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Prova Auxiliar de Enfermagem - Pref. Presidente Prudente/SP
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

O objetivo do editorial é analisar o

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

O verbo destacado está empregado em sentido figurado na passagem:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

Considere as passagens:
• Esse contingente de crianças (...) segue sendo negligenciado... (1o parágrafo)
• ... parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta... (2o parágrafo)
• ... montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. (2o parágrafo)
• ... habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. (3o parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A leitura do texto permite concluir corretamente que o narrador é um

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

Na reescrita do trecho – ... a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil... (2o parágrafo) –, a preposição destacada será substituída por “de” se o verbo “contar” for substituído por:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

Um contingente expressivo de crianças de zero a seis anos, no Brasil, sem esgoto tratado e creches, devido falta de saneamento na região em que vivem, e estarão sujeitas uma herança nefasta. Em um período de 35 anos de atuação profissional, que mais de R$ 126 mil é a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A expressão entre colchetes corresponde ao sentido da expressão destacada em:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Rute reserva metade de seu salário para gastos com aluguel, eletricidade e água. Do que resta, ela reserva 2/5 para a alimentação e 1/4 para transporte e ainda sobram R$ 840,00.
A quantia que Rute reserva para aluguel, eletricidade e água é um valor entre

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Paulo é vendedor de frutas e verduras. Ele comprou uma caixa com 30 quilogramas de mangas por R$ 75,00 e quer lucrar, com a venda dessas mangas, 80% sobre o preço que pagou pela caixa.
Para que isso aconteça, Paulo deverá vender as mangas a um preço, por quilograma, igual a

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Leila estabeleceu que, ao comer arroz e feijão, ela o fará de acordo com a seguinte razão: 280 gramas de arroz para cada 105 gramas de feijão. Certo dia, Leila comeu 350 gramas de arroz e comeu de feijão exatamente o que havia previsto em seu plano.
Leila comeu de feijão uma quantidade entre

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Felipe, Hugo e Tiago têm ao todo a quantia de R$ 491,00. Hugo tem 3 reais a menos que o dobro do que Felipe tem e Tiago tem a terça parte do que Hugo tem.
É correto afirmar que a quantia que Hugo possui a mais que a soma das quantias de Felipe e Tiago é igual a

Questão 12 de 40 Q12 da prova

O termo destacado é um advérbio expressando circuns- tância de intensidade em:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A reescrita de informações do texto atende à norma- padrão de pontuação em:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

A colocação pronominal está de acordo com a norma-- padrão em:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Cinco classes de uma escola farão uma visita à exposição que foi montada no auditório. A visita será feita por uma classe por vez e a estimativa é que cada classe leve 8 minutos para se deslocar até o auditório, outros 25 minutos na visita e mais 8 minutos para voltar.
Considerando apenas esses tempos, se a primeira classe começar a se deslocar para a visitação às 8h15, seguida imediatamente, uma após a outra, das outras classes, a última classe terminará sua visitação não antes de

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Uma atividade em uma biblioteca contou com a participação de dezenas de crianças, que foram divididas em 5 salas, cada sala com crianças de 3 a 6 anos, não necessariamente contemplando todas essas idades. A tabela a seguir mostra o número de crianças, por idade, em cada sala.
Idade Número de crianças (por idade) em cada sala
Sala Sala A Sala B Sala C Sala D Sala E
3 anos 4 anos 5 anos 6 anos
11 9 10 – –
10 9 11 8 7
10 13 12 9 –
15 16 13 8 13
Para cada idade será calculada a média aritmética simples dos números de crianças por sala, média essa que considera apenas as salas com crianças da idade considerada.
Após o cálculo dessas quatro médias, a diferença entre a maior e a menor delas será igual a

Questão 17 de 40 Q17 da prova

A sequência a seguir foi criada com um padrão lógico:
29, 28, 27, 26, 38, 37, 36, 35, 34, 46, 45, 44, 43, 42, 54, 53, 52, 51, 50, 62, ...
Seja A o 41o elemento dessa sequência e B o 53o. O valor numérico da expressão B – A é igual a

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Ao iniciar a jornada de trabalho, o auxiliar de enfermagem (AE) observou que muitas pessoas idosas já haviam chegado para tomar a vacina contra gripe. Com base no estabelecido pelo Estatuto da Pessoa Idosa, ao organizar o atendimento na sala de vacinas, o AE deve assegurar prioridade especial às pessoas maiores de anos, atendendo suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais pessoas idosas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que

Questão 20 de 40 Q20 da prova

No MS-Windows 10, em sua configuração padrão, os nomes dos arquivos gravados no disco rígido são identificados por duas partes separadas por um ponto: a primeira é o nome do arquivo propriamente dito, enquanto a segunda é uma extensão de três ou quatro caracteres que definem o tipo de arquivo. A extensão de um arquivo é relevante, porque

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Antes de publicar um Edital que acabou de elaborar com o MS-Word 2016, em sua configuração padrão, um funcionário público necessita remover suas informações pessoais do documento. Para tanto, ele deve utilizar os recursos do botão “Verificando Se Há Problemas” que é disponibilizado por meio da opção “Informações”, pertencente à aba do MS-Word 2016 denominada

Questão 22 de 40 Q22 da prova

As células de uma planilha que está sendo elaborada com o auxílio do programa MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, foram preenchidas como mostrado a seguir:
1AB CD E
42612
34511
146225321311414F
2
3
4
56
7
Caso a expressão matemática =SOMASE(B1:E5; >=4) seja inserida na célula E6, o valor numérico obtido será

Questão 23 de 40 Q23 da prova

A prescrição médica é:
Solução X, 250 mL + Solução Y, 70 mL . Administrar por via intravenosa, 120 microgotas por minuto.
Considerando-se que essa medicação será administrada por meio de bomba de infusão configurada para a administração de soluções em mililitros por hora (mL/h), o equipamento deverá ser ajustado para infundir a solução prescrita na velocidade de

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Em pacientes adultos, a administração de um enema acondicionado em recipiente descartável, pré-embalado, deve ser realizada com a pessoa em posição

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A vacina tríplice viral está indicada para a proteção contra . Na rotina dos serviços, a primeira dose deve ser aplicada, por via , aos meses de idade. Em situação de surto das doenças contra as quais essa vacina está indicada, pode ser aplicada em crianças a partir de meses de idade. A aplicação da vacina tríplice viral está contraindicada .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a afirmação.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Conforme solicitação do enfermeiro, o auxiliar de enfermagem (AE) deve coletar uma amostra de 10 mL de urina para cultura de um paciente com sonda vesical de demora, fazendo uso de um circuito coletor cujo modelo é apresentado na figura a seguir.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Aplicando a técnica correta, o AE deve obter o volume de urina necessário para a realização do exame puncionando o ponto identificado pelo número

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Sob supervisão e orientação do enfermeiro, para administrar, de forma intermitente, a dieta enteral prescrita para um paciente idoso acamado no domicílio, o auxiliar de enfermagem (AE) consultou o procedimento operacional padrão (POP) constatando que, ao final da administração, deveriam ser introduzidos 30 mL de água potável na sonda. Esse cuidado tem como principal objetivo prevenir

Questão 28 de 40 Q28 da prova

R.T., sexo feminino, 57 anos, está sendo admitida na clínica médica com diagnóstico de crise asmática. Ao verificar a prescrição de enfermagem, o auxiliar de enfermagem (AE) constatou que, entre outros cuidados, deveria instalar o oxímetro de pulso e registrar periodicamente os valores observados. Frente a essa situação, ao instalar o dispositivo e acompanhar as medidas, deve considerar que consiste em uma das condições que interferem na confiabilidade dos resultados obtidos a presença de

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Paciente adulto, submetido à gastrectomia parcial; após alta da unidade de recuperação pós-anestésica, foi admitido na unidade de clínica cirúrgica. Ao prestar os cuidados de enfermagem no período pós-operatório imediato, o auxiliar de enfermagem (AE) deve estar atento e comunicar imediatamente ao enfermeiro a presença de sinais e sintomas sugestivos de hemorragia e choque, tais como:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

A prescrição médica de um paciente com 16 anos de idade, eutrófico, portador de diabete do tipo 1, internado na unidade de clínica médica, compreende a aplicação de insulina NPH, por via subcutânea. Ao administrar esse medicamento utilizando uma seringa com agulha de 5 mm acoplada, o auxiliar de enfermagem (AE) deve considerar que

Questão 31 de 40 Q31 da prova

O Ministério da Saúde recomenda que, ainda na maternidade, sejam administradas as vacinas

Questão 32 de 40 Q32 da prova

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece que, em serviços de saúde, a higienização das mãos com preparação alcoólica está indicada, quando estas não estiverem visivelmente sujas,

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Ao realizar a desinfecção de produtos para saúde utilizados para inaloterapia e oxigenoterapia, com solução à base de hipoclorito de sódio, o auxiliar de enfermagem deve considerar que

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Estabelecer uma comunicação adequada e respeitosa com a pessoa idosa é especialmente importante para cuidadores e profissionais de saúde, pois facilita o atendimento aos direitos e às necessidades básicas, tais como, higiene, alimentação, controle da dor, entre outros. Assim sendo, ao prestar a assistência de enfermagem, o auxiliar de enfermagem deve

Questão 35 de 40 Q35 da prova

O teste do pezinho permite identificar distúrbios e doenças no recém-nascido (RN), em tempo oportuno para intervenção adequada. O período ideal para a coleta é após 48 horas do nascimento, entre o 3o e 5o dia de vida do bebê e, para realizá-la, o auxiliar de enfermagem deve, entre outros cuidados,

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Em uma unidade básica de saúde, como membro da equipe de saúde da família, o auxiliar de enfermagem realiza visitas domiciliares para usuários hipertensos. Nessas ocasiões, aproveita a oportunidade para reforçar a importância de o hipertenso adotar uma dieta saudável, enfatizando orientações tais como:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Recentemente, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo emitiu um alerta epidemiológico para sarampo após duas pessoas terem sido diagnosticadas com a doença na capital.
Frente a essa situação, considere os diferentes aspectos relacionados ao sarampo e assinale a alternativa correta.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

De acordo com o estabelecido pelo Código de Ética dos profissionais de enfermagem, o auxiliar de enfermagem tem o direito de

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Acompanhado por um colega de trabalho, um trabalhador de uma pequena empresa de produtos químicos chegou à unidade de pronto atendimento (UPA) relatando que havia derramado, acidentalmente, soda cáustica, na forma sólida (pó) sobre seu antebraço esquerdo desprotegido; passara a sentir ardor no local, mas, até o momento, nada havia feito. Considerando que ainda havia pó sobre a pele, frente ao risco de queimadura, a primeira medida de primeiros socorros a ser executada é

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Associe as duas colunas a seguir, relacionando o termo técnico e seu correto significado.
Termo técnico Significado
1. Afasia.( ) Sensação de queimação no estômago e no esôfago, que se move em direção à boca.
2. Dispepsia. ( ) Dificuldade de deglutição.
3. Disfagia.( ) Desconforto da parte superior do abdome, associado à alimentação.
4. Pirose.( ) Incapacidade de se expressar ou de compreender a linguagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.

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