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Prova Psicopedagogo - Pref. e Câmara de Alpestre/RS
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 18 e 20.

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir o vocábulo “lecionar” (l. 08) sem causar alterações no sentido original do trecho em que ocorre.

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Sobre o texto, analise as assertivas abaixo:

I. Com inspiração e ajuda de um famoso matemático e também seu professor, Katherine percebeu que sua carreira poderia ir além das expectativas que ela tinha.
II. O importante trabalho de Katherine oportunizou a ela a chance de compor a tripulação que foi à Lua durante a missão Apolo.
III. Naquele contexto, Katherine precisou ser corajosa para garantir seu espaço e envolvimento nos detalhes do trabalho que estava sendo realizado.
IV. Compreende-se, ao longo do texto e das informações apresentadas, que Katherine Johnson foi uma figura importante nos projetos da NASA.

Quais estão corretas?

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Analise as assertivas abaixo sobre palavras retiradas do texto:

I. “Habilidade” apresenta menos fonemas do que letras.
II. “Professor” apresenta um dígrafo, portanto, possui mais letras do que fonemas.
III. “Trabalhando” apresenta dois dígrafos: consonantal e vocálico.

Quais estão corretas?

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

No trecho “O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas”, a palavra em destaque faz referência a:

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Na passagem “Em maio de 2016, a NASA inaugurou uma central de pesquisa batizada com seu nome”, o núcleo do sujeito da oração é:

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Assim como “afro-americana”, qual palavra está corretamente grafada com hífen?

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

Qual alternativa apresenta duas palavras paroxítonas, acentuadas ou não, retiradas do texto?

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

A conjunção “e” (l. 18) une as orações garantindo sentido de _ ____________ entre ideias. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Katherine Johnson

Por Rachel Ignotofsky

Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a ajudou a escolher as disciplinas de que precisava para atingir esse objetivo. Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos” e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões. Então, perguntou se era contra a lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento. Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão tripulada à Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita para que os tripulantes da nave Apolo voltassem à Terra em segurança. A missão Apolo foi um sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível. Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a visitar as estrelas e retornar em segurança.

No trecho “Katherine se aposentou em 1986, depois de trinta e três anos de trabalho, entretanto, o reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como:

Acertos
Erros
10
Total