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Prova TNS - Educador Físico 30h - Pref. Ubá/MG
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Questão 1 de 12 Q1451530 Q4 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Elisa Guimarães, na obra Texto, discurso e ensino, faz as seguintes considerações. “Observa-se que a nossos discursos em geral somam-se outras vozes, quando nos exprimimos, por exemplo, por meio de uma expressão cristalizada na sociedade: “Casa de ferreiro, espeto de pau” – “É de pequenino que se torce o pepino” – o provérbio refletindo a “sabedoria popular” pela qual nos deixamos contagiar. As aspas que usamos frequentemente têm a função de esclarecer que estamos nos permitindo repetir o que disse o outro. O discurso jornalístico, no afã de deixar clara a fonte da informação, utiliza-se do discurso indireto. Assim, não é raro nos depararmos em jornais com enunciados como “O presidente da comissão afirmou que...”.” GUIMARÃES, 2009, p. 90-91. A propósito de tais considerações, é correto afirmar que o texto de Rosana Machado

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Questão 2 de 12 Q1451532 Q5 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Analise a charge a seguir, uma paródia da bandeira da China, publicada em um jornal dinamarquês por ocasião das notícias sobre o coronavírus. Disponível em: www.dw.com/pt-br. Acesso em: 10 fev. 2020. Considerando o exposto no texto de Rosana Machado, é correto afirmar que essa charge apresenta um conteúdo

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Questão 3 de 12 Q1451564 Q21 da prova

Um determinado torneio municipal na modalidade tênis de mesa adotou como critério principal o sistema de disputa eliminatória simples. Nesse sistema, são disputadas partidas entre dois competidores, com a eliminação do perdedor e a promoção do vencedor para a fase seguinte. Com a inscrição de 512 participantes, o competidor campeão venceu, obrigatoriamente,

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Questão 4 de 12 Q1451566 Q22 da prova

O sistema ósseo ou esquelético é composto de ossos e partes cartilaginosas, e sua função é fornecer suporte e proteção ao corpo humano, permitir movimento, produzir células sanguíneas (hemopoese) e armazenar minerais. Os ossos axiais, ou esqueleto axial, são formados

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Questão 5 de 12 Q1451568 Q23 da prova

Na natação, cada estilo exige que o nadador se adapte e mantenha a postura ideal, objetivando desempenho pleno e diminuição do risco de lesões. Em um determinado estilo, os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sendo que os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada. Ao iniciar as pernadas, há uma flexão das pernas, afundando levemente os joelhos e aproximando os tornozelos e calcanhares do quadril. O estilo descrito é característico do nado

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Questão 6 de 12 Q1451570 Q24 da prova

O basquetebol é uma modalidade esportiva olímpica, caracterizada como um esporte escolar de invasão ou territorial. O objetivo do jogo é inserir a bola no cesto fixo do adversário, localizado na extremidade da quadra. A “bandeja” no basquetebol pode ser caracterizada como

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Questão 7 de 12 Q1451572 Q25 da prova

Durante a realização de exercício físico, a energia ativa liberada no músculo ocorre sobre os elementos contráteis, induzindo o encurtamento da fibra muscular. Dentre os processos distintos e integrados que operam para satisfazer a demanda energética do músculo, o sistema anaeróbico alático é caracterizado pela

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Questão 8 de 12 Q1451573 Q26 da prova

A psicomotricidade pode ser definida como a resposta motora da interação do indivíduo com o meio, iniciada no(na):

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Questão 9 de 12 Q1451576 Q27 da prova

No treinamento esportivo, a reação ao objeto em movimento é encontrada mais frequentemente nos jogos desportivos e nas modalidades de combate. A rapidez da reação motora complexa é caracterizada pelo tempo de reação sem o atleta conhecer o sinal da ação de resposta. Considere os componentes a seguir. I. Fixação visual da bola (objeto em movimento) II. Avaliação da direção e da velocidade da bola III. Escolha do plano de ações e o início da execução das ações No futebol, na reação do goleiro à bola chutada, podem-se distinguir os seguintes componentes

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Questão 10 de 12 Q1451577 Q28 da prova

Um movimento de alavanca acontece quando músculos geram tensão e tracionam os ossos para sustentar ou mover resistências, assim ocorre a ação da alavanca. Cada tipo de alavanca humana tem características próprias e vantagens em relação a equilíbrio, força e velocidade. Analise as afirmativas a seguir, referentes aos tipos de alavancas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) As alavancas interpotentes foram projetadas para possibilitar aumento da velocidade ao segmento distal do corpo e mover um pequeno peso a longa distância. ( ) Alavancas de primeira classe ou interfixas exercem força no centro do sistema, a resistência é aplicada entre o eixo e a força potente. No corpo humano, um exemplo desse tipo de alavanca acontece no tornozelo com o músculo flexor plantar. ( ) Em alavancas de segunda classe ou inter-resistentes, a resistência e a força são produzidas em lados opostos do eixo; no corpo humano, essa ação ocorre com a movimentação dos músculos agonistas e antagonistas, e cada grupo muscular age em lados opostos da articulação. Assinale a sequência correta.

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Questão 11 de 12 Q1451579 Q29 da prova

Na modalidade futsal, todos os jogadores devem defender e atacar, independentemente da definição das posições de jogo, sendo considerado um esporte muito dinâmico, que permite a constante troca de posições dos jogadores. Numa partida oficial, deve receber cartão vermelho, ou seja, ser expulso, o jogador de quadra ou jogador reserva, que cometer a seguinte infração:

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Questão 12 de 12 Q1451581 Q30 da prova

Um programa de treinamento de força na musculação visa a melhora do desempenho e possui um conjunto de atividades próprias, com exercícios e carga de treinamento. Quando o objetivo é otimização da força máxima, as variáveis primárias são o volume e a intensidade. O volume no treinamento de força é entendido como

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