Na escola municipal, ocorreu uma palestra sobre Paulo Freire e as suas contribuições teóricas na educação. Em relação a pedagogia libertária proposta por Freire, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas: ( ) O professor apresenta uma postura que favorece e estimula as relações interpessoais com o estudante. ( ) O professor deve agir como um coordenador de atividades, aquele que organiza e atua conjuntamente com os alunos. ( ) O professor vai transmitir ou “depositar” o conhecimento que possui no aluno. ( ) A partir de problematizações, por um processo dialógico entre professor e aluno, ocorre a aprendizagem crítica. Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Uma rede municipal de educação decidiu ofertar vagas em turmas do ensino fundamental na modalidade de educação de jovens de adultos (EJA) em suas escolas municipais. Neste contexto, a coordenadora pedagógica orientou os professores em relação a metodologia e didática adequada para o público-alvo na EJA. Em relação a metodologia e didática para classes de EJA, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmações falsas: ( ) O adulto estudante é considerado como sujeito de sua própria aprendizagem. ( ) É pertinente ensinar os adultos com as mesmas técnicas didáticas usadas com crianças e adolescentes. ( ) O estudante adulto pode ser tratado pelos professores como se fosse um adolescente. ( ) A andragogia é um caminho educacional que busca compreender a aprendizagem do adulto. Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Sobre a postura do professor para promoção de atividades que preparam os alunos para a percepção ativa na aula, analise as afirmativas a seguir: I. Pedir aos alunos que digam o que sabem sobre o assunto. II. Solicitar que os alunos verbalizem o que estão vendo ou manipulando. III. Fazer uma demonstração do que foi ensinado em sala de aula. IV. Aplicar tarefas que estimulem a memorização dos alunos. Estão corretas, apenas as afirmativas:
Considerado o texto acima, NÃO seria exemplo de prática de leitura preconizado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Eixo Leitura para o Ensino Fundamental:
Dado o gênero a que pertence o texto lido, a habilidade presente na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que o professor poderia trabalhar em sala de aula e mais coerente com o texto é:
Acerca da coesão textual, ao explicar a noção de “encadeamento por conexão”, Koch (2008) disse: “O encadeamento por conexão ocorre quando do uso de conectores dos mais diversos tipos. Também neste caso, as relações estabelecidas entre enunciados podem ser de cunho lógico-semântico ou discursivo-argumentativo (…). Contemplam-se, aqui, não apenas as conjunções propriamente ditas (registradas em nossas gramáticas tradicionais), mas também as locuções conjuntivas, prepositivas e adverbiais que têm por função interconectar enunciados.” Um exemplo de locução que estabelece no texto um encadeamento por conexão é encontrado na seguinte alternativa:
Mais do que identificar superficialmente estruturas gramaticais do texto, sua análise linguística pode revelar padrões antes não compreendidos pelo educando e que merecem também atenção nas relações de ensino-aprendizagem, segundo as mais aceitas teorias vigentes na área de educação. Tendo isso em mente, a análise morfossemântica de alguns vocábulos do texto pode ser muito proveitosa em sala de aula. Tomando-se, então, os vocábulos “conscientização”, “interação”, “aceitação” e “criação”, o professor pode conduzir o aluno à compreensão de que:
“Comemorado no dia 02 de abril, a conscientização sobre o autismo é crucial para promover a inclusão e a compreensão das pessoas com autismo na sociedade” (1º parágrafo). Se observarmos com um olhar estritamente normativo, há nesse trecho um erro de concordância nominal, porque o particípio passado do verbo (“Comemorado”, que funciona como uma espécie de adjetivo) está no masculino e o sujeito posposto (o núcleo substantivo “conscientização”) está no feminino. Há entretanto, uma hipótese linguística plausível (possível, aceitável) que explicaria o erro cometido e ajudaria a entender a intenção do autor nesse contexto:
Suponha que o texto anterior foi utilizado em uma aula de língua portuguesa. Caso o aluno perguntasse a respeito, você diria que o termo “língua”, no último quadrinho, foi empregado pelo personagem Calvin com o seguinte sentido, encontrado no Dicionário on-line Michaelis:
Um excelente exercício de leitura e compreensão, no texto, dos diferentes registros linguísticos é a percepção de que o mesmo personagem/falante utiliza a língua de modos distintos a depender de vários fatores. Isso é o que se percebe se compararmos a fala de Calvin (menino):
Um elemento de coesão utilizado no último quadrinho do texto é a conjunção subordinativa adverbial concessiva “Embora”. Outro recurso que poderia ser utilizado no mesmo contexto, mantendo-se a correção gramatical e o sentido seria a conjunção/locução conjuntiva:
No primeiro quadrinho, ocorre uma redução do verbo “estou” para a forma “tô”. Trata-se de um fenômeno bastante comum na língua oral. Nesse caso, o autor da tirinha grafou a forma “tô” com acento circunflexo. Uma explicação linguística plausível (possível, aceitável, ainda que não seja a única nem a predominante) seria a de que:
Câmara Jr. traz nesse excerto o conceito de “Gramática descritiva ou sincrônica”. Além desse, existem ao menos dois outros conceitos de gramática relevantes para o ensino de língua portuguesa. A opção que melhor explicita esses conceitos é:
A partir da leitura do texto de Mattoso Câmara Jr., podemos refletir sobre as atitudes do professor/educador e do estudante/educando em relação aos fenômenos linguísticos com os quais nos deparamos em situações reais de interação linguística. Um desses fenômenos é o apagamento/supressão de um som ou grupo de sons no fim de um vocábulo, conhecido como “apócope”, como ocorre com verbos no infinitivo (amar, vender, partir etc.). Nesses verbos, a pronúncia do som de [r], apesar de figurar em sílaba tônica, é fraca e, por isso suprimida. Daí serem comuns, na língua falada, registros como “amá”, “vendê”, “parti”. Para explicar fenômenos como esse, sob a perspectiva da gramática sincrônica, o professor precisa ser capaz de:
Se o texto acima fosse utilizado em um plano de aula de língua portuguesa, a que gênero textual ele mais se aproximaria, consideradas as suas peculiaridades?
O texto possui, além da assinatura do autor, Caulos, uma única legenda: DISTRAÍDO. Outra palavra acentuada pela mesma regra que essa, conforme o Acordo Ortográfico vigente, é:
Suponha que o texto de Caulos será utilizado por um professor para estimular o aluno a produzir uma exposição síncrona (ao vivo, em tempo real, com comunicação simultânea) sobre o gênero a que ele pertence. Nesse caso, qualquer que seja a plataforma utilizada por ele para a transmissão, uma interpretação plausível (aceitável, possível, coerente) que ele poderá fazer sobre o sentido veiculado pelo texto é:
Ainda que não se conheça a personagem Mafalda (a menina nos três primeiros quadrinhos) nem suas características, gostos e manias, a leitura da tirinha permite inferir o seguinte sentido, reforçado pela linguagem verbal e não verbal dessa personagem:
O último quadrinho, com o dicionário na lixeira, revela o seguinte pensamento de Mafalda, que não fora explicitado:
A tirinha de Mafalda oferece um excelente exemplo de uso do dicionário de língua materna como fonte de consultas, pesquisas e ampliação dos conhecimentos. A esse respeito, uma discussão profícua (útil, vantajosa) em sala de aula sobre o que é a linguagem pode surgir do seguinte verbete, extraído do Dicionário on-line Michaelis: “Para Ferdinand de Saussure (1857-1913), linguista suíço, sistema abstrato de signos, subjacente à fala e à escrita, usado por uma comunidade e que se opõe à sua realização individual; langue.” Ao explorar esse recurso em sala de aula, que consiste em utilizar a linguagem para explicar ela mesma ou um elemento seu, o professor/educador estará fazendo uso da:
O importante não é necessariamente quanto sabe de literatura, mas sim quanto sua formação descansa numa base filosófica, teórico-conceitual, psicológica, para fundamentar a prática pedagógica. Trata-se de sustentar uma formação que mostre a pertinência da educação literária, fazendo explícito o valor da literatura, sua relação com outras ciências do conhecimento, e compreendendo que dele depende materializar as atividades de recepção e interpretação das obras. É tarefa sua conseguir que os alunos desentranhem a valoração estética dos textos e vivam o prazer da leitura. Uma atitude que NÃO demonstra a formação adequada do professor de literatura é:
São exemplos de competências específicas de linguagens para o Ensino Fundamental, conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), exceto:
Principalmente após o período de pandemia da Covid-19, o mundo passou por transformações severas quanto ao uso de plataformas e metodologias on-line para educação escolar, corporativa, marketing, entre outras aplicações. Nesse contexto, um dos recursos que vêm sendo utilizados em plataformas EAD e aplicativos diversos no mundo da educação é a aplicação de mecanismos e dinâmicas de jogos para motivar e engajar os usuários de forma lúdica, criativa, prazerosa. Trata-se de estratégia cada vez mais utilizada em ambientes virtuais de aprendizagem, conhecida como:



















