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Prova Analista de Tecnologia da Informação - PROGESP/UFRGS
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Questão 1 de 15 Q1 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Assinale a alternativa que completa, correta e respec-tivamente, as lacunas das linhas 09, 17 e 18.

Questão 2 de 15 Q2 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Assinale a alternativa que completa, correta e respecti-mente, as lacunas pontilhadas das linhas 34, 46 e 50.

Questão 3 de 15 Q3 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto . I - O autor deixa claro que é indispensável que a p o- pulação seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las. II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, c on- forme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país. III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas neces- sidades. Quais estão corretas?

Questão 4 de 15 Q4 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto . I - O autor enfatiza, pelos exemplos que apresenta, o papel preponderante da imprensa na luta contra os problemas da sociedade. II - Depreende-se da leitura do texto que enfrentar as deficiências de um país e procurar solucioná-las é um modo eficiente de evitar epidemias. III - Percebe-se, no decorrer do texto, que a inten ção principal do autor é denunciar as condições precá- rias de atendimento médico no Rio de Janeiro. Quais estão corretas?

Questão 5 de 15 Q5 da prova

Assinale a alternativa correta quanto à redação do texto.

Questão 6 de 15 Q6 da prova

As palavras ou expressões dei (linha 10), tão logo (linha 12) e implacável (linha 47) podem ser respec- tivamente substituídas, sem alterar o significado o u a correção das frases em que se encontram, por

Questão 7 de 15 Q7 da prova

O motivo de emprego de vírgula na frase O bom cronista, talvez para sensibilizar seus leitores, traz para o texto personagens do cotidiano é o mesmo em

Questão 8 de 15 Q8 da prova

A palavra Mas (linha 25) pode ser substituída, sem que haja mudança de significado da frase em que ela se encontra, por

Questão 9 de 15 Q9 da prova

Considere as afirmativas abaixo, a respeito de pala vras do texto. I - A palavra que (linha 14) introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior. II - A palavra aí (linha 32) indica lugar. III - A palavra que (linha 42) poderia ser imediata- mente precedida da palavra de , sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase. Quais estão corretas?

Questão 10 de 15 Q10 da prova

Considere as afirmativas abaixo, com relação à funç ão sintática que as palavras ou expressões mencionadas desempenham no texto. I - o pavor da dengue (linhas 02 e 03) está para quem (linha 08) assim como ao Rio (linha 08) está para do Rio (linhas 11 e 12). II - por uma feroz onda de mosquitos (linhas 12 e 13) está para pelos responsáveis (linha 21) assim como duas frases (linha 23) está para isto (linha 31). III - no hotel (linha 14) está para no Rio (linha 44) assim como as entranhas do país (linha 46) está para Este serviço (linha 48). Quais estão corretas?

Questão 11 de 15 Q11 da prova
Instrução: Nas questões 11 a 15, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases.

As propostas ____________ todos optamos são as mesmas _____________ o advogado se referiu na reunião.

Questão 12 de 15 Q12 da prova

A mocinha, embora _____________ atordoada, fazia questão de afirmar que estava _____________ com a biblioteca desde _____ 16 h.

Questão 13 de 15 Q13 da prova

Se ____________________ o coordenador ainda hoje e __________________ os membros do conselho, talvez tenhamos _______________ votos.

Questão 14 de 15 Q14 da prova

É a dona da companhia que faz ________ vezes de bilheteiro quando necessário, e é ______ ela, _____ _ cuja autoridade todos obedecem, que os atores recor - rem quase sempre.

Questão 15 de 15 Q15 da prova

Quando ___________ o zelador, __________ que eu __________ na briga apenas para proteger o teu amigo.

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