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Questão 1 de 5Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Memória muscular realmente existe?
Você se lembra do seu último programa de treinamento
na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos
músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está
ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do
corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter
ouvido falar que o condicionamento físico (força
muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais
rápido quando você retorna ao treinamento
(retreinamento) após um período afastado
(destreinamento) comparado à condição em que você
começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado
aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou
corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado
por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos
nervos periféricos, mas principalmente por adaptações
"exclusivamente" musculares relacionadas a duas
teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória"
muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a
"memória" celular? Essa memória se refere às
adaptações que ocorrem na estrutura e organização de
compartimentos das células musculares, por exemplo, o
aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de
adaptação é importante para o aumento do DNA, uma
molécula que contém todas as informações genéticas do
organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a
modificações no DNA do músculo, como a metilação,
mas sem alterações na sequência ou quantidade do
DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças
na expressão de genes relacionados ao crescimento
(hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura
e essas alterações seriam retidas no destreinamento,
acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não
somente no desenvolvimento de intervenções mais
eficazes para o condicionamento físico após um período
de inatividade física, mas também na compreensão dos
mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados
pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos
ou doentes.
Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.;
GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente
existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais
rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em:
https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero a que pertence o texto:
Questão 2 de 5Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Memória muscular realmente existe?
Você se lembra do seu último programa de treinamento
na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos
músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está
ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do
corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter
ouvido falar que o condicionamento físico (força
muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais
rápido quando você retorna ao treinamento
(retreinamento) após um período afastado
(destreinamento) comparado à condição em que você
começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado
aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou
corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado
por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos
nervos periféricos, mas principalmente por adaptações
"exclusivamente" musculares relacionadas a duas
teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória"
muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a
"memória" celular? Essa memória se refere às
adaptações que ocorrem na estrutura e organização de
compartimentos das células musculares, por exemplo, o
aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de
adaptação é importante para o aumento do DNA, uma
molécula que contém todas as informações genéticas do
organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a
modificações no DNA do músculo, como a metilação,
mas sem alterações na sequência ou quantidade do
DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças
na expressão de genes relacionados ao crescimento
(hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura
e essas alterações seriam retidas no destreinamento,
acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não
somente no desenvolvimento de intervenções mais
eficazes para o condicionamento físico após um período
de inatividade física, mas também na compreensão dos
mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados
pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos
ou doentes.
Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.;
GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente
existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais
rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em:
https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.
Assinale a alternativa na qual as alterações feitas não prejudicaram a gramática, isto é, indique a sentença que está formulada corretamente:
Questão 3 de 5Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Memória muscular realmente existe?
Você se lembra do seu último programa de treinamento
na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos
músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está
ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do
corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter
ouvido falar que o condicionamento físico (força
muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais
rápido quando você retorna ao treinamento
(retreinamento) após um período afastado
(destreinamento) comparado à condição em que você
começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado
aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou
corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado
por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos
nervos periféricos, mas principalmente por adaptações
"exclusivamente" musculares relacionadas a duas
teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória"
muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a
"memória" celular? Essa memória se refere às
adaptações que ocorrem na estrutura e organização de
compartimentos das células musculares, por exemplo, o
aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de
adaptação é importante para o aumento do DNA, uma
molécula que contém todas as informações genéticas do
organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a
modificações no DNA do músculo, como a metilação,
mas sem alterações na sequência ou quantidade do
DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças
na expressão de genes relacionados ao crescimento
(hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura
e essas alterações seriam retidas no destreinamento,
acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não
somente no desenvolvimento de intervenções mais
eficazes para o condicionamento físico após um período
de inatividade física, mas também na compreensão dos
mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados
pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos
ou doentes.
Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.;
GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente
existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais
rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em:
https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.
A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Estudos sugerem que nosso corpo tem memória de movimentos, o que acelera a adaptação muscular de um músculo que já treinou antes.
(__) Esses estudos apresentados no texto podem ajudar no desenvolvimento de intervenções mais eficazes no que diz respeito ao treinamento físico.
(__) O condicionamento físico de quem nunca treinou é igual ao de quem já treinou, mas teve que ficar algum tempo afastado, visto que perdemos o condicionamento ao longo do tempo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Questão 4 de 5Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Memória muscular realmente existe?
Você se lembra do seu último programa de treinamento
na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos
músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está
ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do
corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter
ouvido falar que o condicionamento físico (força
muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais
rápido quando você retorna ao treinamento
(retreinamento) após um período afastado
(destreinamento) comparado à condição em que você
começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado
aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou
corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado
por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos
nervos periféricos, mas principalmente por adaptações
"exclusivamente" musculares relacionadas a duas
teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória"
muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a
"memória" celular? Essa memória se refere às
adaptações que ocorrem na estrutura e organização de
compartimentos das células musculares, por exemplo, o
aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de
adaptação é importante para o aumento do DNA, uma
molécula que contém todas as informações genéticas do
organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a
modificações no DNA do músculo, como a metilação,
mas sem alterações na sequência ou quantidade do
DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças
na expressão de genes relacionados ao crescimento
(hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura
e essas alterações seriam retidas no destreinamento,
acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não
somente no desenvolvimento de intervenções mais
eficazes para o condicionamento físico após um período
de inatividade física, mas também na compreensão dos
mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados
pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos
ou doentes.
Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.;
GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente
existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais
rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em:
https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.
Sobre o sentido da palavra "memória" no título do texto, assinale a alternativa correta:
Questão 5 de 5Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Memória muscular realmente existe?
Você se lembra do seu último programa de treinamento
na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos
músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está
ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do
corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter
ouvido falar que o condicionamento físico (força
muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais
rápido quando você retorna ao treinamento
(retreinamento) após um período afastado
(destreinamento) comparado à condição em que você
começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado
aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou
corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado
por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos
nervos periféricos, mas principalmente por adaptações
"exclusivamente" musculares relacionadas a duas
teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória"
muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a
"memória" celular? Essa memória se refere às
adaptações que ocorrem na estrutura e organização de
compartimentos das células musculares, por exemplo, o
aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de
adaptação é importante para o aumento do DNA, uma
molécula que contém todas as informações genéticas do
organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a
modificações no DNA do músculo, como a metilação,
mas sem alterações na sequência ou quantidade do
DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças
na expressão de genes relacionados ao crescimento
(hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura
e essas alterações seriam retidas no destreinamento,
acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não
somente no desenvolvimento de intervenções mais
eficazes para o condicionamento físico após um período
de inatividade física, mas também na compreensão dos
mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados
pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos
ou doentes.
Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.;
GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente
existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais
rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em:
https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado do texto:
Você se lembra do seu último programa de treinamento na academia, no clube ou na escola há muitos anos?
Assinale a alternativa que poderia substituir o termo em destaque sem prejuízo de valor: