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Prova Técnico em Nutrição e Dietética - PROGESP/UFRGS
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das linhas 04, 07 e 39.

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas indicadas por linhas pontilhadas nas linhas 11, 15 e 33.

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Considere as informações abaixo. I - À época do encontro referido no texto, Diógenes estava em Corinto. II - Plutarco foi testemunha do encontro referido no texto. III - Diógenes não sabia da importância daquele homem que viera vê-lo. Quais são sustentadas pelo que é dito no texto?

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Assinale a alternativa correta, com relação ao texto.

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Assinale a alternativa em que a palavra da direita NÃO substitui corretamente a palavra da esquerda, considerando o sentido do texto.

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Nos trechos abaixo, assinale se a palavra destacada é preposição (P) ou artigo (A). ( ) quanto a visita (l. 03) ( ) que Alexandre Magno fez a Diógenes (l. 03-04) ( ) Foi a partir do depoimento (l. 08-09) ( ) não conseguiu diminuir a importância da cena (l. 13-14) Assinale a alternativa que apresenta a sequência de preenchimento correta dos parênteses, de cima para baixo.

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

O presente do indicativo em É o historiador Plutarco quem conta ... (l. 22) está sendo empregado para

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Considere as seguintes propostas de reescrita do trecho: “Sim” respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim” . (l. 35-36) Assinale a correta.

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Quanto a formação e classe das palavras, considere os itens abaixo. I - despojamento (l. 37) II - altivez (l. 38) III - perfeitamente (l. 50) Quais são substantivos derivados de adjetivos?

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Dentre as inúmeras histórias, verdadeiras ou inventadas, que a Antiguidade nos legou, talvez nenhuma seja tão conhecida quanto a visita que Alexandre Magno fez a Diógenes, o filósofo ________ , no ano de 336 antes de Cristo. Nunca teremos um relato definitivo deste encontro notável, já que ________, nem outro deixaram qualquer registro das palavras que trocaram naquele dia. Foi a partir do depoimento de algumas testemunhas que escritores, pintores e historiadores construíram, ao longo dos séculos, uma verdadeira teia de versões, que ...... ..... no detalhe mas concordam no principal. A divergência entre os vários relatos não conseguiu diminuir a importância da cena, pois ali se encontraram, frente ........... frente, um grande filósofo e um grande guerreiro. Nada podia ser mais simbólico: de um lado, um dos maiores sábios de toda a Grécia, que passou a vida demonstrando sua aversão por qualquer espécie de poder; do outro, o jovem macedônio, que seria conhecido e respeitado por todo o Mundo Antigo como o maior chefe militar de todos os tempos. É o historiador Plutarco quem conta: tendo conquistado a Grécia, Alexandre, que já conhecia o renome de Diógenes, foi a Corinto para vê-lo. Os políticos locais receberam-no com honras de chefe de Estado, assim como os filósofos – menos Diógenes, que parecia não dar a mínima para sua presença na cidade. Alexandre, magnânimo, não se importou em inverter o protocolo, indo ele mesmo, com uma pequena comitiva, procurar o filósofo, que tomava sol no meio da rua, num subúrbio da cidade. Ao ver o grupo que se aproximava, Diógenes soergueu-se sobre os cotovelos e fitou serenamente o rei, que ........... saudou polidamente e perguntou se poderia fazer alguma coisa por ele. “Sim”, respondeu Diógenes, “sai da minha frente, que estás fazendo sombra para mim”. Alexandre ficou tão impressionado com aquele despojamento e aquela corajosa altivez que, no caminho de volta, teria confessado aos companheiros, que riam da ________ do filósofo: “Pois eu, se não fosse Alexandre, juro que gostaria de ser Diógenes”. Lições como esta sempre deixaram bem claro que, para os antigos, a sabedoria na vida não significa necessariamente profundos conhecimentos teóricos, mas antes um inconfundível espírito soberano, capaz de resistir serenamente às sereias do poder e da ambição, que sempre atraem os incautos para os recifes da incerteza. Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. Adaptado de: Moreno, C. O sol e a sombra. Zero Hora , 30 de outubro de 2012 | N° 17238.

Considere as afirmações a seguir sobre o período abaixo e assinale-as com V (verdadeiro) ou F (falso). Alexandre, que, antes de ser soldado, tinha sido discípulo dileto de Aristóteles, deve ter compreendido perfeitamente o que Diógenes, à sua maneira, acabara de lembrar: o conhecimento é um sol que nos aquece; o poder, este, sempre será uma sombra. (l. 48-53) ( ) A locução deve ter compreendido indica um fato hipotético que possivelmente tenha ocorrido no passado. ( ) O locução verbal acabara de lembrar indica um fato passado posterior a outro também passado. ( ) O pronome este , que vem depois da expressão o poder , funciona para dar destaque a esta expressão. ( ) O advérbio sempre indica um estado de coisas permanente. Assinale a alternativa que apresenta a sequência de preenchimento correta dos parênteses, de cima para baixo.

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