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Prova Professor I - Pref. Santo Augusto/RS
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Questão 1 de 3 Q1691439 Q2 da prova
Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais Por Martha Medeiros 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 ................... eu e Claudia Tajes, minha vizinha de página, sentadas na plateia do teatro Renascença, em Porto Alegre, assistindo a Sangue e Pudins , do Luciano Alabarse . Do meio para o fim do espetáculo, o barulho da chuva se intensificou de forma a nos iludir que era um recurso _______ – parecia que em instantes a água deslizaria pelas paredes e entre as poltronas. Faltando 10 minutos para acabar, a iluminação se foi e os atores terminaram a _______ no escuro. Saímos correndo, nem cumprimentamos Luciano. O saguão do teatro era uma piscina – chovia lá dentro. Eu só queria pegar meu carro no estacionamento e voar para casa, minha filha estava sozinha, sem luz, e já .................. mandado mensagens preocupantes sobre o vento e a chuva anormais. Outros motoristas que estavam na plateia não se animaram a atravessar o lago que havia se formado na rua, eu dei a partida e fui em frente com o meu otimismo. Cem metros adiante, tudo parado. Congestionamento e blecaute, só enxergávamos os faróis de outros carros igualmente encurralados. Sinaleiras apagadas. O Arroio Dilúvio, que margeia a Avenida Ipiranga, apresentava um volume crescente, quase invadindo o asfalto. Precisávamos s air dali. Claudia foi meu segundo par de olhos, meu segundo par de braços. Eu, sozinha atrás do volante, não dava conta. Abrimos as janelas, pedimos passagem, mas era difícil contar com a boa vontade de quem também estava em apuros. As dúvidas transbordava m: seguimos reto? Dobramos? Por fim, alcançamos a Av. Princesa Isabel e, claro, muita água na pista nos aguardava. Nunca senti tanto medo. Minha boca secou. Sabe aquela pessoa que reage com calma na hora do pânico? Não sou eu. Fico apatetada, volto a ser c riança, quero um pai em meio a uma tempestade. Mas estávamos órfãs naquela terça à noite, enquanto árvores desabavam ao nosso redor, arrastando os fios de energia. A cada vez que atravessava um alagamento, com água batendo na porta, eu implorava ao carro: não apaga, não apaga. Quando passamos em frente a um hotel, nem foi preciso entrar em acordo. Era uma ilha. Claudia e eu dividimos a mesma cama, ainda no escuro, depois de co nsumirmos todas as garrafinhas d’ água do frigobar. Às seis da manhã, voltamos cada uma para sua casa. Essa é uma história de terror com final feliz. Mas até quando? A natureza anda mal - humorada, com razão. Vai acontecer de novo. Em Porto Alegre, Rio, BH, São Paulo, Belém. Que os governantes sejam previdentes e tomem decisões que benefic iem o bem -estar da população, em vez de _______ terceiros, lucros ou eleições. E que eu aprenda a desenvolver meu sangue frio. Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais. Nunca estou preparada. Alguém está? Prefeituras ........... que estar. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “piscina” é escrita com “sc”. Assinale a alternativa em que ocorre o mesmo caso.

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Questão 2 de 3 Q1691443 Q4 da prova
Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais Por Martha Medeiros 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 ................... eu e Claudia Tajes, minha vizinha de página, sentadas na plateia do teatro Renascença, em Porto Alegre, assistindo a Sangue e Pudins , do Luciano Alabarse . Do meio para o fim do espetáculo, o barulho da chuva se intensificou de forma a nos iludir que era um recurso _______ – parecia que em instantes a água deslizaria pelas paredes e entre as poltronas. Faltando 10 minutos para acabar, a iluminação se foi e os atores terminaram a _______ no escuro. Saímos correndo, nem cumprimentamos Luciano. O saguão do teatro era uma piscina – chovia lá dentro. Eu só queria pegar meu carro no estacionamento e voar para casa, minha filha estava sozinha, sem luz, e já .................. mandado mensagens preocupantes sobre o vento e a chuva anormais. Outros motoristas que estavam na plateia não se animaram a atravessar o lago que havia se formado na rua, eu dei a partida e fui em frente com o meu otimismo. Cem metros adiante, tudo parado. Congestionamento e blecaute, só enxergávamos os faróis de outros carros igualmente encurralados. Sinaleiras apagadas. O Arroio Dilúvio, que margeia a Avenida Ipiranga, apresentava um volume crescente, quase invadindo o asfalto. Precisávamos s air dali. Claudia foi meu segundo par de olhos, meu segundo par de braços. Eu, sozinha atrás do volante, não dava conta. Abrimos as janelas, pedimos passagem, mas era difícil contar com a boa vontade de quem também estava em apuros. As dúvidas transbordava m: seguimos reto? Dobramos? Por fim, alcançamos a Av. Princesa Isabel e, claro, muita água na pista nos aguardava. Nunca senti tanto medo. Minha boca secou. Sabe aquela pessoa que reage com calma na hora do pânico? Não sou eu. Fico apatetada, volto a ser c riança, quero um pai em meio a uma tempestade. Mas estávamos órfãs naquela terça à noite, enquanto árvores desabavam ao nosso redor, arrastando os fios de energia. A cada vez que atravessava um alagamento, com água batendo na porta, eu implorava ao carro: não apaga, não apaga. Quando passamos em frente a um hotel, nem foi preciso entrar em acordo. Era uma ilha. Claudia e eu dividimos a mesma cama, ainda no escuro, depois de co nsumirmos todas as garrafinhas d’ água do frigobar. Às seis da manhã, voltamos cada uma para sua casa. Essa é uma história de terror com final feliz. Mas até quando? A natureza anda mal - humorada, com razão. Vai acontecer de novo. Em Porto Alegre, Rio, BH, São Paulo, Belém. Que os governantes sejam previdentes e tomem decisões que benefic iem o bem -estar da população, em vez de _______ terceiros, lucros ou eleições. E que eu aprenda a desenvolver meu sangue frio. Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais. Nunca estou preparada. Alguém está? Prefeituras ........... que estar. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Enumere as assertivas a seguir, em ordem crescente, de acordo com sua ordem de abordagem no texto. ( ) Motoristas ficam receosos a o atravessar a rua alagada. ( ) A autora menciona o espetáculo de Luciano Alabarse. ( ) A escritora afirma que situações como a narrada acontecerão novamente. ( ) A autora admite que sentiu muito medo. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 3 de 3 Q1691450 Q8 da prova
Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais Por Martha Medeiros 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 ................... eu e Claudia Tajes, minha vizinha de página, sentadas na plateia do teatro Renascença, em Porto Alegre, assistindo a Sangue e Pudins , do Luciano Alabarse . Do meio para o fim do espetáculo, o barulho da chuva se intensificou de forma a nos iludir que era um recurso _______ – parecia que em instantes a água deslizaria pelas paredes e entre as poltronas. Faltando 10 minutos para acabar, a iluminação se foi e os atores terminaram a _______ no escuro. Saímos correndo, nem cumprimentamos Luciano. O saguão do teatro era uma piscina – chovia lá dentro. Eu só queria pegar meu carro no estacionamento e voar para casa, minha filha estava sozinha, sem luz, e já .................. mandado mensagens preocupantes sobre o vento e a chuva anormais. Outros motoristas que estavam na plateia não se animaram a atravessar o lago que havia se formado na rua, eu dei a partida e fui em frente com o meu otimismo. Cem metros adiante, tudo parado. Congestionamento e blecaute, só enxergávamos os faróis de outros carros igualmente encurralados. Sinaleiras apagadas. O Arroio Dilúvio, que margeia a Avenida Ipiranga, apresentava um volume crescente, quase invadindo o asfalto. Precisávamos s air dali. Claudia foi meu segundo par de olhos, meu segundo par de braços. Eu, sozinha atrás do volante, não dava conta. Abrimos as janelas, pedimos passagem, mas era difícil contar com a boa vontade de quem também estava em apuros. As dúvidas transbordava m: seguimos reto? Dobramos? Por fim, alcançamos a Av. Princesa Isabel e, claro, muita água na pista nos aguardava. Nunca senti tanto medo. Minha boca secou. Sabe aquela pessoa que reage com calma na hora do pânico? Não sou eu. Fico apatetada, volto a ser c riança, quero um pai em meio a uma tempestade. Mas estávamos órfãs naquela terça à noite, enquanto árvores desabavam ao nosso redor, arrastando os fios de energia. A cada vez que atravessava um alagamento, com água batendo na porta, eu implorava ao carro: não apaga, não apaga. Quando passamos em frente a um hotel, nem foi preciso entrar em acordo. Era uma ilha. Claudia e eu dividimos a mesma cama, ainda no escuro, depois de co nsumirmos todas as garrafinhas d’ água do frigobar. Às seis da manhã, voltamos cada uma para sua casa. Essa é uma história de terror com final feliz. Mas até quando? A natureza anda mal - humorada, com razão. Vai acontecer de novo. Em Porto Alegre, Rio, BH, São Paulo, Belém. Que os governantes sejam previdentes e tomem decisões que benefic iem o bem -estar da população, em vez de _______ terceiros, lucros ou eleições. E que eu aprenda a desenvolver meu sangue frio. Não gosto nem de festa surpresa, imagine de emboscadas ambientais. Nunca estou preparada. Alguém está? Prefeituras ........... que estar. (Disponível em: www. gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais. Coluna 1 1. Pronome. 2. Conjunção. 3. Preposição. Coluna 2 ( ) “nem” (l. 07). ( ) “meu” (l. 08). ( ) “com” (l. 11). ( ) “outros” (l. 13). A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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