O objetivo comunicativo do texto é:
Analise as afirmativas abaixo referentes ao texto:
I. Tanto os primatas como o Homo sapiens aprenderam a partir da convivência com os mestres nas corporações de ofício.
II. A relação entre mestre/aprendiz sempre existiu no mundo, mas desapareceu no Brasil por determinação do Ministério da Educação.
III. Quando deu um curso na década de 1950, o prêmio Nobel Richard Feynman afirmou que os estudantes brasileiros memorizavam tudo, mas não sabiam o significado de nada.
IV. Faz parte da educação ensinar a usar palavras e como lidar com abstrações.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
“Em seguida, tentam repetir as operações, por conta própria.” (§ 1)
É CORRETO afirmar que o sujeito não explicitado no trecho acima se refere:
“De forma esporádica, os mais velhos corrigem os erros.” (§ 1)
Assinale a alternativa em que a passagem acima é reescrita sem mudança de sentido:
“Em outra situação, um pesquisador observa uma sala de aula. O professor fala, fala e fala. E apenas isso.” (§ 2)
A repetição das formas do verbo “falar”, no trecho acima, evidencia:
“Por milhares de anos, os primatas e, depois, o Homo sapiens aprenderam olhando, imitando e recebendo ajuda dos mais experientes.” (§ 5)
Na passagem acima, é CORRETO afirmar que a expressão “Homo sapiens ” foi utilizada em itálico por se tratar de um caso de:
“Além de demonstrar, o mestre corrige e explica, quando necessário.” (§ 7)
Na passagem acima, as expressões sublinhadas introduzem, respectivamente, ideias de:
“Mas desapareceu no Brasil, resultado de políticas iluminadas do Ministério do Trabalho, que proibiu menores em fábricas.” (§ 8)
Sobre o trecho acima, assinale a afirmativa INCORRETA:
“Por milhares de anos, os primatas e, depois, o Homo sapiens aprenderam olhando, imitando e recebendo ajuda dos mais experientes.” (§ 5)
No trecho “e, depois,” as vírgulas foram utilizadas para:
“Infelizmente, a escola perdeu esse veio de realismo, de uso das mãos para aprender a fazer e a pensar. Distanciou-se do consagrado ‘aprenda fazendo’ e baldeou-se totalmente para o mundo das palavras.” (§ 9)
A prática descrita pelo autor na passagem acima se refere:


























