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Questão 1 de 4Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
A ilusão da Lua no horizonte
Você já observou a Lua nascendo ou se pondo
e teve a impressão de que ela estava maior do
que o normal? Todos nós experimentamos essa
mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite
natural próximo ao horizonte. Essa sensação
nada mais é do que um simples truque da mente
humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao
invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum
outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja
causada pela forma como percebemos o mundo
visualmente.
O fenômeno é bem documentado desde o
século 4 a.C., quando o filósofo grego
Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra
pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte,
assim como a água pode fazer com que objetos
imersos pareçam ampliados aos nossos olhos.
No século 11, o matemático árabe Ibn Al-
Haytham desenvolveu a primeira teoria
plausível de como a ilusão da Lua funciona,
sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver
com a maneira como nossos cérebros percebem
a distância e, então, como ajustamos
automaticamente o tamanho aparente de um
objeto para corresponder a essa percepção.
Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo
observarem essa ilusão há milhares de anos,
ainda não existe uma explicação científica
sólida sobre por que isso acontece. A maioria
das respostas hoje em dia se baseia na ideia de
como nosso cérebro processa a informação de
distância dos objetos. Algumas hipóteses
consideram, ainda, que árvores, montanhas e
edifícios em primeiro plano podem ajudar a
enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua
estaria mais próxima e seria maior do que
realmente é, por estar cercada por esses
objetos.
Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa
ideia de tamanho relativo em comparação a
elementos no entorno, chamada de ilusão de
Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo
central, cercado por pequenos círculos,
representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na
imagem seguinte o círculo central representa a
Lua no alto do céu, cercada por grandes
extensões de céu. Para muitos, o segundo
círculo central parece maior, mas ambos são do
mesmo tamanho.
Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moon-
illusion-confusion11252015 .
Porém, essa explicação falha quando
analisamos o caso dos astronautas a bordo da
Estação Espacial Internacional, em órbita em
torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão
da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro
plano como indicação de distância.
Então, esse enigma ainda não foi totalmente
resolvido e várias hipóteses ainda estão em
discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está
tudo em nossas cabeças!
FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte . Espaço do
conhecimento. Adaptado. Disponível em:
https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-da-
lua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p
are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos .
De acordo com o texto, conclui-se que:
Questão 2 de 4Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
A ilusão da Lua no horizonte
Você já observou a Lua nascendo ou se pondo
e teve a impressão de que ela estava maior do
que o normal? Todos nós experimentamos essa
mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite
natural próximo ao horizonte. Essa sensação
nada mais é do que um simples truque da mente
humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao
invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum
outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja
causada pela forma como percebemos o mundo
visualmente.
O fenômeno é bem documentado desde o
século 4 a.C., quando o filósofo grego
Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra
pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte,
assim como a água pode fazer com que objetos
imersos pareçam ampliados aos nossos olhos.
No século 11, o matemático árabe Ibn Al-
Haytham desenvolveu a primeira teoria
plausível de como a ilusão da Lua funciona,
sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver
com a maneira como nossos cérebros percebem
a distância e, então, como ajustamos
automaticamente o tamanho aparente de um
objeto para corresponder a essa percepção.
Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo
observarem essa ilusão há milhares de anos,
ainda não existe uma explicação científica
sólida sobre por que isso acontece. A maioria
das respostas hoje em dia se baseia na ideia de
como nosso cérebro processa a informação de
distância dos objetos. Algumas hipóteses
consideram, ainda, que árvores, montanhas e
edifícios em primeiro plano podem ajudar a
enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua
estaria mais próxima e seria maior do que
realmente é, por estar cercada por esses
objetos.
Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa
ideia de tamanho relativo em comparação a
elementos no entorno, chamada de ilusão de
Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo
central, cercado por pequenos círculos,
representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na
imagem seguinte o círculo central representa a
Lua no alto do céu, cercada por grandes
extensões de céu. Para muitos, o segundo
círculo central parece maior, mas ambos são do
mesmo tamanho.
Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moon-
illusion-confusion11252015 .
Porém, essa explicação falha quando
analisamos o caso dos astronautas a bordo da
Estação Espacial Internacional, em órbita em
torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão
da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro
plano como indicação de distância.
Então, esse enigma ainda não foi totalmente
resolvido e várias hipóteses ainda estão em
discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está
tudo em nossas cabeças!
FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte . Espaço do
conhecimento. Adaptado. Disponível em:
https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-da-
lua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p
are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos .
A expressão “satélite natural” é empregada, no primeiro parágrafo do texto, para se referir à Lua. Nesse sentido, é um recurso de coesão:
Questão 3 de 4Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
A ilusão da Lua no horizonte
Você já observou a Lua nascendo ou se pondo
e teve a impressão de que ela estava maior do
que o normal? Todos nós experimentamos essa
mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite
natural próximo ao horizonte. Essa sensação
nada mais é do que um simples truque da mente
humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao
invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum
outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja
causada pela forma como percebemos o mundo
visualmente.
O fenômeno é bem documentado desde o
século 4 a.C., quando o filósofo grego
Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra
pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte,
assim como a água pode fazer com que objetos
imersos pareçam ampliados aos nossos olhos.
No século 11, o matemático árabe Ibn Al-
Haytham desenvolveu a primeira teoria
plausível de como a ilusão da Lua funciona,
sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver
com a maneira como nossos cérebros percebem
a distância e, então, como ajustamos
automaticamente o tamanho aparente de um
objeto para corresponder a essa percepção.
Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo
observarem essa ilusão há milhares de anos,
ainda não existe uma explicação científica
sólida sobre por que isso acontece. A maioria
das respostas hoje em dia se baseia na ideia de
como nosso cérebro processa a informação de
distância dos objetos. Algumas hipóteses
consideram, ainda, que árvores, montanhas e
edifícios em primeiro plano podem ajudar a
enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua
estaria mais próxima e seria maior do que
realmente é, por estar cercada por esses
objetos.
Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa
ideia de tamanho relativo em comparação a
elementos no entorno, chamada de ilusão de
Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo
central, cercado por pequenos círculos,
representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na
imagem seguinte o círculo central representa a
Lua no alto do céu, cercada por grandes
extensões de céu. Para muitos, o segundo
círculo central parece maior, mas ambos são do
mesmo tamanho.
Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moon-
illusion-confusion11252015 .
Porém, essa explicação falha quando
analisamos o caso dos astronautas a bordo da
Estação Espacial Internacional, em órbita em
torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão
da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro
plano como indicação de distância.
Então, esse enigma ainda não foi totalmente
resolvido e várias hipóteses ainda estão em
discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está
tudo em nossas cabeças!
FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte . Espaço do
conhecimento. Adaptado. Disponível em:
https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-da-
lua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p
are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos .
A oração introduzida pelo vocábulo “mesmo” , no excerto “ Eles também enxergam a ilusão da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro plano como indicação de distância.”, exprime um sentido:
Questão 4 de 4Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
A ilusão da Lua no horizonte
Você já observou a Lua nascendo ou se pondo
e teve a impressão de que ela estava maior do
que o normal? Todos nós experimentamos essa
mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite
natural próximo ao horizonte. Essa sensação
nada mais é do que um simples truque da mente
humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao
invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum
outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja
causada pela forma como percebemos o mundo
visualmente.
O fenômeno é bem documentado desde o
século 4 a.C., quando o filósofo grego
Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra
pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte,
assim como a água pode fazer com que objetos
imersos pareçam ampliados aos nossos olhos.
No século 11, o matemático árabe Ibn Al-
Haytham desenvolveu a primeira teoria
plausível de como a ilusão da Lua funciona,
sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver
com a maneira como nossos cérebros percebem
a distância e, então, como ajustamos
automaticamente o tamanho aparente de um
objeto para corresponder a essa percepção.
Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo
observarem essa ilusão há milhares de anos,
ainda não existe uma explicação científica
sólida sobre por que isso acontece. A maioria
das respostas hoje em dia se baseia na ideia de
como nosso cérebro processa a informação de
distância dos objetos. Algumas hipóteses
consideram, ainda, que árvores, montanhas e
edifícios em primeiro plano podem ajudar a
enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua
estaria mais próxima e seria maior do que
realmente é, por estar cercada por esses
objetos.
Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa
ideia de tamanho relativo em comparação a
elementos no entorno, chamada de ilusão de
Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo
central, cercado por pequenos círculos,
representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na
imagem seguinte o círculo central representa a
Lua no alto do céu, cercada por grandes
extensões de céu. Para muitos, o segundo
círculo central parece maior, mas ambos são do
mesmo tamanho.
Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moon-
illusion-confusion11252015 .
Porém, essa explicação falha quando
analisamos o caso dos astronautas a bordo da
Estação Espacial Internacional, em órbita em
torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão
da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro
plano como indicação de distância.
Então, esse enigma ainda não foi totalmente
resolvido e várias hipóteses ainda estão em
discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está
tudo em nossas cabeças!
FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte . Espaço do
conhecimento. Adaptado. Disponível em:
https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-da-
lua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p
are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos .
Analise o seguinte excerto: “[...] ainda não existe uma explicação científica sólida sobre por que isso acontece.” Na expressão “por que” , que ocorre no excerto dado, a palavra “que” tem função gramatical de: