Provas para Download

Prova Profissional do Magistério NI - Matemática - Pref. Paraúna/GO
Visualizar os arquivos PDF
Ver profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
PDF
profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
PDF
profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
PDF
profissional-do-magisterio-ni-matematica.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
27
Restantes
Questão 1 de 27 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE -RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13 -15. (Adaptado).

Defende-se no texto a seguinte ideia:

Questão 2 de 27 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE -RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13 -15. (Adaptado).

O texto “Diversidade linguística e norma -padrão” adota a seguinte estratégia de introdução textual e temática:

Questão 3 de 27 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE -RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13 -15. (Adaptado).

Considere o seguinte enunciado: “Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência”. O segmento “no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência” expressa uma relação de sentido em que o

Questão 4 de 27 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE -RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13 -15. (Adaptado).

No trecho “entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico”, o termo “prototípico” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por

Questão 5 de 27 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

BORTONE -RICARDO, Stella Maris. Nós chegemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005. p. 13 -15. (Adaptado).

O uso das aspas na expressão “boa linguagem” desempenha a seguinte função:

Questão 6 de 27 Q6 da prova

O humor da tirinha está baseado no efeito de sentido provocado

Questão 7 de 27 Q7 da prova
Considere a tirinha do Armandinho, de autoria de Alexandre Beck, para responder às questões 7 e 8.

O enunciado “Hoje estamos aqui, mas... até quando?” adota um procedimento de linguagem denominado de

Questão 8 de 27 Q8 da prova
Considere a tirinha do Armandinho, de autoria de Alexandre Beck, para responder às questões 7 e 8.

A tirinha constrói uma reflexão filosófica sobre o curso da vida. Essa reflexão culmina num jogo de sentido que se baseia num processo

Questão 9 de 27 Q9 da prova

Diante de dificuldade financeira para a quitação da folha de pagamento, o prefeito de um município recebe a proposta de um banco para a contratação de um empréstimo a ser liquidado no prazo de 24 meses. Para a aquisição do empréstimo, o Poder Executivo deve, sob pena de incidir em crime contra as finanças públicas:

Questão 10 de 27 Q10 da prova

O arcabouço jurídico brasileiro adota a Lei de Improbidade Administrativa (Lei Federal n. 8.429/92) como base para aplicação das sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional. As sanções previstas para o responsável pelo ato de improbidade devem ser aplicadas cumulativamente às sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica. Tais sanções:

Questão 11 de 27 Q11 da prova

Um determinado munícipe, ao recusar o acesso ao seu terreno para que agentes de combate a endemias verifiquem focos de água parada causadores da proliferação de vetores de doenças e ao oferecer dinheiro para que o agente registre a inspeção como realizada, comete o crime de corrupção

Questão 12 de 27 Q12 da prova

A Lei Federal n. 8.429, de 2 de junho de 1992, estabelece sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito, balizando a ética na conduta de ocupantes de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública. Essa lei, que trata da improbidade administrativa, estabelece como ato de improbidade a

Questão 13 de 27 Q13 da prova

Um servidor público, ao se valer da sua função para exigir vantagem indevida para si, está cometendo o crime de:

Questão 14 de 27 Q14 da prova

Diversos princípios dos códigos de ética e conduta são utilizados no cotidiano das repartições e dos órgãos públicos de forma a disciplinar a atuação dos agentes públicos, reduzindo possíveis danos ao erário decorrentes da não observância de tais princípios. Mesmo com a modernização de tais códigos e com o aumento na fiscalização de suas aplicações, reiteradamente são verificados danos a terceiros causados pela não observação de suas disposições. No caso da ocorrência de tais danos, poderão responder por eles as pessoas jurídicas de direito

Questão 15 de 27 Q15 da prova

A tradicional festa do Muquém, que ocorre no distrito de mesmo nome no município de Niquelândia – GO, constitui parte da cultura religiosa do norte goiano, e durante o mês de agosto atrai multidões de todas as partes do estado, que para lá se dirigem em um ato de celebração de fé. Essa festa ocorre em louvor a:

Questão 16 de 27 Q16 da prova

“Dilma Vana Rousseff, presidente da República Federativa do Brasil desde janeiro de 2011 (reeleita nas eleições de 2014), foi destituída do posto em 31 de agosto de 2016 por meio de um processo de impeachment.”

“No decorrer do ano de 2015, cinquenta pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara dos Deputados contra Dilma Rousseff. A maior parte desses pedidos foi arquivada por falta de material probatório e argumentos. Entretanto, um deles foi acolhido pelo então presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha.”

A causa do pedido de impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, que foi aceito pelo Congresso Nacional, se deu em virtude da acusação de

Questão 17 de 27 Q17 da prova

O avanço tecnológico permitiu o surgimento de diversos tipos de produtos e serviços, que contribuem para a aproximação e avanço das relações comerciais entre as várias regiões do planeta, além de produzir uma relativa aceleração nas relações entre as pessoas, que são realizadas a partir das redes sociais. Sobre essas redes sociais, tem-se o seguinte:

Questão 18 de 27 Q18 da prova

“Vazão do Rio Meia Ponte se aproxima do nível de racionamento de água, diz Semad. O nível do Rio Meia Ponte, que abastece a Grande Goiânia, está no nível crítico 1, no entanto com a vazão por segundo já se aproximando ao nível 2, o que pode gerar o racionamento de água”.

Conforme informado no texto, a cidade de Goiânia mais uma vez enfrenta dificuldades no abastecimento urbano devido à redução do volume de água disponível para captação no rio Meia Ponte. Essa redução no volume de água do rio Meia Ponte é resultante de uma série de fatores, mas sobretudo das condições naturais, em virtude

Questão 19 de 27 Q19 da prova

“Brexit é uma abreviação das palavras inglesas britain (Bretanha) e exit (saída) que se popularizou com as campanhas pró e contra a saída do Reino Unido da União Europeia.”

O texto faz referência ao acordo de saída do Reino Unido da União Europeia, que deverá acontecer ainda no ano de 2019. A escolha pela saída foi determinada por meio de

Questão 20 de 27 Q20 da prova

“Em 2019 já foram confirmados ao menos 561 casos da doença de acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde. Os estados de São Paulo, Pará e Rio de Janeiro têm surto ativo atualmente. No passado, a região Norte, Amazonas e Roraima em especial, registraram mais de 10 mil casos [...] desenvolvido em meio ao fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil”.

A manchete trata de uma doença infectocontagiosa que havia sido erradicada do Brasil por meio da realização de campanhas de vacinação, quando o Brasil obteve a certificação de país livre da doença concedido pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), em 2016, mas que no ano de 2019 voltou a se manifestar de forma intensa em várias localidades do mundo, e em diferentes regiões do país. Essa doença infectocontagiosa é

Questão 21 de 27 Q21 da prova

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Paraúna, o tempo de serviço do servidor público municipal que se eleger vereador e que atuar exclusivamente nas funções legislativas, afastando-se do cargo ocupado no município, poderá ser contabilizado para contagem de prazo:

Questão 22 de 27 Q22 da prova

O prefeito de Paraúna, em evento que contava com a participação de representantes dos bairros do município, anunciou que iniciará um grande projeto de urbanização dos logradouros públicos da cidade. Sobre a situação hipotética apresentada, é requisito obrigatório, previsto na Lei Orgânica do Município de Paraúna, que, na realização de projetos de urbanização:

Questão 23 de 27 Q23 da prova

O vereador João da Biblioteca, buscando atender ao anseio dos professores do Município de Paraúna, apresentou à Câmara Municipal de Vereadores projeto que mudou as regras de promoção e progressão na carreira da categoria. Realizado todo o trâmite do processo legislativo, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal de Vereadores e encaminhado ao prefeito, que o sancionou em sua integralidade. Com base no caso hipotético apresentado e considerando a Lei Orgânica do Município de Paraúna, o processo legislativo de aprovação desse projeto de lei foi:

Questão 24 de 27 Q24 da prova

Considerando a Lei Orgânica do Município e que, atualmente, a Câmara Municipal de Vereadores de Paraúna possui 9 vereadores, para realizar alterações no Código Tributário do município mostra-se necessária a aprovação da proposta pela maioria:

Questão 25 de 27 Q25 da prova

Conforme a Lei Orgânica, diversas são as competências do município de Paraúna. Dentre essas competências, é considerada competência comum do município com o Estado e União:

Questão 26 de 27 Q26 da prova

Um octaedro regular é um sólido geométrico limitado por oito triângulos equiláteros e corresponde a duas pirâmides quadrangulares regulares coladas pelas bases. Um joalheiro, ao lapidar uma pedra, obtém uma joia em forma de um octaedro regular cujas arestas medem . Qual o volume dessa joia?

Questão 27 de 27 Q28 da prova

Uma empresa brasileira quer desenvolver um aplicativo que tenha no máximo 50000 usuários e precisa de uma senha alfanumérica em que os algarismos N sejam escolhidos entre 0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9, e as letras L sejam escolhidas entre as 26 letras do alfabeto, podendo haver repetição em ambos. O formato de senha, dentre os que se encontram na tabela a seguir, que permita a entrada do número máximo de usuários que a empresa deseja atingir, mas não ultrapasse 100000 possibilidades, é o de tipo

Acertos
Erros
27
Total