes afirmações: I. O antivírus é suficiente para proteger um computador contra todas as ameaças cibernéticas. II. Alguns ataques cibernéticos são silenciosos e podem passar despercebidos por um longo período de tempo. III. É essencial ter um firewall configurado corretamente para controlar o tráfego de rede e impedir acessos não autorizados. Sobre as afirmações acima:

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Questão 11 de 16 Q2011218 Q15 da prova

Observe a frase abaixo: “Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio.” (Sigmund Freud) As palavras “defender”, “ataque” e “elogio” receberam formatações diferentes do restante da frase. Considerando o Microsoft Word/2019, em Português do Brasil e nas configurações padrão, que teclas de atalho foram utilizadas para formatar, respectivamente, as palavras “defender”, “ataque” e “elogio”?

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Questão 12 de 16 Q2011220 Q16 da prova

Nos termos do Estatuto da Associação Pública Suporte do Consórcio da Região Polo Sul - CIM POLO SUL, a Assembleia Geral é a instância deliberativa máxima do CIM POLO SUL. Entre as competências da Assembleia está deliberar sobre a suspensão e exclusão de ente consorciado. Para tanto, é necessário o voto de ___________ dos membros do CIM POLO SUL, em dia com suas obrigações operacionais e financeiras. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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Questão 13 de 16 Q2011222 Q17 da prova

A Lei Federal nº 11.107/05 dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Conforme esta lei, a retirada do ente da Federação do consórcio público dependerá de ato formal de seu representante na assembleia geral, na forma previamente disciplinada por lei. Nessa direção: I. Os bens destinados ao consórcio público pelo consorciado que se retira não podem ser revertidos ou retrocedidos, mesmo no caso de expressa previsão no contrato de consórcio público. II. A retirada ou a extinção de consórcio público ou convênio de cooperação não prejudicará as obrigações já constituídas, inclusive os contratos, cuja extinção dependerá do pagamento das indenizações eventualmente devidas. Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 14 de 16 Q2011224 Q18 da prova

Nos termos do Decreto nº 6.017/07, que regulamenta a Lei Federal nº 11.107/05, como se denomina o contrato preliminar que, ratificado pelos entes da Federação interessados, converte-se em contrato de consórcio público?

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Questão 15 de 16 Q2011225 Q19 da prova

No contexto administrativo, garantir a qualidade no atendimento interno e externo é essencial para o bom funcionamento das instituições públicas. Sobre essa temática, assinale a alternativa que indica prática INCORRETA no atendimento ao público, presencial ou telefônico.

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Questão 16 de 16 Q2011228 Q20 da prova

Em órgãos públicos, a adequada elaboração de documentos oficiais é fundamental para assegurar clareza e objetividade nas comunicações institucionais. Assim, associe corretamente os documentos oficiais (Coluna I) às suas respectivas definições ou aplicações (Coluna II). Coluna I – Documentos Oficiais . 1. Circular. 2. Memorando. 3. Certidão. 4. Edital. Coluna II – Definições e Aplicações. (__ ) Documento utilizado para comunicação interna, simplificada e direta, usado para solicitar providências. (__ ) Documento oficial que atesta, formalmente, um fato ou ato registrado nos arquivos institucionais. (__ ) Documento destinado à divulgação pública de atos administrativos, convocações e resultados oficiais. (__ ) Documento que divulga orientações, normas ou procedimentos padronizados, dirigido simultaneamente a diversos setores ou pessoas. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

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