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Prova Professor Intérprete de Libras - PREF. UBÁ/MG
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

O episódio em que Everett ganha US$ 55 mil e perde tudo rapidamente evidencia, principalmente,

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

A crítica implícita nas falas de Demello sobre grupos presenciais e linhas de ajuda sugere que

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

Com base no texto, a criação da plataforma Evive representa

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

A expressão “solução mais analógica para um problema digital”, dita por Demello, reforça a ideia de que

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

A dificuldade em definir o vício em jogos, segundo o texto, decorre, principalmente, do fato de que

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

A palavra “multibilionária”, presente no texto, é formada por

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

No trecho: “Ao visitar grupos de apoio, ele não via ninguém como ele.”, a palavra ninguém é classificada como

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

Todas as palavras estão acentuadas corretamente em:

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

A vírgula está empregada corretamente em:

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Apostas on-line criam nova geração de viciados sem tratamento adequado
Erik Vance
Crescendo no centro oeste dos Estados Unidos, Zach Everett via o jogo como uma diversão. Ele jogava pôquer com amigos e ia ao hipódromo com seu pai. Foi só em 2019, logo após se mudar para Denver, que os problemas começaram. Naquele ano, o estado do Colorado votou pela legalização das apostas esportivas. O salário do seu emprego não era suficiente para cobrir o aluguel. Talvez, pensou ele, pudesse compensar a diferença apostando em esportes on-line. Começou com esportes e times que conhecia bem — particularmente seu time de basquete favorito, o Minnesota Timberwolves — mas em 2021 já estava apostando em qualquer coisa que pudesse. Uma vez, ganhando US$ 55 mil (cerca de R$ 291 mil) em um torneio de golfe, para depois perder tudo nos dois dias seguintes. "Eu nem sabia que isso era possível", diz ele. Em vez de parar, fez mais apostas que não podia cobrir e pegou empréstimos de amigos e familiares que, sem saber, apoiavam seu vício. Não demorou muito para que Everett percebesse que tinha um problema. Mas quando visitava grupos de apoio, normalmente não via ninguém como ele. Frequentemente, os jogadores eram muito mais velhos e falavam sobre jogar blackjack e pôquer em Las Vegas. Como poderia explicar a tentação de ter uma casa de apostas em seu celular?
"Essas pessoas são jogadores de cassino que estão limpos há 10 anos", diz Everett, de 31 anos. "Eles nem sabem o que é uma conta DraftKings (empresa de jogos americana)." Desde 2018, quando a Suprema Corte dos EUA derrubou uma lei que proibia apostas esportivas na maioria dos estados, o jogo esportivo se transformou em uma indústria multibilionária de alta tecnologia, mas os espaços para apoio e tratamento permaneceram praticamente os mesmos. Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar, e menos ainda vão à terapia ou completam programas de recuperação. Terapeutas, pesquisadores e jogadores em recuperação começaram a se perguntar se é hora de considerar abordagens diferentes para lidar com os problemas específicos do jogo on-line. Representantes da indústria do jogo dizem que estão comprometidos em ajudar jogadores problemáticos. As empresas gastam milhões de dólares promovendo apostas responsáveis, e a maior parte dos fundos estaduais usados na recuperação de dependência vem de impostos sobre jogos de azar. Mas especialistas dizem que os jogadores problemáticos estão ficando mais jovens. O Jogadores Anônimos viu um influxo de jovens, segundo um porta-voz da organização. Na Pensilvânia, onde a receita de jogos foi uma das mais altas do país no ano passado, dois terços das pessoas que pedem ao estado para proibi-las de jogar têm menos de 44 anos. Muitos jovens, em particular, ainda estão lutando para encontrar pessoas que entendam os desafios particulares que os aplicativos de apostas esportivas apresentam, diz Cait Huble, porta-voz do Conselho Nacional dos Estados Unidos sobre Jogo Problemático. Sam Demello, um jogador compulsivo em recuperação de 38 anos, descreveu linhas de ajuda como o "1-800-GAMBLER" (código de discagem para ajuda nos EUA) como "a solução mais analógica para um problema digital". Ele acha que o mesmo frequentemente é verdade para o Jogadores Anônimos. "Se minhas duas opções são sentar nesse porão empoeirado de igreja com um monte de caras velhos uma hora por dia pelo resto da minha vida, ou ser um viciado e continuar escondendo isso de todos os meus amigos e família, eu serei um viciado", diz ele.

Em: “Especialistas dizem que não há pessoas suficientes ligando para os números gratuitos destinados a ajudar”, a oração destacada é

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Considerando Moretto (2009), qual é o principal problema desse planejamento?

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Na perspectiva de Veiga (2023), uma escola que copia um PPP da internet e apenas troca o nome apresenta um problema crucial que é a

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Segundo Saviani, o que acontece quando uma escola quer retomar práticas tradicionais de ensino, a fim de resgatar os bons tempos da escola?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Segundo Lück, a prática do diretor decidir tudo sozinho e informar o colegiado e/ou a comunidade se caracteriza como

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Sobre essa temática, analise as afirmativas as seguir. Está CORRETO apenas o que se afirma em

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Quando uma professora corrige uma prova, registra notas e não intervém, sua prática corresponde a

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Tendo tais concepções pedagógicas em mente, pode-se dizer que uma escola que adota aulas centradas no professor, com foco em memorização e disciplina rígida, é uma escola que adota como prática, a tendência

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Para os autores, essa visão corresponde a qual teoria?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Quando uma professora domina o conteúdo que vai ministrar, mas não consegue envolver os alunos nas suas aulas nem fazer com que eles prestem atenção, qual dimensão da didática está fragilizada?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Nesse caso, qual correção deve ser feita?

Questão 21 de 40 Q21 da prova

De acordo com a Constituição Federal (1988) e a Lei Brasileira da Inclusão – Lei n. 13.146, essa prática

Questão 22 de 40 Q22 da prova

De acordo com a Lei Maria da Penha, essa postura do docente

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Segundo a Resolução n. 1/2004, essa omissão configura

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Está CORRETO apenas o que se afirma em

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Essa prática contraria

Questão 26 de 40 Q26 da prova

O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, é um importante marco para a educação de surdos porque

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Sobre as Tecnologias Assistivas no contexto educacional, indique a afirmativa INADEQUADA.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Sobre os elementos essenciais na educação de Surdos, é INCORRETO afirmar:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Cabe ao Professor Intérprete de Libras,

Questão 30 de 40 Q30 da prova

É INCORRETO afirmar sobre a Libras:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Indique a prática metodológica do Professor Regente que facilita a atuação do Professor Intérprete:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

É INCORRETO afirmar sobre a LBI (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) nº 13.146/2015:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Além da Libras, existem outras ferramentas de Comunicação Alternativa Aumentativa (CAA) que podem ser utilizadas com alunos surdos no contexto escolar. Indique a ferramenta INADEQUADA ao referido contexto escolar:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Indique a ação INADEQUADA para essa equiparação.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Conforme a Resolução SEE nº 4.256/2020, é CORRETO afirmar sobre a elaboração do Plano de Desenvolvimento Individual (PDI):

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Para favorecer a aprendizagem do estudante surdo, o Professor Regente deve

Questão 37 de 40 Q37 da prova

A atuação do Professor Intérprete de Libras requer conhecimentos

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Qual das opções NÃO apresenta atitude integrativa entre o Professor Regente e o Professor Intérprete de Libras?

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Sobre as práticas pedagógicas na perspectiva inclusiva adotadas pela escola, é INCORRETO afirmar.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

É INCORRETO afirmar sobre a Libras:

Acertos
Erros
40
Total