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Prova Nutricionista (Educação) - Pref. Abelardo Luz/SC
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Programas de bem -estar no trabalho são pouco eficazes, diz estudo

Os serviços de saúde mental para funcionários se tornaram uma indústria bilionária. Novos contratados são apresentados a uma variedade de soluções digitais de bem -estar, seminários de mindfulness, aulas de massagem, workshops de resiliência, sessões de coaching e aplicativos de sono. Mas um pesquisador britânico que analisou as respostas de uma pesquisa de 46.336 trabalhadores em empresas que ofereciam tais programas descobriu que as pessoas que participaram deles não estavam melhores do que os colegas que não participaram. O estudo, publicado neste mês no Industrial Relations Journal, considerou os resultados de 90 intervenções diferentes e encontrou uma única exceção notável: os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário pareciam ter um bem -estar melhorado. Em toda a amostra do estudo, nenhuma das outras ofertas — aplicativos, coaching, aulas de relaxamento, cursos de gerenciamento do tempo ou saúde financeira — teve qualquer efeito positivo. Treinamentos sobre resiliência e gerenciamento do estresse, na verdade, pareciam ter um efeito negativo. "É uma descoberta muito controversa o fato de que esses programas populares não foram eficazes", diz William J. Fleming, autor do estudo e pesquisador do Wellbeing Research Center da Universidade de Oxford. A análise de Fleming sugere que os empregadores preocupados com a saúde mental dos trabalhadores fariam melhor em focar em "práticas organizacionais centrais", como horários, salários e avaliações de desempenho. O estudo de Fleming é baseado na pesquisa Britain's Healthiest Workplace realizada em 2017 e 2018, respondida por trabalhadores de 233 organizações, com funcionários do setor financeiro e de seguros, incluindo empregados mais jovens e mulheres ligeiramente super -representadas. Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá-los antes e depois do tratamento. Usando milhares de pares correspondentes do mesmo local de trabalho, comparou medidas de bem -estar de trabalhadores que participaram de programas de bem -estar com as de seus colegas que não participaram. Adam Chekroud, co-fundador da Spring Health, uma plataforma que conecta funcionários a serviços de saúde mental, e professor assistente de psiquiatria na Universidade de Yale, diz que o estudo de Fleming examinou intervenções que eram "pouco credíveis" e mediu o bem -estar muitos meses depois. Uma rejeição geral das intervenções no local de trabalho, segundo ele, arrisca "jogar o bebê fora com a água do banho". "Há dados recentes e altamente credíveis de que coisas como programas de saúde mental melhoram todas as métricas que ele menciona", diz Chekroud.

Qual foi a metodologia utilizada no estudo de Fleming para avaliar a eficácia dos programas de bem -estar?

Questão 2 de 20 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Programas de bem -estar no trabalho são pouco eficazes, diz estudo

Os serviços de saúde mental para funcionários se tornaram uma indústria bilionária. Novos contratados são apresentados a uma variedade de soluções digitais de bem -estar, seminários de mindfulness, aulas de massagem, workshops de resiliência, sessões de coaching e aplicativos de sono. Mas um pesquisador britânico que analisou as respostas de uma pesquisa de 46.336 trabalhadores em empresas que ofereciam tais programas descobriu que as pessoas que participaram deles não estavam melhores do que os colegas que não participaram. O estudo, publicado neste mês no Industrial Relations Journal, considerou os resultados de 90 intervenções diferentes e encontrou uma única exceção notável: os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário pareciam ter um bem -estar melhorado. Em toda a amostra do estudo, nenhuma das outras ofertas — aplicativos, coaching, aulas de relaxamento, cursos de gerenciamento do tempo ou saúde financeira — teve qualquer efeito positivo. Treinamentos sobre resiliência e gerenciamento do estresse, na verdade, pareciam ter um efeito negativo. "É uma descoberta muito controversa o fato de que esses programas populares não foram eficazes", diz William J. Fleming, autor do estudo e pesquisador do Wellbeing Research Center da Universidade de Oxford. A análise de Fleming sugere que os empregadores preocupados com a saúde mental dos trabalhadores fariam melhor em focar em "práticas organizacionais centrais", como horários, salários e avaliações de desempenho. O estudo de Fleming é baseado na pesquisa Britain's Healthiest Workplace realizada em 2017 e 2018, respondida por trabalhadores de 233 organizações, com funcionários do setor financeiro e de seguros, incluindo empregados mais jovens e mulheres ligeiramente super -representadas. Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá-los antes e depois do tratamento. Usando milhares de pares correspondentes do mesmo local de trabalho, comparou medidas de bem -estar de trabalhadores que participaram de programas de bem -estar com as de seus colegas que não participaram. Adam Chekroud, co-fundador da Spring Health, uma plataforma que conecta funcionários a serviços de saúde mental, e professor assistente de psiquiatria na Universidade de Yale, diz que o estudo de Fleming examinou intervenções que eram "pouco credíveis" e mediu o bem -estar muitos meses depois. Uma rejeição geral das intervenções no local de trabalho, segundo ele, arrisca "jogar o bebê fora com a água do banho". "Há dados recentes e altamente credíveis de que coisas como programas de saúde mental melhoram todas as métricas que ele menciona", diz Chekroud.

Como Adam Chekroud, co -fundador da Spring Health, reagiu aos resultados do estudo de Fleming?

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Programas de bem -estar no trabalho são pouco eficazes, diz estudo

Os serviços de saúde mental para funcionários se tornaram uma indústria bilionária. Novos contratados são apresentados a uma variedade de soluções digitais de bem -estar, seminários de mindfulness, aulas de massagem, workshops de resiliência, sessões de coaching e aplicativos de sono. Mas um pesquisador britânico que analisou as respostas de uma pesquisa de 46.336 trabalhadores em empresas que ofereciam tais programas descobriu que as pessoas que participaram deles não estavam melhores do que os colegas que não participaram. O estudo, publicado neste mês no Industrial Relations Journal, considerou os resultados de 90 intervenções diferentes e encontrou uma única exceção notável: os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário pareciam ter um bem -estar melhorado. Em toda a amostra do estudo, nenhuma das outras ofertas — aplicativos, coaching, aulas de relaxamento, cursos de gerenciamento do tempo ou saúde financeira — teve qualquer efeito positivo. Treinamentos sobre resiliência e gerenciamento do estresse, na verdade, pareciam ter um efeito negativo. "É uma descoberta muito controversa o fato de que esses programas populares não foram eficazes", diz William J. Fleming, autor do estudo e pesquisador do Wellbeing Research Center da Universidade de Oxford. A análise de Fleming sugere que os empregadores preocupados com a saúde mental dos trabalhadores fariam melhor em focar em "práticas organizacionais centrais", como horários, salários e avaliações de desempenho. O estudo de Fleming é baseado na pesquisa Britain's Healthiest Workplace realizada em 2017 e 2018, respondida por trabalhadores de 233 organizações, com funcionários do setor financeiro e de seguros, incluindo empregados mais jovens e mulheres ligeiramente super -representadas. Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá-los antes e depois do tratamento. Usando milhares de pares correspondentes do mesmo local de trabalho, comparou medidas de bem -estar de trabalhadores que participaram de programas de bem -estar com as de seus colegas que não participaram. Adam Chekroud, co-fundador da Spring Health, uma plataforma que conecta funcionários a serviços de saúde mental, e professor assistente de psiquiatria na Universidade de Yale, diz que o estudo de Fleming examinou intervenções que eram "pouco credíveis" e mediu o bem -estar muitos meses depois. Uma rejeição geral das intervenções no local de trabalho, segundo ele, arrisca "jogar o bebê fora com a água do banho". "Há dados recentes e altamente credíveis de que coisas como programas de saúde mental melhoram todas as métricas que ele menciona", diz Chekroud.

Analise as seguintes assertivas relacionadas ao estudo sobre programas de bem -estar no trabalho mencionado no texto:

I. O estudo conduzido por William J. Fleming revelou que a maioria dos programas de bem -estar no trabalho, incluindo aplicativos de saúde mental e sessões de coaching, não teve impacto significativo no bem -estar dos trabalhadores.
II. Uma exceção notável encontrada no estudo foi que os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário apresentaram um bem -estar melhorado.
III. O estudo sugeriu que os empregadores deveriam focar mais em práticas organizacionais fundamentais, como horários de trabalho e políticas salariais, para melhorar a saúde mental dos funcionários.

Está correto o que se afirma em:

Questão 4 de 20 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Programas de bem -estar no trabalho são pouco eficazes, diz estudo

Os serviços de saúde mental para funcionários se tornaram uma indústria bilionária. Novos contratados são apresentados a uma variedade de soluções digitais de bem -estar, seminários de mindfulness, aulas de massagem, workshops de resiliência, sessões de coaching e aplicativos de sono. Mas um pesquisador britânico que analisou as respostas de uma pesquisa de 46.336 trabalhadores em empresas que ofereciam tais programas descobriu que as pessoas que participaram deles não estavam melhores do que os colegas que não participaram. O estudo, publicado neste mês no Industrial Relations Journal, considerou os resultados de 90 intervenções diferentes e encontrou uma única exceção notável: os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário pareciam ter um bem -estar melhorado. Em toda a amostra do estudo, nenhuma das outras ofertas — aplicativos, coaching, aulas de relaxamento, cursos de gerenciamento do tempo ou saúde financeira — teve qualquer efeito positivo. Treinamentos sobre resiliência e gerenciamento do estresse, na verdade, pareciam ter um efeito negativo. "É uma descoberta muito controversa o fato de que esses programas populares não foram eficazes", diz William J. Fleming, autor do estudo e pesquisador do Wellbeing Research Center da Universidade de Oxford. A análise de Fleming sugere que os empregadores preocupados com a saúde mental dos trabalhadores fariam melhor em focar em "práticas organizacionais centrais", como horários, salários e avaliações de desempenho. O estudo de Fleming é baseado na pesquisa Britain's Healthiest Workplace realizada em 2017 e 2018, respondida por trabalhadores de 233 organizações, com funcionários do setor financeiro e de seguros, incluindo empregados mais jovens e mulheres ligeiramente super -representadas. Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá-los antes e depois do tratamento. Usando milhares de pares correspondentes do mesmo local de trabalho, comparou medidas de bem -estar de trabalhadores que participaram de programas de bem -estar com as de seus colegas que não participaram. Adam Chekroud, co-fundador da Spring Health, uma plataforma que conecta funcionários a serviços de saúde mental, e professor assistente de psiquiatria na Universidade de Yale, diz que o estudo de Fleming examinou intervenções que eram "pouco credíveis" e mediu o bem -estar muitos meses depois. Uma rejeição geral das intervenções no local de trabalho, segundo ele, arrisca "jogar o bebê fora com a água do banho". "Há dados recentes e altamente credíveis de que coisas como programas de saúde mental melhoram todas as métricas que ele menciona", diz Chekroud.

Acerca do período a seguir, assinale a alternativa INCORRETA.

Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá -los antes e depois do tratamento.

Questão 5 de 20 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Programas de bem -estar no trabalho são pouco eficazes, diz estudo

Os serviços de saúde mental para funcionários se tornaram uma indústria bilionária. Novos contratados são apresentados a uma variedade de soluções digitais de bem -estar, seminários de mindfulness, aulas de massagem, workshops de resiliência, sessões de coaching e aplicativos de sono. Mas um pesquisador britânico que analisou as respostas de uma pesquisa de 46.336 trabalhadores em empresas que ofereciam tais programas descobriu que as pessoas que participaram deles não estavam melhores do que os colegas que não participaram. O estudo, publicado neste mês no Industrial Relations Journal, considerou os resultados de 90 intervenções diferentes e encontrou uma única exceção notável: os trabalhadores que tiveram a oportunidade de fazer trabalho voluntário pareciam ter um bem -estar melhorado. Em toda a amostra do estudo, nenhuma das outras ofertas — aplicativos, coaching, aulas de relaxamento, cursos de gerenciamento do tempo ou saúde financeira — teve qualquer efeito positivo. Treinamentos sobre resiliência e gerenciamento do estresse, na verdade, pareciam ter um efeito negativo. "É uma descoberta muito controversa o fato de que esses programas populares não foram eficazes", diz William J. Fleming, autor do estudo e pesquisador do Wellbeing Research Center da Universidade de Oxford. A análise de Fleming sugere que os empregadores preocupados com a saúde mental dos trabalhadores fariam melhor em focar em "práticas organizacionais centrais", como horários, salários e avaliações de desempenho. O estudo de Fleming é baseado na pesquisa Britain's Healthiest Workplace realizada em 2017 e 2018, respondida por trabalhadores de 233 organizações, com funcionários do setor financeiro e de seguros, incluindo empregados mais jovens e mulheres ligeiramente super -representadas. Os dados capturaram trabalhadores em um único momento, em vez de acompanhá-los antes e depois do tratamento. Usando milhares de pares correspondentes do mesmo local de trabalho, comparou medidas de bem -estar de trabalhadores que participaram de programas de bem -estar com as de seus colegas que não participaram. Adam Chekroud, co-fundador da Spring Health, uma plataforma que conecta funcionários a serviços de saúde mental, e professor assistente de psiquiatria na Universidade de Yale, diz que o estudo de Fleming examinou intervenções que eram "pouco credíveis" e mediu o bem -estar muitos meses depois. Uma rejeição geral das intervenções no local de trabalho, segundo ele, arrisca "jogar o bebê fora com a água do banho". "Há dados recentes e altamente credíveis de que coisas como programas de saúde mental melhoram todas as métricas que ele menciona", diz Chekroud.

Com base no texto fornecido, analise o uso semântico das palavras e frases no seguinte enunciado:

"Os programas de bem -estar no trabalho, incluindo uma variedade de soluções digitais [...], foram considerados pouco eficazes segundo um estudo britânico." Qual é a função semântica da expressão "pouco eficazes" no contexto do enunciado?

Questão 6 de 20 Q6 da prova

O que é exigido do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado em Abelardo Luz, conforme a Lei Orgânica?

Questão 7 de 20 Q7 da prova

Analise as seguintes assertivas referentes à Lei Orgânica do Município de Abelardo Luz:

I. A Lei Orgânica estabelece que o município deve promover a proteção do patrimônio histórico, cultural, artístico e natural.
II. É permitido ao município estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná -los e manter com eles relações de dependência.
III. O município tem a competência de legislar sobre assuntos de interesse local e suplementar a legislação federal e estadual no que couber.

Está correto o que se afirma em:

Questão 8 de 20 Q8 da prova

Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Abelardo Luz, ao entrar em exercício, o servidor investido para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 3 (três) anos, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados alguns fatores. Qual fator avalia a capacidade de proposição, construção de alternativas e iniciativas no desempenho de suas funções específicas?

Questão 9 de 20 Q9 da prova

Qual dos seguintes não é um requisito básico para ingresso no serviço público de Abelardo Luz?

Questão 10 de 20 Q10 da prova

O aproveitamento do servidor que se encontre em disponibilidade dependerá de prévia comprovação de sua capacidade física e mental, por junta médica da medicina do trabalho, quando for o caso. Se julgado apto, o servidor assumirá o exercício do cargo no prazo de quantos dias contados da publicação do ato de aproveitamento?

Questão 11 de 20 Q11 da prova

Em janeiro de 2022, qual jogador de futebol brasileiro foi condenado em última instância na Itália?

Questão 12 de 20 Q12 da prova

Em fevereiro de 2022, como votou o Brasil no Conselho de Segurança da ONU sobre a resolução que condenava a invasão da Ucrânia pela Rússia?

Questão 13 de 20 Q13 da prova

Quem renunciou ao cargo de governador do Tocantins em março de 2022?

Questão 14 de 20 Q14 da prova

Qual cantora brasileira alcançou o primeiro lugar no ranking global do Spotify em março de 2022?

Questão 15 de 20 Q15 da prova

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Abelardo Luz/SC pertence à Microrregião de:

Questão 16 de 20 Q16 da prova

Qual método é comumente utilizado para avaliar o estado nutricional de crianças?

Questão 17 de 20 Q17 da prova

Ao elaborar uma dieta para um paciente diabético, qual macronutriente deve ser cuidadosamente controlado?

Questão 18 de 20 Q18 da prova

Qual é um aspecto importante na gestão de serviços de alimentação em escolas?

Questão 19 de 20 Q19 da prova

Qual é uma abordagem efetiva para promover hábitos alimentares saudáveis em adultos?

Questão 20 de 20 Q20 da prova

Qual é um foco importante na nutrição de pacientes com doenças cardiovasculares?

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