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Prova Agente Administrativo Auxiliar - Pref. Paraí/GO
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Questão 1 de 38 Q1 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 04, 07 e 18.

Questão 2 de 38 Q2 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo “interminável” (l. 13) poderia ser substituído, sem alteração de sentido no trecho em que se encontra, por:

Questão 3 de 38 Q3 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar” (l. 02-03), infere-se predominantemente que o autor:

Questão 4 de 38 Q4 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 11, o autor faz referência à frase “de grão em grão, a galinha enche o papo”. Considerando o significado dessa frase, assinale a alternativa que apresenta sentido similar.

Questão 5 de 38 Q5 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Enumere as assertivas a seguir, em ordem crescente, de acordo com sua ordem de abordagem no texto. ( ) Menção ao trabalho das abelhas. ( ) Menção ao processo natural das coisas. ( ) Menção à lentidão do início de ano. ( ) Menção aos jovens como exemplo de impaciência. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 6 de 38 Q6 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei” (l. 26), infere-se predominantemente que o autor:

Questão 7 de 38 Q7 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta o correto referente do pronome “ele” (l. 18).

Questão 8 de 38 Q8 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta o correto referente do pronome “ele” (l. 20).

Questão 9 de 38 Q9 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais. Coluna 1 1. Adjetivo. 2. Pronome. 3. Conjunção. Coluna 2 ( ) “qualquer” (l. 01). ( ) “frenética” (l. 07). ( ) “me” (l. 10). ( ) “Mas” (l. 11). A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 10 de 38 Q10 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o fragmento adaptado do texto “Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa?”, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos termos sublinhados.

Questão 11 de 38 Q11 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o fragmento adaptado do texto “estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for?”, assinale a alternativa que indica uma preposição.

Questão 12 de 38 Q12 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho adaptado do texto “as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar”, caso a palavra sublinhada fosse substituída por sua forma singular, quantas outras alterações seriam necessárias para garantir a correta concordância verbo-nominal?

Questão 13 de 38 Q13 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho adaptado do texto “Uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano”, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito.

Questão 14 de 38 Q14 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho adaptado do texto “Ninguém produz mel”, assinale a alternativa que apresenta a correta transitividade verbal do verbo “produz”.

Questão 15 de 38 Q15 da prova
Não estou falando de abelhas Por Pedro Guerra Começo de ano é sempre um exercício de paciência para qualquer ansioso. Com o ritmo desacelerado graças às recentes festas e às férias de “todo mundo menos eu”, as primeiras semanas desse novo ciclo parecem engatinhar. E o que pode ser mais desafiador em um mundo que vive apre...ado do que aprender a reduzir a marcha? Com certeza entender que está tudo bem fazer o que se precisa com calma. Já faz algum tempo que li que uma abelha pousa em 40 mil flores todos os dias. Em sua busca pelo pólen e pelo néctar, a jornada frenética conver...e em um número antagônico, algo nada expressivo: uma única abelha pode produzir apenas cinco gramas de mel por ano. Fazendo contas rápidas, é necessário visitar 5 milhões de flores para que um só quilo de mel seja produzido. Essa saga toda me faz pensar na velha história contada desde que nos conhecemos por gente: de grão em grão, a galinha... Certo, estamos falando de abelhas. Mas a lógica serve. Passei o primeiro mês do ano da mesma forma que a maioria das pessoas: brincando (talvez um pouco sério demais) que janeiro estava sendo um mês interminável. E realmente foi. Mas se paro e penso que, em contrapartida, estamos seguidamente reclamando do quão rápido o tempo passa, um mês duradouro não seria motivo de festa? Nos últimos anos, aprendemos a nos acostumar com diversas ideias: a efemeridade e a descartabilidade das coisas, o que consequentemente resulta em vivências rápidas e soluções imediatas. Pergunte para qualquer jovem se ele está disposto a trabalhar incan...avelmente para produzir anualmente apenas 5 gramas de determinada coisa, que provavelmente haverá cara feia ou desistência. Estamos mal-acostumados com o processo das coisas – sim, ele continua existindo. Ninguém produz mel do dia pra noite. Dando continuidade aos ditados populares, tem aquela frase que diz que um dia entenderemos o porquê de tudo ter demorado o tempo que precisou demorar. Mas a questão toda é: estamos preparados para esperar esse tempo, seja ele qual for? E se esperarmos, quando “o mel” enfim ficar pronto, ainda teremos vontade de comê-lo, ou teremos desistido na metade do caminho? Em terra de ansioso, quem cultiva a paciência é rei. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/02/nao-estou-falando-de-abelhas – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é uma conjunção.

Questão 16 de 38 Q16 da prova

Dos municípios abaixo, qual NÃO é limítrofe do município de Paraí?

Questão 17 de 38 Q17 da prova

Em relação à agricultura, qual é o principal cultivo do município de Paraí?

Questão 18 de 38 Q18 da prova

No século XVIII, surgiu a produção de carne-seca no Rio Grande do Sul, que se beneficiou da abundância de carne bovina na região. A carne-seca do sul permanecia por mais de um ano sem estragar. Continha mais sal, com secagem mais intensa ao sol e ao vento e recebeu um nome de origem quíchua. Qual nome essa carne recebeu?

Questão 19 de 38 Q19 da prova

Após a redemocratização do Brasil, foram estabelecidas regras importantes para estruturar a educação no país e organizar as escolas. A Lei __________ , de 1996, é uma dessas regras fundamentais. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 20 de 38 Q20 da prova

Leia o poema a seguir: “João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história”. O poema acima chama-se “Quadrilha”. Por qual poeta esse poema foi escrito?

Questão 21 de 38 Q21 da prova

Segundo a Lei Orgânica de Paraí, é competência do município, em comum com a União ou com o estado ou supletivamente a eles: I. Promover o ensino, a educação e a cultura. II. Estimular o melhor aproveitamento da terra. III. Estancar a educação e a prática desportiva. Quais estão corretas?

Questão 22 de 38 Q22 da prova

Com fundamento no Plano de Carreira de Paraí, analise as assertivas abaixo: I. Em princípio, o servidor não merece ser promovido de classe. II. Os ocupantes de cargos em comissão têm a atribuição de conduzir os serviços das unidades. III. O tempo de exercício na classe é um critério para promoção. Quais estão corretas?

Questão 23 de 38 Q23 da prova

Segundo os termos da Constituição Federal, é um direito social o(a):

Questão 24 de 38 Q24 da prova

Fundamentando-se no Regime Jurídico de Paraí, analise as assertivas abaixo: I. Quando não estabelecido em regulamento ou lei, o horário de expediente das repartições será determinado pelo prefeito. II. O horário normal de trabalho poderá ser superior a 10 horas diárias. III. O ponto é uma forma de controle da frequência do servidor. Quais estão corretas?

Questão 25 de 38 Q25 da prova

Segundo o Estatuto da Igualdade Racial do Rio Grande do Sul, a lei prevê políticas que valorizem: I. A cultura do hip-hop. II. O canto do rap. III. A dança do break. Quais estão corretas?

Questão 26 de 38 Q26 da prova

Segundo os termos da Lei Orgânica de Paraí, o responsável por autorizar previamente a aquisição de bens imóveis pelo município é o(a):

Questão 27 de 38 Q27 da prova

Com base no Plano de Carreira de Paraí, são critérios para promoção: I. Merecimento. II. Filiação partidária. III. Tempo de exercício em cada classe. Quais estão corretos?

Questão 28 de 38 Q28 da prova

Segundo o Regime Jurídico de Paraí, o aproveitamento de servidor em disponibilidade há mais de _______ meses dependerá de comprovação prévia da sua capacidade física e mental, por junta médica oficial. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 29 de 38 Q29 da prova

Segundo a Constituição do Rio Grande do Sul, é direito do servidor público um adicional de remuneração para as atividades:

Questão 30 de 38 Q30 da prova

Com base na Constituição Federal, analise as assertivas abaixo: I. Ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. II. A liberdade de associação para fins lícitos é plena. III. A manifestação do pensamento é livre. Quais estão corretas?

Questão 31 de 38 Q31 da prova

Os agentes administrativos de um setor estão tentando descobrir a idade de Rodolfo, o mais antigo funcionário entre eles. Rodolfo disse que sua idade somada a 35 é igual ao triplo da sua idade menos 45. Qual é a idade de Rodolfo?

Questão 32 de 38 Q32 da prova

Em um pedido de folhas de ofício, foram entregues 50 mil unidades, que custaram R$ 2.000,00. Caso o pedido fosse de 175 mil unidades, o valor total seria:

Questão 33 de 38 Q33 da prova

Um agente administrativo perfura 54 folhas em um minuto. Trabalhando em um processo, ele demorou 25 minutos para perfurar todas as folhas. Determine o tempo, em minutos, que outro agente, cujo ritmo é de 45 folhas perfuradas por minuto, levará para perfurar as folhas do mesmo processo.

Questão 34 de 38 Q34 da prova

Para se manter hidratada, uma pessoa deve tomar 3 copos de água por hora. Ela fica acordada 16 horas por dia. Nesse caso, ela deve tomar quantos copos de água por dia?

Questão 35 de 38 Q35 da prova

Determine o valor dos juros produzidos em uma aplicação, sob regime de juros simples, de um capital de R$ 23.000,00, aplicado a uma taxa trimestral de 3% durante 12 meses.

Questão 36 de 38 Q37 da prova

Reginaldo ficou responsável por contar as páginas de diversos processos. Ao se reportar a Estevão, seu superior, disse que apenas um processo continha um número primo como quantidade de páginas. Qual alternativa indica essa quantidade?

Questão 37 de 38 Q39 da prova

A nota de produtividade dos funcionários de determinado setor é dada pela seguinte função do primeiro grau: f(x) = 3x + 12, onde x é a quantidade de processos despachados pelo funcionário na semana. Sendo assim, um funcionário que despachou 138 processos irá tirar nota:

Questão 38 de 38 Q40 da prova

Três agentes administrativos, Antônio, Pedro e João, foram escolhidos para realizar três tarefas: fazer xerox, atender ao telefone e arquivar processos. Todavia, não se sabe quem faz o quê, apenas que quem faz uma função não faz outra. A partir das pistas abaixo, assinale a alternativa correta.  João não trabalha no xerox nem no telefone.  Pedro não arquiva processos.  Antônio trabalha fazendo xerox ou arquivando processos.

Acertos
Erros
38
Total