Qual alternativa é incorreta?
Qual a alternativa correspondente?
Qual alternativa é correta?
Qual alternativa é a correta?
Qual alternativa é incorreta?
Qual anticonvulsivante de escolha, dos listados nas alternativas, para um paciente idoso multicomórbido, em uso de polifarmácia?
Um paciente de 45 anos, previamente hígido, procurou o pronto-socorro com queixas de febre alta (39,5°C) de início súbito, calafrios intensos, cefaleia frontal e mialgia generalizada, especialmente nas panturrilhas. Ele relatou que, há cerca de 10 dias, participou de uma pescaria em um rio com água turva e, na ocasião, teve contato direto com a água, apresentando pequenos cortes nos pés. Ao exame físico, o paciente apresentava icterícia escleral e cutânea moderada, conjuntivite e hepatomegalia dolorosa à palpação. Os sinais vitais estavam estáveis, exceto pela febre. Não havia sinais de rash cutâneo ou adenomegalia. Exames laboratoriais revelaram elevação significativa das bilirrubinas (predomínio da direta), aumento das transaminases hepáticas (AST e ALT), creatinina sérica elevada e alterações na urinálise (proteinúria e hematúria microscópica). A contagem de leucócitos estava aumentada, com desvio à esquerda e a plaquetopenia era discreta. Baseado nos aspectos clínicos e epidemiológicos, qual o diagnóstico mais provável do paciente?
Dos medicamentos listados a seguir, qual tem menor efetividade contra infecções por Pseudomonas aeruginosa?
Sobre cetoacidose diabética, identifique a alternativa correta.
Pacientes com quadro de Fibrilação Atrial com contraindicação ao uso dos novos anticoagulantes orais podem necessitar do uso da Varfarina. Nessas situações o médico deve avaliar o risco-benefício do uso da droga, dentre as ferramentas está o escore HASBLED para estimar o risco de sangramento pelo uso da Varfarina. Qual das alternativas não pontuaria nesse escore?
Infecções urinárias por bactérias produtoras de urease, a exemplo da bactéria Proteus mirabilis, tendem a causar a formação de cálculos urinários à base de:
Marcos, 32 anos, é admitido no pronto-socorro com histórico de dispneia progressiva nos últimos 3 dias, acompanhada de tosse com expectoração hemoptoica. Relata também fraqueza generalizada, náuseas e perda do apetite nas últimas duas semanas. Nega febre, calafrios ou dor torácica. Não possui histórico médico relevante, exceto por um resfriado comum há cerca de um mês. É tabagista de 10 cigarros/dia há 12 anos. Exame físico: Estado Geral: Regular, prostrado, pálido, levemente taquipneico. PA 140/90 mmHg, FC 98 bpm, FR 24 irpm, Tax 36,8°C, SatO2 88% em ar ambiente. Aparelho Respiratório: Murmúrio vesicular diminuído globalmente com creptos finos bibasais. Sem sibilância ou roncos. Aparelho Cardiovascular: Bulhas rítmicas, normofonéticas, sem sopros. Abdome: Flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias. Extremidades: Sem edemas, pulsos periféricos presentes e simétricos. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 8,5 g/dL; Hematócrito: 25%; Leucócitos: 11.500/mm³; Plaquetas: 250.000/mm³; Ureia: 120 mg/dL; Creatinina: 4,5 mg/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,6 mEq/L; Glicose: 95 mg/dL; Proteínas Totais: 6,8 g/dL; Albumina: 3,5 g/dL. Gasometria Arterial: pH: 7,30; PaCO2: 38 mmHg; PaO2: 55 mmHg; Bicarbonato: 18 mEq/L; Excesso de Base: -6 mEq/L. Urinálise: Densidade: 1.015; Proteínas: +++; Hemácias: incontáveis por campo (hematúria intensa); Cilindros hemáticos: presentes. Estudo Imunológico: Anti-GBM (Anticorpos Anti-Membrana Basal Glomerular): POSITIVO, com títulos elevados. FAN (Fator Antinuclear): Negativo. ANCA (Anticorpos Anticitoplasma de Neutrófilos): Negativo. Complemento (C3, C4): Níveis normais. Qual é a principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico apresentado?
Paciente J.S., sexo masculino, 58 anos, obeso, tabagista, com histórico de hipertensão arterial e hiperlipidemia em uso irregular de medicação, procura o pronto-socorro com dor intensa e súbita no hálux esquerdo (dedão do pé esquerdo) iniciada na noite anterior. O diagnóstico mais provável é de uma crise de gotosa. Dos achados na análise do líquido sinovial dispostos nas alternativas, o que mais é compatível com o de um paciente com gota?
Qual é a desordem articular inflamatória mais comum?
Maria Clara, sexo feminino, 38 anos, é trazida ao pronto-socorro pela família com história de febre (até 39,5°C) há 4 dias, acompanhada de cefaleia frontal intensa e confusão mental progressiva. A família relata que, nas últimas 24 horas, ela apresentou episódios de desorientação no tempo e espaço, alterações comportamentais (irritabilidade, fala desconexa) e dificuldade em encontrar palavras (afasia). Não há histórico de convulsões prévias, mas a família notou contrações involuntárias em um dos braços há poucas horas. Exame Físico: Regular, febril, desorientada, prostrada. Sinais Vitais: PA 130/80 mmHg, FC 90 bpm, FR 18 irpm, Tax 39,0°C. Neurológico: Sonolenta, mas responsiva a estímulos verbais vigorosos. Linguagem: Disfasia/afasia mista (dificuldade de compreensão e expressão). Pares Cranianos: Pupilas isocóricas e fotorreagentes, reflexos óculo-cefálicos presentes. Força Muscular: Preservada globalmente, mas com tremor fino em membros superiores. Reflexos Tendíneos Profundos: Normais e simétricos. Sinais Meníngeos: Rigidez de nuca discreta, sem Kernig ou Brudzinski francos. Outros: Presença de mioclonias esporádicas no braço direito. Não há lesões cutâneas vesiculares ativas. Laboratoriais: Hemograma: Leucocitose discreta com desvio à esquerda. Bioquímica Sanguínea: Eletrólitos, função renal e hepática dentro da normalidade. Glicemia normal. Líquor (LCR) - Punção Lombar: Aspecto: Límpido. Pressão de Abertura: Elevada. Contagem de Células: 80 células/mm³ (predomínio de linfócitos). Proteínas: 90 mg/dL. Glicose: 60 mg/dL (normal, relação LCR/glicose sérica > 0,6). Gram de LCR: Negativo. Neuroimagem (Ressonância Magnética de Encéfalo com Contraste): Áreas de hiperintensidade em T2 e FLAIR, com restrição à difusão e realce giriforme após contraste, predominantemente, nos lobos temporais (principalmente medial), porções inferiores dos lobos frontais e na ínsula. Pode haver edema associado e pequenos focos hemorrágicos. Qual é o diagnóstico mais provável?
Algumas condições clínicas em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) podem exigir o uso de oxigenoterapia domiciliar contínua. Tendo em vista que o paciente já apresenta a PaO² entre 55-60 mmHg e a SatO² menor que 88%. Qual alternativa indica, formalmente, o uso da oxigenoterapia domiciliar em pacientes com DPOC?
O sistema TIRADS (Thyroid Imaging Reporting and Data System) é uma ferramenta padronizada para categorizar nódulos tireoidianos com base em suas características ultrassonográficas, estimando o risco de malignidade. Um nódulo TIRADS 4 é considerado moderadamente suspeito, com um risco de malignidade que varia, geralmente, entre 5% e 20% (alguns estudos indicam até 50%). Essa categoria TIRADS 4 pode ser subdividida (em alguns sistemas, como o ACR TI-RADS) em 4A, 4B e 4C, dependendo do número de características suspeitas presentes, o que pode influenciar ainda mais o risco e a conduta. Qual das características, isoladamente, indica a punção de nódulos tireoidianos classificados como TIRADS-4?


















