Os platelmintos (do grego platy, “chato”, e helmins, “verme”), também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Platyhelminthes, reino Animália e sub-reino Metazoa. O corpo dos platelmintos é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos, e algumas espécies parasitam animais (principalmente mamíferos). Tratando-se de vermes, os platelmintos podem causar diversas doenças para o organismo do ser humano. Em sendo assim, são exemplos de parasitas platelmintos:
A NR 32 dispõe sobre a segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de saúde, a probabilidade de exposição ocupacional a microrganismos geneticamente modificados ou não, a culturas de células, a parasitas, a toxinas e a príons. Essa norma refere-se ao conceito de
Uma criança deu entrada em um hospital com um quadro de dor e edema nas articulações dos joelhos, tornozelos, punhos e cotovelos. Os pais do paciente relataram infecção de garganta (orofaringe) ocorrida há aproximadamente 14 dias. O teste sorológico ASLO resultou em valores elevados. Essas indicações pressupõem a infecção na orofaringe por
As doenças infecciosas são, geralmente, provocadas por microrganismos que invadem o corpo e se multiplicam. Embora alguns microrganismos sejam capazes de originar alterações no portador logo que entram em contato com o seu organismo, na maioria dos casos, os sinais e sintomas apenas se manifestam algum tempo depois da produção do contágio. O período compreendido entre o contágio pelo agente infeccioso e o aparecimento de sinais e sintomas da fase aguda da patologia é denominado
O processamento das amostras para exames laboratoriais é composto por três fases denominadas de pré-analítica, analítica e pós-analítica. Com o uso de equipamentos automatizados no laboratório de hematologia, o processo analítico e seu controle se tornaram mais confiáveis. Contudo, erros ainda ocorrem e são, na maioria dos casos, observados durante as fases pré e pós-analítica, as quais são conjuntamente chamadas de fase extra-analítica. Na hematologia, a falha na homogeneização adequada do sangue em tubo com anticoagulante precipita a formação de microcoágulos. Por isso, é recomendado homogeinizar os tubos
O sistema imune é o conjunto de células, tecidos, órgãos e moléculas que os humanos e outros seres vivos usam para a eliminação de agentes ou moléculas estranhas, inclusive o câncer, com a finalidade de se manter a homeostasia do organismo. Os mecanismos fisiológicos do sistema imune consistem numa resposta coordenada dessas células e moléculas diante dos organismos infecciosos e dos demais ativadores, o que leva ao aparecimento de respostas específicas e seletivas, inclusive com memória imunitária, que também pode ser criada artificialmente, através das vacinas. Entre os tipos de resposta imune propriamente dita, a adaptativa tem como característica principal:
No controle microbiológico, um dos agentes físicos utilizados para esse fim promove a morte dos microorganismos pela oxidação de constituintes celulares e desnaturação de proteínas e ácidos nucléicos. Penetra nas substâncias de uma forma mais lenta, exigindo temperaturas mais elevadas e tempos mais longos, para que haja uma eficaz esterilização. O texto supracitado refere-se à
Variações muito grandes na dosagem do colesterol e triglicérides limitam sua utilização clínica. Essas variações podem ser analíticas, quando relacionadas à metodologia e a procedimentos utilizados pelos laboratórios; e pré-analíticas quando relacionadas a fatores intrínsecos do indivíduo, estilo de vida (obesidade, idade, consumo de álcool, estresse, sedentarismo, tabagismo, entre outros), uso de medicação (drogas hipolipemientes), doenças associadas (diabetes, hipotireoidismo, entre outras), procedimento de coleta e preparo da amostra. Os fatores pré-analíticos, especialmente os de origem biológica (intraindividual, idade, sexo e raça), são os principais responsáveis pela variabilidade dos resultados. O tempo de jejum é mais crítico para as dosagens de
A Sífilis, causada pelo Treponema pallidum, é uma das principais infecções sexualmente transmissíveis (IST). Apesar de ser uma doença antiga, o diagnóstico ainda se baseia na realização de testes em etapas múltiplas, utilizando fluxogramas com realização de testes treponêmicos e não treponêmicos, dependendo da fase evolutiva da doença. Os testes não treponêmicos são inespecíficos e detectam a produção de anticorpos IgG e IgM contra a cardiolipina liberada pelos treponemas, conhecidos como reaginas. Entre as principais técnicas de diagnóstico, a de VDRL é amplamente utilizada no diagnóstico de sífilis. Sobre essa técnica, podemos afirmar que
A Biossegurança é o conjunto de procedimentos, ações, técnicas, metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de eliminar ou minimizar riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, que podem comprometer a saúde do homem, dos animais e do meio ambiente. As medidas de biossegurança devem ser adotadas por laboratórios e associada a um plano de educação, com base nas normas nacionais e internacionais, garantindo assim a segurança e integridade vital dos funcionários. A fim de que a contenção exerça sua função dentro do laboratório, é imprescindível o conhecimento acerca do manuseio dos equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI e EPC) e da disponibilidade para a sua utilização. Os principais EPI que devem ser utilizados no laboratório de análises clínicas são



















