Provas para Download

Prova TNS - Fonoaudiólogo 40h - Pref. Ubá/MG
Visualizar os arquivos PDF
Ver tns-fonoaudiologo-40h.pdf
PDF
tns-fonoaudiologo-40h.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar tns-fonoaudiologo-40h.pdf
PDF
tns-fonoaudiologo-40h.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver tns-fonoaudiologo-40h.pdf
PDF
tns-fonoaudiologo-40h.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
30
Restantes
Questão 1 de 30 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

A respeito do gênero do texto de Rosana Machado, publicado no início de 2020, é correto afirmar que se trata de

Questão 2 de 30 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

O texto defende a tese de que

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Releia o seguinte trecho. “Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950.” A preposição destacada poderia ser substituída, sem prejuízo para a coesão e para a coerência do texto, por

Questão 4 de 30 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Elisa Guimarães, na obra Texto, discurso e ensino, faz as seguintes considerações. “Observa-se que a nossos discursos em geral somam-se outras vozes, quando nos exprimimos, por exemplo, por meio de uma expressão cristalizada na sociedade: “Casa de ferreiro, espeto de pau” – “É de pequenino que se torce o pepino” – o provérbio refletindo a “sabedoria popular” pela qual nos deixamos contagiar. As aspas que usamos frequentemente têm a função de esclarecer que estamos nos permitindo repetir o que disse o outro. O discurso jornalístico, no afã de deixar clara a fonte da informação, utiliza-se do discurso indireto. Assim, não é raro nos depararmos em jornais com enunciados como “O presidente da comissão afirmou que...”.” A propósito de tais considerações, é correto afirmar que o texto de Rosana Machado

Questão 5 de 30 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Analise a charge a seguir, uma paródia da bandeira da China, publicada em um jornal dinamarquês por ocasião das notícias sobre o coronavírus. Considerando o exposto no texto de Rosana Machado, é correto afirmar que essa charge apresenta um conteúdo

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Assinale a alternativa em que o trecho destacado é uma oração adjetiva restritiva.

Questão 7 de 30 Q7 da prova

Releia o seguinte trecho. “O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado.” A oração reduzida, em destaque, exprime a relação lógica de

Questão 8 de 30 Q8 da prova

Releia os trechos a seguir, que foram reescritos com pequenas alterações. I. “Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos.” / Coronavírus expõe nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos. II. “Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral [...]”. / Passada a Sars, a notícia do coronavírus hoje se espalha por meio de uma onda de pânico moral [...]. III. “Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade.” / Os bons selvagens eram os nativos de alma pura que não conheciam a malícia e a maldade. Acarretou mudança de sentido a reescrita do(s) trecho(s)

Questão 9 de 30 Q9 da prova

A palavra “coronavírus” é formada pelo processo de

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra destacada é uma conjunção subordinativa conformativa.

Questão 11 de 30 Q11 da prova

A média das alturas dos dez jogadores de basquete da seleção de uma escola é 1,90 m. Por uma definição técnica, o menor jogador do time, que mede 1,80 m, é substituído por outro. Após a substituição, a média das alturas dos jogadores passa a ser 1,92 m. Sendo assim, qual é a altura do jogador substituto?

Questão 12 de 30 Q12 da prova

A tabela a seguir apresenta, de acordo com o Censo 2010 realizado no Brasil, o número de municípios por região brasileira. Fonte: IBGE – CENSO 2010. Acesso em: 27 out. 2021. Os dados a seguir representam o percentual de municípios brasileiros que têm a iniciativa da coleta seletiva por região. Com base nos dados apresentados, escolhendo-se ao acaso um dos municípios brasileiros que têm a iniciativa da coleta seletiva, a probabilidade de ser um município da região Centro-Oeste é de, aproximadamente,

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Para as comemorações do aniversário de sua empresa, Eva contratou quatro comediantes de comédia stand up. Durante a festa, Eva distribuirá entre os comediantes, por meio de um sorteio, cinco temas diferentes, numerados de 1 a 5, que deverão ser apresentados em ordem crescente. Todos os temas deverão ser apresentados, cada tema só poderá ser executado por um único comediante e cada comediante deverá apresentar pelo menos um dos temas propostos. Logo, o número de maneiras distintas em que os cinco temas poderão ser apresentados pelos comediantes é igual a

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Pedro desafiou Davi a descobrir o dia do mês em que ele fará aniversário. Para isso, Pedro deu três dicas: – O dia do mês do meu aniversário é um número primo. – Somando-se uma unidade ao dia do mês em que eu nasci, obtém-se um número divisível por 6. – O antecessor do dia do mês do meu aniversário é múltiplo de 4. Considerando que Davi analisará corretamente todas as dicas, ele conseguirá acertar o dia do mês do aniversário de Pedro, no máximo, na

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Considere a seguinte proposição: Não entende direito constitucional ou entende direito tributário. A negação dessa proposição é:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

Analise as seguintes afirmativas sobre o Microsoft Excel para Office 365. I. Não é possível exportar dados para o Microsoft Excel diretamente de um arquivo de texto ou documento do Word. II. Usando o assistente de importação de texto no Microsoft Excel, é possível importar dados de um arquivo de texto para uma planilha. III. O assistente de importação de texto do Microsoft Excel examina o arquivo de texto que está sendo importado e ajuda a garantir que os dados sejam importados da maneira desejada. Estão corretas as afirmativas

Questão 17 de 30 Q17 da prova

Analise as seguintes afirmativas sobre backup. I. Backup é um termo em inglês que significa cópia de segurança. II. É a existência de cópia de um ou mais arquivos guardados em diferentes dispositivos de armazenamento. III. A fita é um meio de armazenamento utilizado para fazer backup. Estão corretas as afirmativas

Questão 18 de 30 Q18 da prova

São extensões válidas de salvamento de arquivos que podemos escolher ao solicitar a opção “Salvar Como” no Microsoft Word para Office 365, exceto:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

Considerando as informações sobre ataques na internet disponibilizadas pelo Cert.br, assinale a alternativa incorreta.

Questão 20 de 30 Q20 da prova

A opção do Painel de Controle no Microsoft Windows 10 em que se pode alterar o formato de números do sistema operacional é:

Questão 21 de 30 Q21 da prova

O Código de Ética da Fonoaudiologia (2016) regulamenta os direitos e os deveres dos fonoaudiólogos e estabelece as infrações dos profissionais inscritos nos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, segundo suas atribuições específicas. Em relação à atuação profissional do fonoaudiólogo, assinale a afirmativa correta.

Questão 22 de 30 Q22 da prova

Os achados aos exames da função auditiva são característicos e distintos em cada quadro otoneurológico. Por isso, as informações colhidas na anamnese são fundamentais para uma interpretação adequada do quadro clínico do paciente. Em relação às doenças otoneurológicas, assinale a alternativa cujo achado da audiometria não está de acordo com a patologia.

Questão 23 de 30 Q23 da prova

A avaliação audiológica é composta por diversos procedimentos comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos. A confirmação da perda auditiva não é obtida pelo resultado de um único exame, sendo necessária a aplicação de um conjunto de procedimentos que será analisado, permitindo classificar a alteração auditiva existente. Analise as seguintes afirmativas relacionadas à avaliação audiológica. I. O índice percentual de reconhecimento de fala (IPRF) confirma os limiares tonais audiométricos e auxilia no topodiagnóstico. II. Entre as aplicações clínicas dos potenciais evocados auditivos está a avaliação da sensitividade auditiva em pacientes que não conseguem responder aos testes audiológicos convencionais. III. No exame audiométrico é desnecessário utilizar a técnica de mascaramento na presença de perdas auditivas neurossensoriais assimétricas. IV. A eletrococleografia é o teste de escolha para o diagnóstico de hydrops endolinfático, identificando, em muitos casos, a presença da doença no ouvido sem perda auditiva. Estão corretas as afirmativas

Questão 24 de 30 Q24 da prova

Assinale a alternativa que apresenta os achados imitanciométricos (curvas timpanométricas e reflexos acústicos contralaterais) mais prováveis para o caso apresentado no audiograma.

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao caso apresentado no audiograma, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) O teste de Weber irá lateralizar para a orelha direita na frequência de 500 Hz. ( ) As emissões otoacústicas transientes estarão presentes na orelha direita e ausentes na orelha esquerda. ( ) Não será necessário o uso do mascaramento para obtenção dos limiares tonais por via aérea da orelha esquerda. ( ) Será necessário o uso do mascaramento para obtenção dos limiares tonais por via óssea da orelha direita. Assinale a sequência correta.

Questão 26 de 30 Q26 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o resultado da audiometria tonal liminar correto, de acordo com a classificação de Lloyd e Kaplan (1978).

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Em relação às manobras posturais de cabeça utilizadas na reabilitação das disfagias, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) A cabeça para baixo é indicada para indivíduos com atraso de deglutição faríngea, com fechamento laríngeo reduzido e com redução da retração da base da língua. ( ) A cabeça rodada é indicada para indivíduos que apresentam alterações musculares unilaterais, deixando que o bolo seja impulsionado para o lado não afetado. ( ) A cabeça para trás é indicada para indivíduos que apresentam broncoaspiração, favorecendo o fechamento do adito da laringe com a base da língua durante a deglutição. Assinale a sequência correta.

Questão 28 de 30 Q28 da prova

“A Promoção de saúde foi definida como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo.” (Carta de Ottawa, 1986). Sobre a atuação do fonoaudiólogo em promoção de saúde, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) As ações do fonoaudiólogo no serviço público de saúde devem ser definidas pelo próprio profissional por meio de critérios marcadamente clínicos e relacionados à prática clínica individual. ( ) O fonoaudiólogo deve atender a todos os pacientes com problemas de fala, linguagem, voz e motricidade oral na Unidade Básica de Saúde, uma vez que este é o local mais apropriado para tratar os problemas de saúde dos usuários do SUS. ( ) O trabalho do fonoaudiólogo com o objetivo de prevenção deve ter como expectativa maior o tratamento dos agravos fonoaudiológicos, em um prisma assistencial que percebe a saúde do indivíduo e da comunidade como ausência de doença. ( ) O fonoaudiólogo deve participar da elaboração de programas comunitários que venham ao encontro dos interesses e das necessidades daquela comunidade. Assinale a sequência correta.

Questão 29 de 30 Q29 da prova

Sobre os aspectos da avaliação fonoaudiológica em voz, assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) O ataque vocal do tipo soproso pode ser encontrado em indivíduos com paralisia de prega vocal. ( ) Alterações de ritmo ou de sequencialização das sílabas, no teste de diadococinesia, são encontradas em indivíduos com disartria cerebelar. ( ) O uso do registro basal como registro habitual de fala é encontrado em indivíduos com forte contração da musculatura cricoaritenoidea posterior. ( ) A ressonância de foco vertical alto é comumente encontrada em indivíduos com incompetência velofaríngea. Assinale a sequência correta.

Questão 30 de 30 Q30 da prova

Os nódulos vocais são as principais causas das disfonias entre as crianças, e estão diretamente relacionados ao abuso vocal. Em relação à atuação fonoaudiológica nas disfonias infantis, analise o seguinte caso: Uma criança de 9 anos de idade, sexo masculino, foi encaminhada pelo otorrinolaringologista para o fonoaudiólogo em decorrência de nódulos vocais bilaterais. Considere as seguintes técnicas utilizadas na fonoterapia: I. De sons nasais II. De sons plosivos III. De sons vibrantes IV. De sons basais As técnicas indicadas para o tratamento dos nódulos vocais apresentados pela criança são

Acertos
Erros
30
Total