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Prova Operador de Máquina Pesada - Pref. Pinheiro/MA
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Questão 1 de 32 Q1393102 Q1 da prova
As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo:
QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO
À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética. Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda. A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico. Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências. Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco. Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico. Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco. Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai. Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente. São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia. Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.
(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira-souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser-evitado)

Assinale a alternativa que melhor sintetiza o tema central do texto.

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Questão 2 de 32 Q1393105 Q2 da prova
As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo:
QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO
À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética. Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda. A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico. Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências. Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco. Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico. Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco. Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai. Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente. São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia. Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.
(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira-souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser-evitado)

De acordo com o texto, qual é uma das principais causas das quedas noturnas em idosos?

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Questão 3 de 32 Q1393107 Q3 da prova
As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo:
QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO
À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética. Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda. A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico. Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências. Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco. Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico. Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco. Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai. Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente. São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia. Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.
(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira-souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser-evitado)

Marque a alternativa que explica corretamente a relação entre a fragilidade óssea e as quedas em idosos, conforme apresentado no texto.

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Questão 4 de 32 Q1393109 Q4 da prova
As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo:
QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO
À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética. Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda. A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico. Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências. Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco. Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico. Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco. Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai. Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente. São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia. Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.
(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira-souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser-evitado)

Assinale a alternativa que melhor reflete o ciclo de prosperidade mencionado no texto.

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Questão 5 de 32 Q1393111 Q5 da prova
As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo:
QUEDA EM IDOSOS, UM FANTASMA A SER EVITADO
À medida que o familiar envelhece, é coerente investir em adaptações que proporcionem liberdade de deslocamento seguro. Além de ser importante para manter a sensação de pertencimento ao seu ambiente, isso protege a saúde mental, pois permite a manutenção das atividades que eram rotineiras, e é fundamental para evitar o declínio da funcionalidade musculoesquelética. Inicia-se um ciclo de prosperidade: mais movimento, mais músculos, mais força, mais consciência corporal, menos queda. A queda é deletéria de várias maneiras; gera estresse doloroso, necessidade de medicamentos analgésicos, que podem complicar a saúde do estômago, aumenta o risco de agravos para fígado, coração, rim e podem exigir um procedimento cirúrgico. Isso gera para o paciente idoso, muitas vezes já com vulnerabilidades de saúde, um risco anestésico maior, tanto pelo declínio de funcionalidade dos órgãos quanto pela utilização de medicamentos crônicos, além de uma internação e todas as suas consequências. Sabemos que o risco de infecção é bem mais alto nos idosos, e o ambiente hospitalar, que, apesar dos meticulosos cuidados para prevenção de infecção, é, por sua característica de receber pessoas doentes, um ambiente de maior risco. Recebo muitos pacientes na clínica de dor após histórico de queda e vejo o quanto ela representa um declínio abrupto na qualidade de vida de pacientes que, previamente, estavam bem e, depois, muitas vezes, ficam com incapacidades e comumente muito mais medrosos para se deslocar. Sem falar na dor que, em alguns casos, vai exigir um cuidado crônico. Mulheres, pela maior incidência de sarcopenia e osteoporose, são mais vulneráveis quando ocorre uma queda, mas os homens não estão imunes ao risco. Temos também uma situação muito particular, em que o idoso não cai e quebra, mas acontece o contrário: o osso quebra pela fragilidade óssea e, por isso, o indivíduo cai. Nas duas situações, um fator particular torna esse cenário bem mais delicado: o uso cada vez mais frequente de medicamentos que diminuem a consciência, a coordenação e o equilíbrio do paciente. São eles: indutores do sono, medicamentos utilizados para regular o humor, anticonvulsivantes e opioides (utilizados para o controle da dor), muitas vezes prescritos sem considerar a idade e a perda natural da capacidade dos órgãos que metabolizam esses medicamentos. Em função da idade, deve-se pesar muito bem o risco e o benefício. Se for imprescindível, devemos ajustar a dose e o horário para que o paciente não se levante à noite com nível reduzido de consciência e caia. Em função do uso cada vez mais frequente de medicamentos, é cada vez mais comum pacientes caírem à noite enquanto se levantam para ir ao banheiro. Precisamos prestar atenção nessa alta frequência para investir em cuidados que reduzam esses riscos.
(Por Meira Souza. Publicado em 17/07/2024. Disponível em https://www.otempo.com.br/opiniao/dra-meira-souza/2024/7/6/queda-em-idosos--um-fantasma-a-ser-evitado)

Qual é a principal mensagem que a autora deseja transmitir com o texto?

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Questão 6 de 32 Q1393113 Q6 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Paulo gosta de estudar à noite porque é mais silencioso." Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra sublinhada no trecho acima.

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Questão 7 de 32 Q1393115 Q7 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Ele não sabia o porquê de tanta confusão." Assinale a alternativa que explica corretamente o uso do termo "porquê" no trecho acima.

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Questão 8 de 32 Q1393117 Q8 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"A luz do sol iluminava o jardim." Marque a alternativa que contém o sujeito da oração.

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Questão 9 de 32 Q1393119 Q9 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Ela é muito inteligente e dedicada." Assinale a alternativa que classifica corretamente as palavras "inteligente" e "dedicada".

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Questão 10 de 32 Q1393124 Q12 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Vamos ao parque ou ao cinema?" Marque a alternativa que classifica corretamente a conjunção "ou" no trecho acima.

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Questão 11 de 32 Q1393126 Q13 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Ele não gosta de café, mas prefere chá." Assinale a alternativa que classifica corretamente a conjunção "mas" no trecho acima.

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Questão 12 de 32 Q1393128 Q14 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"A casa é grande, espaçosa e confortável." Marque a alternativa que classifica corretamente as palavras "grande", "espaçosa" e "confortável".

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Questão 13 de 32 Q1393130 Q15 da prova

Leia o trecho abaixo e responda à questão:
"Ele está sempre feliz, pois vê o lado bom das coisas." Assinale a alternativa que classifica corretamente a conjunção "pois" no trecho acima.

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Questão 14 de 32 Q1393132 Q16 da prova

Um capital de R$ 108.000,00 foi aplicado a uma taxa de 5% ao mês pelo regime de juros simples, assinale corretamente o montante dessa aplicação após 18 meses.

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Questão 15 de 32 Q1393139 Q19 da prova

Em uma fábrica, com 2 horas de operação são fabricadas 120 unidades de um determinado produto, considerado as mesmas condições, em 8 horas de operação a quantidade de produtos fabricados será de:

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Questão 16 de 32 Q1393141 Q20 da prova

Em uma sala de aula possui 50 alunos, sendo 18 meninos e 32 meninas. Assinale de forma correta o percentual de meninos dessa sala.

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Questão 17 de 32 Q1393143 Q21 da prova

Assinale a assertiva que apresenta a definição correta de "via" segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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Questão 18 de 32 Q1393144 Q22 da prova

Assinale corretamente o órgão que é responsável pela regulamentação das normas de trânsito no Brasil.

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Questão 19 de 32 Q1393148 Q24 da prova

Assinale a forma correta que é classificada a via que possui uma faixa exclusiva para bicicletas, segregada fisicamente do restante da via.

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Questão 20 de 32 Q1393149 Q25 da prova

Assinale corretamente a principal diferença entre parar e estacionar, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro CTB.

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Questão 21 de 32 Q1393151 Q26 da prova

Assinale a classificação das vias públicas destinada a transitar por áreas rurais, interligando municípios.

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Questão 22 de 32 Q1393154 Q28 da prova

O que um condutor deve fazer ao avistar uma faixa de pedestres sem semáforo?

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Questão 23 de 32 Q1393158 Q30 da prova

Assinale corretamente a categoria de habilitação que é necessária para conduzir veículos com mais de oito lugares, além do condutor.

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Questão 24 de 32 Q1393160 Q31 da prova

Assinale corretamente um dos seguintes itens que é considerado um equipamento de segurança obrigatório em veículos automotores.

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Questão 25 de 32 Q1393162 Q32 da prova

Durante a inspeção do veículo, o item que deve ser verificado para garantir a segurança do sistema de freios é:

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Questão 26 de 32 Q1393164 Q33 da prova

Assinale corretamente o principal objetivo da ergonomia aplicada ao design dos veículos.

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Questão 27 de 32 Q1393166 Q34 da prova

Assinale corretamente a primeira ação que deve ser tomada ao presenciar um acidente de trânsito com vítimas.

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Questão 28 de 32 Q1393168 Q35 da prova

Em caso de hemorragia externa, a medida inicial correta a ser adotada para controlar o sangramento, é:

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Questão 29 de 32 Q1393173 Q37 da prova

Assinale corretamente o ano em que Lei Provincial n° 370 de 26 de maio que criava a Freguesia, nomeada com o nome do capitão que contribuiu com a fundação de pinheiro.

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Questão 30 de 32 Q1393175 Q38 da prova

De acordo com o censo de 2022 do IBGE, assinale a assertiva que apresenta o número de habitantes do município de Pinheiro - MA.

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Questão 31 de 32 Q1393177 Q39 da prova

De acordo com o censo de 2022 do IBGE, a área territorial do município de Pinheiro – MA, é:

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Questão 32 de 32 Q1393179 Q40 da prova

No censo de 2010, de acordo com os dados do IBGE relacionado ao município de Pinheiro - MA, o percentual de escolarização dos estudantes de 6 a 14 anos de idade era de:

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