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Prova Servente de Obras - Pref. Nova Friburgo/RJ
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Questão 1 de 24 Q1047955 Q1 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

Em relação à temática do texto, podemos afirmar que:

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Questão 2 de 24 Q1047956 Q2 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

No trecho exposto no 3º§ do texto “ – Pois é! Não vê que eu sou o sereno. ”, há o uso do travessão. Tal sinal de pontuação foi utilizado, neste contexto, para

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Questão 3 de 24 Q1047957 Q3 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

Em “ E já estava devidamente grandezinho, [...]” (1º§), há uma palavra que se encontra flexionada no grau diminutivo, assim como as seguintes alternativas, EXCETO:

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Questão 4 de 24 Q1047958 Q4 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

As palavras a seguir foram retiradas do texto; a divisão silábica está correta em:

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Questão 5 de 24 Q1047959 Q5 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

O sinônimo correto da palavra em destaque no trecho “ Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, [...]” (4º§) é:

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Questão 6 de 24 Q1047960 Q6 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

Assinale a alternativa em que está presente o antônimo INCORRETO do termo em destaque.

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Questão 7 de 24 Q1047961 Q7 da prova
Coisas & Pessoas

Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: "Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!" Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredor mir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)

No trecho “[...] um vulto junto à minha cama, [...]” (2º§) foi empregado o acento grave, denominado crase. Quanto ao uso correto deste acento, podemos afirmar que:

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Questão 8 de 24 Q1047962 Q8 da prova

As charges retratam temas da atualidade, com a capacidade de transmitir informações com poucas palavras. Nesta charge há uma crítica quanto

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Questão 9 de 24 Q1047964 Q10 da prova

Em “Obrigada pela visita, meus netinhos, fico muito feliz.”, há o uso correto da flexão de gênero da palavra “obrigado” que, no feminino, trata-se de “obrigada”. Há ERRO quanto à flexão de gênero em:

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Questão 10 de 24 Q1047966 Q12 da prova

Considere a seguinte sequência lógica: (91, 183, 367, 735, 1.471, Y) Se Y é o próximo termo dessa sequência, qual é o valor de Y dividido por 9?

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Questão 11 de 24 Q1047967 Q13 da prova

A seguir são apresentados elementos que possuem entre si uma relação lógica: I. Chafariz. II. Chuveiro. III. Mangueira. IV. Madeira. Qual, dentre os elementos apresentados, NÃO pertence ao grupo lógico dos demais?

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Questão 12 de 24 Q1047969 Q15 da prova

Isabela é a irmã mais velha de Isadora. Certo dia, as duas mediram suas respectivas alturas e encontraram os seguintes valores: 1,48 m para a irmã mais velha e 1,25 m para a irmã mais nova. Se, em um ano, Isabela crescer 8 cm e Isadora crescer 10 cm, qual será a diferença entre as alturas das duas irmãs?

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Questão 13 de 24 Q1047970 Q16 da prova

Josué e Jonas são amigos e ambos nasceram em agosto do mesmo ano. Sabe-se que Josué nasceu em uma quarta-feira, dia 28, e Jonas nasceu na primeira terça-feira do mês de agosto. De acordo com tais informações, em que dia de agosto Jonas nasceu?

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Questão 14 de 24 Q1047972 Q18 da prova

Geralda possui três netos: João, Fernando e Carla. Certo dia, os netos de Geralda perguntaram com quantos anos ela havia se casado com o avô deles e ela respondeu: “Quando eu me casei com seu avô, eu tinha uma idade que equivale a 6/7 da soma das idades de vocês”. Sabendo-se que João é um ano mais novo que Fernando e um ano mais velho que Carla, e que a soma das idades de Fernando e Carla é 14 anos, com quantos anos Geralda se casou?

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Questão 15 de 24 Q1047973 Q19 da prova

Quatro amigos participaram de uma corrida de 5 km. Eles foram inscritos na corrida conforme tabela a seguir: Amigo Número de Inscrição André 4938 Bruno 2754 Carla 9876 Daiana 7584. Sabe-se que a ordem de colocação entre os quatro amigos foi dada com base no meu número de inscrição da seguinte forma: • O primeiro tem número de inscrição divisível por 3, 4 e 8. • O número de inscrição do segundo colocado é divisível por 3 e 4, apenas. • O terceiro colocado é inscrito sob número divisível por 9. De acordo com essas informações, quem foi o último colocado entre os quatro amigos?

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Questão 16 de 24 Q1047974 Q20 da prova

Marcelo foi ao mercado comprar sabão líquido. Ao consultar o preço do item, observou que havia três opções de embalagem: • Pequena: de 700 ml por R$ 7,99. • Média: de 1,8 litro por R$ 17,99. • Grande: 2,5 litros por R$ 26,99. Com o intuito de economizar, Marcelo comparou as embalagens e constatou que:

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Questão 17 de 24 Q1047975 Q21 da prova

“Considerando o patrimônio cultural brasileiro, esporte para uns e manifestação artística e cultural para outros, ___________ reúne várias pessoas em uma roda – dois praticantes vão ao centro e realizam movimentos de ataque e defesa; enquanto isso, os demais cantam e tocam instrumentos. A música dita o ritmo dos jogadores.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

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Questão 18 de 24 Q1047976 Q22 da prova

A brasileira Rayssa Leal foi medalhista olímpica em Tóquio 2021. Com apenas 13 anos, ela trouxe a medalha de prata para o Brasil em um esporte nunca antes visto nos jogos, já que foi disputado pela primeira vez nesta edição das Olimpíadas. Além de Rayssa, os brasileiros Kelvin Hoefler e Pedro Barros também conquistaram medalhas neste esporte. Tal esporte é:

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Questão 19 de 24 Q1047977 Q23 da prova

Sobre o horário de verão, analise as afirmativas a seguir. I. Foi suspenso no Brasil em 2017, pelo então presidente Michel Temer, com o argumento de que a mudança não surtia mais efeitos significativos no consumo de energia. II. Antes de ser suspenso, tinha início em outubro, com atraso de uma hora no relógio, e término em fevereiro, com o adiantar de uma hora no relógio. III. Seu objetivo era reduzir o consumo de energia na época mais quente do ano, aproveitando maior tempo de luz natural nos horários de pico. Está INCORRETO o que se afirma apenas em:

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Questão 20 de 24 Q1047978 Q24 da prova

Os navegadores web são ferramentas que possibilitam aos usuários de dispositivos conectados à internet o acesso aos conteúdos disponíveis on-line. Corresponde a um navegador web:

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Questão 21 de 24 Q1047979 Q25 da prova

Cientistas encontram pela primeira vez microplásticos em coração humano. Ao todo, foram descobertos nove tipos de plástico em cinco locais diferentes nos tecidos cardíacos analisados. Pesquisadores chineses encontraram microplásticos no coração humano pela primeira vez. As pequenas partículas, com tamanho em torno de cinco milímetros de comprimento, são liberadas através de plásticos de uso único [...]. A liberação do microplástico tem sido uma grande preocupação dos cientistas recentemente, tornando-se alvo de inúmeros estudos. Sobre o microplástico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Um dos maiores problemas relacionados ao microplástico é a ingestão das partículas, que podem gerar danos à saúde dos seres humanos e dos animais na natureza. ( ) Os cientistas afirmam que é possível encontrar microplástico no ar inalado ao respirar, no alimento consumido e na água ingerida. ( ) Diminuir o uso de plásticos descartáveis não reduz a liberação dos microplásticos, uma vez que a sua origem não tem relação com a degradação dos plásticos maiores. A sequência está correta em:

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Questão 22 de 24 Q1047980 Q26 da prova

Povos originários: quem são eles no Brasil e no mundo? Como o próprio nome indica, povos originários são aqueles que descendem dos primeiros habitantes de um território. No Brasil, esses povos representam 0,4% da população total do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, são 305 povos vivendo no território brasileiro, a maioria concentrada na região da Amazônia, de acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Mesmo após a Constituição Federal de 1988 reconhecer organização social, costumes, línguas, crenças, tradições e o direito originário sobre o local que tais povos ocupavam, a luta por terras ainda é uma demanda permanente dessa população. O marco temporal, uma tese jurídica que está relacionada com a demarcação e ocupação dos territórios indígenas, defende (que)

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Questão 23 de 24 Q1047981 Q27 da prova

Em 15 anos de Lei Seca, o Brasil registrou, em média, oito infrações de trânsito por hora, segundo dados divulgados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), vinculada ao Ministério dos Transportes. A média indica que houve infração à Lei Seca em todos os 5.477 dias em que ela esteve em vigor, até completar 15 anos. O período considerado é de 20 de junho de 2008 a 19 de junho de 2023. Sobre a Lei Seca, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Seu objetivo é proibir que pessoas dirijam sob efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas. ( ) É direito do indivíduo recusar-se a realizar o teste do bafômetro, não sofrendo penalidade por isso. ( ) O motorista pode ser preso em flagrante, caso o agente público que o abordou tenha constatado sinais claros de embriaguez. A sequência está correta em:

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Questão 24 de 24 Q1047982 Q28 da prova

Idosa de 90 anos é resgatada em condições análogas à escravidão em casa na Zona Norte do Rio. Segundo a fiscalização, a vítima é a trabalhadora doméstica mais idosa encontrada em condição de trabalho análogo à escravidão no Brasil. Ela foi resgatada no dia 22 de agosto. Uma idosa de 90 anos, que trabalhava como doméstica em uma casa no Grajaú, na Zona Norte do Rio, foi resgatada por uma força-tarefa que envolve o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério Público do Trabalho e agentes da Polícia Federal. O resgate aconteceu no dia 22 de agosto, após uma denúncia anônima. No Brasil, pode ser considerado trabalho análogo à escravidão algumas situações; analise-as.

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