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Prova Professor II - Português - Pref. Itatiaia/RJ
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Questão 1 de 11 Q1000043 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

“Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso?” O uso do pronome isso é um caso de coesão léxica, recupera o que está na frase anterior. Dos exemplos, aponte qual não possui este tipo de elemento coesivo:

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Questão 2 de 11 Q1000044 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

O texto apresenta uma avaliação da atitude do professor. Não está correto, segundo o autor, afirmar que:

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Questão 3 de 11 Q1000045 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

“Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.” Apalavra grassa é homônimo homófono heterográfico de graça. Aponte nos conjuntos abaixo quando essa situação ocorre:

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Questão 4 de 11 Q1000046 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

“Mas não é tão óbvio afirmar que...” Considerando que a palavra óbvio é acentuada porque é paroxítona terminada em ditongo crescente. Aponte que grupo foi acentuado pelo mesmo motivo.

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Questão 5 de 11 Q1000047 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

Observe as frases e verifique que frase possui erro quanto ao uso de: há, a, à:

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Questão 6 de 11 Q1000048 Q9 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

“... mas como uma pessoa singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação.” A conjunção mesmo que pode ser substituída por:

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Questão 7 de 11 Q1000049 Q10 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 4 a 10.

Singularidade Docente
Há casos de professores que parecem vir à aula como se estivessem prestes a enfrentar um inimigo. Trata-se de uma obviedade gigantesca escrever que a universidade é um espaço consagrado ao conhecimento. Mas não é tão óbvio afirmar que, em se tratando de conhecimento oriundo da interação que se estabelece entre professor e aluno, não existe muita coisa a que se pode dar o nome de conhecimento. De maneira geral, as interações entre professor e aluno ocorrem, no espaço acadêmico, sob uma temperatura próxima a zero, de uma frieza infernal. Porque muitos mestres não têm a sensibilidade de tratar o aluno como ele deve ser realmente tratado: não como alguém portador de um registro acadêmico número 000, mas como uma pessoa especial, singular, que merece toda a atenção do mundo, mesmo que o mestre faça parte da constelação (aquela espécie de professores arrogantes, idiotas, que se consideram acima dos demais ou aqueles que se acham, no dizer de uma aluna, “a última bolacha do pacote”). Quantos professores pecam por menosprezar ou ridicularizar uma pergunta feita em aula para praticamente humilhar o aluno diante de seus colegas? O que o professor deseja alcançar com isso? Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional? Títulos de mestre e de doutor não conferem ao indivíduo a sapiência de tornar-se um profissional humano, que acolhe de igual para igual não só seus alunos, mas seus pares (é engraçado observar que há professores que, embora lotados no mesmo departamento, sequer cumprimentam os colegas). Antes de o indivíduo abraçar a carreira, qualquer que seja sua titulação, ele precisa tornar-se um indivíduo humano, em toda a sua plenitude, que esteja exercendo a função de professor para expandir sua individualidade humana, partilhando com seus alunos conhecimentos que considera fundamentais para a vida. Quantos professores tivemos ao longo de nosso percurso escolar, que podemos chamar de professores, não só pelo domínio teórico que apresentavam, mas sobretudo pelo humano que havia neles? Mesmo com o avanço das teorias didático-pedagógicas, ainda grassa no espaço acadêmico o velho paradigma educacional relativo à mantença de uma situação não de interação, mas de poder.

“Como pode haver comunicação se entre professor e aluno começa a ser erguido um muro quase intransponível, o da prepotência acadêmico-profissional?” O é pronome demonstrativo e, também está presente na frase:

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Questão 8 de 11 Q1000050 Q11 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 11 a 15.

FUNDAMENTOS E ESTRUTURA
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é uma necessidade cotidiana das instituições educativas e um instrumento eficaz para a implementação de suas ações. Nessa perspectiva o PPP caracteriza-se, essencialmente, como:

Aponte a alternativa em que a frase destacada apresenta um fato anterior a outro:

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Questão 9 de 11 Q1000056 Q18 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 16 a 20.

FUNDAMENTOS E ESTRUTURA
A Lei nº11274/06 alterou a redação dos Artigos 29, 30, 32 e 87 da LDB (Lei nº9394/96), ampliando para nove anos a duração do Ensino Fundamental. Em consequência, um novo conjunto de normas foi definido, visando regulamentar a matéria. Assim sendo, a organização do ensino fundamental de nove anos e da educação infantil passou a adotar a seguinte nomenclatura:
I- Educação Infantil / Creche: até 3 anos de idade
II- Educação Infantil / Pré-escola: 4 e 5 anos de idade
III- Ensino Fundamental / Anos Iniciais: de 6 a 10 anos de idade
IV- Ensino Fundamental / Séries iniciais: de 6 a 10 anos de idade
V- Ensino Fundamental / Anos finais: de 11 a 14 anos
VI- Ensino Fundamental / Séries finais de 11 a 14 anos
Estão corretas apenas as proposições:

De acordo com a Lei 9394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, considere as ações abaixo:

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Questão 10 de 11 Q1000057 Q19 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 16 a 20.

FUNDAMENTOS E ESTRUTURA
A Lei nº11274/06 alterou a redação dos Artigos 29, 30, 32 e 87 da LDB (Lei nº9394/96), ampliando para nove anos a duração do Ensino Fundamental. Em consequência, um novo conjunto de normas foi definido, visando regulamentar a matéria. Assim sendo, a organização do ensino fundamental de nove anos e da educação infantil passou a adotar a seguinte nomenclatura:
I- Educação Infantil / Creche: até 3 anos de idade
II- Educação Infantil / Pré-escola: 4 e 5 anos de idade
III- Ensino Fundamental / Anos Iniciais: de 6 a 10 anos de idade
IV- Ensino Fundamental / Séries iniciais: de 6 a 10 anos de idade
V- Ensino Fundamental / Anos finais: de 11 a 14 anos
VI- Ensino Fundamental / Séries finais de 11 a 14 anos
Estão corretas apenas as proposições:

Nos termos do Art.58 da LDB, aos educandos portadores de necessidades especiais educacionais será oferecida educação especial com atendimento preferencialmente:

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Questão 11 de 11 Q1000058 Q20 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 16 a 20.

FUNDAMENTOS E ESTRUTURA
A Lei nº11274/06 alterou a redação dos Artigos 29, 30, 32 e 87 da LDB (Lei nº9394/96), ampliando para nove anos a duração do Ensino Fundamental. Em consequência, um novo conjunto de normas foi definido, visando regulamentar a matéria. Assim sendo, a organização do ensino fundamental de nove anos e da educação infantil passou a adotar a seguinte nomenclatura:
I- Educação Infantil / Creche: até 3 anos de idade
II- Educação Infantil / Pré-escola: 4 e 5 anos de idade
III- Ensino Fundamental / Anos Iniciais: de 6 a 10 anos de idade
IV- Ensino Fundamental / Séries iniciais: de 6 a 10 anos de idade
V- Ensino Fundamental / Anos finais: de 11 a 14 anos
VI- Ensino Fundamental / Séries finais de 11 a 14 anos
Estão corretas apenas as proposições:

“(...) No que se refere às funções da avaliação da aprendizagem, importa ter presente que ela permite o julgamento e a conseqüente classificação, mas essa não é a sua função constitutiva. É importante estar atento à sua função ontológica (constitutiva), que é de diagnóstico, e, por isso mesmo, a avaliação cria a base para a tomada de decisão, que é o meio de encaminhar os atos subseqüentes, na perspectiva da busca de maior satisfatoriedade nos resultados.” (LUCKESI,1995) Articuladas com a função ontológica da Avaliação da Aprendizagem estão, segundo Luckesi, as funções, EXCETO:

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