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Prova Artes - SME - Pref. Fortaleza/CE
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Questão 1 de 39 Q1 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Neste trecho “Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas” (l. 05 e 06), a autora empregou a primeira pessoa do plural, marcada pela desinência modotemporal -mos na forma verbal sublinhada, a fim de “evitar o tom impositivo ou muito pessoal de suas opiniões”, um recurso utilizado em textos escritos na norma culta da língua e denominado:

Questão 2 de 39 Q2 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Em “neurocientista s” (l. 21), o radical grego neuro- não sofre hifenização. Assinale a alternativa em que a grafia da palavra com esse mesmo radical está INCORRETA.

Questão 3 de 39 Q3 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Considerando o adjetivo “disponíveis” (l. 23), em qual critério se baseia a acentuação gráfica de tal palavra?

Questão 4 de 39 Q4 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Com sustentação nos aspectos morfossintático-semânticos, qual é a opção em que as palavras variáveis deste período “Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não?” (l. 03 e 04) estão flexionadas CORRETAMENTE em tal reescritura?

Questão 5 de 39 Q5 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Os adjetivos “importante” e “comum” (l. 20) estão empregados, respectivamente, no grau:

Questão 6 de 39 Q6 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Tendo-se como base a seguinte oração “sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas” (l. 10 e 11), assinale a opção em que o pronome oblíquo átono “se” está colocado de forma ERRADA.

Questão 7 de 39 Q7 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Na primeira linha, as duas primeiras formas verbais estão flexionadas no:

Questão 8 de 39 Q8 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Na linha 05, a única vírgula foi empregada para separar:

Questão 9 de 39 Q9 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Em qual opção os termos sublinhados exercem a mesma função sintática?

Questão 10 de 39 Q10 da prova
Diferença entre pena, simpatia, empatia e compaixão

Somos seres sociais, e isso faz com que, naturalmente, criemos conexões uns com os outros. A depender da frequência e afeto, graus de intimidade são construídos, e as conexões vão se intensificando. [...]. A dor também tem esse poder. [...] . Mas você já parou para pensar o que faz você ajudar alguém em sofrimento ou não? Por que, em algumas situações, você é capturado com mais facilidade do que em outras? Muitos podem dizer: é a empatia. Será mesmo? Hoje, vamos falar sobre quatro formas que temos de nos conectar ao sofrimento dos outros e a diferença entre elas. São elas: pena, simpatia, empatia e compaixão. A pena consiste no sofrimento relacionado ao sofrimento de outra pessoa, no sentido de achar que o outro não merece estar sofrendo. Muitos autores ressaltam que a pena envolve sentimento de superioridade em relação à pessoa que está em sofrimento. A pena envolve o desconforto de estar em uma situação que se julga “ser melhor” do que a do outro, e, ao mesmo tempo, sentir esse desconforto pode se relacionar a um alívio moral ou comportamentos assistencialistas. Na pena, a sensação de estar de mãos atadas e não poder fazer nada para mudar a situação é comum. Já a simpatia diz respeito à compreensão de que o outro está em sofrimento, mas segundo a nossa perspectiva e visão de mundo. [...]. A empatia envolve, diante do sofrimento do outro, se colocar no lugar dele cognitivamente e/ou emocionalmente e se preocupar empaticamente. Quando você consegue entender como alguém desenvolveu um raciocínio específico ou consegue enxergar uma situação sob a perspectiva de outra pessoa, você está tendo a empatia cognitiva. Já sentir dor, alegria, tristeza, raiva, prazer, porque o outro está sentindo, diz respeito a empatia emocional. [...] . Por último, mas não menos importante, temos a compaixão. Muito comum na cultura oriental e em algumas religiões, a compaixão tem sido estudada por neurocientistas exaustivamente nas últimas décadas, e têm apresentado resultados interessantes para o desenvolvimento de uma melhor saúde mental. [...] . É a compaixão que nos faz disponíveis para ajudar os outros. E muito mais do que mostrar apoio, mas realmente agir para diminuir o sofrimento de outra pessoa.

Associe a coluna esquerda com a coluna direita de acordo unicamente com o texto, a fim de relacionarem-se os termos às características. Em seguida, marque a sequência numérica que preenche CORRETAMENTE os parênteses de cima para baixo.

Questão 11 de 39 Q12 da prova

A Didática, enquanto disciplina, já esteve relacionada a uma identidade puramente prescritiva. Vera Candau, sobre isso, defende que essa disciplina já esteve associada a um enfoque instrumental. Sobre os estudos acerca dessa percepção em relação à Didática, marque a única opção correta.

Questão 12 de 39 Q13 da prova

No contexto da Didática normativa e instrumental, o professor assume o papel de:

Questão 13 de 39 Q14 da prova

Leia atentamente os itens abaixo.
(I) A didática crítica compreende a ação pedagógica como prática social.
(II) A didática crítica assume a percepção multidimensional acerca do processo de ensino e aprendizagem.
(III) Na didática crítica, fica evidente que a competência técnica está a serviço do compromisso político com uma sociedade democrática.
(IV) Na didática crítica, a teoria se sobrepõe à prática.
Marque o item que apresenta as opções corretas acerca da Didática Crítica.

Questão 14 de 39 Q15 da prova

Sobre a Didática Crítica, marque a opção INCORRETA.

Questão 15 de 39 Q16 da prova

As teorias que conferem sustentação às práticas educativas relacionam-se com as tendências pedagógicas acerca da educação. Sobre esses dois eixos, leia atentamente a primeira coluna para depois relacioná-la à segunda coluna.
(I) Teoria Positivista
(II) Teoria Crítico-Reprodutivista
(III) Teoria Histórico-Crítica
(a) Para essa teoria, a educação é um instrumento de “equalização social”, como um mecanismo que supera as diferenças e desigualdades. Entende a escola como uma instituição neutra. Quatro tendências pedagógicas têm suporte nessa teoria. São elas: tendência tradicional; tendência renovada progressista; tendência pedagógica renovada não diretiva; tendência tecnicista.
(b) Para os teóricos relacionados a essa teoria, a mudança social não é somente necessária, como bastante possível. Contudo, para eles, não é possível realizar essa mudança através dos aparelhos ideológicos do Estado. Esses autores defendem que a Escola é um desses aparelhos e mantém, conserva e reproduz o status quo.
(c) Para os autores dessa teoria, a Escola não deixa de ser um aparelho ideológico do Estado, mas também passa a ser compreendida como um espaço de luta possível. Aqui, encontram ancoragem três importantes tendências pedagógicas. São elas: tendência pedagógica progressista; tendência pedagógica libertadora e tendência pedagógica histórico-crítica.
Assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta.

Questão 16 de 39 Q17 da prova

Sobre a identidade docente, marque o item correto.

Questão 17 de 39 Q18 da prova

Assinale o item que apresenta a sequência correta com os cinco passos da metodologia proposta por Saviani.

Questão 18 de 39 Q19 da prova

Conforme Ilma Passos de Alencastro Veiga e Léa das Graças Camargos Anastasiou, são estratégias de ensino, EXCETO:

Questão 19 de 39 Q20 da prova

Com suporte nos estudos desenvolvidos por Pacheco e Oliveira acerca do Currículo e da Didática, marque a opção correta.

Questão 20 de 39 Q21 da prova
O MIS - Em direção a um futuro mais justo

O Museu da Imagem e do Som Chico Albuquerque ressurge ampliado e equipado para sua missão. Tem a tarefa de informar e educar disponibilizando mensagens artísticas e sociais para o seu público, construindo processos mais democráticos e colocando um ponto de interrogação nas estruturas conservadoras. Isso sem deixar o passado de lado, pois, à medida que as ordens sociais, econômicas e tecnológicas mudam, somos movidos a manter os elementos do antigo para nos ajudar a entender o novo e nosso lugar nele. A proposta é de um pensar com imagens e sons e, com isso, resistir – e essa resistência como um problema efetivamente imagético/sonoro. Não uma modalidade de resistir pela transmissão de mensagens ou de conscientização quanto a maneiras de estar no mundo. Aqui não se trata de uma relação criada fora da imagem e do som, mas uma preensão do objeto estético nos corpos, nos gestos, nas posturas, como um processo produtor de pensamento, como modalidade de pensar com imagens sonoras que promovem, no corpo a corpo com o mundo, interferências e transformações.
Um espaço que coloca o Ceará no centro do diálogo entre memória e contemporaneidade, investigação artística e tecnologia. O Museu da Imagem e do Som Chico Albuquerque é um ambiente cultural efervescente, que busca ampliar o acesso aos bens culturais em sua pluralidade, em consonância com as linguagens experimentais da arte contemporânea e as possibilidades trazidas pelas novas tecnologias digitais. O MIS Ceará é lugar de experimentação, educação, reflexão, preservação, pesquisa e entretenimento. Um museu polifônico, com foco na diversidade e na inclusão, onde se busca pensar por meio das imagens e dos sons, estabelecendo conexões e promovendo experiências compartilhadas. Contando com equipamentos de última geração para atuar na conservação, digitalização, restauro digital e exposição de acervos imagéticos, sonoros e audiovisuais, o MIS Ceará é hoje um dos museus mais avançados da América do Sul.

Ao refletir diante do trecho “[...] como um processo produtor de pensamento, como modalidade de pensar com imagens sonoras que promovem, no corpo a corpo com o mundo, interferências e transformações”, podemos afirmar que:

Questão 21 de 39 Q22 da prova

Assinale a alternativa correta sobre o uso de tecnologias digitais na arte contemporânea.

Questão 22 de 39 Q23 da prova

O texto apresenta a expressão “um museu polifônico”. Esse termo “polifônico” deriva de uma definição:

Questão 23 de 39 Q24 da prova

Historicamente, a Dança está relacionada às representações religiosas. Atualmente, adquire significados culturalmente e artisticamente expressivos. Podemos afirmar que a linguagem da Dança:

Questão 24 de 39 Q25 da prova

Assinale a alternativa correta sobre os jogos teatrais na sala de aula.

Questão 25 de 39 Q26 da prova

Marque a alternativa que NÃO configura uma habilidade desenvolvida pela unidade temática do teatro.

Questão 26 de 39 Q27 da prova

Sobre a arte indígena brasileira, é correto afirmar.

Questão 27 de 39 Q28 da prova

Assinale a linguagem artística ou, conforme a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, unidade temática, que objetiva habilidades como “analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas”.

Questão 28 de 39 Q29 da prova

“Entendemos que, com o acesso e aprofundamento à leitura, à criação e à produção nas diferentes linguagens artísticas, no diálogo entre elas e com as outras áreas do conhecimento, o DCRC possibilite, às estudantes e aos estudantes, maior autonomia em suas experiências e vivências artísticas dentro e fora da escola” (DCRC, 2019, p. 305). O trecho faz referência a uma metodologia para o ensino de arte. Marque a alternativa que apresenta nomeadamente essa metodologia.

Questão 29 de 39 Q30 da prova

O maestro brasileiro Heitor Villa Lobos utilizou _______________ na educação musical, um sistema gestual que indica a função melódica intervalar entre as notas. Como se chama tal sistema?

Questão 30 de 39 Q31 da prova

O projeto de musicalização no período histórico no Brasil durante o Estado Novo, liderado por Villa Lobos, chamava-se:

Questão 31 de 39 Q32 da prova

O silêncio é a ausência do som, o qual possui quatro propriedades básicas. Marque a alternativa que apresenta as propriedades do som.

Questão 32 de 39 Q33 da prova

Sobre o folclore, podemos afirmar.

Questão 33 de 39 Q34 da prova

Diante dos trechos citados sobre o ensino de Arte da professora Schlichta, podemos afirmar que:

Questão 34 de 39 Q35 da prova

A arte sustentável, como tem sido chamada, vem se transformando em um modo de conscientização e educação ambiental. O desperdício e descarte de bens duráveis – herança da sociedade consumista, trouxe à tona a quantidade de resíduos em aterros sanitários. A situação causou entre vários artistas a reflexão sobre se o que descartamos não poderia ser reutilizado. A arte, como forma de expressão, veio para ajudar nesse debate. Assinale a alternativa que apresenta uma relevância da arte sustentável para a educação.

Questão 35 de 39 Q36 da prova

A ilustração mostra a obra intitulada The Bearer Irma, um exemplo de arte sustentável. O artista escolheu um aterro sanitário como cenário e com o material recolhido do lixão montou suas obras em dimensões gigantes a partir de fotografias dos trabalhadores. O projeto deu origem ao famoso documentário Lixo Extraordinário. O artista plástico brasileiro com reconhecimento mundial por utilizar em suas obras materiais descartados é:

Questão 36 de 39 Q37 da prova

Assinale a afirmativa que apresenta uma perspectiva inclusiva no ensino de Arte.

Questão 37 de 39 Q38 da prova

Considere as seguintes afirmações:
I – Leitura e releitura de imagens são práticas didático-metodológicas aplicadas na Abordagem Triangular da Arte.
II – A experimentação e manipulação de materiais sonoros ampliam a percepção auditiva dos alunos.
III – O ensino de Arte nas escolas tem como finalidade a produção de bens e objetos artísticos.
IV – A Arte na Educação possibilita compreender que fazer arte na escola se pauta no desenvolvimento da capacidade de criação e de expressão do fazer artístico.
V – Experimentar cada linguagem artística (teatro, música, dança e artes visuais) possibilita aos alunos a fruição de produções artísticas.
Assinale a alternativa que indica corretamente as afirmativas VERDADEIRAS com V e as FALSAS com F.

Questão 38 de 39 Q39 da prova

A avaliação em Arte é aplicada pelos professores para análise da produção e criação dos alunos no processo de aprendizagem. Sobre a temática da Avaliação em Arte, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 39 de 39 Q40 da prova

“Diferente dos demais componentes que se agrupam na área de linguagens, a Arte não pretende estabelecer apenas relações de linguagem. Não é seu papel ser entendida somente como uma linguagem, mas ser vista, sentida e articulada a partir de técnicas que a estruturam em vista as suas múltiplas maneiras de existência. Possibilitar às estudantes e aos estudantes o acesso a Arte é orientá-los na busca de sua própria expressão” (DCRC, 2019, p. 179). Ao que diz respeito ao ensino e aprendizagem da arte, pode-se afirmar corretamente.

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