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Prova Auxiliar de Professor - SME - Pref. Gaspar/SC
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Questão 1 de 8 Q1 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Qual é a importância dada à descrição do ambiente no início do texto e como ela contribui para a narrativa?

Questão 2 de 8 Q2 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

O autor introduz dois personagens: Luís Batista de Campos e um rapaz do Norte. A esse respeito, leia as assertivas: I. Campos é retratado como alguém que segue uma rotina, e sua personalidade é sugerida por meio de sua postura e a maneira como lida com seu trabalho. II. O rapaz do Norte é descrito fisicamente, ressaltando sua aparência frágil e seus olhos vivos, que podem indicar inteligência e/ou vivacidade. Pode-se afirmar que:

Questão 3 de 8 Q3 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

De acordo com o trecho, qual era a ocupação que Luís Batista de Campos exercia?

Questão 4 de 8 Q4 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Relativamente à análise sintática da frase Desejo entregar esta carta, leia as assertivas: I. O sujeito é oculto (“eu”, que não é mencionado, mas é implicitamente entendido). II. esta carta é o objeto indireto da ação de entregar. Pode-se afirmar que:

Questão 5 de 8 Q5 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Considerando as orações coordenadas, pode-se afirmar que a frase Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa consiste em uma oração coordenada:

Questão 6 de 8 Q6 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Analise a frase O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Se o vocábulo O estivesse no plural Os, quantas outras palavras deveriam sofrer flexão de número para que a concordância da frase fosse mantida?

Questão 7 de 8 Q7 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta. I. A frase lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra apresenta sentido conotativo. II. O sinal que aparece em d'água é chamado de apóstrofo, utilizado, nesse caso, na supressão da letra e na palavra de, tornando-a mais curta na forma contraída. III. São paroxítonos os vocábulos escritório e papéis.

Questão 8 de 8 Q8 da prova
Responda às questões 1 a 8 com base no seguinte texto:
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, via-se o Diário deitado de costas e aberto de par em par. Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos. — Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo. — Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.
Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.

Na frase a pena atrás da orelha, o vocábulo pena se refere a um objeto; no entanto, há uma outra significação para tal vocábulo: um sentimento de compaixão. Sabendo que pena, então, consiste em uma palavra que possui múltiplos significados relacionados, pode-se afirmar que consiste em um vocábulo:

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