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Prova PEB II - Filosofia - Pref. Araçariguama/SP
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7. Carnaval Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando... E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés. Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na tabela do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram. No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda- oupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé! BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No texto, o efeito de sentido de movimento e de passagem do tempo, que corrobora a construção imagética do cenário de carnaval de rua, é provocado pela:

Questão 2 de 30 Q2 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7. Carnaval Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando... E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés. Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na tabela do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram. No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda- oupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé! BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio.” No contexto apresentado, a conjunção ‘mas’ exprime:

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7. Carnaval Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando... E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê. Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés. Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na tabela do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram. No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guarda- oupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé! BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

O verbo “juntara”, no excerto “Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender.”, está conjugado no:

Questão 4 de 30 Q4 da prova

No excerto “Alguèm lhe jogou confetes na boca, lança- perfume nos olhos.”, o pronome colocado de forma proclítica indica, sintaticamente, o elemento denominado:

Questão 5 de 30 Q5 da prova

Considere o excerto: “Apertou -se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam.” Nesse contexto, as palavras “se”, “entre”, “mulheres” e “que” classificam -se gramaticalmente e respectivamente como:

Questão 6 de 30 Q6 da prova

No excerto “E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu.”, a flexão de nömero no verbo ‘vir’ estabelece relação de concordância apenas com o(s) elemento(s):

Questão 7 de 30 Q7 da prova

Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta: I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado, II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.

Questão 8 de 30 Q8 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra dada apresenta um sufixo formador de substantivo derivado de verbo.

Questão 9 de 30 Q9 da prova

Considere as seguintes afirmativas a respeito da flexão de gênero: I. É possível apenas nas classes gramaticais nominais. II. Ocorre em advérbios. III. Ocorre em classes responsáveis pela conexão de elementos oracionais. São verdadeiras apenas:

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a forma superlativa absoluta analítica do adjetivo está correta, segundo a norma-padrão.

Questão 11 de 30 Q11 da prova

De acordo com o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério de Araçariguama – Lei Complementar N.º 33 de 29 de janeiro de 1998. Analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para Verdadeira e (F) para Falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.

Questão 12 de 30 Q12 da prova

De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.

Questão 13 de 30 Q13 da prova

De acordo com o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério de Araçariguama – Lei Complementar N.º 33 de 29 de janeiro de 1998. Analise os itens a seguir. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. II - coexistência de instituições públicas e particulares. III - pluralismo de ideias e concepções pedagógicas. Está(ão) correta(s) a(s) assertiva(s):

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Assinale a alternativa correta, em relação ao Histórico do Município de Araçariguama, de acordo com a Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015.

Questão 15 de 30 Q15 da prova

De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama - Lei Municipal N.º 710, de 28 de maio de 2015. Quem foi o responsável pela edificação da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, em 1688, tendo sido construída para atender as atividades religiosas dos administradores e escravos das fazendas da família, local hoje conhecido com Sítio dos Barbosa?

Questão 16 de 30 Q16 da prova

De acordo com a Resolução CNE/CEB 05/2009 – Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: CNE 2009. Analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para Verdadeira e (F) para Falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.

Questão 17 de 30 Q17 da prova

Analise os itens a seguir de acordo com a Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Brasília: CNE, 2010. I - O Ensino Fundamental, com duração de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etária dos 7 (sete) aos 15 (quinze) anos de idade e se estende, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo. II - A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800 (oitocentas) horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.

Questão 18 de 30 Q18 da prova

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, analise os itens a seguir. São atribuições do Conselho Tutelar: I – encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança ou adolescente. II - encaminhar à autoridade judiciária os casos de sua competência. III - promover e incentivar, na comunidade e nos grupos profissionais, ações de divulgação e treinamento para o reconhecimento de sintomas de maus-tratos em crianças e adolescentes. Estão corretas as assertivas:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

De acordo com a Lei Federal nº 13.005/2014 – Plano Nacional de Educação. Analise os itens a seguir. I – As conferências nacionais de educação realizar-se-ão com intervalo de até 2 (dois) anos entre elas, com o objetivo de avaliar a execução deste PNE e subsidiar a elaboração do plano nacional de educação para o decênio subsequente. II - Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar seus correspondentes planos de educação, ou adequar os planos já aprovados em lei, em consonância com as diretrizes, metas e estratégias previstas neste PNE, no prazo de 2 (dois) anos. III - Até o final do primeiro semestre do nono ano de vigência deste PNE, o Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, sem prejuízo das prerrogativas deste Poder, o projeto de lei referente ao Plano Nacional de Educação a vigorar no período subsequente, que incluirá diagnóstico, diretrizes, metas e estratégias para o próximo decênio. Está(ão) incorreta(s) a(s) assertiva(s):

Questão 20 de 30 Q20 da prova

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para Verdadeira e (F) para Falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.

Questão 21 de 30 Q21 da prova

“Agir de tal forma que a máxima da minha ação possa ser universalizada sem contradição.” Em um contexto filosófico que destaca a busca por princípios éticos universais, Immanuel Kant formulou a máxima que orienta a ação moral, visando a universalização das máximas individuais. Analise as afirmativas a seguir: I. A máxima de Kant busca estabelecer um princípio ético universal que pode ser aplicado a todas as situações, garantindo consistência lógica em sua universalização. II. O Idealismo Alemão, em sua essência, propõe que a realidade é construída pela mente, sendo uma representação subjetiva do sujeito. III. A relação entre a máxima kantiana e o Idealismo Alemão reside na busca por uma ética fundamentada em princípios subjetivos, adaptáveis a diferentes contextos. IV. Kant, ao formular sua máxima, considera a importância da realidade objetiva como um fundamento para a ética, diferenciando-se do Idealismo Alemão nesse ponto. V. A universalização da máxima kantiana sem contradição implica a existência de princípios éticos que transcendem as particularidades culturais e individuais. Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:

Questão 22 de 30 Q22 da prova

Imagine uma caverna subterrânea, onde um grupo de pessoas vive desde o nascimento, acorrentados de modo que só possam olhar para a parede do fundo da caverna. Atrás dos prisioneiros, há um fogo, e entre o fogo e os prisioneiros, passa uma estrada ascendente. Ao longo da estrada, há pessoas que carregam objetos, tais como esculturas de animais e pessoas. Essas esculturas projetam sombras na parede da caverna, que é tudo o que os prisioneiros podem ver. Um dia, um dos prisioneiros é libertado. Ele se vira, vê o fogo e os objetos que o causam. Ele percebe que as sombras que ele via na parede não eram a realidade, mas apenas uma imitação dela. O prisioneiro libertado é então levado para fora da caverna. Ele vê o mundo real pela primeira vez, e é deslumbrado pela beleza e complexidade da realidade. Ele percebe que as sombras que ele via na caverna eram apenas uma imitação imperfeita da realidade. De acordo com a alegoria da caverna de Platão, o prisioneiro libertado representa:

Questão 23 de 30 Q23 da prova

“Dou-me conta de que, enquanto quero duvidar da verdade de todas as coisas, não posso, ao mesmo tempo, duvidar de mim mesmo, que duvido; ou, em outras palavras, que eu penso. Pois, se eu duvido, é claro que sou, e que existe em mim algo que pensa. Mas que sou eu, ou que substância sou eu, que assim penso? Isso ainda não sei, e o que agora afirmo é apenas que sou uma coisa que pensa, ou uma substância cuja essência é pensar.” Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da dúvida metódica de Descartes.

Questão 24 de 30 Q24 da prova

A ciência é uma maneira de pensar, uma maneira de ver o mundo. É uma forma de questionar, de investigar, de buscar evidências. É uma forma de aprender e de crescer. A ciência é um processo de descoberta, não de dogma. Ela é baseada na observação, na experimentação e na revisão. A ciência está sempre mudando, à medida que novas evidências surgem. A ciência é uma ferramenta poderosa. Ela pode nos ajudar a entender o mundo ao nosso redor, a resolver problemas e a melhorar nossas vidas. De acordo com a passagem, a ciência é:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Voltaire foi um dos principais pensadores do Iluminismo Francês, movimento intelectual que defendia o uso da razão e da ciência para a compreensão do mundo e para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las." A passagem de Voltaire citada acima expressa a defesa de qual das seguintes ideias iluministas?

Questão 26 de 30 Q26 da prova

Toda a nossa ideia de causa e efeito deriva da experiência. Quando vemos um evento de um certo tipo seguido repetidamente por outro, formamos a ideia de que o primeiro é a causa do segundo. No entanto, essa ideia é apenas uma convenção mental, não uma verdade necessária. Não há nada na experiência que nos obrigue a acreditar que o mesmo evento sempre seguirá o primeiro evento. É perfeitamente possível que, em algum momento, o evento seguinte não ocorra. A teoria do conhecimento de David Hume é conhecida como:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Para Platão, o mundo que conhecemos através dos sentidos é imperfeito e mutável, enquanto o mundo das ideias é perfeito e imutável. As ideias são as formas eternas e incorruptíveis de todas as coisas, e elas existem independentemente do mundo sensível. A alma humana, por sua vez, é imortal e pertence ao mundo das ideias. Ela foi banida do mundo das ideias e aprisionada no corpo, mas seu objetivo é retornar ao mundo das ideias. A educação é o processo de ajudar a alma a se libertar do corpo e retornar ao seu verdadeiro lar. De acordo com Platão, qual é a relação entre o mundo das ideias e o mundo sensível?

Questão 28 de 30 Q28 da prova

A arte imita a natureza, mas não de forma servil, pois ela acrescenta ou retira elementos da realidade para criar uma obra que seja mais bela e significativa. A arte também tem um papel educativo, pois ela pode nos ensinar sobre o mundo e sobre nós mesmos. A beleza é uma qualidade objetiva que está presente nas coisas naturais e nas obras de arte. Ela é uma fonte de prazer e de harmonia. A obra de Aristóteles que trata da estética é:

Questão 29 de 30 Q29 da prova

Considerando a contribuição das aulas de Filosofia para o desenvolvimento do senso crítico, analise as seguintes afirmações: I. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de pensar por si mesmo. II. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de analisar criticamente as informações que se recebe. III. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de formar suas próprias opiniões. IV. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento do pensamento dogmático. É correto o que se afirma em:

Questão 30 de 30 Q30 da prova

A filosofia é importante para a formação do cidadão porque:

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