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Prova Professor PEB II - História - Pref. Jardinópolis/SP
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto e responda as cinco questões seguintes
Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?
Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?
Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?
Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?
Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”
Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.
Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.
E você ainda está por aqui.
Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.
Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.
Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?
Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.
Renan Alonso – Autoria Independente.

A partir do sentido em que as palavras são utilizadas no texto, não se aproximam, por seus significados, os termos presentes no seguinte par:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Pela leitura do texto, é possível afirmar que impressiona o garçom:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Assinale a única alternativa em que o trecho apresentado não possui nenhum substantivo.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

A partir da releitura do trecho “ – E então, como estava o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.”, assinale a alternativa que apresenta o trecho que reúne apenas adjetivos.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Supondo-se que, no trecho “– O senhor deseja um café? – Forte, fervido.”, a fala do garçom fosse substituída por “O senhor deseja uma bebida?”, considerado o uso das mesmas palavras, seria(m) alterada(s) para fins de concordância, na resposta do cliente:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que as duas palavras não realizam, entre elas, plural da mesma forma.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Somando-se todos os números inteiros desde –40, inclusive, até 41, inclusive, obtém-se:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Das 100 pessoas que estão em uma sala de aula, 51% são meninos. Quantos meninos devem sair para que a porcentagem de meninos na sala passe a ser 50%?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Roberval pretende encher com água uma cuba de uma pia que tem a forma de uma semiesfera de 29 cm de raio. Dessa forma, a quantidade de água necessária será de aproximadamente de:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Surto ou padeço. Abdico ou não surto. Pelejo ou não padeço. Ora, não pelejo. Assim,

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Pedrinho tem 6 anos e seu irmão tem 9. Há quantos anos seu irmão tinha o dobro de sua idade?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

O Google Meet é um aplicativo único para fazer videochamadas e reuniões em todos os dispositivos. Contudo, quando o usuário utiliza o computador e não tem uma assinatura do Google Meet, a duração de uma reunião possui um limite de duração. Utilizando o computador, assinale a alternativa que informa o limite de duração de uma reunião com três ou mais participantes.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

O Zoom é uma plataforma de videoconferências robusta que possui diversas funcionalidades, como compartilhamento de tela, gravação de webinars, acesso via telefone e upload de reuniões na nuvem. Assinale a alternativa que informa ferramenta que possibilita usar quadros de compartilhamento online em colaboração entre usuários com conta Zoom.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

O Google Classroom é uma ferramenta de gestão de conteúdo para as escolas que buscam simplificar a criação, a distribuição e a avaliação de trabalhos. Analise as afirmativas abaixo:
I- Receber um resumo por e-mail sobre os trabalhos dos alunos.
II- Compartilhar recursos e interagir no mural da turma ou por e-mail.
III- Acompanhar os trabalhos e enviar as atividades.
IV- Adicionar materiais às atividades, como vídeos do YouTube, uma pesquisa em um arquivo do Formulários Google e outros itens do Google Drive.
Marque a alternativa que apresenta as sentenças que informam o que os alunos podem fazer no Google Classroom.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Ao redigir um texto Microsoft Office Word 2016, há a opção de inserir uma imagem no corpo do texto. Assinale a alternativa que apresenta o Grupo que se encontra o ícone “Imagens”, que deve ser clicado para a inserção de uma imagem.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Um professor visando organizar melhor os períodos de recesso escolar e ano letivo resolveu elaborar uma planilha. No Microsoft Office Excel 2016 ele digitou na célula a seguinte data: Assinale a alternativa que apresenta a fórmula utilizada pelo professor para que o resultado seja 26/12/2023.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

O planejamento educacional constitui-se em um processo de organização do trabalho pedagógico, tendo como elemento mediador a prática social. Dessa forma, é correto afirmar que o documento utilizado para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, com quem fazer, é denominado de:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Para Luckessi, os educadores possuem a necessidade de investir na aprendizagem da avaliação, ou seja:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma tendência pedagógica progressista em conformidade com Libânio.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

As famílias de classe média, por uma estratégia inconsciente de concentração dos investimentos, tenderiam, mais do que as das classes populares e mesmo do que as das elites, a reduzir o número de filhos. Bourdieu observa que, de fato, as estatísticas comprovam que as oportunidades de uma vida escolar mais longa estão intimamente associadas – quando se controla todas as outras variáveis – ao tamanho da família. (NOGUEIRA, Cláudio Marques Martins, 2002) Analisando o trecho acima, é correto afirmar que ele está relacionado à teoria:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A proposta de Saviani, que inicialmente ele chamou de “pedagogia revolucionária” e, logo depois, de “pedagogia histórico-crítica”, foi apresentada no livro Escola e democracia em forma de cinco passos. Assinale a alternativa que não apresenta um desses passos.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para a candidatura a membro do Conselho Tutelar, são exigidos os seguintes requisitos:
I – Reconhecida capacidade jurídica.
II – Idade superior a dezoito anos.
III – Residir no município ou na comarca mais próxima. Assinale a alternativa correta.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Julgue a alternativa INCORRETA com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que a educação profissional técnica de nível médio deve observar:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A Base Nacional Comum Curricular:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Assinale a Alternativa correta tendo como referência a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Questão 31 de 40 Q31 da prova

No que diz respeito ao fascismo, é correto afirmar que:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

A respeito das características básicas do modelo de democracia ateniense, é correto afirmar que:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

No século V, a Igreja Católica já possuía grande trajetória e influência na cultura das sociedades na Europa Medieval. Após as perseguições sofridas por cristãos até o século II, comunidades cristãs criaram mecanismos de defesa que permitiram com que a Igreja fosse a única instituição a sobreviver à crise do Império Romano. Sobre a atuação e organização dos cristãos católicos na Alta Idade Média, é correto afirmar que:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

A História Social Inglesa surgiu em meados do século XX, firmando-se no pensamento historiográfico a partir da década de 1960. No que diz respeito à chamada “História vista de baixo” é correto afirmar que:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

“A codificação e a legalização da escravidão, no entanto, não foram processos simples e muito menos iguais em todas as regiões que adotaram a escravidão nas Américas. Da mesma forma, os processos históricos – sociais, econômicos, políticos e jurídicos – que levaram à abolição da escravidão foram diferentes em cada um destes países.”
GRIMBERG, Keila; PEABODY, Sue. Escravidão e liberdade nas Américas. Conforme observado no trecho destacado, os processos que levaram a legalização e a abolição da escravidão foram distintos nos diversos países americanos. No que diz respeito à escravidão no Brasil, analise as afirmativas a seguir:
I. Apesar de bem organizadas, as comunidades quilombolas no Brasil nunca conseguiram estabelecer tratados com autoridades representantes da metrópole portuguesa para a manutenção da sua autonomia e liberdade.
II. O ato de alforriar era legalmente visto como uma concessão senhorial, podendo ser revogada por suposto comportamento inadequado do escravizado liberto.
III. Embora houvesse preocupação com o crescimento da população de escravizados libertos nos centros urbanos brasileiros, não houve medidas restritivas à alforria.
Estão corretas as afirmativas:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

O século XXI foi marcado pelas mudanças climáticas causadas pelas emissões dos gases de efeito estufa, consolidando uma crise climática ímpar na história. Em tal contexto, as energias renováveis aparecem como solução para o enfrentamento dessa crise. Dentre as opções abaixo, são exemplos de energia renovável, exceto:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Assinale a alternativa correta tendo como referência a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Questão 38 de 40 Q38 da prova

A proposta de Saviani, que inicialmente ele chamou de “pedagogia revolucionária” e, logo depois, de “pedagogia histórico-crítica”, foi apresentada no livro Escola e democracia em forma de cinco passos. Assinale a alternativa que não apresenta um desses passos.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para a candidatura a membro do Conselho Tutelar, são exigidos os seguintes requisitos:
I – Reconhecida capacidade jurídica.
II – Idade superior a dezoito anos.
III – Residir no município ou na comarca mais próxima. Assinale a alternativa correta.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Julgue a alternativa INCORRETA com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Acertos
Erros
40
Total