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Prova Engenheiro Civil - Pref. Panambi/RS
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Questão 1 de 34 Q1 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

A partir da leitura do texto, compreende-se que:

Questão 2 de 34 Q2 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Em “A pandemia também forçou a equipe de ‘AmarElo’ a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente.” (l. 17-18), a palavra sublinhada expressa ideia de:

Questão 3 de 34 Q3 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Analise as assertivas a seguir: I. Uma das questões trazidas no texto é a compreensão do desafio enfrentado pela equipe de produção devido à pandemia de Covid-19 e a necessidade de adaptação para trabalhar remotamente. II. No texto, podemos identificar uma variação linguística na fala do rapper Emicida, quando ele menciona: "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo" (l. 18-19). III. Em "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez" (l. 09-10), temos um intertexto. Quais estão corretas?

Questão 4 de 34 Q4 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Os símbolos das linhas 03, 12 e 21 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?

Questão 5 de 34 Q5 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 11, 14 e 21 do texto.

Questão 6 de 34 Q6 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Em “Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, ...” (l. 20), é possível identificarmos qual figura de linguagem?

Questão 7 de 34 Q7 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

A palavra “angustiante”, que está no último parágrafo do texto, encontra um antônimo em qual das alternativas abaixo?

Questão 8 de 34 Q9 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Qual das alternativas abaixo apresenta uma palavra escrita corretamente?

Questão 9 de 34 Q10 da prova
Com documentário na Netflix, Emicida dá aula de história em forma de poesia Por Luciano Guaraldo De olho no futuro do planeta, Leandro Roque de Oliveira decidiu olhar para o passado. No documentário “AmarElo – É Tudo pra Ontem”, o músico conhecido como Emicida, com muita música e poesia compõe uma história que mostra como os negros construíram a cultura brasileira. O longa aproveita o show que o cantor fez no Theatro Municipal de São Paulo e utiliza músicas como Principia, Pantera Negra, Ismália e a própria AmarElo, como costura para apresentar ao público o real valor de nomes como o ativista Abdias do Nascimento, a atriz Ruth de Souza, o escritor Oswald de Andrade, a sambista Leci Brandão e a vereadora Marielle Franco. Na preparação para o show, Emicida ressaltou que boa parte do público estava entrando no principal teatro de São Paulo de maneira inédita: "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez. Vários daqueles moleques e meninas que vão nunca pisaram no Municipal. Por isso, é importante cravar esse lugar físico.", disse no documentário. “AmarElo” chegou a ser pensado como um longa a ser lançado nos cinemas, mas os planos mudaram e não só por causa do novo coronavírus. "Se a gente tivesse negociado para o cinema, não ia ter esse alcance de 190 países", conta Emicida. "As pessoas até entendem a cultura do Brasil, mas não compreendem a origem dessa cultura, a participação dos pretos em todo o processo. Então, a gente está dando esse presente para elas." A pandemia também forçou a equipe de “AmarElo” a trabalhar de maneira diferente, pois o documentário foi editado e montado remotamente. "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo. Foi tipo trocar a roda de um carro, mas com o veículo em movimento, no meio de uma pandemia e desviando de zumbis (risos)" define o diretor Fred Ouro Preto na reportagem. Adiar o lançamento do longa, porém, nunca passou pela cabeça da equipe. "Era muito importante soltar esse filme na Netflix ainda neste ano, por tudo o que ele representa", justifica Ouro Preto. "O “AmarElo” não existe por acaso. Eu compartilho coisas boas porque sei que as pessoas vão sair desse filme buscando soluções e não problemas. Optar pela positividade é um bálsamo em um ano tão difícil", completa Emicida. "Por mais angustiante que seja a nossa situação atual, as pessoas retratadas [no longa] enfrentaram um país muito pior do que o nosso. O sol vai nascer de novo e nós vamos ter outro dia. Se a vida é gigante, por que nós vamos ser pequenos?", filosofa o rapper.

Qual alternativa indica corretamente uma conjunção coordenativa que estabelece uma relação adversativa entre duas orações independentes?

Questão 10 de 34 Q11 da prova

A povoação da região de Panambi de origem portuguesa ocorreu a partir de 1820, e a colonização de origem __________ iniciou-se com a fundação da Colônia Neu-Württemberg, a partir de 1898. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 11 de 34 Q12 da prova

Em qual região do estado do Rio Grande do Sul está localizado o município de Panambi?

Questão 12 de 34 Q13 da prova

Localiza-se na esquina da Rua Sete de Setembro com a Rua Alfredo Brenner, no centro da cidade. O prédio foi projetado pelo prefeito e engenheiro Walter Faulhaber e construído em 1968, na gestão do Prefeito Rudi Franke e do Vice-Prefeito Abílio Hartemink, sendo, na época, a primeira sede própria do Centro Administrativo Municipal. Em função de seu valor histórico, localização, porte e beleza arquitetônica, o edifício tornou-se patrimônio histórico e arquitetônico do município através da Lei nº 2.447/2005, sendo também um ponto turístico para quem visita a cidade. O trecho se refere a qual ponto turístico de Panambi?

Questão 13 de 34 Q14 da prova

Fenômeno natural de extrema importância para a existência de vida na Terra a partir de uma camada de gases que envolvem o planeta. É responsável por manter as temperaturas médias globais, evitando que haja grande amplitude térmica e possibilitando o desenvolvimento dos seres vivos. O trecho se refere ao(à):

Questão 14 de 34 Q15 da prova

Foi um dos criadores do Tropicalismo, importante movimento artístico do Brasil. Junto a artistas como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e Chico Buarque, ajudou a dar tom à música brasileira do final dos anos de 1960 até os dias de hoje. Entre suas canções mais famosas, se destacam “O Leãozinho”, “Você é linda” e “Sozinho”. O trecho se refere a qual cantor brasileiro?

Questão 15 de 34 Q16 da prova

A seguridade social assegura direitos básicos como saúde, assistência social e previdência social, tendo por princípios a dignidade humana, a solidariedade e a justiça social. Com base na Constituição Federal, analise as seguintes assertivas sobre a seguridade social: I. Sua organização compete ao poder público. II. Um de seus objetivos é a irredutibilidade do valor dos benefícios. III. Tem gestão bipartite entre o governo e as empresas privadas. IV. Será financiada por toda a sociedade, exceto pelos trabalhadores rurais. Quais estão corretas?

Questão 16 de 34 Q17 da prova

Conforme a Constituição Federal, compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre:

Questão 17 de 34 Q18 da prova

Com base na Constituição Federal, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) O vencimento dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias não será inferior a dois salários-mínimos. ( ) É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas sem fins lucrativos. ( ) Somente terão direito ao acesso à saúde pública pessoas com renda inferior a três salários-mínimos nacionais. ( ) Os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias não terão direito à aposentadoria especial. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 18 de 34 Q19 da prova

É por meio das relações internacionais que os países estabelecem relações diplomáticas, fortalecem parcerias estratégicas, participam de negociações comerciais, contribuem para a solução de desafios globais e exercem influência em questões de importância global. Segundo a Constituição Federal, o Brasil adota os seguintes princípios norteadores em suas relações internacionais, EXCETO:

Questão 19 de 34 Q20 da prova

Após a finalização do processo administrativo disciplinar, foi constatado que Genivaldo ofendeu seu superior hierárquico. Segundo o Regime Jurídico dos Servidores Estatutários do Município de Panambi, qual penalidade poderá ser aplicada a Genivaldo?

Questão 20 de 34 Q21 da prova

Segundo o Regime Jurídico dos Servidores Estatutários do Município de Panambi, readaptação é o(a):

Questão 21 de 34 Q22 da prova

José Barata logrou êxito no concurso público e tomou posse em seu novo cargo público. Desde então está trabalhando com afinco para obter uma avaliação positiva em seu estágio probatório, cuja avaliação será feita por uma Comissão Especial. Segundo o Regime Jurídico dos Servidores Estatutários do Município de Panambi, para ter êxito no estágio probatório, José terá de observar os seguintes requisitos:

Questão 22 de 34 Q23 da prova

A Lei Maria da Penha é um marco na legislação brasileira, que estabelece que todo caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime. Ela tipifica as situações de violência doméstica e proíbe a aplicação de penas pecuniárias aos agressores. Além disso, a lei determina o encaminhamento das mulheres em situação de violência, assim como de seus dependentes, a programas e serviços de proteção e assistência social. Com base da Lei Maria da Penha, uma das formas de violência contra a mulher é a violência:

Questão 23 de 34 Q24 da prova

As medidas protetivas de urgência são a parte mais relevante da Lei Maria da Penha, porque visam romper o ciclo de violência. São medidas protetivas previstas na referida Lei, EXCETO:

Questão 24 de 34 Q25 da prova

Instituído pelo Estatuto Nacional da Igualdade Racial, o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR) constitui formas de organização e de articulação voltadas à implementação do conjunto de políticas e serviços destinados a superar as desigualdades raciais no Brasil, com o propósito de garantir à população negra, cigana e indígena a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa de direitos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância. Sendo assim, são objetivos do SINAPIR, EXCETO:

Questão 25 de 34 Q26 da prova

O perímetro de um terreno retangular é de 786 metros. Sabendo que seu lado maior mede 237 metros, qual é a medida do lado menor desse terreno?

Questão 26 de 34 Q27 da prova

O número composto 1.638 tem como seu maior fator primo o número:

Questão 27 de 34 Q29 da prova

Determine os juros produzidos em uma aplicação sob regime de juros simples de um capital de R$ 32.000,00, a uma taxa anual de 12%, durante seis meses.

Questão 28 de 34 Q30 da prova

Para realizar uma análise de processos e destiná-los aos setores responsáveis, a prefeitura destinou 18 auxiliares administrativos. A quantidade total de processos que essa equipe consegue analisar por dia é de 135 processos. Sendo assim, determine a quantidade de processos que serão analisados em um dia de trabalho, mantidas as mesmas condições de eficiência e eficácia, se quatro funcionários faltarem.

Questão 29 de 34 Q33 da prova

A respeito das instalações hidrossanitárias, do que se trata o barrilete?

Questão 30 de 34 Q34 da prova

O Light Steel Framing (LSF) é um sistema estruturado em perfis de aço galvanizado formados a frio. Trata-se de um sistema aberto e flexível, que permite a combinação de diversos materiais dispostos em camadas, os quais, em conjunto, garantem o atendimento a requisitos técnicos e estéticos. A respeito das vedações externas, existem diversas opções, entre as quais está o OSB. Qual das alternativas abaixo está relacionada à definição desse material?

Questão 31 de 34 Q36 da prova

Profissional legalmente habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), indicado e contratado pela parte para orientá-la, assistir aos trabalhos periciais em todas as suas fases da perícia e, quando necessário, emitir seu parecer técnico. Na área de perícias na construção civil, a definição apresentada refere-se ao:

Questão 32 de 34 Q38 da prova

Especificações quantitativas dos requisitos de desempenho, expressos em termos de quantidades mensuráveis, a fim de que possam ser objetivamente determinados. Segundo a ABNT NBR 15575, a definição apresentada refere-se aos(às):

Questão 33 de 34 Q39 da prova

As instalações elétricas são sistemas fundamentais que permitem o funcionamento de equipamentos e dispositivos elétricos em residências, empresas e indústrias. Elas consistem em uma rede de fiação, componentes e dispositivos que distribuem energia elétrica, cuja distribuição deve ocorrer de forma segura e eficiente. Nas instalações elétricas, como se chama o fluxo de cargas que atravessa a seção reta de um condutor, na unidade de tempo?

Questão 34 de 34 Q40 da prova

Os materiais betuminosos são, por definição, misturas de hidrocarbonetos solúveis em bissulfeto de carbono (CS2) com propriedades de aglutinação. Existem duas grandes categorias de materiais betuminosos: os asfaltos e os alcatrões. Qual tipo de asfalto derivado de petróleo é amplamente utilizado para aderir agregados e proporciona coesão ao pavimento asfáltico?

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