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Prova Enfermeiro - Pref. Lagoa Seca/PB
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Questão 1 de 25 Q1 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3. Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00 Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer. [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar. As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...] GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele. esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A partir da leitura do texto, considere as seguintes assertivas: I- A ideia central da reportagem é que esquecer é um mau sinal para o cérebro. II- A presença de argumentos de autoridade no texto reforça a ideia central de que esquecer, na verdade, é parte integrante de uma memória funcional. III- De acordo com o texto, se todas as memórias fossem permanentes, o indivíduo poderia sofrer efeitos psicológicos graves. IV- O texto defende que a vida moderna não tem relação com a crescente incidência de esquecimento que experimentamos. É CORRETO o que se afirma em:

Questão 2 de 25 Q2 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3. Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00 Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer. [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar. As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...] GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele. esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

No tocante aos aspectos estruturais e semânticos do texto, considere as assertivas que se seguem. I- BelezaO substantivo (terceiro parágrafo), no terceiro parágrafo, instaura um registro de linguagem impróprio ao propósito comunicativo da reportagem. II- E aí Beleza (terceiro parágrafo) No texto, as expressões e são expressões do registro informal da linguagem e são empregadas para deixar o texto mais atraente para o seu público-alvo. III- IssoO pronome demonstrativo (em todo texto) não tem participação na sequenciação textual. IV- dia-a-dia (quarto parágrafo) A expressão não está escrita corretamente. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 3 de 25 Q3 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3. Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00 Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer. [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar. As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...] GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele. esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A locução , presente no período “A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, , lembrar-se de uma coisa ou seja ou seja ajuda a recordar outras”, exerce a função de:

Questão 4 de 25 Q4 da prova
O texto II, um meme, deve ser lido para responder às questões 4, 5 e 6.

Acerca do texto, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 5 de 25 Q5 da prova
O texto II, um meme, deve ser lido para responder às questões 4, 5 e 6.

Considerando o uso linguístico do meme, é CORRETO o que se afirma em:

Questão 6 de 25 Q6 da prova
O texto II, um meme, deve ser lido para responder às questões 4, 5 e 6.

Ainda com base no texto verbal do meme, considerando o emprego CORRETO da vírgula e do ponto-final, este se verificaria em:

Questão 7 de 25 Q7 da prova
O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder às questões 7 e 8.

Acerca da tira, analise as assertivas abaixo. I- A pergunta de Dolores no último quadrinho dispara o efeito de humor da tira. II- EntãoO valor argumentativo de no segundo quadrinho desvincula a pergunta de Dolores à afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho e estabelece a noção semântica de tempo. III- A pergunta de Dolores no segundo quadrinho investe a afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho de um valor semântico de contradição. IV- É queA partícula expletiva no terceiro quadrinho tem o valor de realce e não exerce nenhuma função sintática. V- à prova testeNo último quadrinho, o enunciado “É que você é prova de piadas”, caso se troque por , considerando-se apenas o aspecto da regência, não ocorre a presença de preposição antes do artigo . o É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 8 de 25 Q8 da prova
O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder às questões 7 e 8.

Leia o período composto presente no primeiro quadrinho: A oração em destaque é CORRETAMENTE classificada como:

Questão 9 de 25 Q9 da prova
Para responder à questão 9, leia o texto IV. Texto IV Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/516999232226210857/. Acesso em: 15 jul. 2024.

Analise as assertivas abaixo. I- A oração “Cortamos a sua carne” não apresenta um problema de coerência textual. II- As relações lógico-semânticas presentes na oração “Cortamos a sua carne” em relação à frase “na hora e a seu gosto” geram um efeito de sentido humorístico não pretendido. III- Ao reescrever “Cortamos a sua carne” por “Fatiamos a sua carne”, o problema de coerência textual é resolvido. IV- A forma verbal está conjugada no modo subjuntivo. Aperte É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 10 de 25 Q10 da prova
Para responder às questões 10, 11 e 12, leia o texto V. Texto V Fonte: Quino. . Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024. Mafalda

Acerca da tira, analise as assertivas que se seguem: I- A expressão “Imagina!” estabelece a relação lógico-semântica de que repartir o torrone será motivo de arrependimento mais tarde. II- O enunciado “Bem que dizem que repartir é morrer um pouco” confirma a ideia de que dividir o torrone é de fato uma boa ideia. III- A ideia central do texto é a opinião segundo uma das personagens diz que repartir é quase tão ruim quanto morrer. IV- A julgar pela expressão facial da personagem que divide o torrone, pode-se pressupor que ela já se encontra arrependida da ação proposta no primeiro quadrinho. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 11 de 25 Q11 da prova
No período composto “Bem que dizem ”, a oração em destaque se classifica do ponto de vista sintático como uma:

oração subordinada adverbial temporal.

Questão 12 de 25 Q12 da prova
Ainda com relação ao enunciado presente no último quadrinho da tira (“Bem que dizem que repartir é morrer um pouco), analise as assertivas abaixo.

I- queAs duas ocorrências da palavra correspondem à mesma função sintática. II- queA segunda ocorrência da palavra atende à função sintática de conjunção integrante. III- repartir morrerOs verbos e estão no infinitivo. IV- Bem quedizem Em “ ”, tem-se uma oração sem sujeito. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 13 de 25 Q13 da prova
O Texto VI é um editorial, leia-o para responder às questões 13, 14 e 15. CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo 22 jul. 2024, às 22h00 Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital. Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole. É o que mostra levantamento exclusivo desta , com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios. Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida. O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência. PÁGINA 08 Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas. No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes. Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.

Com base no texto, considere as seguintes assertivas. I- A ideia central do texto gira em torno da tese segundo a qual o combate exclusivamente coercitivo às chamadas cracolândias vem a acarretar a dispersão dos usuários de drogas e pessoas em situação de rua para outros bairros de São Paulo. II- Em 2023, bairros nobres de São Paulo, como Alto de Pinheiros e Pinheiros, eram mais afetados pelo fenômeno das cracolândias do que a periferia da cidade. III- O aumento do índice de criminalidade em um bairro não tem relação com a existência de cracolândias. IV- FolhaA defende que cabe ao poder público oferecer ações afirmativas com relação aos usuários de crack e outras drogas, bem como às pessoas em situação de rua. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 14 de 25 Q14 da prova
Sobre o contexto situacional no qual se insere e se estrutura o texto, assinale a alternativa CORRETA.

a) Em virtude de ser um gênero jornalístico, predomina no editorial o caráter informativo.

Questão 15 de 25 Q15 da prova
No tocante ao funcionamento linguístico-discursivo do texto em estudo, as assertivas a seguir. analise

I- O texto traz dados estatísticos para endossar a ideia central de que a atuação da prefeitura com relação às cracolândias em São Paulo causou a sua disseminação para outros bairros da cidade, inclusive para bairros considerados nobres. II- agrupamentos do tipoO termo (“Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo”) evita a repetição desnecessária do referente . cracolândia III- A ideia de que, em São Paulo, os dependentes químicos e pessoas em situação de rua estão em sofrimento e necessitam, sim, de políticas públicas que tenham um impacto positivo sobre a sua cidadania e qualidade de vida atua como um contra-argumento com relação à opinião de que essas pessoas merecem ser enquadradas pela polícia como quaisquer outros contraventores. IV- O autor do editorial não é contrário à polícia no contexto da problemática das cracolândias em São Paulo, mas sim à violência policial contra as pessoas que formam esses agrupamentos. É CORRETO o que se afirma em:

Questão 16 de 25 Q17 da prova

Pedro possui uma loja de eletrônicos que, em dezembro, celebrará o 7º aniversário de sua inauguração. Para marcar a ocasião, Pedro decidiu conceder um desconto de R$ 195,00 em todas as compras que excedam o valor de R$ 350,00 realizadas durante o mês. Além disso, será oferecido um desconto adicional de R$ 50,00 para clientes, cujo gasto total ultrapasse R$ 500,00. Um cliente efetuou uma compra no valor total de R$ 780,00. Qual será o valor final a ser pago por esse cliente após a aplicação dos descontos concedidos por Pedro?

Questão 17 de 25 Q26 da prova
A Resolução COFEN nº 567/2018, emitida pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), é um documento normativo que diz respeito ao exercício da enfermagem no Brasil. O objetivo geral na atuação do enfermeiro no cuidado dos pacientes com feridas consiste em avaliar, prescrever e executar curativos em todos os tipos de feridas e em pacientes sob seus cuidados. Ademais, é também objetivo supervisionar a equipe de enfermagem na prevenção e nos cuidados de pessoas com feridas. Dessa forma, considere as afirmativas abaixo.

I- É atribuição do enfermeiro executar prescrições feitas pela equipe no leito das lesões agudas e/ou crônicas. II- É função específica do enfermeiro prescrever medicamentos e coberturas na prevenção e no cuidado a pessoas com feridas, estabelecidas em Programas de Saúde e/ou Protocolos institucionais. III- Realizar referência e contraferência de pacientes para serviços especializados sempre que for necessário. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 18 de 25 Q27 da prova

Qual das situações abaixo ilustra CORRETAMENTE o princípio da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS)?

Questão 19 de 25 Q31 da prova
A Política Nacional de Humanização (PNH) é uma estratégia do Ministério da Saúde do Brasil que busca melhorar a qualidade dos serviços de saúde, com ênfase no acolhimento, na escuta atenta dos pacientes e no reconhecimento do trabalho em equipe. Nesse sentido, o enfermeiro desempenha um papel crucial na implementação dessa política, pois está diretamente envolvido na prestação de cuidados aos pacientes e na gestão dos serviços de saúde. Dessa forma, é CORRETO afirmar que o principal papel do enfermeiro na sua implantação consiste:

a) na responsabilidade única no tocante à elaboração de protocolos clínicos para garantir a humanização dos procedimentos médicos.

Questão 20 de 25 Q34 da prova
A terapia transfusional é descrita como a prática de administrar partes do sangue por via endovenosa para restaurar as necessidades orgânicas em indivíduos com morbidade e mortalidade comprovadas, tanto clinicamente quanto por testes laboratoriais. O sangue total coletado por meio de doação passa por um processamento completo, resultando em dois produtos distintos para a terapia transfusional: os hemocomponentes e os hemoderivados. A Resolução COFEN nº 709/2022 a Norma Técnica que dispõe sobre a Atuação de Enfermeiro e de Técnico de Enfermagem em Hemoterapia. Dessa forma, analise as afirmativas abaixo:

I- Atuar no manuseio de equipamentos específicos de Hemoterapia como Aférese e Recuperação Intraoperatória de Sangue em procedimentos terapêuticos e de coleta de sangue total e células para transplante. II- Cabe a toda equipe de enfermagem a prescrição os cuidados de enfermagem. III- Estabelecer ações de treinamento operacional e de educação permanente, de modo a garantir a capacitação e atualização da equipe de enfermagem que atua em Hemoterapia. É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 21 de 25 Q35 da prova

O Brasil é o único país da América Latina que possui uma política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), cujo propósito é promover o aprimoramento das condições de saúde da população masculina brasileira, com o intuito eficaz de reduzir tanto a incidência de doenças quanto as taxas de mortalidade dentro desse grupo, mediante uma abordagem abrangente dos fatores de risco e vulnerabilidades associados. Dessa forma, qual dos eixos abaixo faz parte da PNAISH?

Questão 22 de 25 Q36 da prova
A clínica da depressão na infância apresenta distinções em relação à depressão em adultos, o que contribui para o subdiagnóstico dessa condição nesta faixa etária. As crianças têm dificuldade de compreender e comunicar adequadamente seus sentimentos, enquanto os adultos frequentemente interpretam os sintomas clínicos como parte normal das fases de crescimento. Podemos citar como sintomas principais persistentes por mais de 2 semanas:

I- Sentimento de culpa ou baixa autoestima; desinteresse pelas atividades habituais e por brincadeiras; pensamentos suicidas. II- Distúrbios do sono, como sonolência excessiva, insônia, despertar precoce. III- Humor deprimido, apatia; dificuldade de tomar decisões; dificuldade de concentração. IV- Alterações do apetite, desde hiperfagia à anorexia, e alterações do peso; não há redução da energia ou irritabilidade/agitação. É CORRETO o que se afirma em:

Questão 23 de 25 Q37 da prova

Na atualidade, o trabalho não é considerado apenas uma fonte de renda com a finalidade de suprir as necessidades básicas, mas também envolve satisfação pessoal. Em contrapartida, tem se tornado fonte de adoecimento frequente de trabalhadores de diversas áreas, um dos distúrbios relacionados ao trabalho é a Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional. O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de países com maiores indicadores de Burnout. O instrumento bastante veiculado em pesquisas e por profissionais da saúde para diagnóstico da síndrome é o Maslach Burnout Inventory – MBI. Considerando o exposto e as facetas que o inventário avalia, marque a alternativa CORRETA.

Questão 24 de 25 Q38 da prova
O Toxoplasma gondii, agente etiológico da toxoplasmose, é um protozoário intracelular obrigatório. As principais formas de transmissão são via oral ou congênita. Durante a realização do pré-natal, a identificação de toxoplasmose gestacional pode ser dada por testes sorológicos (IgG, IgM, IgA) ou indireta. Considerando o exposto, o Ministério da Saúde e o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle de Infecções Sexualmente Transmissíveis estabelecem os seguintes critérios de casos de sífilis em gestantes.

a) Todo recém-nascido, natimorto ou aborto de mulher com sífilis não tratada de forma não adequada.

Questão 25 de 25 Q40 da prova

Qual é uma das principais medidas previstas no Plano de Contingência do Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações para lidar com a interrupção do fornecimento de energia elétrica nas unidades de saúde?

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