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Prova Maqueiro - Pref. Tangará da Serra/MT
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Questão 1 de 9 Q1818662 Q1 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder às questões de 0 1 a 05. Fábula da cidade Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeir a casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e os sufocam, mas aquelas q ue parecem amoldadas às suas necessidades e desejos , humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a me dida do homem. É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, unidas a um certo númer o de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravess ar uma rua como se estivessem fugindo da morte. Em cidades assim, a criatura pouco ou nada vale, p orque não existe entre elas e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o ha bitante, escravizado pelo monstro da indiferença, v ai se repetindo diariamente, correndo para as filas dos a limentos, dos transportes, do trabalho e das divers ões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da próp ria existência. (LÊDO, Ivo. In: O navio adormecido no bosque . 2ª ed. São Paulo: Duas cidades, 1977.Fragmento)

Marque o trecho que apresenta a ideia principal def endida pelo autor nessa crônica.

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Questão 2 de 9 Q1818664 Q2 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder às questões de 0 1 a 05. Fábula da cidade Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeir a casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e os sufocam, mas aquelas q ue parecem amoldadas às suas necessidades e desejos , humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a me dida do homem. É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, unidas a um certo númer o de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravess ar uma rua como se estivessem fugindo da morte. Em cidades assim, a criatura pouco ou nada vale, p orque não existe entre elas e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o ha bitante, escravizado pelo monstro da indiferença, v ai se repetindo diariamente, correndo para as filas dos a limentos, dos transportes, do trabalho e das divers ões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da próp ria existência. (LÊDO, Ivo. In: O navio adormecido no bosque . 2ª ed. São Paulo: Duas cidades, 1977.Fragmento)

O autor recorre à linguagem conotativa para sugerir a sua opinião sobre a relação de algumas cidades c om os seus habitantes, como ocorre no seguinte trecho:

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Questão 3 de 9 Q1818665 Q3 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder às questões de 0 1 a 05. Fábula da cidade Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeir a casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e os sufocam, mas aquelas q ue parecem amoldadas às suas necessidades e desejos , humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a me dida do homem. É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, unidas a um certo númer o de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravess ar uma rua como se estivessem fugindo da morte. Em cidades assim, a criatura pouco ou nada vale, p orque não existe entre elas e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o ha bitante, escravizado pelo monstro da indiferença, v ai se repetindo diariamente, correndo para as filas dos a limentos, dos transportes, do trabalho e das divers ões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da próp ria existência. (LÊDO, Ivo. In: O navio adormecido no bosque . 2ª ed. São Paulo: Duas cidades, 1977.Fragmento)

Analise as afirmativas referentes aos elementos gra maticais responsáveis pela conexão entre as partes do texto. I - No trecho E os homens não amam as cidades que os humilham e o s sufocam, mas aquelas que parecem amoldadas às suas necessidades e desejos, o elemento destacado liga duas ideias, estabelecend o entre elas relação de oposição. II - No trecho Em cidades assim , a criatura pouco ou nada vale, os elementos destacados fazem referência ao que foi apresentado no parágrafo anterior. III - Em Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeira casa é a cidade , o pronome destacado faz a conexão entre homem e verdadeira casa, estabelecendo entre esses elementos relação de posse. IV - No trecho É possível que, pouco a pouco , os lugares cordiais da cidade estejam desaparecen do , os elementos destacados intensificam a ação de desapar ecimento dos lugares cordiais. Está correto o que se afirma em

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Questão 4 de 9 Q1818668 Q5 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder às questões de 0 1 a 05. Fábula da cidade Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeir a casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e os sufocam, mas aquelas q ue parecem amoldadas às suas necessidades e desejos , humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a me dida do homem. É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, unidas a um certo númer o de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravess ar uma rua como se estivessem fugindo da morte. Em cidades assim, a criatura pouco ou nada vale, p orque não existe entre elas e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o ha bitante, escravizado pelo monstro da indiferença, v ai se repetindo diariamente, correndo para as filas dos a limentos, dos transportes, do trabalho e das divers ões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da próp ria existência. (LÊDO, Ivo. In: O navio adormecido no bosque . 2ª ed. São Paulo: Duas cidades, 1977.Fragmento)

Em relação ao emprego dos verbos, visando ao efeito de sentido, é correto afirmar:

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Questão 5 de 9 Q1818670 Q7 da prova
Leia atentamente o texto abaixo. Um sistema de transporte coletivo de qualidade pode fazer toda diferença nas grandes cidades. Os moradores ganham em qualidade de vida por não passa rem tanto tempo em deslocamentos, passam a ser mais produtivos e a ter mais tempo livre. Além disso, a infraestrutura de transportes pode alavancar a gera ção de empregos. (Disponível em: https://g1.globo.com/especial-publi citario/em-movimento/ccr/noticia/2018/12/13. Acesso em:03/01/2019.)

No fragmento da notícia acima, fica claro que

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Questão 6 de 9 Q1818671 Q8 da prova
Leia atentamente o texto abaixo. (Disponível em: http://textoemmovimento.blogspot.c om. Acesso em: 07/01/2019.)

Nessa charge, por meio da linguagem verbal e não ve rbal, o autor

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Questão 7 de 9 Q1818673 Q9 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10. Nadar em águas cristalinas em meio a centenas de pe ixes é uma experiência almejada por todo turista que viaja em busca de destinos paradisíacos. Uma li sta de lugares onde é possível ter essa experiência certamente incluiria Fernando de Noronha, o Caribe, talvez as Maldivas. Mas algo que aprendi em minhas andanças pelo Brasil é que não é preciso ir tão lon ge para mergulhar em águas azuis-turquesa. A verdade é que o paraíso está logo ali e se chama Bom Jardim. Com rios cristalinos, lagoas de águas azuis e misteriosas cavernas, o pequeno distrito de Nobres, no Mato Grosso, ainda é pouco explorado pe lo turismo de massa, o que garante tranquilidade e pre ços bastante amigáveis se comparados aos de Bonito, sua irmã sul-mato-grossense. As atrações dos dois desti nos são bastante semelhantes – flutuação em rios e nascentes, cachoeiras boia cross – mas Bom Jardim a inda guarda uma vantagem em relação a Bonito: suas águas têm temperatura mais agradável, dispensando o uso de roupas de neoprene. (AZEREDO, Marina. Azul Magazine, nº 64, agosto de 20 18. Fragmento.)

Conclui-se da leitura do fragmento dessa matéria:

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Questão 8 de 9 Q1818674 Q10 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10. Nadar em águas cristalinas em meio a centenas de pe ixes é uma experiência almejada por todo turista que viaja em busca de destinos paradisíacos. Uma li sta de lugares onde é possível ter essa experiência certamente incluiria Fernando de Noronha, o Caribe, talvez as Maldivas. Mas algo que aprendi em minhas andanças pelo Brasil é que não é preciso ir tão lon ge para mergulhar em águas azuis-turquesa. A verdade é que o paraíso está logo ali e se chama Bom Jardim. Com rios cristalinos, lagoas de águas azuis e misteriosas cavernas, o pequeno distrito de Nobres, no Mato Grosso, ainda é pouco explorado pe lo turismo de massa, o que garante tranquilidade e pre ços bastante amigáveis se comparados aos de Bonito, sua irmã sul-mato-grossense. As atrações dos dois desti nos são bastante semelhantes – flutuação em rios e nascentes, cachoeiras boia cross – mas Bom Jardim a inda guarda uma vantagem em relação a Bonito: suas águas têm temperatura mais agradável, dispensando o uso de roupas de neoprene. (AZEREDO, Marina. Azul Magazine, nº 64, agosto de 20 18. Fragmento.)

Em relação aos recursos gramaticais usados pela aut ora a fim de provocar no leitor determinado efeito de sentido, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A autora está em Bom Jardim no momento em que escre ve essa matéria, como sugere o trecho A verdade é que o paraíso está logo ali e se chama Bo m Jardim. ( ) No trecho não é preciso ir tão longe para mergulhar em águas azuis-turquesa , a autora faz referência, principalmente, ao Caribe e às Maldivas. ( ) Em Nadar em águas cristalinas em meio a centenas de pe ixes é uma experiência almejada por todo turista que viaja em busca de destinos paradisíacos , o adjetivo paradisíacos remete à imagem propiciada pelas águas cristalinas e por centenas de peixes. ( ) Em preços bastante amigáveis , o adjetivo em destaque se opõe ao sentido do adjeti vo convidativos . Assinale a sequência correta.

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Questão 9 de 9 Q1818676 Q11 da prova

O vencimento básico inicial de um motorista da Pref eitura Municipal é R$ 1.132,52. Se ele aplicar todo esse v encimento no regime de juros simples a uma taxa de 5% a.m., o valor duplicará em

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