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Prova Auxiliar de sala - Pref. São Luis do Quitunde/AL
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Questão 1 de 39 Q1 da prova

Ao Servidor cabe o exercício de uma postura ética que garante não só o cumprimento dos princípios da Administração Pública (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), mas, sobretudo, a legitimidade dos Serviços Públicos. A transparência, a honestidade e a equidade são condutas imprescindíveis para assegurar a confiança do cidadão nas instituições e nos serviços por elas prestados. Assinale a alternativa que demonstra um comportamento ético:

Questão 2 de 39 Q2 da prova

Para que se consiga um atendimento com qualidade é necessário o desenvolvimento de atitudes e habilidades que facilitem a interação entre as pessoas. Para conseguir esse objetivo, é necessário estar atento a algumas características que irão favorecer o desempenho, realizando um atendimento de qualidade.

Questão 3 de 39 Q3 da prova

O Estado é a instituição de mais alto poder na sociedade e suas decisões afetam profundamente a vida dos cidadãos. É por isso que, para o Estado, convergem forças que representam interesses diversos e conflitantes da comunidade. Além disso, o Estado reclama para si o monopólio de certas atividades e decisões as quais acarretam, na maioria das vezes, o embate de setores sociais com interesses divergentes. O Servidor público, depara-se, ocasionalmente, com o problema da condução correta de certas atividades e decisões as quais acarretam, na maioria das vezes, o embate de setores sociais com interesses divergentes. Uma postura geral que deve ser observada com zelo, compreendendo não apenas a retidão de uma ação, mas também a visão que a sociedade tem dessa ação como sendo correta é chamada de:

Questão 4 de 39 Q4 da prova

D. Carmem, diretora de escola, atua numa instituição de Educação Infantil há muitos anos sendo muito amiga dos docentes chamando-os de filhos. Já aconteceu de um professor faltar, recorrentemente, e D. Carmem se questionar se devia colocar falta ou não, pois além de ser amiga próxima dele, sabia que tinha um parente doente. Resolveu por não colocar. Segundo o Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, D. Carmem agiu:

Questão 5 de 39 Q5 da prova

Ao entender que a prática Educativa é permeada por diversos aspectos como saúde, higiene, segurança e prevenção, estas ações precisam ser incorporadas à rotina do profissional da Educação Infantil. Acredita-se que um trabalho centrado em alguns procedimentos básicos auxilia a rotina diária. Um desses procedimentos é o uso de EPI, Equipamento de Proteção Individual, que utilizado individual e corretamente, durante sua atividade laboral ajuda a proteger o funcionário de qualquer risco à sua saúde. Na Educação Infantil, é orientado que os profissionais usem: 1- Luva de Procedimento não cirúrgico para proteção contra risco biológico, ao higienizar crianças. 2- Capacete de segurança, para proteção da cabeça contra impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. 3- Avental Plástico Descartável, para proteção do tronco e membros superiores contra risco físico (umidade/banho) e risco biológico (contato com fluidos corporal), ao higienizar crianças. 4- Protetor auditivo (tipo inserção), para proteção dos ouvidos na sala de aula com níveis de ruído superiores aos limites de tolerância estabelecidos pela NR-15 (Atividades e Operações Insalubres). 5- Calçado de segurança tipo botina sem biqueira, solado poliuretano para proteção dos pés do usuário contra riscos de natureza leve e contra agentes abrasivos e escoriantes. Dos equipamentos acima, a quantidade CORRETA deles a ser usada pelos profissionais da Educação Infantil é:

Questão 6 de 39 Q6 da prova

A partir do início da década de 1980, novas urgências Políticas e Sociais se fizeram acompanhar de propostas de mudança na educação, a fim de se enfrentar, particularmente, o fracasso da escola na alfabetização de crianças. Como correlato teórico metodológico da busca de soluções para esse problema, introduziu-se no Brasil o pensamento ___________________ sobre alfabetização, resultante das pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita desenvolvidas pela pesquisadora argentina Emília Ferreiro e colaboradores. A palavra que completa corretamente o pensamento é:

Questão 7 de 39 Q7 da prova

Analisando o panorama educacional do Brasil desde o final do século XIX, percebe-se que, ao se falar de leitura e escrita, logo se pensa em alfabetização. Ao se pensar em alfabetização surge o pensamento sobre a metodologia. Os métodos de alfabetização agrupam-se em dois grandes grupos: os sintéticos e os analíticos como mostrados abaixo: Os métodos de origem analítica caracterizam-se por:

Questão 8 de 39 Q8 da prova

Numa reunião de Formação Continuada, a equipe de professores estudava os artigos sobre Educação constantes da Constituição Federal. Sobre os conteúdos curriculares, alguns professores se posicionaram da seguinte forma: Ana Sílvia: Serão fixados conteúdos mínimos para toda Educação Básica, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais. Cláudio: O ensino religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. Jussara: O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. De acordo com a referida legislação, está(ão) correto(s):

Questão 9 de 39 Q9 da prova

Para que a Educação Inclusiva seja bem-sucedida na escola é imprescindível que apresente acessibilidade desde a entrada até os equipamentos que favorecem o ensino e a aprendizagem de todos os alunos. A acessibilidade pode ser definida como a forma de organizar os espaços para que todas as pessoas possam utilizá-lo de forma autônoma e está vinculada à superação das barreiras relacionadas ao espaço físico classificadas como arquitetônicas, instrumentais e ao relacionamento interpessoal ou as comunicacionais, metodológicas, programáticas e atitudinais. Leia as afirmações abaixo, acerca das barreiras à educação inclusiva, completando-as com V, se verdadeiras e F, se falsas: ( ) Por Barreira Comunicacional, entende-se a dificuldade gerada pela falta de informações visuais a respeito do local, em função dos sistemas de comunicação, exclusivamente escritas, disponíveis em seu entorno. ( ) A Barreira Atitudinal é gerada pelas atitudes e comportamento dos indivíduos, impedindo o acesso de outras pessoas a algum local, quer isso aconteça de modo intencional ou não. ( ) A Barreira Instrumental diz respeito aos instrumentos utilizados pela fanfarra da escola na escola, que interferem na inclusão de alunos com algum tipo de necessidade especial. A alternativa que completa corretamente as afirmações é:

Questão 10 de 39 Q11 da prova

A qualidade da Educação Básica será aferida, objetivamente, com base no IDEB, calculado e divulgado periodicamente pelo INEP, a partir dos dados sobre rendimento escolar, combinados com o desempenho dos alunos, constantes do censo escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB, composto pela por duas avaliações, sendo elas:

Questão 11 de 39 Q12 da prova

Em nosso país, o livro didático exerce um papel muito importante no contexto escolar, seja como instrumento de sistematização do conhecimento escolar, seja como elemento mediador da prática pedagógica ou como instrumento de controle. Sobre o livro didático, leia as afirmações abaixo: I. A utilização do livro didático deve ser norteada por uma reflexão teórica e metodológica que possibilite ao professor analisar e criticar as obras adotadas. II. É imprescindível que a escolha de um livro didático promova a contextualização e a formação integral do indivíduo, comprometido com sua realidade social, cultural, política e econômica. III. O livro didático serve de instrumento para a transmissão dos conteúdos que devem ser trabalhados de forma linear, descontextualizada e acrítica, dando ao saber escolar um teor de conhecimento acabado demonstrando a responsabilidade social da escola. Estão CORRETAS as afirmações:

Questão 12 de 39 Q13 da prova

Leia o pensamento sobre a avaliação, a seguir: “A avaliação, na ótica do exame, atende às exigências de natureza administrativa, serve para reconhecer formalmente a presença (ou ausência) de determinado conhecimento, mas não dispõe da mesma capacidade para indicar qual o saber que o sujeito possui e como está interpretando as mensagens que recebe.” (ESTEBAN, 2001, p.100). Segundo essa concepção, a avaliação:

Questão 13 de 39 Q14 da prova

O documento que reconhece a Língua Brasileira de Sinais – Libras, como meio legal de comunicação e expressão e a entende como Sistema Linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituindo um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil, é:

Questão 14 de 39 Q15 da prova

A Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, alterou a Lei no 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. Os conteúdos referentes a esse tema, serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, mas, em especial em algumas áreas. A seguir, são elencados professores e suas respectivas áreas: Angélica trabalha com Língua Portuguesa. Maria Aparecida é professora de Educação Artística. João Vítor atua como docente de Literatura. Miguel trabalha com História Brasileira e Estevão é docente de Geografia. As áreas, em especial, em serão ministrados tais conteúdos são de:

Questão 15 de 39 Q16 da prova

O Conselho Nacional de Educação – CNE, tem por missão a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade. Ele é composto pelas Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior com atribuições próprias e terá atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação e do Desporto. É a atribuição da Câmara de Educação Básica:

Questão 16 de 39 Q17 da prova

Maria Montessori foi uma das “discípulas” de Rousseau, e seu nome é bem conhecido no que se trata de Educação Infantil. A italiana é pioneira da “autoeducação”, conceito que retira a responsabilidade do professor como única forma de obter conhecimentos e coloca a criança na busca de seu próprio aprendizado e o educador acompanha todo o processo de perto, oferecendo sempre sua ajuda. Algumas características de sua concepção são:

Questão 17 de 39 Q18 da prova

A figura abaixo representa um teclado, com o qual se pode fornecer textos para o computador. Ele é composto de teclas alfanuméricas como por exemplo: A, B, C, 1, 2, 3 e algumas delas possuem funções especiais. É um dispositivo de entrada, responsável por receber os dados do usuário, ou seja, transmite a informação ao computador. Esse dispositivo faz parte do:

Questão 18 de 39 Q19 da prova

O Correio Eletrônico, e-mail, é o serviço básico de comunicação na rede, basta ter acesso a rede, dispor de um programa de correio eletrônico e conhecer o endereço da pessoa com quem deseja se comunicar. Observe, abaixo, os dados de um Correio Eletrônico: Assinale a alternativa CORRETA:

Questão 19 de 39 Q20 da prova

O Browser ou navegador é um programa utilizado para navegar na internet. Através dele você procura o endereço, site, que desejar acessar. Ele permite a visualização dos sites, das páginas da internet. Assinale a alternativa CORRETA:

Questão 20 de 39 Q21 da prova
Leia o texto: Escola inclusiva É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor. Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social. A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais. Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas. Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)

De acordo com o texto lido, qual a principal evidência apresentada para mostrar que a inclusão escolar está avançando no Brasil?

Questão 21 de 39 Q22 da prova
Leia o texto: Escola inclusiva É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor. Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social. A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais. Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas. Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)

Segundo o texto, qual é um dos principais desafios para a implementação da educação inclusiva no Brasil?

Questão 22 de 39 Q23 da prova
Leia o texto: Escola inclusiva É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor. Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social. A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais. Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas. Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)

De acordo com o texto, o que são as "salas de recursos"?

Questão 23 de 39 Q24 da prova
Leia o texto: Escola inclusiva É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor. Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social. A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais. Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas. Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)

Assinale a alternativa que traz o sujeito da oração: “O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha...”.

Questão 24 de 39 Q25 da prova
Leia o texto: Escola inclusiva É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros consideram haver melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. O elevado grau de aceitação aparece em pesquisa Datafolha divulgada em 15 de outubro, Dia do Professor. Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social. A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades. Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais —surdez, por exemplo— e intelectuais. Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição. Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar, em cada estabelecimento, com pessoal capacitado para lidar com necessidades específicas de cada aluno. Este pode ser disléxico, deficiente visual ou diagnosticado com transtorno do espectro autista, para dar mais alguns exemplos. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas. Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência —que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (Editorial, da Folha de São Paulo, 16.10.2019 – adaptado)

Em “A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados...”, o verbo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o sentido da frase, por:

Questão 25 de 39 Q26 da prova

A alternativa que melhor completa as lacunas das frases abaixo é: Ainda não se sabe o ____________ de tanta raiva. Joana estudou demais para a prova, __________ foi reprovada. Eu estive aqui _______ dez anos. Um __________ filho é sempre castigado pela vida.

Questão 26 de 39 Q27 da prova
Leia o texto: A distância Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagrar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto. A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva, pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.

Qual a tese central defendida por Luis Fernando Veríssimo no texto?

Questão 27 de 39 Q28 da prova
Leia o texto: A distância Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagrar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto. A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva, pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.

Qual a principal consequência da busca incessante pela distância, segundo o autor?

Questão 28 de 39 Q29 da prova
Leia o texto: A distância Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagrar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto. A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva, pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.

O que simboliza a volta à savana primeva mencionada no texto?

Questão 29 de 39 Q30 da prova
Leia o texto: A distância Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagrar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto. A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva, pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.

Qual a principal crítica implícita no texto?

Questão 30 de 39 Q31 da prova

A voz verbal presente na frase “André se cortou com a navalha” é:

Questão 31 de 39 Q32 da prova

A classificação da oração “Peço-lhe um grande favor: que me deixe em paz” é:

Questão 32 de 39 Q33 da prova

Considere o número natural 212121X, onde X representa o algarismo da unidade. Se esse número natural é divisível por 4, então o valor máximo que X pode assumir é:

Questão 33 de 39 Q34 da prova

Das sequências abaixo, aquela que não contém Números Primo, é:

Questão 34 de 39 Q35 da prova

Um ciclista dá uma volta em uma pista de ciclismo em 12 segundos, o segundo ciclista em 8 segundos e o terceiro ciclista em 16 segundos. Se os três ciclistas partiram juntos, após quanto tempo irão se encontrar novamente:

Questão 35 de 39 Q36 da prova

Antônio e seu filho José estão montando juntos um quebra cabeça que possui, no total, 720 peças. No primeiro dia foram montadas 38 do número total de peças e, no segundo dia foram montados 49 do número de peças restantes. O número de peças que ainda precisam ser montadas para finalizar o quebra cabeça, é:

Questão 36 de 39 Q37 da prova

Na festa de confraternização dos funcionários do Departamento de Digitação de Empresa KGOL participaram 96 pessoas. Sabendo-se que 75% eram do sexo feminino. Se, num dado momento antes do término da festa, foi constatado que a porcentagem das mulheres havia se reduzido a 60% do total de pessoas presentes, enquanto o número de homens permaneceu inalterado, até o final da festa, então quantidade de mulheres que haviam se retirado da festa era de:

Questão 37 de 39 Q38 da prova

O perímetro de um quadrado é igual ao perímetro de um retângulo cuja base excede em 3 cm a altura, sendo 66 cm a soma do dobro da base com o triplo da altura desse retângulo. Então a área do quadrado é:

Questão 38 de 39 Q39 da prova

João Paulo tinha uma dívida da qual só tinha apenas 20% do dinheiro para quitar. Então para quitar o restante dessa dívida resolveu fazer um empréstimo a uma taxa fixa de 5% ao mês por um ano ao qual lhe custou um juros simples de R$ 12.000,00. A dívida era de:

Questão 39 de 39 Q40 da prova

Na rede de Supermercados “Estrela Dalva”, a distribuição de frequência dos salários de um grupo de 30 colaboradores estão apresentados na tabela abaixo. A média salarial, aproximadamente, desses colaboradores é de: Salário do mês (em reais) Número de empregados 465 │─ 665 16 665 │─ 865 8 865 │─ 1065 4 1065 │─ 1265 2

Acertos
Erros
39
Total