Qual alternativa é incorreta?
Qual a alternativa correspondente?
Qual alternativa é correta?
Qual alternativa é a correta?
Relacione as colunas e aponte a alternativa correspondente.
Qual alternativa é incorreta?
O objetivo __________ é a reorganização da prática assistencial em novas bases e critérios, em substituição ao modelo tradicional de assistência, orientado para a cura de doenças e realizado, principalmente, no hospital.
Qual alternativa é inverídica?
Paciente 22 anos, sexo masculino, relata há 5 meses lombalgia que piora com o repouso e melhora com a movimentação, com predomínio no período noturno, associado a rigidez matinal. Procurou oftalmologista recentemente e descobriu um quadro de uveíte anterior. Baseado no quadro clínico, qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Doente comparece à consulta com quadro de úlcera genital dolorosa, com bordos irregulares e base purulenta, associado a linfadenopatia inguinal dolorosa. Baseado no diagnóstico mais provável de acordo com os sintomas, qual é o agente etiológico causador desse quadro clínico?
Enfermo com diagnóstico de cirrose de etiologia alcoólica é levado ao pronto-atendimento com quadro de desorientação, sonolência e delírios cognitivos. Ao exame físico apresenta flapping. Familiares relatam que ele não evacua há 3 dias. Diariamente, faz uso de espironolactona e furosemida para o quadro de ascite, que atualmente encontra-se controlado. De acordo com o caso, qual é a conduta imediata mais adequada para o tratamento de encefalopatia hepática?
Paciente, sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista de longa data, com alta carga tabágica, tem diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica. Vem para consulta ambulatorial com resultado da espirometria, que relata vef1 (volume expiratório forçado no primeiro segundo) de 35% do previsto. Apresentou no último ano três episódios de exacerbação clínica. De acordo com a versão mais atual do Gold (GLOBAL INITIATIVE FOR CHRONIC OBSTRUCTIVE LUNG DISEASE), em qual classificação em gravidade de obstrução ao fluxo aéreo esse paciente encontra-se?
Paciente, sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista de longa data, com alta carga tabágica, tem diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica. Vem para consulta ambulatorial com resultado da espirometria que relata vef1 (volume expiratório forçado no primeiro segundo) de 35%. Apresentou no último ano três episódios de exacerbação clínica, com uma internação hospitalar. De acordo com a versão mais atual do gold (GLOBAL INITIATIVE FOR CHRONIC OBSTRUCTIVE LUNG DISEASE), qual o tratamento medicamentoso diário mais adequado?
Em relação ao aleitamento materno, em qual das alternativas está autorizado a amamentação?
Jovem, 22 anos, feminina, apresenta histórico de quadro depressivo há 1 ano, no período foi tratada com inibidores seletivos da recaptação de serotonina. Hoje é trazida ao pronto-atendimento por familiares, pois no último mês vem apresentando maior inquietação, comportamentos impulsivos e insônia. O quadro piorou há 1 dia, quando passou a ter delírios e alucinações, relatando por exemplo que descobriu a solução para guerra no Oriente Médio e que estava em contato com o presidente das Nações Unidas. Diante do quadro exposto, qual é o diagnóstico mais provável?
Os pacientes com doença renal crônica podem ser classificados de acordo com as diretrizes da KDIGO (KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES) em taxa de Filtração Glomerular entre G1-G5 e em relação a razão Albumina/ Creatinina Urinária entre A1-A3. Um paciente com taxa de Filtração Glomerular de 37 mL/min/1,73 m² e relação Albumina/Creatinina 150 MG/G é classificado, respectivamente, como?
Paciente comparece ao pronto-atendimento com quadro de Cefaleia Pulsátil, unilateral, de forte intensidade, associado a náuseas, vômitos e fotofobia há 8 horas. Relata episódios semelhantes previamente e que neles sempre faz uso de anti-inflamatórios. Qual é o diagnóstico mais provável para esse caso?
Paciente dá entrada ao pronto atendimento com quadro de sialorreia, sudorese, lacrimejamento, dispneia, confusão mental, bradicardia, hipotensão e pupilas mióticas. De acordo com a principal suspeita de síndrome tóxica, qual droga deve ser utilizada para reverter esse quadro?
Qual anticonvulsivante de escolha, dos listados nas alternativas, para um paciente idoso multicomórbido, em uso de polifarmácia?
Um paciente de 45 anos, previamente hígido, procurou o pronto-socorro com queixas de febre alta (39,5°C) de início súbito, calafrios intensos, cefaleia frontal e mialgia generalizada, especialmente nas panturrilhas. Ele relatou que, há cerca de 10 dias, participou de uma pescaria em um rio com água turva e, na ocasião, teve contato direto com a água, apresentando pequenos cortes nos pés. Ao exame físico, o paciente apresentava icterícia escleral e cutânea moderada, conjuntivite e hepatomegalia dolorosa à palpação. Os sinais vitais estavam estáveis, exceto pela febre. Não havia sinais de rash cutâneo ou adenomegalia. Exames laboratoriais revelaram elevação significativa das bilirrubinas (predomínio da direta), aumento das transaminases hepáticas (AST e ALT), creatinina sérica elevada e alterações na urinálise (proteinúria e hematúria microscópica). A contagem de leucócitos estava aumentada, com desvio à esquerda e a plaquetopenia era discreta. Baseado nos aspectos clínicos e epidemiológicos, qual o diagnóstico mais provável do paciente?
Dos medicamentos listados a seguir, qual tem menor efetividade contra infecções por Pseudomonas aeruginosa?
Sobre cetoacidose diabética, identifique a alternativa correta.
Pacientes com quadro de Fibrilação Atrial com contraindicação ao uso dos novos anticoagulantes orais podem necessitar do uso da Varfarina. Nessas situações o médico deve avaliar o risco-benefício do uso da droga, dentre as ferramentas está o escore HASBLED para estimar o risco de sangramento pelo uso da Varfarina. Qual das alternativas não pontuaria nesse escore?
Infecções urinárias por bactérias produtoras de urease, a exemplo da bactéria Proteus mirabilis, tendem a causar a formação de cálculos urinários à base de:
Marcos, 32 anos, é admitido no pronto-socorro com histórico de dispneia progressiva nos últimos 3 dias, acompanhada de tosse com expectoração hemoptoica. Relata também fraqueza generalizada, náuseas e perda do apetite nas últimas duas semanas. Nega febre, calafrios ou dor torácica. Não possui histórico médico relevante, exceto por um resfriado comum há cerca de um mês. É tabagista de 10 cigarros/dia há 12 anos. Exame físico: Estado Geral: Regular, prostrado, pálido, levemente taquipneico. PA 140/90 mmHg, FC 98 bpm, FR 24 irpm, Tax 36,8°C, SatO2 88% em ar ambiente. Aparelho Respiratório: Murmúrio vesicular diminuído globalmente com creptos finos bibasais. Sem sibilância ou roncos. Aparelho Cardiovascular: Bulhas rítmicas, normofonéticas, sem sopros. Abdome: Flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias. Extremidades: Sem edemas, pulsos periféricos presentes e simétricos. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 8,5 g/dL; Hematócrito: 25%; Leucócitos: 11.500/mm³; Plaquetas: 250.000/mm³; Ureia: 120 mg/dL; Creatinina: 4,5 mg/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,6 mEq/L; Glicose: 95 mg/dL; Proteínas Totais: 6,8 g/dL; Albumina: 3,5 g/dL. Gasometria Arterial: pH: 7,30; PaCO2: 38 mmHg; PaO2: 55 mmHg; Bicarbonato: 18 mEq/L; Excesso de Base: -6 mEq/L. Urinálise: Densidade: 1.015; Proteínas: +++; Hemácias: incontáveis por campo (hematúria intensa); Cilindros hemáticos: presentes. Estudo Imunológico: Anti-GBM (Anticorpos Anti-Membrana Basal Glomerular): POSITIVO, com títulos elevados. FAN (Fator Antinuclear): Negativo. ANCA (Anticorpos Anticitoplasma de Neutrófilos): Negativo. Complemento (C3, C4): Níveis normais. Qual é a principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico apresentado?
Paciente J.S., sexo masculino, 58 anos, obeso, tabagista, com histórico de hipertensão arterial e hiperlipidemia em uso irregular de medicação, procura o pronto-socorro com dor intensa e súbita no hálux esquerdo (dedão do pé esquerdo) iniciada na noite anterior. O diagnóstico mais provável é de uma crise de gotosa. Dos achados na análise do líquido sinovial dispostos nas alternativas, o que mais é compatível com o de um paciente com gota?
Qual é a desordem articular inflamatória mais comum?
Maria Clara, sexo feminino, 38 anos, é trazida ao pronto-socorro pela família com história de febre (até 39,5°C) há 4 dias, acompanhada de cefaleia frontal intensa e confusão mental progressiva. A família relata que, nas últimas 24 horas, ela apresentou episódios de desorientação no tempo e espaço, alterações comportamentais (irritabilidade, fala desconexa) e dificuldade em encontrar palavras (afasia). Não há histórico de convulsões prévias, mas a família notou contrações involuntárias em um dos braços há poucas horas. Exame Físico: Regular, febril, desorientada, prostrada. Sinais Vitais: PA 130/80 mmHg, FC 90 bpm, FR 18 irpm, Tax 39,0°C. Neurológico: Sonolenta, mas responsiva a estímulos verbais vigorosos. Linguagem: Disfasia/afasia mista (dificuldade de compreensão e expressão). Pares Cranianos: Pupilas isocóricas e fotorreagentes, reflexos óculo-cefálicos presentes. Força Muscular: Preservada globalmente, mas com tremor fino em membros superiores. Reflexos Tendíneos Profundos: Normais e simétricos. Sinais Meníngeos: Rigidez de nuca discreta, sem Kernig ou Brudzinski francos. Outros: Presença de mioclonias esporádicas no braço direito. Não há lesões cutâneas vesiculares ativas. Laboratoriais: Hemograma: Leucocitose discreta com desvio à esquerda. Bioquímica Sanguínea: Eletrólitos, função renal e hepática dentro da normalidade. Glicemia normal. Líquor (LCR) - Punção Lombar: Aspecto: Límpido. Pressão de Abertura: Elevada. Contagem de Células: 80 células/mm³ (predomínio de linfócitos). Proteínas: 90 mg/dL. Glicose: 60 mg/dL (normal, relação LCR/glicose sérica > 0,6). Gram de LCR: Negativo. Neuroimagem (Ressonância Magnética de Encéfalo com Contraste): Áreas de hiperintensidade em T2 e FLAIR, com restrição à difusão e realce giriforme após contraste, predominantemente, nos lobos temporais (principalmente medial), porções inferiores dos lobos frontais e na ínsula. Pode haver edema associado e pequenos focos hemorrágicos. Qual é o diagnóstico mais provável?
Algumas condições clínicas em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) podem exigir o uso de oxigenoterapia domiciliar contínua. Tendo em vista que o paciente já apresenta a PaO² entre 55-60 mmHg e a SatO² menor que 88%. Qual alternativa indica, formalmente, o uso da oxigenoterapia domiciliar em pacientes com DPOC?
O sistema TIRADS (Thyroid Imaging Reporting and Data System) é uma ferramenta padronizada para categorizar nódulos tireoidianos com base em suas características ultrassonográficas, estimando o risco de malignidade. Um nódulo TIRADS 4 é considerado moderadamente suspeito, com um risco de malignidade que varia, geralmente, entre 5% e 20% (alguns estudos indicam até 50%). Essa categoria TIRADS 4 pode ser subdividida (em alguns sistemas, como o ACR TI-RADS) em 4A, 4B e 4C, dependendo do número de características suspeitas presentes, o que pode influenciar ainda mais o risco e a conduta. Qual das características, isoladamente, indica a punção de nódulos tireoidianos classificados como TIRADS-4?


























