A maxila pode ser acessada por meio de uma variedade de incisões, porém, a maior parte dela pode ser exposta com uma incisão realizada dentro da cavidade bucal. O acesso vestibular maxilar é realizado na mucosa do fundo de vestíbulo da maxila e permite um acesso ao esqueleto do terço médio da face. A área de incisão deve ser realizada acima da junção mucogengival, em aproximadamente:
A estrutura encontrada na área da incisura pré-massetérica e que serve de alerta para a presença da artéria facial durante o acesso de Risdon para o tratamento de fraturas e patologias da mandíbula é:
Para o tratamento das fraturas internas da cabeça do côndilo, o acesso cirúrgico mais indicado poderá ser o:
A fratura que ocorre ao nível da abertura piriforme e que envolve as paredes anterior e laterais do seio maxilar, paredes nasais laterais e, as porções pterigoides, é conhecida como fratura:
A fixação transnasal com fio é realizada para o tratamento de fraturas do complexo naso-órbito-etmoidal envolvendo também as paredes internas da órbita. A opção que NÃO se encaixa nos objetivos desta técnica está melhor descrita em:
Acidentes envolvendo veículos motorizados são a principal causa de morte entre os jovens e mais de 6 milhões de pessoas são feridas nestes acidentes. Destas, 45% a 50% têm ferimentos torácicos e cerca de 150 mil dessas vítimas morrem. Além disso, lesões torácicas não fatais, como fraturas das costelas, pneumotórax e hemotórax, são frequentemente vistas entre as vítimas. A respeito do pneumotórax, é INCORRETO afirmar que:
Para a escolha do tipo de fixação interna rígida nos pacientes com traumatismos faciais, deve-se levar em consideração a quantidade de osso suficiente e o grau de cominuição das fraturas. A respeito dos materiais de fixação, pode-se afirmar que:
Dentre os tumores malignos localizados na glândula submandibular, aquele que apresenta maior prevalência, segundo “Ellis” em (1991), é:




















