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Prova Operador de ETE - SAAE - Pref. de Alfredo Chaves/ES
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

No subtítulo do texto “Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira”, a intenção do autor ao utilizar o adjetivo sublinhado foi:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

Sobre a estrutura do texto, podemos classificá-lo como predominantemente:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

Pode-se dizer que na introdução do texto, a intenção do autor é de:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

O título “Mussum: o filmis” acerta em priorizar o lado humano do artista” pode ser explicado ao longo do texto, pois:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

Assinale a alternativa que explica a expressão sublinhada no trecho “Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.”

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

Todas as alternativas apresentam as inferências que podem ser feitas a partir da leitura do texto, EXCETO:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

A palavra sublinhada no trecho “Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas.” possui o significado de:

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 08 Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira André Zulani Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco. Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade. Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões. Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção. Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro. Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante. Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa. Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.

No trecho “O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem ter prejuízo de sentido no contexto, por:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale a alternativa em que há um erro ortográfico em uma das palavras nas frases a seguir.

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Analise o texto abaixo. No texto, “A maré tá bravis. Está mais para urubu do que para beija-florzis.”, a palavra beija-florzis (beija-flor) pode ser classificada como

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Marque a alternativa que indica as palavras que foram flexionadas inadequadamente no gênero feminino para cada substantivo masculino:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Qual a única alternativa que NÃO apresenta uma palavra composta por dígrafo?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

"Empregabilidade" é um exemplo de palavra formada por:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Assinale a alternativa em que o uso e a grafia da expressão sublinhada foram usados INCORRETAMENTE.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Observe a sequência e assinale o próximo número.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Assinale a letra de posição 282 da sequência abaixo: GATOGATOGATOGATO…

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Assinale a resposta correta. Uma mediatriz é:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Para 2 + 6x - 18 + 6x - 5 = 15, temos que o valor x é:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Resolva e assinale a resposta correta: 4x - 6 - 3x = - 4(x + 8)

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Uma blusa custa 100,00 reais e reduziu seu preço em 10% para a semana de black friday, chegando o Natal, ele aumentou 10% em cima do valor promocional. Assinale a resposta correta.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Observe a escala de plantão de três médicos de uma emergência: − Ana: 3 por 3. − Beto: 4 por 4. − Carlos: 5 por 5. Se eles caírem em um plantão todos juntos, em quanto tempo eles tiraram outro plantão juntos novamente?

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Carol gasta 3kg de ração em 30 dias para cuidar do seu gato, isto é, o gato consome 3kg por mês. Ignorando os dias a mais e menos do que 30 na contagem do mês, quanto de ração o gatinho de Carol consome em 6 meses?

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Uma empresa recebeu um comunicado de havia juros de R$1092,00 que foi aplicado em cima de um capital que estava aplicado a taxa de juros simples de 13% por 7 meses. Assinale o valor deste capital.

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Com a chegada do verão, João decidiu encher a piscina da sua casa. A torneira a qual ele usa enche 10 litros em 3 horas. Sabendo que a piscina possui 50 litros, assinale a alternativa que possui o tempo correto para enchê-la completamente.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

O valor de x² - 36 = 0 NÃO pode ser:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Um encanamento estourou e inundou uma sala de consultório médico. Por sorte, havia um ralo pequeno. Sabendo que havia 3000L de água na sala e que toda ela escoou pelo ralo em um período de 30 horas, qual a vazão do ralo?

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Em um hospital, havia a gaveta A com uma quantidade de seringas e 1% dessas seringas eram defeituosas. Na gaveta B, havia a mesma quantidade de seringas da gaveta A, entretanto, 3% eram defeituosas. Uma enfermeira juntou todas as seringas da gaveta A com as da gaveta B em uma única gaveta. Nesse sentido, qual o novo percentual de seringas defeituosas?

Questão 29 de 40 Q29 da prova

No dia da festa junina, será vendido cubos de pudim na barraca de doces. Sabendo que um grupo de alunos fez um pudim com dimensões de 6x12x72 centímetros, qual o maior valor do lado do cubo desse pudim?

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Cláudia investiu um capital de R$ 5.000,00 à taxa de juros simples de 5% ao mês, depois de 10 meses, Cláudia tinha um montante de:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde a um dos produtos químicos é frequentemente utilizado na desinfecção de água em estações de tratamento de esgoto.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde a principal finalidade do uso de cal hidratada em uma estação de tratamento de esgoto.

Questão 33 de 40 Q33 da prova

É correto afirmar que um dos principais equipamentos utilizados na etapa de aeração de uma estação de tratamento de esgoto, é:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde ao método mais comum para medir vazões em uma estação de tratamento de esgoto que utiliza a técnica de vertedores.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde a importância de seguir procedimentos adequados durante a coleta de amostras em uma ETE.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Assinale a alternativa correta, em que consiste a etapa de pré-tratamento em uma estação de tratamento de esgoto.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

É correto afirmar que são os principais padrões de lançamento de efluentes estabelecidos pela legislação ambiental:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde qual é o principal objetivo da conservação e preservação do meio ambiente em uma estação de tratamento de esgoto.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

É correto afirmar que o EPI mais adequado para proteger os operadores de uma ETE do contato com produtos químicos corrosivos, é:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Assinale a alternativa correta que corresponde qual é a importância da higiene pessoal e do ambiente de trabalho em uma estação de tratamento de esgoto.

Acertos
Erros
40
Total