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Prova Agente de Fiscalização Ambiental - Pref. Igarapé-Miri/PA
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Questão 1 de 13 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No texto, defende-se a ideia de que

Questão 2 de 13 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No texto, o uso da expressão grifada em “mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença.” (3º parágrafo) refere-se

Questão 3 de 13 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

Ainda sobre a palavra “gargalos” (3º parágrafo), tal qual usada no texto. O referido vocábulo ilustra o uso da seguinte figura de linguagem:

Questão 4 de 13 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

A regra de acentuação seguida na palavra “Amazônia” (1º parágrafo) é a mesma usada em

Questão 5 de 13 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O termo “bioma” (1º parágrafo) é usado para retomar o vocábulo

Questão 6 de 13 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

As palavras grifadas em “O bioma com a maior biodiversidade do planeta, [...]” (1º parágrafo) apresentam em comum o mesmo

Questão 7 de 13 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O verbo grifado em “[…] a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais” (1º parágrafo) é acentuado porque está

Questão 8 de 13 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No segundo parágrafo, o pronome grifado em “São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma.” Se refere a (à)

Questão 9 de 13 Q9 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

A palavra “que”, tal como usada em “[…] a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.” (2º parágrafo), está desempenhando a função de

Questão 10 de 13 Q10 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, ao mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.
Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.
A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.
Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O uso da crase no trecho “Em visitas à região” (3º parágrafo) se justifica pela mesma regra utilizada em

Questão 11 de 13 Q11 da prova
Considere os dados abaixo para responder às questões 11 e 12 e 13.

A bandeira de um município paraense tem o formato retangular abaixo, em cujo interior destacam-se trapézios, T1 e T2, e um retângulo R. A área de T1 e o perímetro de R encontram-se indicados em seus interiores.

O maior lado do retângulo R mede 5 cm a mais do que seu menor lado, que mede

Questão 12 de 13 Q12 da prova
Considere os dados abaixo para responder às questões 11 e 12 e 13.

A bandeira de um município paraense tem o formato retangular abaixo, em cujo interior destacam-se trapézios, T1 e T2, e um retângulo R. A área de T1 e o perímetro de R encontram-se indicados em seus interiores.

A soma dos perímetros do retângulo central e do retângulo externo totaliza

Questão 13 de 13 Q13 da prova
Considere os dados abaixo para responder às questões 11 e 12 e 13.

A bandeira de um município paraense tem o formato retangular abaixo, em cujo interior destacam-se trapézios, T1 e T2, e um retângulo R. A área de T1 e o perímetro de R encontram-se indicados em seus interiores.

A área de cada um dos trapézios T2 mede

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