Provas para Download

Prova Professor PEB II - Língua Inglesa - Pref. Jardinópolis/SP
Visualizar os arquivos PDF
Ver professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
PDF
professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
PDF
professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
PDF
professor-peb-ii-lingua-inglesa.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
40
Restantes
Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpac e e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpac e e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpac e e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpac e e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpac e e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

A partir do sentido em que as palavras são utilizadas no texto, não se aproximam, por seus significados, os termos presentes no seguinte par:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.
O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
– Faz favor! Firmeza? Fineza faz er frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

Pela leitura do texto, é possível afirmar que impressiona o garçom:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.
O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
– Faz favor! Firmeza? Fineza faz er frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

Assinale a única alternativa em que o trecho apresentado não possui nenhum substantivo.

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.
O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
– Faz favor! Firmeza? Fineza faz er frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

A partir da releitura do trecho “ – E então, como estava o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.”, assinale a alternativa que apresenta o trecho que reúne apenas adjetivos.

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.
O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
– Faz favor! Firmeza? Fineza faz er frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

Supondo-se que, no trecho “– O senhor deseja um café? – Forte, fervido.”, a fala do garçom fosse substituída por “O senhor deseja uma bebida?”, considerado o uso das mesmas palavras, seria(m) alterada(s) para fins de concordância, na resposta do cliente:

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.
O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
– Faz favor! Firmeza? Fineza faz er frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

Assinale a alternativa em que as duas palavras não realizam, entre elas, plural da mesma forma.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Somando-se todos os números inteiros desde –40, inclusive, até 41, inclusive, obtém-se:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Das 100 pessoas que estão em uma sala de aula, 51% são meninos. Quantos meninos devem sair para que a porcentagem de meninos na sala passe a ser 50%?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Roberval pretende encher com água uma cuba de uma pia que tem a forma de uma semiesfera de 29 cm de raio. Dessa forma, a quantidade de água necessária será de aproximadamente de:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Surto ou padeço. Abdico ou não surto. Pelejo ou não padeço. Ora, não pelejo. Assim,

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Pedrinho tem 6 anos e seu irmão tem 9. Há quantos anos seu irmão tinha o dobro de sua idade?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

O Google Meet é um aplicativo único para fazer videochamadas e reuniões em todos os dispositivos. Contudo, quando o usuário utiliza o computador e não tem uma assinatura do Google Meet, a duração de uma reunião possui um limite de duração. Utilizando o computador, assinale a alternativa que informa o limite de duração de uma reunião com três ou mais participantes.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

O Zoom é uma plataforma de videoconferências robusta que possui diversas funcionalidades, como compartilhamento de tela, gravação de webinars, acesso via telefone e upload de reuniões na nuvem. Assinale a alternativa que informa ferramenta que possibilita usar quadros de compartilhamento online em colaboração entre usuários com conta Zoom.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

O Google Classroom é uma ferramenta de gestão de conteúdo para as escolas que buscam simplificar a criação, a distribuição e a avaliação de trabalhos. Analise as afirmativas abaixo:
I- Receber um resumo por e-mail sobre os trabalhos dos alunos.
II- Compartilhar recursos e interagir no mural da turma ou por e-mail.
III- Acompanhar os trabalhos e enviar as atividades.
IV- Adicionar materiais às atividades, como vídeos do YouTube, uma pesquisa em um arquivo do Formulários Google e outros itens do Google Drive.
Marque a alternativa que apresenta as sentenças que informam o que os alunos podem fazer no Google Classroom.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Ao redigir um texto Microsoft Office Word 2016, há a opção de inserir uma imagem no corpo do texto. Assinale a alternativa que apresenta o Grupo que se encontra o ícone “Imagens”, que deve ser clicado para a inserção de uma imagem.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Um professor visando organizar melhor os períodos de recesso escolar e ano letivo resolveu elaborar uma planilha. No Microsoft Office Excel 2016 ele digitou na célula a seguinte data: Assinale a alternativa que apresenta a fórmula utilizada pelo professor para que o resultado seja 26/12/2023.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

O planejamento educacional constitui-se em um processo de organização do trabalho pedagógico, tendo como elemento mediador a prática social. Dessa forma, é correto afirmar que o documento utilizado para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, com quem fazer, é denominado de:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Para Luckessi, os educadores possuem a necessidade de investir na aprendizagem da avaliação, ou seja:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma tendência pedagógica progressista em conformidade com Libânio.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

As famílias de classe média, por uma estratégia inconsciente de concentração dos investimentos, tenderiam, mais do que as das classes populares e mesmo do que as das elites, a reduzir o número de filhos. Bourdieu observa que, de fato, as estatísticas comprovam que as oportunidades de uma vida escolar mais longa estão intimamente associadas – quando se controla todas as outras variáveis – ao tamanho da família. Analisando o trecho acima, é correto afirmar que ele está relacionado à teoria:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A proposta de Saviani, que inicialmente ele chamou de “pedagogia revolucionária” e, logo depois, de “pedagogia histórico-crítica”, foi apresentada no livro Escola e democracia em forma de cinco passos. Assinale a alternativa que não apresenta um desses passos.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para a candidatura a membro do Conselho Tutelar, são exigidos os seguintes requisitos:
I – Reconhecida capacidade jurídica.
II – Idade superior a dezoito anos.
III – Residir no município ou na comarca mais próxima. Assinale a alternativa correta.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Julgue a alternativa INCORRETA com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que a educação profissional técnica de nível médio deve observar:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A Base Nacional Comum Curricular:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Assinale a Alternativa correta tendo como referência a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Colombia deadliest country for environmentalists - report
By Vanessa Buschschlüter
BBC News
Tuesday, September 13, 2023
At least 177 environmental activists were killed across the world last year, a report by the non-governmental organisation Global Witness suggests.
Sixty of the killings took place in Colombia, making it the deadliest country for environmental defenders.
Global Witness says very few of the perpetrators of the killings are ever brought to justice.
The group said in its report that the total number of those killed in the country since it began recording data on ataques on environmentalists in 2012 had amounted to at least 382.
While that makes it the country with the highest number of murders of green activists anywhere in the world, other countries in Latin America also proved deadly.
Brazil recorded 34 murders of defenders of the environment. Mexico 31 and Honduras 11. The Amazon region saw 39 killings, with many of the victims from indigenous communities.
"Research has shown again and again that Indigenous peoples are the best guardians of the forests and therefore play a fundamental role in mitigating the climate crisis," said Global Witness senior adviser Laura Furones.
Global witness said the full scale of the killings was unknown, with a lack of independent monitoring and restrictions on free press in many countries leading to an underreporting of cases.
They have called on governments around the world to urgently address the issue, adding that defenders were also increasingly being subjected to legal efforts to silence them.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Regarding Colombia deadliest country for environmentalists - report text which of the following sentences uses the passive form in its structure?

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Linking or transition signals are words or phrases that connect your ideas and make your sentences more cohesive, connecting your paragraphs and aligning your thoughts. That said, which of the following words could better connect the next two paragraphs?
While that makes it the country with the highest number of murders of green activists anywhere in the world, other countries in Latin America also proved deadly.
…………., Brazil recorded 34 murders of defenders of the environment. Mexico 31 and Honduras 11. The Amazon region saw 39 killings, with many of the victims from indigenous communities.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

In hopeful sign for the US, flu vaccine shows strong protection against hospitalization in South America, CDC report shows
By Deidre McPhillips, CNN
Published 1:49 PM EDT, Fri September 8, 2023
Early data from South America shows that the flu vaccine has cut the risk of hospitalization in half this year, a hopeful sign that the vaccine will provide a similar level of protection in the United States as the country heads into its own respiratory virus season.
The Southern Hemisphere typically experiences its flu season a few months earlier than the United States, and trends from that region can help the US prepare for the fall and winter.
This year, mid-season flu vaccine data from five countries – Argentina, Brazil, Chile, Paraguay and Uruguay – shows that vaccination has reduced the risk of hospitalization by 52%, according to a report published Friday by the US Centers for Disease Control and Prevention.
The data are based on about 3,000 patients who were hospitalized between late March and early July. People who had gotten the shot at least two weeks before the onset of symptoms were considered to be vaccinated, and the analysis focused on certain high-risk groups who were prioritized in the vaccination campaigns, including children, people with preexisting conditions and older adults.
So far, the specific virus strains that have been detected in US this year have shown a similar pattern to those that were identified in South America. While these patterns are not yet certain, they offer an “encouraging outlook for vaccine protection” in the Northern Hemisphere, the researchers wrote in the new report.
Annual flu shots are available now and the CDC recommends them for everyone 6 months of age and older in September and October, especially including very young children, people with preexisting health conditions, pregnant people and older adults.
The agency is rolling out new ads it hopes will increase confidence in the vaccines with a clear, straightforward message: “The flu vaccine won’t keep a person from getting sick, but it will tame that infection, taking it from “Wild to Mild” — the tagline for the new campaign.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Present perfect is usually used to express things that started in the past but continue or have a great impact in the present. Given that, which of the following sentences is using present perfect in its structure?

Questão 36 de 40 Q36 da prova

The comma can be such an important tool to build texts and it can make the writer's ideas much more understandable to their readers. In the phrase “The agency is rolling out new ads it hopes will increase confidence in the vaccines with a clear, straightforward message” the comma is used:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

As few as 4,000 steps a day can reduce your risk of death, but more is better
By Sandee LaMotte, CNN
Published 7:05 PM EDT, Tue August 8, 2023
Walking a minimum of 4,000 steps a day significantly reduces your risk of an early death, while taking 2,337 steps a day will reduce your risk of death specifically from cardiovascular disease but “more is better,” according to a new meta-analysis of studies.
“The more steps you walk, the better the effects on your health, and every increase of steps by 500 -1000 steps/day may be associated with significant mortality reductions,” first author Dr. Maciej Banach, deputy editor-in-chief of the European Society of Cardiology, said in an email.
Anything below 5,000 steps a day is considered a “sedentary lifestyle,” according to the study.
The fact that it takes fewer steps to reduce risk of cardiovascular disease is not surprising, said Dr. David Katz, a specialist in preventive and lifestyle medicine who was not involved in the study.
“Exercise directly conditions the cardiovascular system, whereas benefit to other systems or conditions is somewhat less direct,” said Katz, president and founder of the nonprofit True Health Initiative, a global coalition of experts dedicated to evidence-based lifestyle medicine.
The study’s methods were “robust and state of the art,” and support what doctors often tell their patients, Katz said. “First, any exercise is better than none — with significant cardiovascular and overall health benefit at quite modest levels,” he added. “And for the range of activity that pertains to the public at large — the more, the better!”

Questão 38 de 40 Q38 da prova

In English grammar, subordinating conjunctions are used to connect dependent clauses to independent clauses, adding more complexity to the sentences. Considering that, read the following sentence and mark the alternative that contains the word that works as a subordinator and its meaning, respectively:
Exercise directly conditions the cardiovascular system, whereas benefit to other systems or conditions is somewhat less direct.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Concerning the title of the last text, the underlined word in “As few as 4,000 steps a day can reduce your risk of death, but more is better.” is classified as a/an:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Considering the many uses for -ing forms, mark the option in which the -ing form is used as an adjective:

Acertos
Erros
40
Total