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Prova Analista de Tecnologia da Informação - PROGESP/UFRGS
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Questão 1 de 10 Q1505884 Q1 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Assinale a alternativa que completa, correta e respec-tivamente, as lacunas das linhas 09, 17 e 18.

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Questão 2 de 10 Q1505886 Q2 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Assinale a alternativa que completa, correta e respecti-mente, as lacunas pontilhadas das linhas 34, 46 e 50.

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Questão 3 de 10 Q1505887 Q3 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto . I - O autor deixa claro que é indispensável que a p o- pulação seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las. II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, c on- forme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país. III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas neces- sidades. Quais estão corretas?

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Questão 4 de 10 Q1505889 Q4 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. As lições da dengue Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de evê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis cai u muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomand o todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária d o Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz on da de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo , na quinta passada, __________ 21 mensa- gens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate- boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviço s de saúde foi uma coisa muito triste. Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Si m, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organo- gramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento . Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá -lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pesso a ................... como proceder. A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio , a troca de acusações enfureceu as pessoas. Pergunta va uma leitora: "Até quando prefeito e governador cont i- nuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e munic ipal foi uma coisa sensata. As epidemias ................... as entranhas do pa ís, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micró- bios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria ................... aprender com eles. Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de ab ril de 2008.

Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto . I - O autor enfatiza, pelos exemplos que apresenta, o papel preponderante da imprensa na luta contra os problemas da sociedade. II - Depreende-se da leitura do texto que enfrentar as deficiências de um país e procurar solucioná-las é um modo eficiente de evitar epidemias. III - Percebe-se, no decorrer do texto, que a inten ção principal do autor é denunciar as condições precá- rias de atendimento médico no Rio de Janeiro. Quais estão corretas?

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Questão 5 de 10 Q1505893 Q6 da prova

As palavras ou expressões dei (linha 10), tão logo (linha 12) e implacável (linha 47) podem ser respec- tivamente substituídas, sem alterar o significado o u a correção das frases em que se encontram, por

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Questão 6 de 10 Q1505894 Q7 da prova

O motivo de emprego de vírgula na frase O bom cronista, talvez para sensibilizar seus leitores, traz para o texto personagens do cotidiano é o mesmo em

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Questão 7 de 10 Q1505896 Q8 da prova

A palavra Mas (linha 25) pode ser substituída, sem que haja mudança de significado da frase em que ela se encontra, por

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Questão 8 de 10 Q1505901 Q11 da prova
Instrução: Nas questões 11 a 15, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases.

As propostas ____________ todos optamos são as mesmas _____________ o advogado se referiu na reunião.

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Questão 9 de 10 Q1505905 Q13 da prova

Se ____________________ o coordenador ainda hoje e __________________ os membros do conselho, talvez tenhamos _______________ votos.

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Questão 10 de 10 Q1505908 Q15 da prova

Quando ___________ o zelador, __________ que eu __________ na briga apenas para proteger o teu amigo.

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