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Prova Coordenador Assistente de Gestão Escolar - Pref. Laranjal Paulista/SP
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Questão 1 de 31 Q1636990 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

As afirmações apresentadas a seguir foram formuladas com base no texto. Analise-as e assinale aquela que é totalmente verdadeira.

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Questão 2 de 31 Q1636992 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

No excerto “[...] os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali [...]”, a expressão ‘beliscando’ ocorre com sentido figurado. A figura de linguagem que corresponde ao uso dessa expressão no contexto dado é a:

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Questão 3 de 31 Q1636994 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

Em “Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós [...]”, a locução ‘ainda que’ introduz uma oração de sentido:

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Questão 4 de 31 Q1636995 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

Analise os seguintes excertos:
I. “[...] mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá”
II. “[...] se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes”
III. “Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas”
Nas sentenças dadas, o vocábulo ‘se’ atua como conjunção condicional apenas em:

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Questão 5 de 31 Q1636997 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

No trecho “A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia”, o adjetivo ocorre no grau superlativo absoluto sintético. Analise as alternativas a seguir, que reescrevem a sentença dada com modificações no grau do adjetivo, e identifique aquela em que se verifica o grau superlativo absoluto analítico.

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Questão 6 de 31 Q1636999 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

O excerto “[...] já que se trata de um líquido bem calórico” explica o motivo da importância da cerveja para a nutrição egípcia. O advérbio ‘bem’, neste contexto, é empregado para:

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Questão 7 de 31 Q1637000 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?

Mais ou menos: as refeições podem ter nomes diferentes, mas os horários se tornaram basicamente iguais do século 19 para cá, conforme as jornadas de trabalho no mundo todo se uniformizaram. Hoje, praticamente todas as pessoas do mundo fazem três refeições por dia, ainda que elas tenham nomes diferentes e, muitas vezes, ingredientes irreconhecíveis para nós (vide os ingleses, que comem linguiça, feijão e tomate no café, ou o almoço ideal da culinária bengali, que tem sete pratos). Essa padronização global na rotina das refeições deriva, em grande parte, da uniformização dos horários de trabalho: as jornadas de mais ou menos oito horas diárias, com pausa para o almoço, tornam natural que se coma antes, no meio e após o expediente. O corpo normalmente começa a manifestar os primeiros sinais de fome entre três e quatro horas após a última refeição. Então, se você passar 16 horas acordado e comer a cada 4 horas, você vai fazer quatro refeições diferentes. Essa quarta refeição extraoficial, na América Latina e no sul da Europa, costuma ser um lanchinho vespertino entre almoço e jantar, conhecido em espanhol como merienda (palavra que ainda existe no português brasileiro, mas soa um pouco datada). Nem todo mundo na história humana seguiu essa programação de refeições, é claro. Populações de caçadores-coletores, por exemplo, muitas vezes comiam quando sentiam fome, sem um número certo de refeições diárias. Isso se alinha com jornadas de trabalho irregulares e menores que as nossas. É evidente que havia uma variedade muito maior de rotinas alimentares na Antiguidade, quando as telecomunicações ainda eram virtualmente inexistentes e não havia trocas culturais em tempo real entre populações de diferentes partes do mundo. Segundo a historiadora da comida Caroline Yeldham, os romanos antigos faziam só uma grande refeição por dia, beliscando aqui e ali, mas olhando feio para a ideia de café da manhã. Esse banquete diário era um jantar que começava particularmente cedo, no final da tarde. Já os egípcios, de acordo com o livro Food in the ancient world, de Joan P. Alcock, tomavam café da manhã e só comiam de novo ao final do dia, depois que tivessem terminado a jornada de trabalho. A cerveja era importantíssima para a nutrição de operários e agricultores ao longo do dia.

Analise a acentuação gráfica na palavra “têm”, no título do texto: “Todas as culturas têm refeições equivalentes ao café, almoço e jantar?” Assinale a alternativa em que a palavra em destaque é acentuada pela mesma regra ortográfica da qual decorre o acento em “têm”, na sentença analisada.

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Questão 8 de 31 Q1637002 Q8 da prova

Dentre as palavras a seguir, é proparoxítona apenas:

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Questão 9 de 31 Q1637004 Q9 da prova

A expressão em destaque é uma locução conjuntiva apenas em:

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Questão 10 de 31 Q1637005 Q10 da prova

Considere a seguinte sentença: “É importante saber ouvir opiniões dissonantes, já que elas podem causar reflexões inesperadas.” Um antônimo de ‘dissonante’, palavra que ocorre na sentença dada, é:

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Questão 11 de 31 Q1637008 Q12 da prova

Três amigos moram no mesmo prédio. Sabe-se que Adriana mora 2 andares acima de Rodrigo e que Matilde mora 7 andares acima de Adriana. Quantos andares Matilde mora acima de Rodrigo?

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Questão 12 de 31 Q1637016 Q16 da prova

Durante a navegação na internet, é recomendado que o usuário mantenha o navegador atualizado, pois as versões mais recentes corrigem vulnerabilidades de segurança. Entre as diversas ferramentas de proteção oferecidas pelos navegadores modernos, uma delas é:

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Questão 13 de 31 Q1637020 Q18 da prova

Em relação à navegação na internet, selecione a alternativa correta para preencher a lacuna no texto a seguir:
A __________ é uma camada mais profunda e inacessível da internet, onde o acesso é restrito e requer o uso de um navegador especializado, como o Tor. Nessa área, devido à limitada supervisão e à dificuldade de rastrear usuários, diversas práticas ilícitas podem ocorrer, reforçando sua fama de ser um ambiente oculto.

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Questão 14 de 31 Q1637022 Q19 da prova

No Microsoft Word 2019, na aba Layout, é possível utilizar a ferramenta "Número de Linhas", que possibilita adicionar a numeração nas margens das linhas do documento, facilitando a organização e a revisão do conteúdo. Entre as opções de numeração oferecidas, uma delas é:

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Questão 15 de 31 Q1637024 Q20 da prova

No Microsoft Word 2019, há uma ferramenta que possibilita a leitura em voz alta do texto, o que pode ser útil para identificar erros ou aprimorar a estrutura do conteúdo. Essa funcionalidade está disponível em uma das guias do programa. Assinale a alternativa que indica corretamente em qual guia essa opção está localizada:

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Questão 16 de 31 Q1637026 Q21 da prova

Ao analisar os diversos aspectos que caracterizam o Projeto Político-Pedagógico, em relação à sua concretização, observa-se que ele apresenta qual das características abaixo?

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Questão 17 de 31 Q1637028 Q22 da prova

Alguns pontos contribuem para a organização da escola centrada no processo de desenvolvimento do educando. Assim, leia as alternativas abaixo e destaque a que foi mal elaborada.

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Questão 18 de 31 Q1637030 Q23 da prova

Dentro do planejamento escolar, qual é a menor unidade temporal de um projeto pedagógico?

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Questão 19 de 31 Q1637033 Q24 da prova

Leia as afirmativas posteriores, marque, na sequência, a alternativa correta.
I - A linguagem possui um papel central dentro do trabalho pedagógico, uma vez que ela é, ao mesmo tempo, o principal produto da cultura, e é o principal instrumento para sua transmissão.
II - A linguagem é considerada o fator de maior relevância nas explicações do fracasso escolar das camadas populares.
III - A teoria da deficiência cultural afirma que as crianças das camadas populares chegam à escola com uma linguagem deficiente, que as impede de obter sucesso nas atividades de aprendizagem.

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Questão 20 de 31 Q1637035 Q25 da prova

Leia as asserções posteriores, assinale a alternativa correspondente.
I – A relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe escolar implica os processos de gestão, os modos de fazer, a coordenação e a cobrança dos trabalhos e, decididamente, o cumprimento de responsabilidades compartilhadas, conforme uma mínima divisão de tarefas e alto grau de profissionalismo de todos.
II - Portanto, a organização escolar democrática implica não só a participação na gestão, mas a gestão da participação.

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Questão 21 de 31 Q1637036 Q26 da prova

A União é responsável pela coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo sua função em três instâncias: supletiva, redistributiva e a definida em qual alternativa?

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Questão 22 de 31 Q1637038 Q27 da prova

Tomando com parâmetro a Constituição Federal, em seu artigo 206, como o princípio da gestão democrática do ensino público é compreendido?

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Questão 23 de 31 Q1637040 Q28 da prova

Assinale a alternativa que não corresponde à concepção da avaliação formativa.

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Questão 24 de 31 Q1637042 Q29 da prova

Sobre a dimensão social e política do papel do professor, os professores possuem as características abaixo elencadas, exceto:

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Questão 25 de 31 Q1637049 Q32 da prova

Em conformidade com a BNCC, leia as asserções abaixo e marque a alternativa correspondente.
I - A primeira tarefa de responsabilidade direta da União será alinhar a BNCC de acordo com a formação inicial dos professores.
II - Diante das evidências sobre o peso do professor na determinação do desempenho do aluno e da escola de educação básica, essa é uma condição indispensável para a implementação da BNCC.

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Questão 26 de 31 Q1637050 Q33 da prova

Em termos estruturais e funcionais, como é possível caracterizar a autonomia dentro do contexto educacional?

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Questão 27 de 31 Q1637056 Q36 da prova

São situações que demonstram uma mudança de perspectiva em relação aos exames avaliativos, EXCETO:

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Questão 28 de 31 Q1637059 Q37 da prova

Ao analisar aspectos que contextualizam a mediação de conflitos, é incorreto afirmar:

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Questão 29 de 31 Q1637060 Q38 da prova

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em relação à educação especial, o atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados em qual das circunstâncias descritas a seguir?

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Questão 30 de 31 Q1637063 Q39 da prova

“A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares, orientando os sistemas de ensino para promover respostas às necessidades educacionais especiais” (Brasil, 2008). Dentro desse contexto, destaque a alternativa que descreve uma das garantias a que se propõe a referida política.

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Questão 31 de 31 Q1637065 Q40 da prova

De acordo com a BNCC, quais são as características que os currículos devem possuir a fim de contribuir para a equidade na educação, em um país como o Brasil, com autonomia dos entes federados, acentuada diversidade cultural e profundas desigualdades sociais?

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