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Prova Contador - Pref. Dezesseis de Novembro/RS
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Questão 1 de 18 Q1089395 Q1 da prova
É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente. (Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Como já explicitado no título, o autor trata do uso do celular como um vício, que atrapalha as relações interpessoais. Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:

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Questão 2 de 18 Q1089396 Q2 da prova
É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente. (Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto: “[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo)  “Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo)  “Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo) Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

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Questão 3 de 18 Q1089397 Q3 da prova
É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente. (Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:

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Questão 4 de 18 Q1089398 Q4 da prova
É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente. (Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:

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Questão 5 de 18 Q1089401 Q8 da prova

Em relação às normas de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:

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Questão 6 de 18 Q1089403 Q12 da prova

O Pronampe oferece diversas vantagens para o fortalecimento e a manutenção das micro e pequenas empresas, contribuindo para a estabilidade e o crescimento do setor empresarial brasileiro. Atualmente, é uma política pública permanente, que se caracteriza primariamente como um(a):

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Questão 7 de 18 Q1089404 Q13 da prova

Assinalar a alternativa que está de acordo com as concepções de um profissional que busca uma comunicação eficaz e um relacionamento interpessoal saudável no ambiente de trabalho:

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Questão 8 de 18 Q1089405 Q14 da prova

No editor de texto Word 2016, qual grupo de funcionalidades não está localizado na guia “Inserir”?

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Questão 9 de 18 Q1089406 Q15 da prova

O disco do computador de um usuário está quase cheio e ele precisa ficar constantemente excluindo arquivos para liberar espaço para armazenamento permanente. Para resolver esse problema, um profissional de TI sugere que ele aumente a capacidade de armazenamento do seu computador. Considerando-se os seguintes componentes de hardware, a qual deles o profissional está se referindo?

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Questão 10 de 18 Q1089407 Q16 da prova

O gestor de uma indústria que produz motores elétricos desenvolveu a planilha abaixo contendo o histórico de vendas durante o ano de 2023. Considerando-se que o gestor utilizou o Microsoft Excel 2019 para obter a quantidade média de vendas durante o ano, qual das fórmulas a seguir pode-se inserir na célula B14 para obtê-la?

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Questão 11 de 18 Q1089408 Q17 da prova

Em uma pesquisa realizada com 1.200 pessoas sobre a utilização de certo produto, a razão entre a quantidade de pessoas que responderam “sim” e a quantidade de pessoas que responderam “não” é igual a 3/5. Sendo assim, sabendo-se que todos responderam a pergunta, ao todo, quantas pessoas responderam “sim” nessa pesquisa?

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Questão 12 de 18 Q1089409 Q18 da prova

Eduarda precisa pegar 3 ônibus para chegar ao seu trabalho. Para chegar ao ponto do segundo ônibus, ela tem 4 opções diferentes de ônibus. Para chegar ao ponto do terceiro ônibus, ela tem 2 opções diferentes. Por fim, para chegar ao serviço, ela dispõe de 3 opções diferentes. Sabendo-se disso, de quantas maneiras diferentes Eduarda pode fazer seu trajeto para o serviço?

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Questão 13 de 18 Q1089410 Q28 da prova

A Administração Pública Indireta é composta por pessoas jurídicas autônomas, com natureza de direito público ou de direito privado. Nesse sentido, são pessoas jurídicas de direito público interno, pertencentes à Administração Pública Indireta, criadas por lei específica para o exercício de atividades típicas da Administração Pública:

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Questão 14 de 18 Q1089411 Q29 da prova

R., servidor da Secretaria de Saúde, foi demitido por danificar um leitor de biometria digital do registro eletrônico de frequência, instalado no Hospital Regional. Na tentativa de reaver o cargo e modificar a decisão, acionou o Poder Judiciário, que reconheceu a ilegalidade da demissão. De acordo com as formas de provimento, R. deverá ser:

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Questão 15 de 18 Q1089413 Q31 da prova

A Lei nº 4.320/1964 — Normas Gerais de Direito Financeiro conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo. Em relação a esta Lei, assinalar a alternativa CORRETA:

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Questão 16 de 18 Q1089414 Q33 da prova

O acesso à informação de que trata a Lei nº 12.527/2011 — Lei de Acesso à Informação, compreende, entre outros, os direitos de obter: I. Orientação sobre os procedimentos para a consecução de acesso, bem como sobre o local onde poderá ser encontrada ou obtida a informação almejada. II. Informação contida em registros ou documentos, produzidos ou acumulados por seus órgãos ou entidades, recolhidos ou não a arquivos públicos. III. Informação produzida ou custodiada por pessoa física ou entidade privada decorrente de qualquer vínculo com seus órgãos ou entidades, mesmo que esse vínculo já tenha cessado. Está(ão) CORRETO(S):

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Questão 17 de 18 Q1089415 Q34 da prova

Em relação à perícia contábil, assinalar a alternativa CORRETA:

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Questão 18 de 18 Q1089418 Q39 da prova

Sobre a Demonstração do Resultado do Exercício, analisar os itens abaixo: I. A DRE evidencia a origem e a aplicação de recursos de uma empresa. II. A DRE evidencia o lucro ou prejuízo de um determinado período. III. A DRE evidencia as contas de resultado, independente se recebidos ou pagos no período. IV. A DRE é elaborada iniciando com a receita bruta e finalizando com o lucro ou prejuízo do período. Estão CORRETOS:

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