Provas para Download

Prova Agente de Controle Interno - Prefeitura de Calçado - PE
Visualizar os arquivos PDF
Ver agente-de-controle-interno.pdf
PDF
agente-de-controle-interno.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar agente-de-controle-interno.pdf
PDF
agente-de-controle-interno.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver agente-de-controle-interno.pdf
PDF
agente-de-controle-interno.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
7
Restantes
Questão 1 de 7 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

O texto enfatiza que ovos de dinossauros carnívoros são achados muito mais raros do que os de herbívoros. Esse fato está relacionado:

Questão 2 de 7 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

A reação dos pesquisadores ao encontrar o ovo revela um aspecto humano do fazer científico, frequentemente ausente em descrições técnicas. Essa reação evidencia:

Questão 3 de 7 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

O estado de preservação do ovo chamou atenção por sua raridade. Essa característica é particularmente relevante porque:

Questão 4 de 7 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

A menção ao fato de que o ovo pode ser de um dinossauro terópode tem relevância científica porque:

Questão 5 de 7 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

A transmissão ao vivo da descoberta do ovo de dinossauro demonstra uma nova forma de interação entre a ciência e o público. Nesse sentido, o episódio ilustra:

Questão 6 de 7 Q6 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

A postura cautelosa de Muñoz diante da hipótese de existência de um embrião mostra uma característica essencial da prática científica. Essa característica é:

Questão 7 de 7 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7. Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube. Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano". No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode. A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca. O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião. O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha. Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse. O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes. Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais. Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

Ao final, o texto destaca o potencial científico da descoberta para a compreensão da história evolutiva. Esse potencial está associado principalmente a:

Acertos
Erros
7
Total