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Prova Médico - Pref. Aratiba/RS
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto a respeito das escolas construídas pela Norte Energia, analise as assertivas a seguir: I. Há a documentação e a confirmação de que todas as escolas mencionadas apresentam problemas de infestação. II. Apenas uma das escolas mencionadas permanece cumprindo o calendário escolar. III. Todas as escolas mencionadas foram construídas com o mesmo forro. Quais estão corretas?

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No tocante às condições das escolas mencionadas, assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida” e o sentido transmitido pela expressão destacada, infere-se predominantemente que a situação mencionada no trecho foi:

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quanto à predicação, o verbo empregado na frase adaptada do texto “O forro do teto cedeu” é:

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre palavras e expressões do texto: I. O verbo “impedem” (l. 02) poderia ser substituído por “impossibilitam”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. II. A palavra “sujas” (l. 04) poderia ser substituída por “límpidas”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. III. A palavra “graves” (l. 29) poderia ser substituída por “sérias”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. Quais estão corretas?

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a expressão “já que” (l. 28), assinale a alternativa correta.

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o trecho “Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados”, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação das palavras sublinhadas.

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento retirado do texto “Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, assinale a alternativa que apresenta um pronome.

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao fragmento “O odor é muito forte”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) O sujeito da oração é classificado como simples. ( ) A oração apresenta predicativo do sujeito. ( ) A oração apresenta adjunto adnominal. ( ) O predicado é classificado como verbal. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte Por Isabel Seta Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento adaptado do texto “A autorização expirou em 24 de novembro de 2021”, assinale a alternativa correta.

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