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Prova Professor de Educação Especial e-ou Educação Inclusiva - Intérprete de Libras - Pref. João Alfredo/PE
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

De acordo com o texto, qual é a principal emoção que a autora descreve sentir desde a infância?

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, o que a autora deseja ao expressar a vontade de pertencer?

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

No texto, a autora fala sentir inveja de uma freira. Por quê?

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

De acordo com a autora, a "pobreza" em si mesma é:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, de onde vem a vontade intensa de pertencer da autora?

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

Infere-se do texto que a sua principal mensagem é:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07:

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre.
Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço.
Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(Pertencer, Clarice Lispector)

Qual a função sintática do termo sublinhado na frase: "Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente"?

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Em se tratando de colocação pronominal, qual das frases abaixo está em DESACORDO com a norma culta da língua portuguesa?

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale a única alternativa que apresenta uma oração coordenada sindética explicativa:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Assinale a única alternativa a qual o termo sublinhado é complemento nominal:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Em relação às figuras de linguagem, assinale a única alternativa que apresenta um exemplo de metáfora:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o sinônimo de léxico:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Amanda e Lívio foram para uma pizzaria, no cardápio eles verificaram que o valor de uma pizza grande é de R$ 48,00, a pizza média é 60 % do valor da pizza grande, e a pizza pequena é de 50 % do valor da pizza média. Qual o valor em R$ da pizza pequena?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Uma praça tem as dimensões de 25 metros de largura por 40 metros de comprimento, possui uma área verde e uma área esportiva (quadra), sabendo-se que 40% é de área verde, e 60% é área esportiva. Qual é a área verde em metros quadrado (m²)?

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Resolva a expressão numérica: X + 5/3 - Y - 1/5 + Z. Considere: X= 3; Y=2 e Z= -1.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Roberta tem um sítio com várias plantações, contratou um agrônomo para estudar o plantio de abacate. A área para o teste do plantio de abacate é de 2,2 hectares. Sabendo-se que no primeiro ano a proprietária colheu 3 abacates por metro quadrado, e no segundo ano colheu 4 abacates por metro quadrado. Qual foi a quantidade total de abacate colhido no segundo ano, na área de 2,2 hectares?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Carlos, Ricardo e André juntos têm uma quantia de R$ 720,00. Ricardo tem o dobro da quantia de Carlos, e André tem o triplo da quantia de Ricardo. Qual a quantia em R$ de André?

Questão 18 de 40 Q18 da prova

José e Márcia têm cinco filhos, com as idades de 4 anos, 6 anos, 12 anos, 18 anos e 26 anos. Qual a média aritmética das idades dos cinco filhos?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Marília deixou de pagar um boleto bancário, no valor de R$ 650,00, e depois de 14 dias de atraso emitiu um novo boleto, a uma taxa de juros de 2,5 % ao mês. Considere o mês com trinta dias, e para a correção financeira foi utilizado o sistema de juros simples. Determine o valor corrigido em R$, do boleto de pagamento:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Considere uma caixa d’água de capacidade de 500 litros, que está vazia, e sendo alimentada por duas torneiras, a primeira com uma vazão de 25 litros por hora, e a segunda com 50 litros por hora. Em quanto tempo aproximadamente a caixa ficará com 500 litros d’água?

Questão 21 de 40 Q21 da prova

A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 ( Estatuto da Criança e do Adolescente), prevê proteção e desenvolvimento integral, orientando ações de diferentes setores e garantindo políticas voltadas ao bem-estar juvenil. Marque a alternativa que combina com o que o Estatuto defende.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Pesquisas sobre a história da população surda e muda revelam tradições comunitárias, abrangendo valores culturais que repercutem em práticas linguísticas próprias. Assinale a alternativa que reconhece essa herança sociocultural:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

A consolidação da Libras como língua plena e independente envolve aspectos culturais e identitários da comunidade surda. Nesse contexto, como se define a relação entre Libras e língua portuguesa em ambientes bilíngues?

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Atender às pessoas nas escolas exige receptividade, clareza e respeito às necessidades de cada um. Qual alternativa reflete esse jeito de agir?

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A avaliação da aprendizagem prevê procedimentos contínuos, considerando as particularidades de cada turma e o contexto escolar. Identifique a alternativa que expressa essa concepção avaliativa:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

O planejamento e a organização das atividades de trabalho nas escolas exigem objetivos claros, a distribuição de tarefas e o monitoramento sistemático. Assinale a alternativa compatível com essa prática:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Em uma escola, a gestão propôs projetos que unem várias disciplinas. Porém, alguns professores afirmaram ter dificuldades práticas e mostraram resistência a mudanças no jeito de ensinar. Como a equipe gestora pode ajudar a superar esses obstáculos e garantir que os projetos sejam aplicados com sucesso?

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A educação à distância (EAD) exige adequação tecnológica, estratégias didáticas específicas e suporte contínuo ao estudante em plataformas virtuais. Qual a alternativa que aborda um fator crucial para o êxito nessa modalidade?

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A Lei nº 9.394/96 fala sobre os diferentes níveis de ensino e define princípios para a Educação Básica. Qual a opção que combina com o que essa lei defende?

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Em termos de estrutura linguística, a Libras possui características próprias que a diferenciam das línguas orais-auditivas. Qual a opção que descreve adequadamente uma dessas especificidades?

Questão 31 de 40 Q31 da prova

A atuação de professores-intérpretes de Libras no contexto educacional implica desafios na mediação de conteúdos. Que atitude condiz com uma prática profissional ética e eficaz?

Questão 32 de 40 Q32 da prova

A ética profissional no ambiente escolar envolve responsabilidade, neutralidade diante de diferenças e comprometimento com o crescimento dos estudantes. Assinale a alternativa que reflete essa compreensão:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

As variações linguísticas em Libras ocorrem devido a fatores regionais, geracionais e contextuais. De que forma o professor-intérprete pode lidar com essas variações na prática educacional?

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Em intervenções pedagógicas, o professor-intérprete de Libras frequentemente trabalha em conjunto com docentes de várias áreas. O que melhor define essa colaboração?

Questão 35 de 40 Q35 da prova

A Lei que oficializa a Libras (Lei nº 10.436/2002) e seu respectivo Decreto (nº 5.626/2005) trazem diretrizes para o uso e difusão da língua de sinais no Brasil. Que disposição está de acordo com os instrumentos legais?

Questão 36 de 40 Q36 da prova

O Intérprete de Libras atua como mediador linguístico, promovendo entendimento entre surdos e ouvintes no contexto escolar. Qual a conduta que é compatível com esse papel profissional?

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Em uma escola de ensino fundamental, o intérprete de Libras observou dificuldades nos projetos interdisciplinares, pois alguns professores não realizavam planejamento conjunto para alunos surdos. Como o intérprete pode contribuir para a harmonização dessas práticas?

Questão 38 de 40 Q38 da prova

A prática de tradução e interpretação de Libras para a língua portuguesa ou vice-versa em uma aula de ciências exatas pode demandar estratégias linguísticas específicas. Que atitude do intérprete promove uma maior eficácia?

Questão 39 de 40 Q39 da prova

O planejamento e a organização do trabalho do intérprete de Libras exigem estratégias coordenadas com a equipe docente, incluindo preparação prévia do vocabulário e análise das demandas pedagógicas. Assinale a alternativa CORRETA sobre esse processo:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

O Plano Nacional de Educação (PNE) determina objetivos e metas para o desenvolvimento da Educação no Brasil em um período de dez anos. De acordo com o PNE, qual aspecto é prioritário?

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